Sonus Art Fest regressa a Guimarães a 9 e 10 de outubro

Nos dias 9 e 10 de outubro, Guimarães transforma-se novamente no epicentro da música emergente nacional e internacional com o regresso do Sonus Art Fest.

Depois da edição de 2025 o Sonus Art Fest regressa para a sua quinta edição, reforçando a aposta numa programação que junta música, artes visuais e artes plásticas. Promovido pela equipa da revista digital Sound, o festival contará com concertos, showcases musicais e uma exposição de artes visuais e plásticas.

A programação divide-se entre a noite de sexta-feira (9 de outubro), dedicada a concertos no Teatro Jordão, e sábado (10 de outubro), com uma tarde de showcases musicais e uma exposição artística no Jardim da Fraterna, de entrada gratuita, seguida por mais uma noite repleta de concertos, novamente no Teatro Jordão.

Dois dias para celebrar a música e a criação artística em espaços emblemáticos de Guimarães, com uma programação que consolidou o Sonus Art Fest como um dos eventos culturais mais promissores de Portugal.

Para a edição de 2026, as três primeiras confirmações são a britânica Dana Margolin, os irlandeses Enola Gay e o duo francês marta.

A britânica Dana Margolin, ex-líder e vocalista dos Porridge Radio, estreia em Portugal o seu projeto a solo. As suas canções transformam vulnerabilidade em intensidade, construindo-se entre momentos de silêncio, desespero e explosões emocionais. Dana escreve sobre desgosto, solidão e o peso de existir, mas fá-lo com uma beleza rara, onde a fragilidade se transforma em força.

Os irlandeses Enola Gay trazem ao festival a sua fusão de noise punk, eletrónica alternativa e uma energia explosiva em palco. Apontados por nomes como Iggy Pop, a NME e a Rolling Stone como uma das bandas mais promissoras do punk atual, têm vindo a conquistar públicos na Europa e nos Estados Unidos. Banda de abertura dos IDLES em julho deste ano, já partilharam palco com Death Grips, Queens of the Stone Age e The Cure.

O duo francês marta apresenta uma nova abordagem ao universo techno, transportando a energia da música de clube para um espetáculo totalmente ao vivo. Com violino, bateria, pedais e algumas camadas sonoras, Joachim Baumerder e Simon Lacouture criam uma experiência hipnótica num universo físico, repetitivo e hipnótico, onde elementos orgânicos se fundem com a linguagem do clubbing.

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🖋 Redação / press release

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