A Casa da Música rendeu‑se, mais uma vez, ao magnetismo emocional de Duda Beat, que regressou ao Porto para um concerto esgotado onde a artista brasileira reafirmou porque é uma das vozes mais singulares da pop contemporânea.
Entre sintetizadores, batidas quentes e uma entrega vocal que parece abraçar o público, Duda transformou a sala numa celebração coletiva — íntima, dançável e profundamente humana.
A artista entrou envolta em luz azul, arrancando aplausos antes mesmo da primeira frase. O público, composto por fãs dedicados e curiosos de última hora, acompanhou cada gesto, cada respiração, como se estivesse a reencontrar uma velha amiga.
Entre temas que já se tornaram hinos — onde a vulnerabilidade se mistura com ironia e força — Duda Beat navegou por diferentes fases da sua carreira.
As canções ganharam novas camadas ao vivo, com arranjos mais densos e uma banda que soube equilibrar precisão técnica com pulsação orgânica.
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🖋 Redação / Diana Silva
📸 Sérgio Pereira


