Cantora, compositora e atriz, Keeley Forsyth dedica-se cada vez mais à música, depois de uma reconhecida e bem-sucedida carreira como atriz, não abandonando, no entanto, o seu lado performático de representação e dança em palco.
Habitualmente comparada com Nico, Diamanda Galás ou Scott Walker, graças à gravidade e crueza da suas canções e voz, Keeley Forsyth criou em poucos anos e em apenas três álbuns – “Debris” (2020), “Limbs” (2022) e “The Hollow” (2024) – um estatuto único e reverenciado, elogiado pela crítica e pelo público, num cruzamento prodigioso entre música clássica, pop e misticismo folk. Na visita ao nosso país, Keeley Forsyth debruça-se sobretudo sobre o seu mais recente e terceiro álbum, lançado este ano de 2024 – “The Hollow”.
Mark Eitzel – nome inevitavelmente associado aos icónicos American Music Club – tem feito uma carreira bem maior e expansiva do que a sua banda mais citada. Considerado um dos grandes compositores e intérpretes das últimas décadas, Mark Eitzel gravou o seu primeiro single ainda na faculdade, contando até ao momento com mais de 20 álbuns editados ao longo de mais de 40 anos de carreira. Neste regresso a Portugal após quase dez anos desde a última vez, Eitzel continua a inovar, fazendo-se acompanhar em palco por um octeto de cordas.
Na sua estreia em Portugal, Keeley Forsyth apresenta-se em Lisboa (28 de março, na Culturgest), Braga (29 de março, no Theatro Circo), e Ponta Delgada (em abril, no festival Tremor).
Na primeira semana de abril, um regresso esperado ao nosso país. Mark Eitzel apresenta-se, pela primeira vez, com um octeto de cordas, com intérpretes da Escola Profissional de Música de Espinho e do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga. Mike Eitzel & Octeto de Cordas com concertos em Lisboa (2 de abril, na Culturgest), Espinho (4 de abril, no Auditório de Espinho) e Braga (5 de abril, no Theatro Circo).
? Redação / press release
? Ross Downes


