Gina Birch na primeira parte do concerto de Devendra Banhart

A lendária ícone pós-punk, Gina Birch, será convidada especial na primeira parte do concerto de Devendra Banhart no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, no próximo dia 25 de novembro, pelas 20h30. Neste espetáculo, o músico irá atuar a solo e apresentar vários temas que compõem o seu repertório mais clássico, assim como novos temas.

A artista, cofundadora, compositora, cineasta e ícone feminista Gina Birch acaba de lançar o seu segundo álbum a solo, “Trouble” (2025), que inclui os temas “Doom Monger” e “Causing Trouble Again”, cujo videoclipe oficial – realizado por Birch e pelo fotógrafo/cineasta Dean Chalkley, e que inclui um coletivo de estrelas de outras artistas, incluindo a amiga de longa data de Birch e cofundadora do grupo The Raincoats, Ana da Silva, a cofundadora de Neo Naturists, Christine Binnie, a cantora e compositora Amy Rigby, a X-Ray Spex e a cofundadora da Essential Logic, Lora Logic, a pintora Daisy Parris, a artista Georgina Starr, a escritora Jill Westwood, o artista multidisciplinar e ativista Bobby Baker, a premiada figurinista Annie Symons, a fotógrafa veterana e colaboradora da banda The Raincoats, Shirley O’Loughlin, e muitos mais.

Conhecida por uma carreira artística amplamente diversificada que inclui a cofundação da icónica banda britânica de pós-punk, The Raincoats, Gina Birch teve um papel bastante visível e inegável na criação e no desenvolvimento da cena musical independente do Reino Unido. “Trouble” continua essa missão em constante evolução com 11 novas canções impetuosas, mas profundamente introspetivas, fundindo pós-punk, dub, rock experimental e muito mais, numa singular declaração de intenções, que expressa o compromisso com a criatividade desinibida de Gina Birch ao longo da vida, e o propósito de uma artista em deixar o seu público entrar nos seus pensamentos mais loucos e emoções mais íntimas e profundas.

Alimentada pela política do quotidiano, “Trouble” afirma-se orgulhosamente como uma obra de arte feminista, não por causa de slogans ou cartazes, mas pelo seu retrato sincero de uma artista feminina progressista que simplesmente existe.

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? Redação / press release

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