Corria o ano de 1995 quando um grupo de jovens inconformados, movidos pelo sonho e pela rebeldia, se uniu sob a liderança carismática de João Ribas. Com uma mensagem direta, guitarras distorcidas e uma atitude sem filtros, os Tara Perdida rapidamente conquistaram uma legião de fãs, tornando-se um verdadeiro símbolo de resistência e autenticidade no panorama musical português.
Desde os primeiros acordes em bares e pequenos palcos até às maiores salas de concerto e festivais do País, os Tara Perdida foram crescendo, sem nunca perderem a essência Punk que os definiu desde o início.
Canções como “Até me Embebedar”, “Nasci Hoje”, “Desalinhado”, “Lisboa”, “Nada Me Vai Parar”, “Lambe Botas”, “O Que É Que Eu Faço Aqui”, “Quanto Mais Eu Grito“, entre muitas outras, tornaram-se autênticos hinos de uma juventude irreverente, movida pela esperança e pela determinação de enfrentar o Mundo de cabeça erguida.
30 anos depois, os Tara Perdida são um símbolo de resiliência, autenticidade e paixão pela música. Sobrevivendo a perdas, mudanças e tempos difíceis, continuam a gritar com a mesma fúria e verdade de sempre.
A Sala 2 da Casa da Música no Porto foi pequena este sábado 6 de dezembro, para receber esta grande celebração do punk nacional.
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? Redação
? Paulo Homem de Melo


