O segundo dia do festival, prometia muitas surpresas…
João Morais, artista natural de Viseu e com família em Vila Nova de Paiva, iniciou a sua carreira em 2022. Cantor e compositor, começa a acumular inúmeros fãs e segundo a descrição que consta no seu Youtube, “Nasci com vontade de fazer música e música é o que sei fazer.”. Sem um estilo definido, mas com inspirações no Hip-Pop, Rap, Jorge Palma, Rui Veloso, Marisa, Post Malone, The Weekend, entre outros.
Kumpania Algazarra, uma banda portuguesa de música folk, foi provavelmente o concerto mais animado do dia, não somente pelo visual e energia da banda, Mas também pelos excelentes músicos, letras e ritmos, com inspirações nas músicas; cigana, árabe, ska, latina, reggae e Balcãs, fizeram o público dançar, pular e até fazer “exercícios de aquecimento”, que segundo Luís Barrocas (vocal e sax), seria essencial para aguentarem o resto do dia. Um espetáculo divertido, bonito e de excelente qualidade.
Os Portuguese Hybrid Theory, foram o primeiro momento rock do dia. A banda já entrou para a história ao ser a primeira banda de tributo a estar presente no Rock in Rio, além de terem esgotado o Altice Arena.
Uma legião de fãs aguardava pelo momento em que a banda sob o palco e começa a soltar toda a sua energia.
Miguel Martins, Ivo Rosário, Pedro Paixão, Nuno Bernardo, Diogo Neuparth e Daniel Pimenta, levaram o público ao delírio.
Richie Campbell, levantou o público com um o seu reggae, dancehall e R&B, transformando o recinto numa enorme pista de dança com o seu repertório elétrico e swingado, recheado de canções em inglês e normalmente com sotaque jamaicano, e em patoá jamaicano.
Skunk Anansie, um verdadeiro “furacão” passou pelo Barrelas Summer Fest, o concerto mais aguardado do dia, foi um verdadeiro presente para o público composto por pessoas das mais diversas idades, dos mais variados lugares de norte a sul do país e inclusive pessoas que estiveram no dia anterior assistindo o concerto da banda no Festival do Crato.
A banda britânica com o seu Britrock; uma mistura do hard rock, heavy metal, punk rock, post-punk, etc. subiram ao palco para fechar o ciclo de 4 concertos apresentado em Portugal este ano.
Skin (Debora Dyer), entra em palco com a fúria de um furacão e com a mesma vontade de sempre, de não deixar nada igual ao que era antes. Uma energia indescritível, alimentada pelo som da banda, que ela transmite através do seu vocal, movimentos, olhares, expressões, toda a sensação das letras e música.
Vila Nova de Paiva não será mais a mesma depois dos Skunk Anansie, será difícil não recordar o riff de introdução da “Charlie Big Potato”, “The Painful Truth”, “Weak” ecoando pelo Estádio e propagando-se pelo ar… ou então os abraços carinhosos proporcionados por “Secretly” e “You’ll Follow Me Down”.
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? ? Sérgio Pereira


