A chama dos Mão Morta no Vagos Metal Fest

Os Mão Morta têm uma legião de fãs mas que, infelizmente, não estava muito representada em Vagos.

E sendo a sua sonoridade muito específica, acabaram por estar algo deslocados neste festival e não tiveram o feedback que mereciam – nem em “Budapeste (Sempre a Rock & Rollar”, aquele tema que mesmo quem não segue a banda sabe cantar.

Adolfo Luxúria Canibal pediu desculpa por não estar muito activo, tinha “uma asa ferida”, mas mesmo sentado entregou-se de corpo e alma, deixando as mãos e as expressões faciais revelar essa entrega.

O público em geral aplaudiu, mas só os fãs fizeram-no com furor em temas como “Novelos da Paixão”, “Deflagram Clarões de Luz” ou “Anarquista Duval”

? ? Renata Lino

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