A norte-americana Julianna Barwick tem o dom de transportar a plateia para uma atmosfera onírica e introspectiva, com composições profundas e reflexivas, enraizadas na voz humana.
A partir de loops e sobreposições, apresentou na noite de 13 de novembro no São Luiz Teatro Municipal em Lisboa, harmonias que conferem um efeito etéreo reconhecível no seu percurso.
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? Redação
? Paulo Miranda


