Dengaz lança “O Que Não Se Vê É Eterno”

“O Que Não Se Vê É Eterno” marca um momento decisivo na carreira de Dengaz. Ao chegar à fase final do álbum, o artista percebeu que este projeto vive de dualidades: representa, por um lado, o encerramento de um ciclo — quase 10 anos desde o último álbum, com poucos lançamentos nesse intervalo — e, por outro, o primeiro passo de uma nova fase, tanto a nível artístico como pessoal.

Essa dualidade estende-se também ao plano musical e estético. De forma orgânica e pouco planeada, o álbum foi ganhando dois universos visuais e sonoros que se cruzam ao longo do projeto, com inspirações que passam pelo Brasil e pelo Japão, criando um equilíbrio entre contraste e coerência.

Durante o processo criativo, Dengaz procurou libertar-se do peso do seu próprio passado musical, evitando influenciar-se, positiva ou negativamente, pela obra que construiu até aqui. Foi nessa procura por novos ângulos sobre temas recorrentes, novas formas de escrita, gravação e sonoridades diferentes, que encontrou o verdadeiro núcleo do álbum.

“O Que Não Se Vê É Eterno” contou com produção de Twins, Xicão, Progvid e do próprio Dengaz, a mistura ficou a cargo de Twins e Cripta, masterização de Twins. A componente visual do projeto foi desenvolvida por Francisco Ramalho.

“O Que Não Se Vê É Eterno” nasce da consciência de que aquilo que mais importa — as emoções, as marcas, as intenções e os sentimentos invisíveis — é precisamente aquilo que permanece. São essas coisas, que não se veem, que Dengaz acredita serem eternas.

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🖋 Redação / press release

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