Se alguém teve dúvidas relativamente à substituição dos Ill Niño pelos R.A.M.P., perdeu-as por completo logo após a sua explosiva entrada em palco com “In Sane”: o “power tuga” que Rui Duarte pediu ao público para mostrar como era, também foi comprovado pela banda do Seixal.
“Insidiously” saiu já em 2022, mas tendo os fãs esperado 13 anos por ele, o tema-título e “Those We Cannot Blame” são ainda apresentados como pertencendo “ao novo álbum”, e tanto elas como todo o restante alinhamento, foi acompanhado ao literal todo o gás.
“Black Tie” foi provavelmente a ausência mais sentida, mas “How” ou “Hallelujah” representaram a categoria “hinos”, enquanto a cover de António Variações “Anjinho da Guarda” pareceu ter uma recepção especial por parte do público – embora não sendo uma novidade, sabe sempre bem ouvir a nossa língua num concerto de excelência como o que os R.A.M.P. deram em Vagos
__________________________________________________________________________________________________________________________
🖋 📸 Renata Lino


