Ontem, dia 20 de julho de 2025, o terceiro e último dia do festival, que lotou o antigo parque de campismo da Madalena, o cartaz, para muitos, era o mais apetecível.
No palco MEO, a abertura ficou a cargo de NENNY, que eu desconhecia, e apesar de não conhecer os temas, gostei da interação com o público.
E estava na hora dos Calema pisarem o palco, um relógio em contagem decrescente, deu início a mais um concerto dos dois irmãos, que arrastaram, novamente, uma multidão, para os verem ao vivo.
Nunca tinha assistido a um concerto dos Calema, em modo festival, mas a diferença não é muita, entregam-se da mesma forma, interagem com o público e este corresponde sempre da melhor forma, sabem as músicas do início ao fim e vibram da mesma forma.
Destaco o tema, com que abriram o concerto, “Te Amo”, por ser um dos meus preferidos, a projeção de confetes, pela simples razão de nesse aspecto ser como as crianças.
Os temas que vou destacar, não estão por ordem de interpretação, uma vez que com as pressas para o Uber, deixei a carteira em casa, e não tinha telemóvel para tomar as minhas notas.
Então, assim sendo, destaco os temas “Vai”; “Mama É”; “Respirar”; “Maria Joana”, entre outros.
Os temas “Respirar”, que interpretam com a Sara Correia, e “Maria Joana” com a Mariza e Nuno Ribeiro, ficam extremamente diferentes sem as outras vozes, pelo menos eu sinto algo estranho, mas o público vibrou da mesma forma, como o fez durante todo o concerto.
Outro momento da noite, que não posso deixar de referir, foi a interpretação do tema “A Nossa Dança”, em versão acústica, com a luz das lanternas dos telemóveis ligadas, foi comovente. Destaco a humildade, o estarem sempre a agradecer ao público. É bonito.
Na minha opinião, foi o concerto da noite.
A festa continuou com Ozuna, que fez as delícias do público, que dançou, saltou, braços no ar. O reggaeton não deixa ninguém indiferente, o corpo parece que ganha vida própria.
Ozuna, deu um grande concerto, o público estava super entusiasmado, e cheio de energia.
Destaco os temas que conheço, que são “Taki Taki”; “Se Preparó” e “Baila Baila Baila”, que levou toda a assistência ao rubro.
E eis que chega o momento que todos esperavam, Pedro Sampaio.
Na minha opinião, o artista é um entertainer nato, que alia efeitos de luzes, confetes e coreografias que acabam por se tornar virais. Não vi o espetáculo até ao fim, mas sei, e tenho noção de que é deste tipo de espetáculo que as pessoas gostam.
Estes três dias foram exaustivos, mas excelentes.
Eu continuo a manter a minha opinião, o segundo dia, mais dedicado à música portuguesa foi brilhante, temos artistas excelentes e isso ficou comprovado ao existir determinado tipo de público que se deslocou ao festival com o intuito de assistir aos músicos portugueses.
O segundo dia do festival também fechou com chave de ouro, uma vez que a performance em palco de Jared Leto foi espetacular, assim como toda a panóplia de efeitos.
O meu sincero agradecimento à Margarida Fernandéz, da MEO, e à produção do festival que acabaram por me arranjar um lugar acessível e com vista para o palco.
Até para o ano!
Pelo Palco Moche passaram ZARKO e Lhast.
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? Ana Cristina
? Sérgio Pereira


