Katrina and The Waves abriram o terceiro dia do Rock in Rio Lisboa 2026 com um hino à boa disposição

O terceiro dia do Rock in Rio Lisboa 2026 começou da melhor forma possível. Coube a Katrina and The Waves dar o arranque a mais uma jornada de festival e, desde os primeiros instantes, ficou claro que o objetivo era um só: espalhar boa disposição por um Parque Tejo que começava lentamente a ganhar vida.

Depois de mais de 20 anos afastados dos palcos, Katrina and the Waves regressam em 2026 com uma nova fase da sua história liderados por Luana, filha de Adelaide Ferreira é a nova voz da mítica banda inglesa agora sediada no nosso país.

Com o sol a iluminar o recinto e o ambiente descontraído típico de um início de tarde de verão, a banda britânica entrou em palco com a energia que a tornou um dos nomes mais acarinhados da pop rock dos anos 80. A resposta do público não tardou. Entre curiosos, fãs de longa data e famílias que davam os primeiros passos pelo recinto, rapidamente se criou um ambiente de celebração.

Ao longo da atuação, Katrina and The Waves mostraram que as suas canções continuam a atravessar gerações. As melodias e os ritmos contagiantes convidavam naturalmente a dançar, enquanto o público respondia com sorrisos, palmas e vozes que acompanhavam os refrões numa sintonia que crescia de música para música.

A banda apresentou-se descontraída, mas sempre segura, revelando uma cumplicidade evidente entre os seus elementos. O concerto foi construído sem pressas, deixando que cada canção encontrasse o seu espaço e conquistasse quem se juntava, pouco a pouco, em frente ao palco.

O ponto alto chegou, inevitavelmente, com “Walking on Sunshine“. Bastaram os primeiros acordes para transformar o Parque Tejo num enorme coro. Centenas de vozes cantaram em uníssono aquele que continua a ser um dos maiores hinos da música pop.

Mais do que um exercício de nostalgia, o concerto foi uma celebração da música capaz de unir diferentes gerações num mesmo momento. A simplicidade da atuação e a autenticidade da banda foram suficientes para criar uma ligação imediata com o público, provando que algumas canções nunca perdem a capacidade de emocionar.

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🖋 Diana Silva

📸 Paulo Homem de Melo

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