A temporada 2022 do Coliseu Porto foi apresentada na passada terça-feira, 15 de fevereiro. Contra a incerteza, Coliseu Porto anuncia temporada 2022 com ópera, dança, música, teatro, cinema e residências artísticas
Em 2022, a programação própria, com forte aposta nos artistas e companhias nacionais, divide-se em quatro eixos fundamentais – Coliseu lírico e sinfónico, Músicas e outras artes, Coliseu descontraído e Coliseu parceiro -, e reforça a diversidade que caracteriza esta sala de espetáculos. Ao longo do ano haverá música, dança, ópera, teatro, cinema, residências artísticas, circo, e ainda uma linha de atividades dedicadas à promoção do património arquitetónico mas também musical, continuando a recuperação de projetos identitários da história e legado do Coliseu.
A diversidade está vincada na agenda lírica e sinfónica de 2022, com uma ópera portuguesa contemporânea (“ Mátria”), uma de repertório (“ Os Noivos”), obras intemporais de Verdi (“ Requiem”) e Puccini (“ Tosca”), e um concerto para soprano e orquestra de câmara de um dos nossos maiores compositores vivos (“ Gaudeamus”).
A pensar nos mais novos e nas famílias, regressa o ciclo Concertos Promenade 2.0, a parceria com O Meu Primeiro FITEI, e no final do ano não poderia faltar o Circo de Natal do Coliseu Porto.
Do fado a cine-concertos, do teatro ao bailado, as propostas do Coliseu trazem produções multidisciplinares de todo o país, sejam espetáculos a solo (“ O Lado Esquerdo”, “ ØBSIDIANA”) e coletivos (“ AmarAmália” ou “ A Voz e a Alma”), ou cinema com orquestra (“ Heróis do Mar”), sempre privilegiando a interdisciplinaridade.
O Lounge Ageas, um novo espaço vocacionado para a valorização dos profissionais das artes visuais, terá este ano as suas primeiras residências artísticas. Também pela primeira vez será atribuído o Prémio Jovens Artistas Coliseu Porto a um profissional das Artes Circenses (em 2023 será da Dança). São elegíveis intérpretes, coreógrafos, cenógrafos, produtores, programadores, entre outros – que tenham completado até 30 anos de idade, inclusive, na data da atribuição, a 19 de dezembro.
“A afirmação de uma lógica de programação própria e em parceria é uma forma de valorizar o Coliseu, a sua capacidade instalada e as suas equipas, assim como de maximizar a utilização dos espaços e das valências que estes encerram”, considera a presidente do Coliseu, Mónica Guerreiro


