Prestes a celebrar 21 anos de intensa atividade cultural, artística e social, o Maus Hábitos – Espaço de Intervenção Cultural e a Saco Azul Associação Cultural saem de quase dois anos de constante superação de aparentes impossibilidades com um olhar confiante no futuro.
E o novo futuro começa já dia 15 de janeiro de 2022 com a expansão do Maus Hábitos e da Saco Azul para Vila Real e para Lisboa. Em Vila Real estará presente no Café Concerto do Teatro de Vila Real e em Lisboa no Selina Secret Garden.
No Café-concerto do Teatro de Vila Real, de frente para o Parque do Corgo, o Maus Hábitos levará consigo o Vícios á Mesa e a Saco Azul, passando a dinamizar uma galeria e espaço de restauração com palco, apresentando-se como um novo agente de ação cultural e artística no interior norte do país, numa lógica descentralizadora de criação e circulação de artes e cultura.
O Vícios à Mesa passará a receber todas as semanas rubricas “à mesa” passando pela música, poesia, cinema e artes performativas: espetáculos ao vivo para acompanhar com uma refeição e/ou um copo entre amigos.
A Saco Azul, com apoio da DGArtes, iniciará o seu contributo para a criação, apresentação e circulação das artes neste território, inaugurando dia 15 de janeiro a exposição “Arte Robótica” de Leonel Moura, com a presença do artista. Pioneiro na aplicação da arte robótica inteligência artificial na arte, e reconhecimento angariado internacionalmente, o artista apresentará uma retrospectiva do trabalho que tem vindo a criar nos últimos 20 anos. Para além das pinturas e da performance robótica, permanente, a exposição inclui ainda uma instalação sonora.
Nesse dia, que será de festa de abertura do espaço, haverá ainda lugar para um concerto do ciclo Oscilador Gráfico, um projecto igualmente apoiado pela DGArtes e que junta seis designers e doze músicos numa exploração sonora e visual a três mãos: Angélica Salvi e Pedro Tudela sonorizam a partitura gráfica de Inês Nepomuceno.
No dia 20, regressa o Oscilador Gráfico ao palco e às mesas, desta vez com Sarnadas e Lorr No a darem som à partitura gráfica de Avelino Resende.
Na terça-feira, 18, há poesia dita acompanhada de vídeo arte e música: “Palavra à Mesa”, com Ana Deus (Ban, Três Tristes Tigres, Osso Vaidoso).
Às quartas-feiras, o palco do Vícios à Mesa Vila Real passará a receber os concertos de bandas emergentes e consagradas do diverso panorama musical nacional e não só. São as noites de “Sons à Mesa”. Este mês Aurora Pinho e Pedro de Tróia.
No dia 25, o espetáculo CABAREX inaugura a rubrica “Cabaré à Mesa” em Vila Real. Uma produção Réptil assinatura do encenador e performer Filipe Moreira.
Por seu lado, o Vícios à Mesa abre as portas ao público em Lisboa no interior do Selina Secret Garden, localizado junto à Rua das Gaivotas, entre Santos, Bairro Alto e Cais do Sodré. Localizado no coração da operação lisboeta desta cadeia hoteleira com 60 unidades em dezenas de países e reconhecida pelo privilégio que atribui à vida urbana e ao nomadismo digital recebe no seu espaço esta faceta do Maus Hábitos: a gastronomia e coquetelaria de autor, aliada a uma agenda musical e artística, com concertos e DJ Sets.
Entre o Secret Garden, espaço amplo de encontros no cerne do Selina, e lá em cima no The Rooftop, entre telhados do centro da capital, o destaque vaia para o ciclo de concertos exploratórios e experimentais Oscilador Gráfico dia 15 (com Miguel Carvalhais e Henrique Fernandes a darem som ao trabalho gráfico de Serafim Mendes), os concertos “Sons à Mesa” de Venga Venga e Osso Vaidoso (de Ana Deus e Alexandre Soares). Ao longo do mês, DJ Sets representativos da diversidade que se vai ouvindo pela capital e não só. Este janeiro passam pela cabine Nuno Rabino, Trafulhice, DJ Dingo, Death Disco Disaster, Paolo Dionisi e Radio Safari


