“SOZINHO” no caminho de LSD, ProfJam abre novos horizontes com obra à vista

Depois de “HEI”, “Alguém Como Tu”, “RGTN” e “NR6”, o autor de “MDID (Música De Intervenção Divina)” volta à estrada principal onde o tínhamos visto pela última vez – com o primeiro tema oficial do seu sexto disco em nome próprio.

“NR6” havia sido a última e derradeira pista deixada por ProfJam no caminho do seu sexto álbum. A simbologia não passa despercebida quando é Mário Cotrim a cultivá-la. E enquanto “LONDON LP” — disco que editou a meias com o seu parceiro de armas LON3R JOHNY no início de 2025 — rodou em primeiro plano até então, a obra maior nunca parou a sua ordem de trabalhos: agora, com “SOZINHO” a dar o último primeiro passo, aproxima-se finalmente a hora de ouvir o tão aguardado “LSD (Love Songs Die)”.

“HEI”, “Alguém Como Tu” e “RGTN” foram ao longo dos anos as primeiras aproximações a um caminho absolutamente divergente daquele que ProfJam havia traçado no seu reportório. E mais do que veículos de experimentação de sonoridades por explorar, serviram esses singles de bases fundacionais ao que viria a ser o agora palpável “LSD (Love Songs Die)”, sexto longa-duração em nome próprio nas contas do rapper que tem vindo sucessivamente a redefinir limites e fronteiras à inovação no seio do hip-hop nacional. E além da estreia do primeiro single a integrar este novo trabalho, há já um mapa de temas que resultará no alinhamento final do disco.

“SOZINHO”, paradigmático desse caminho artístico sui generis que Mário Cotrim escolheu percorrer desde o primeiro dia, abre por fim horizontes ao próximo estágio da evolução criativa que pauta a discografia do MC e estreia enquanto primeira canção do alinhamento oficialmente revelada. Inspirado por um breakbeat fulminante desenhado à medida pelos já habituais cúmplices 2LO, ProfJam volta a centrar a sua narrativa no amor versado na sua mais pura forma, abrindo a porta — como o próprio filme que acompanha o single subentende nas entrelinhas visuais — ao que, a partir de “SOZINHO”, virá realmente a ser LSD.

Filme esse que, invariavelmente realizado por XZ, vem dar ainda mais cor à imagem pintada pelo autor de “MDID (Música De Intervenção Divina)”, novamente “sozinho” na sua jornada autoral, em direcção a mais uma obra de dimensão transcendental sonhada e concebida por um homem fundamentalmente movido pela sua fé. Afinal, haverá algo mais divino que o amor?

__________________________________________________________________________________________________________________________

🖋 Redação / press release

Partilha