É já na próxima segunda-feira 9 de fevereiro que Benjamim e Tozé Brito sobem ao palco do Teatro Maria Matos para a segunda noite da edição de 2026 de “Conta-me Uma Canção”. Os últimos bilhetes encontram-se à venda.
Um reencontro? Benjamim será um criadores nacionais que melhor conhecerá a obra de Tozé Brito: foi co-produtor do disco e espectáculo de tributo “Tozé Brito (de) Novo” produzidos em 2021/2022. Ainda assim antevemos que não o confirme tão só porque a diversidade e quantidade de canções criadas por Tozé Brito é tão vasta que o desafio de as condensar seria tarefa hercúlea.
Efectivamente, para além da longevidade, Tozé Brito é um daqueles escritores de canções sem fronteiras estilísticas. Para além da profiquidade, um extenso reconhecimento nas mais diversas áreas da música – na criação, na produção, na interpretação ou até enquanto editor, é alguém incontornável na história da música popular nacional. E, como se tal não bastasse, são inúmeras as canções que habitam o nosso imaginário comum, sejam em nome próprio, em projectos colectivos ou na voz de outros.
Em Luís Nunes a.k.a. Benjamim é possível descobrir muitos aspectos comuns: desde logo o talento para a escrita de canções (“Vias de extinção” tem lugar de destaque no cancioneiro nacional); depois, o gosto pela produção e pelo prazer enquanto instrumentista; e, mais recentemente, na criação de um selo de edição, Discos Submarinos, em que navegam alguns dos mais emergentes valores nacionais.
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