Jacob Collier… um furacão no NOS Alive’23

A palavra furacão traz uma conotação negativa mas ao mesmo tempo desperta a curiosidade. Falar de Jacob Collier é falar da curiosidade que despertou em Quincy Jones, é falar de uma energia em palco capaz de fazer frente a um furacão, mas acima de tudo é falar da capacidade que este jovem britânico de se apresentar em palco controlando o público como ninguém.

No primeiro dia do NOS Alive’23 o palco Heineken recebeu a (ir)responsabilidade sonora deste jovem irrequieto. Perante um público jovem, que o aguardava na front row, fazia-se antever que esta perola, já nossa conhecida da música britânica, continua a criar o buzz necessário para que sempre que regressa a Portugal, abrace de forma abrangente e emocionada o seu público.

Na bagagem de Jacob vinha o seu mais recente disco, “Djesse Vol. 3”, que sabiamente apresentou em palco através de um modelo único de actuação ao vivo, com um círculo de instrumentos, harmonizers de voz e loopers que não deram tréguas a este jovem de 29 anos ao longo de 45 minutos, e sempre bem acompanhado em palco e pelo público.

 

? Sandra Pinho

? Paulo Homem de Melo

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