Ney Matogrosso regressou com “Bloco na Rua”

Depois do sucesso absoluto da apresentação do novo espetáculo de Ney Matogrosso em novembro de 2019 no nosso país, “Bloco na Rua” está de regresso a Portugal com três datas.

A primeira aconteceu esta sexta feira, 6 de setembro no Coliseu dos Recreios em Lisboa.

Foram pouco mais de cinco anos contínuos à frente da digressão Atento aos Sinais, projeto que passou pelos mais diferentes palcos e arrebatou plateias no Brasil e no exterior. Uma temporada longa até para os padrões de Ney Matogrosso que, como de costume nos últimos anos, testou e amadureceu o repertório, antes de lançar o disco “Atento Aos Sinais”.

Aos 82 anos Ney Matogrosso não pára. O repertório de “Bloco na Rua” foi selecionado enquanto Ney se encontrava em digressão com o espetáculo anterior e o seu critério não foi o ineditismo: “Não é um show de sucessos meus, mas quis abrir mais para o meu repertório. Dessa vez eu misturei coisas que já gravei com repertório de outras pessoas”.

O alinhamento revelou a diversidade do repertório de Ney, “Eu quero é botar meu bloco na rua” (Sergio Sampaio), de onde saiu o título da digressão, “A Maçã” (Raul Seixas), “Álcool (Bolero Filosófico)”, da banda original do filme “Tatuagem” (DJ Dolores) ,“O Beco”, gravada por Ney nos final dos anos 80 (Herbert Vianna/Bi Ribeiro) e “Mulher Barriguda“, do primeiro álbum dos Secos e Molhados, de 1973 (Solano Trindade/João Ricardo), foram algumas das músicas escolhidas por Ney Matogrosso esta sexta feira.

? redação

? Paulo Miranda

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