The Covasettes abriram o terceiro dia de Vilar de Mouros com melodias que ficam

O terceiro dia do CA Vilar de Mouros 2026 começou com The Covasettes, banda britânica que trouxe de Manchester uma dose de indie rock melódico para dar o primeiro passo numa nova jornada do festival.

Desde os primeiros momentos, percebeu-se que as canções tinham uma característica difícil de ignorar: ficam no ouvido. As guitarras construíram a base para melodias luminosas e refrões fáceis de acompanhar, criando uma atmosfera que rapidamente encontrou espaço entre o público de Vilar de Mouros.

Formados em 2017, os The Covasettes ganharam terreno na cena independente britânica através de uma combinação simples, mas eficaz: canções diretas, melodias marcantes e uma energia que funciona tanto numa sala pequena como num grande recinto.

À frente da banda, Chris Buxton conduziu a atuação, acompanhado pelas guitarras de Matt Hewlett, pelo baixo de Jamie McIntyre e pela bateria de Matt Buckley. A formação conta ainda com Lizzie Wenninger, que se juntou em 2026 e acrescentou teclado e violino à identidade sonora do grupo.

Essa nova dimensão instrumental ajudou a ampliar o universo dos The Covasettes. Sem perder a essência indie, a banda mostrou uma sonoridade preparada para crescer em palco e ocupar espaços cada vez maiores.

O percurso também começa a justificar essa ambição. Depois de conquistarem destaque nas tabelas britânicas e de acumularem milhões de reproduções nas plataformas digitais, os The Covasettes chegaram a Vilar de Mouros como uma banda que já deixou de ser apenas uma promessa.

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🖋 Diana Silva

📸 Paulo Homem de Melo

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