“Banzo” vence Melhor Filme e soma 10 prémios nos Sophia 2026

A longa-metragem “Banzo”, produzida por Filipa Reis, conquistou a distinção de Melhor Filme dos Prémios Sophia 2026, organizados anualmente pela Academia Portuguesa de Cinema. O filme liderou a noite e venceu em dez categorias nesta edição, entre elas a de Melhor Realização e Melhor Argumento Original para Margarida Cardoso, Melhor Montagem de Pedro Filipe Marques, Melhor Direção de Fotografia para Leandro Ferrão e Melhor Direção de Arte, para Artur Pinheiro.

Sob o tema “Projetar o presente, imaginar o futuro”, para assinalar a vitalidade e o reconhecimento internacional do cinema português e pensar o seu futuro com ambição e responsabilidade cultural, a 15.ª edição dos Sophia decorreu esta sexta-feira, 15 de maio, no CCB – Centro Cultural de Belém, em Lisboa, com emissão em direto na RTP2.

José Martins venceu na categoria de Melhor Ator Protagonista pela interpretação no filme “A Memória do Cheiro das Coisas”. Pela primeira vez nomeada, Joana Santos venceu na categoria Melhor Atriz Protagonista no filme “On Falling”.

Ainda na interpretação, Cirila Bossuet foi considerada Melhor Atriz Coadjuvante pela interpretação no filme “Banzo”, e como Melhor Ator Coadjuvante venceu Nuno Lopes, pelo papel em “Lavagante”.

“Lavagante” conquistou ainda as categorias de Melhor Argumento Adaptado, para Mário Barroso e em prémio póstumo para António-Pedro Vasconcelos. A longa-metragem “As Meninas Exemplares” venceu nas categorias de Melhor Figurino, para Luísa Pacheco, e Melhor Maquilhagem, Caracterização e Cabelos, prémio atribuído a Nuno Esteves “Blue” e Teresa Dias.

No formato de curta-metragem, o prémio de Melhor Curta-Metragem de Animação foi atribuído a “Cão Sozinhos”, de Marta Reis Andrade. “Estava Escuro na Barriga do Lobo”, de Joana Botelho, venceu na categoria de Melhor Curta-Metragem de Documentário e “Tapete Voador”, de Justin Amorim, em Melhor Curta-Metragem de Ficção.

“A Mulher Que Morreu de Pé”, de Rosa Coutinho Cabral e António Cabral, foi eleito o Melhor Documentário em Longa-Metragem.

Márcio Laranjeira marcou a estreia de nomeação nos Prémios Sophia e venceu na categoria de Melhor Série com a realização e direção de “Casa-Abrigo”, emitida na RTP.

O escritor moçambicano Mia Couto subiu ao palco para receber, em representação, o prémio para a categoria de Melhor Canção Original. O tema vencedor foi “Tempo”, da autoria da letra e música de Stewart Sukuma e interpretação de Belita e Domingas, para o filme “O Ancoradouro do Tempo”. A Melhor Banda Sonora Original foi atribuída ao holandês Rutger Zuydervelt para o filme “Banzo”.

Com um percurso artístico com mais de seis décadas de atividade no teatro, no cinema e na televisão, o ator Rui Mendes foi homenageado com o Prémio Sophia de Carreira 2026.

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🖋 Redação / press release

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