Not All Tails vão ‘(re)clamar’ pelo Perpétuo Socorro a 21 de maio…

Falta menos de um mês para que os Not All Tails se apresentem no palco da recém-recuperada sala do antigo Cinema Estúdio (a inauguração do imóvel data de 1966), sito à Rua de Costa Cabral, ali bem junto ao Marquês, no Porto.

O espaço, que assumiu a denominação de Sala Estúdio Perpétuo, vai acolher a banda para um espetáculo em que o móbil temático em termos musicais será o álbum “No More Time”.

O registo seminal do grupo vai ser submetido à fruição do público em récita exclusiva marcada para o dia 21 de maio.

 

Para além do prazer que os músicos terão em tocar numa sala com identidade própria, antiga, mas suficientemente acolhedora (e ainda sem o tópico de possuir uma higienização mutiladora das características essenciais da sua matriz funcional), esta será assim uma oportunidade soberana para darem a conhecer o projeto musical aos que já os seguem, bem como aos que a curiosidade melódica se deposita em bandas com uma tipologia mais emergente, bem no diapasão do indie rock.

 

Sobre a origem dos Not All Tails e o conceito subjacente à criação da banda, nome e atitude do coletivo: “Tudo começou da forma mais simples, com uma vontade de descobrir e conhecer novos caminhos mas, sobretudo, de criar. Not All Tails é um manifesto entre nem tudo serem fantasias (tales) e nem todos sermos seguidores. É uma alternativa à irreverência passiva.”

Em boa verdade, a génese da banda, o embrião, nasceu numa comunidade eslovena através de um teclado, uma guitarra, um computador e um microfone em modo de ‘desenrascar’. Na procura incansável por algo maior, os músicos Vasco e Sofia encontraram-se num estado de sujeição onde a descoberta e a diferenciação não eram descartáveis. Foi neste ambiente, num espaço livre entre montanhas, que surgiram as bases para a concretização do primeiro álbum “No More Time”.

Já em Portugal, o projecto musical NAT ganhou vida com os elementos Tércio e Camelo a tornarem visível a transformação das bases em verdadeiras composições, é no decurso desta conversão que nasce o primeiro álbum “No More Time”.

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