Ainda que certamente não tenha sido propositado, arrancar o quarto dia com a alegria desenfreada de uma banda de power metal foi uma boa aposta, espevitando os festivaleiros.
Os Illusion Force vêm do Japão, mas o baixista e o vocalista não são asiáticos – facto que não teria qualquer importância, se Guilherme Hirose não revelasse ser brasileiro e passasse a dirigir-se ao público em português, com sotaque paulista. “Assim está melhor“, disse, sendo imediatamente ovacionado.
E temas como “Glorious March”, “Our Vision” ou “Halfana” provaram que a força desta banda não tem nada de ilusório.
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🖋 📸 Renata Lino


