De todos os “VÍCIOS” de Chico da Tina, o amor é o maior deles todos

Finalmente mais uma canção de Chico da Tina — que com vícios há que ansiar sempre por mais. “VÍCIOS” esses desencadeados por um luso-forró à minhota que logo evoluiu para um luso-piseiro enamorado. Ao terceiro single lançado em 2026, o álbum cujo título se dá pelo segundo tema este ano apresentado, “SOU GRANDE NO AMOR”, vem ganhando forma nas roupagens inéditas que o artista tem dado à sua música. Ao estilo do mais refinado amor que Chico tem para dar.

Com José C. Monteiro e os irmãos GOIAS a afirmarem-se enquanto arquitectos sonoros do seu novo longa-duração em construção, Chico da Tina volta a contar com a condução de Marcello Costa ao acordeão, por sua vez coadjuvado por Bruno Freitas na concertina. Uma ensemble que, dirigida ainda pelo próprio cantor e compositor ao leme da produção executiva, tem traçado linha fina e de recorte personalizado a este luso-forró apaixonadamente orelhudo, no advento de mais uma época estival prenunciada.

A arrancar sob a mesma premissa melódica do seu antecessor, “VÍCIOS” traz na batida a vertigem de um calor humamo na pista de dança que “SOU GRANDE NO AMOR” já havia inaugurado. Romance musicado que o autor de “PLAYBOY MATOS” anuncia agora em causa própria, cuja grandeza no amor volta a despertar a grandeza na sua música. Se em “Tina Dance Mixtape (Sabor 2000)” vimo-lo grande por fora, agora é hora de o vermos grande por dentro.

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🖋 Redação / press release

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