Auditório de Espinho recebe Carlos Bica, Sessa, These New Puritans, Bruno Pernadas e James Brandon Lewis em fevereiro

O mês de fevereiro traz jazz, MPB, música clássica, pop-rock e indie ao Auditório de Espinho (AdE). Dia 6, o trio Azul de Carlos Bica, com o guitarrista Frank Möbus e o baterista Jim Black, celebra 30 anos da edição do primeiro disco homónimo, considerado um dos melhores álbuns de Jazz português.

No dia seguinte, o músico brasileiro Sessa regressa a Portugal para apresentar o álbum “Pequena Vertigem de Amor”, do qual já é conhecido o single “Vale a Pena”. No AdE dará a conhecer o seu terceiro registo, onde explora a paternidade e mistura soul americano com MPB clássica. Sobre o som de “Pequena Vertigem de Amor”, Sessa diz que é “mais noturno, aberto, torto e funkeado”, citando influências que vão de Shuggie Otis, Roy Ayers e Sly Stone aos brasileiros Erasmo Carlos, Tim Maia e Hyldon.

No primeiro concerto de 2026, a 13 de fevereiro, a Orquestra Clássica de Espinho, sob direção de Pedro Neves, apresenta dois concertos emblemáticos para violoncelo, interpretados pelo premiado violoncelista chinês Yibai Chen: “Concerto para Violoncelo em Dó Maior, op. 37”, de Erich Wolfgang Korngold; e “Concerto para Violoncelo n.º 1, em Dó Maior, Hob.VIIb:1”, de Joseph Haydn. A última sinfonia escrita por Mozart, “Sinfonia n.º 41, em Dó Maior, “Júpiter,” K. 551”, uma obra-prima que recapitula e sintetiza o Classicismo Vienense, complementa o programa.

A 14 de fevereiro, a banda de rock britânica These New Puritans apresenta o mais recente “Crooked Wing”. Disco após disco, os irmãos Jack e George Barnett têm desenvolvido um som que desafia as leis que se aplicam ao formato clássico de canção. Uma experiência de imersão e rendição, resultado de duas décadas dedicadas ao art rock.

No regresso a Espinho, o músico e compositor Bruno Pernadas traz o novo disco, “A Sound From Beneath The Earth”, onde se fará acompanhar por uma secção rítmica, vozes, metais, madeiras e eletrónica. Ao vivo, dia 21 de fevereiro, o músico convida para uma viagem por paisagens sonoras da música de fusão dos anos 80, misturando indie, pop, jazz e pop, passando pelo dance hall proveniente da cultura sound system da Jamaica dos anos 50 e 60, até nos fixarmos na sonoridade herdada pela espiritualidade dos mestres do jazz dos anos 60. “Steady Grace” e “Juro que vi túlipas” feat. Maya Blandy, são os primeiros avanços do novo disco.

No final do mês, dia 27, James Brandon Lewis Trio atua pela primeira vez no AdE com o mais recente disco, “Apple Cores”, influenciado pelos ritmos e texturas do hip-hop e do funk, e gravado ao longo de duas sessões intensas e improvisadas. Este novo disco consolida James Brandon Lewis como uma das vozes musicais mais provocadoras e prolíficas da sua geração. Em Espinho estará acompanhado por Josh Werner, no baixo eléctrico, e Warren “Trae“ Crudup III, na bateria. __________________________________________________________________________________________________________________________

🖋 Redação / press release

Partilha