A estreia em Portugal de “Ponto final, ponto seguido” pela artista indígena Uýra

“Ponto final, ponto seguido”, teve a sua estreia em Portugal no segundo dia do MIMO Festival. Apresentada pela artista indígena Uýra, pensa e ativa ressurgimentos de Vida coberta pelas materialidades e imaginários coloniais – as terras, memórias, águas e florestas que dormem debaixo dos asfaltos.

 

Ponto Final, Ponto Seguido

Dois atos: pra lembrar, pra curar.

Nas mãos, terra.

Plantando em rito sobre o asfalto, Uýra ativa e faz ressurgir um sistema radicular em grande escala.

É floresta viva e agoada pra gritos e apagamentos, sarar.

 

Fotografias: Paulo Homem de Melo

Partilha