A pop cintilante de Mark Ambor, Benson Boone e Noah Kahan

Existem artistas que são a voz de uma geração. O primeiro dia do NOS Alive’25 revisitou de forma unica essa geração que invadiu o recinto logo na abertura do mesmo. Se Olivia Rodrigo (que não permitiu a recolha de imagens) era a chama deste primeiro dia do Alive, Mark Ambor, Benson Boone e Noah Kahan eram igualmente nomes marcantes para uma geração que vibra ao som das estrelas cintilantes da pop atual.

Mark Ambor foi o primeiro a subir ao palco NOS. O cantor, produtor e multi-instrumentista nova iorquino apresentou ao público nacional o seu álbum de estreia, “Rockwood” onde perfilam hinos como “Belong Together” ou “Our Way”.

Nesta que foi a sua estreia em Portugal, elogiou os fãs nacionais perante o constante apoio dos mesmos durante a sua apresentação.

Um dos artistas em ascensão do panorama pop global, Benson Boone foi o segundo nome a pisar o palco NOS neste primeiro dia de festival.  “Slow It Down” ou “Beautiful Things” são apenas dois dos seus hinos que têm marcado a sua ráida ascenção no mundo musical.

“Fireworks & Rollerblades”, o seu disco que estreia que apresentou nos NOS Alive, é uma coleção de músicas que Boone considera autênticas e pessoais.

No NOS Alive fez jus à sua performance, começando o espetáculo em cima do piano, seguido uma série de saltos acrobáticos. Interpretou igualmente temas do seu novo álbum ”American Heart”, incluindo a balada emocional “In The Stars”. Encerrou o concerto com o mega hit “Beautiful Things”.

Com letras vulneráveis e uma honestidade crua, mas relacionável, Noah Kahan fez a sua estreia em Portugal no primeiro dia do NOS Alive subindo ao palco NOS antes deOlivia Rodrigo.

A atuação marcou uma nova etapa na digressão mundial “We’ll All Be Here Forever Tour”, com o artista a conquistar o público português com a sua vulnerabilidade lírica e carisma descontraído.

Em palco deu a conhecer temas dos álbuns “Stick Season (Forever)” e “Live From Fenway Park”, numa mistura envolvente de folk, americana e rock. Esta passagem pelo NOS Alive surge após esgotar concertos em Londres, Boston e outras cidades, consolidando o seu estatuto de revelação global. Com inspiração em nomes como Paul Simon, Cat Stevens e Gregory Alan Isakov, o som do norte americano Noah Kahan é melódico, confessional e autêntico

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? Sandra Pinho

? Paulo Homem de Melo

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