Ao terceiro dia, os Memória de Peixe abriram ao meio da tarde o Vodafone Paredes de Coura com passagem pelo palco “bacana”
Partindo da premissa original que funde rock, jazz e espaço para o improviso, este power trio apostou em palco numa forte dimensão visual e conceptual, num encontro entre sons orgânicos e electrónicos, e imagens e narrativas que conviveram em forma de canção.
Mais uma vez, os Memória de Peixe desafiam a distopia dos nossos dias, num apelo à paz reflectido nas guitarras inovadoras de Nicolau e na secção rítmica implacável de Louro e de Melo Alves, como também nas vozes e nos sintetizadores que caracterizam a apresentação em palco da banda.
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? Sandra Pinho
? Paulo Homem de Melo


