O novo álbum a solo de JP Coimbra, “Revealing”, será editado a 17 de outubro, anunciou o multi-instrumentista, compositor e produtor. Gravado entre o Porto e Londres, o longa duração explora um registo mais direto, íntimo e emocional, assinalando o reencontro do artista com o formato canção, em contraposição com o disco de estreia, “VIBRA“, projeto mais experimental editado em 2021. O segundo álbum em nome próprio do elemento fundador dos MESA foi produzido por Leo Abrahams, músico e produtor britânico com créditos firmados ao lado de nomes como Brian Eno, ANOHNI, Florence + the Machine, Pulp ou David Byrne, entre outros.
“Sabia que o disco precisava de uma energia diferente e, por isso, quis alguém para o produzir. O Leo Abrahams pareceu-me logo a escolha natural e o processo foi super fixe desde o início: combinámos trabalhar em dois temas e, se funcionasse artisticamente, avançaríamos para o disco. Foi exatamente o que aconteceu”, afirma JP Coimbra.
“Revealing” mantem a sofisticação harmónica e rítmica, agora aliadas à palavra e à voz, numa abordagem mais minimalista e orgânica, com o piano no centro da narrativa sonora, envolto em sintetizadores, processamentos analógicos e timbres que espelham estados de alma. Nas palavras de JP Coimbra, o álbum é uma reflexão “sobre o papel da tecnologia na sociedade e, por consequência, na Música e na Arte. Dentro desse olhar mais amplo, há também a descoberta de uma faceta meu eu artístico, com o qual nunca me senti totalmente à vontade. “Revealing” é também isso: ultrapassar as inseguranças. É uma escuta atenta à textura e ao detalhe, à minha própria ressonância, numa paisagem sonora íntima e vulnerável. Queria afastar-me do computador nas fases iniciais, focando-me em processos mais orgânicos, mais intuitivos”
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? Redação / press release
? Lino Silva


