Ou “Soulsick” e “Butterfly FX”, outras raridades, mas que foram escolhidas pelo público para os concertos nos Coliseus de Lisboa e Porto, em 2022, pelo voltar a ceder a esse pedido foi um mimo merecido.
Depois as que raramente falham, como “Opium” e “In Tremor Dei”, e as obrigatórias “Alma Mater” (o “hino dos Moonspell”, como Fernando Ribeiro a apresentou) e “FullMoon Madness”, no seu tradicional encerramento.
Tudo isto para dizer que, independentemente das escolhas, os fãs – a alcateia – vibra sempre, e a prestação da banda da Brandoa nunca desilude.
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? ? Renata Lino


