Há concertos que são experiências. E depois há Tame Impala, um daqueles raros momentos em que milhares de pessoas respiram ao mesmo ritmo, como se Kevin Parker tivesse encontrado a frequência exata para alinhar corações, luzes e memória.
O espetáculo da noite de sábado 4 de abril na Super Bock Arena confirmou aquilo que já sabíamos: Tame Impala não tocam, hipnotizam.
É impossível não sentir que estamos dentro da cabeça de Kevin Parker, e que ele nos guia por corredores de memória, euforia e introspeção, e que continua a ser um frontman improvável: tímido, quase estático, mas com uma presença que enche o palco sem esforço.
Os Rip Magic abriram a noite na Super Bock Arena.
__________________________________________________________________________________________________________________________
🖋 Redação / Diana Silva
📸 Bruno Ferreira


