“O Teu Momento” é o terceiro single de avanço do novo disco de Dealema, a editar este ano, um tema que nasce para lembrar que cada instante tem peso e propósito.
O coletivo composto por DJ Guze, Expeão, Fuse, Maze e Mundo Segundo, celebra 30 anos de carreira, no Coliseu Porto, a 20 de fevereiro, num concerto já esgotado.
Depois de, em Março de 2025, termos ficado a conhecer “Doutros tempos”, o primeiro original a ver a luz do dia depois de um hiato de 12 anos, e o tema “O Sangue” que celebrou a palavra no 10 de junho, chega agora “O Teu Momento”. O terceiro single de avanço conta com a voz inconfundível de Bezegol e pretende ser um convite a agarrar o presente. Nas palavras de Fuse, membro do coletivo, o novo tema é “uma ode à urgência do agora e à arquitetura da memória. É um manifesto de resiliência onde a dor não é escondida, mas sublimada em força partilhada. Somos todos heróis com capa de chumbo e carregamos o passado não como um fardo, mas como identidade. Este tema é um abraço sonoro universal, onde lembramos que na singularidade reside a verdadeira liberdade. Celebramos a vida, os erros e os que partiram, transformando a cicatriz em mapa. É um convite vital a agarrar o presente, pois desta vida, só levamos o que sentimos”.
Ao contrário dos últimos dois singles, o foco principal do videoclipe não recai sobre a banda. A inspiração nasce no Porto e do cinzento que transforma a cidade numa moldura nostálgica. Nas palavras de Maze, um dos quatro MC’s do colectivo, “a observação do quotidiano, cru e cheio de textura, conversou diretamente com a letra que transborda saudade, memória e a urgência de agarrar o momento. Tudo isto pedia uma imagem íntima e honesta. Nós aparecemos integrados no nosso habitat, com simplicidade, não há encenação, só verdade e presença”. A abordagem crua da Frame Wrk serviu para fixar essa autenticidade, “um Porto verdadeiro, humano e imperfeito, que acompanha o tom introspectivo da música e reforça a ideia de agarrar o momento, enquanto ele está vivo. Sentimos o peso do tempo: no rio, nas fachadas, nos rostos, e esse ambiente encaixou naturalmente na carga emocional do tema”, remata Maze.
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🖋 Redação / press release
📸 André Henriques


