Guitolão uma ideia de Carlos Paredes com assinatura de Gilberto Grácio

O Guitolão é o mais recente cordofone português. Foi construído pelo mestre Gilberto Grácio, na sequência de um pedido especial de Carlos Paredes.  Sugere uma guitarra portuguesa com uma sonoridade mais ampla, mas com uma personalidade muito própria. Entre a guitarra portuguesa e a guitarra acústica (ou violão), existem apenas 3 exemplares no mundo.

O primeiro a ser criado, e apresentado ao mundo, é precisamente o de António Eustáquio, compositor e professor residente em Castelo de Vide e um nome maior na criação de paisagens sonoras do Alentejo do século XXI.

 

Guitolão Trio é um conjunto de música instrumental, formado por Violino, Acordeão e Guitolão, apresentando um reportório original, que viaja entre a Música Popular e a Música Urbana.

 

O repertório do novo disco “Estação 60” é baseado em dois poemas. Cada verso de cada poema corresponde a uma composição distinta. O poema “Meditação” de Maria de Guadalupe serviu de base para os primeiros 4 temas, e “Caminar por caminhar cansa” do poeta castelhano Antonio Gómez, o mote para os 5 seguintes. O álbum encerra com o tema “Libertação”, dedicado a Aristides de Sousa Mendes.

 

“Estação #60” nasceu de uma residência artística no Centro Musibéria, em Serpa, é uma edição Respirar de Ouvido, e o título é um encontro com a idade do autor António Eustáquio. “A vida é uma longa viagem de comboio. Nunca sabemos em qual estação iremos descer.”

“Estação #60” é uma viagem pela poesia através da escrita de António Eustáquio e pelas das sonoridades de um instrumento único no mundo, o Guitolão.

 

Depois da apresentação na Casa do Alentejo em Lisboa, o Guitolão Trio inicia a digressão nacional no Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre dia 5 de Março.

 

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