O novo álbum de Luca Argel, “O Homem Triste“, entra oficialmente em contagem decrescente. Depois de partilhar as primeiras pistas do projeto, o músico e escritor revela agora a capa do disco, uma pintura original da artista plástica Mariana Poppovic, e reforça as perguntas centrais que atravessam esta obra: o que custa ser “homem” num mundo que ainda valoriza silêncio, dureza e resistência emocional acima de tudo? E quanto dessa expectativa se paga, sem perceber, com a própria saúde, alegria e liberdade?
Com edição marcada para 23 de janeiro de 2026, “O Homem Triste” emerge como um álbum de reflexão profunda que procura desmontar mitos, expurgar pesos e abrir espaço para outras formas de estar no mundo. Um disco onde o humor e a leveza convivem com a introspeção, onde a vulnerabilidade e a esperança não se anulam, mas alimentam-se mutuamente.

“A imagem não é IA, é um quadro de verdade”, sublinha Luca Argel, referindo-se à capa do disco. “E o homem triste não sou eu. Não exatamente. As músicas dele são até bem alto astral, quase todas. Mas é um álbum sobre o preço que pagamos para sermos aceites num certo ideal masculino. E sobre como recuperar aquilo que foi ficando para trás”.
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🖋 Redação / press release


