O primeiro álbum de Filipe Karlson começa a ser desvendado com “Vai e Vem”, um tema assumidamente pop, como é apanágio do artista luso-sueco, mas que funciona também como “uma manifestação da vontade de querer encontrar algum tipo de certeza na vida ao olhar para o futuro”. Ou seja, a vontade de se deixar de estar num “Vai e Vem” constante.
Por essa razão, a canção foi a escolhida para dar o pontapé de saída do disco, servindo de base à temática de superação sempre presente nas restantes faixas de “LÁ VEM O SOL”, um álbum dividido em três partes distintas, que será revelado ao longo desta primavera, com cada canção a surgir acompanhada de uma forte e distinta componente visual.
“Vai e Vem” é o primeiro single a ser conhecido, desta primeira parte do álbum, composta ainda pelos seguintes temas, cada um com um visualizer no Youtube: “1001”, “Mais Perto” e “Outro Lado”.
Conhecido pela sua pop despretensiosa, inspiradora e carregada de Groove, Filipe Karlsson deu-se a conhecer em 2020 com “Teorias Do Bem Estar”, uma lufada de bem-estar musical surgida em pleno pessimismo pandémico. O entusiasmo do público teve como resposta, ainda nesse mesmo ano, um novo conjunto de canções, que incluíam êxitos como “Razão” e “PARAGEM”. E com o fim da pandemia vieram também as salas esgotadas e atuações em palcos como os do Altice Arena, Teatro Maria Matos ou Casa da Música.
Em 2022, “Mãos Atadas” concluiu esta trilogia de EPs, que o projetou como um dos mais singulares artistas emergentes em Portugal.
Já 2023 foi o ano de “1 Casa 2 Portões”, uma canção co-produzida com o humorista Pedro Teixeira da Mota, que figurou entre as 15 mais virais no Spotify Portugal e lhe abriu as portas de festivais como o Super Bock em Stock ou o Rock in Rio Lisboa.
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