O último dia da primeira edição do Square Festival decorreu em Braga, com cerca de duas dezenas de concertos espalhados por vários espaços da cidade durante o último sábado, 1 de fevereiro.
Maria Reis foi um dos nomes a marcar presença no último dia do Square Festival e subiu ao palco do Lustre
Cofundadora do coletivo Cafetra, Maria Reis iniciou o seu percurso com a banda punk Pega Monstro, deixando faixas icónicas como “Akon” e “Partir a Loiça.” Após o hiato da banda em 2018, iniciou uma carreira a solo, revelando uma mistura única de força crua e sensibilidade. Em 2019, lançou o álbum “Chove na Sala, Água nos Olhos”, onde mostrou a sua habilidade para criar retratos impressionistas da vida quotidiana.
Em 2021, seguiu com “Flor da Urtiga”, produzido por Panda Bear, e depois “Benefício da Dúvida” (2022), uma obra mais despida e honesta. Agora, com “Suspiro…” (2024), reflete uma nova maturidade, criando canções que espelham experiências reais e imaginadas, tocando profundamente o público que a ouve.
? Redação
? Paulo Homem de Melo


