NEOPOP 2018 com muitas novidades – Glam Magazine

NEOPOP 2018 com muitas novidades

O Festival NEOPOP 2018 tem mais confirmações para edição deste ano, que terá lugar nos dias 9,10 e 11 de agosto. Entre as muitas surpresas e novidades estão, Josh Wink, KiNK (live), Len Faki e Paula Temple b2b Rebekah, nomes que fazem parte do circuito internacional da musica electrónica mundial.

Outra noticia que orgulha o evento, é a de que o Festival NEOPOP foi certificado pela SGS como “Evento Mais Sustentável”, somando-se assim ao prémio do Ministério do Ambiente, no âmbito do programa Sê-lo Verde, e na categoria Energia em festivais de média dimensão.

Josh Wink, DJ nativo da cena electrónica Americana, foi em Filadélfia que Josh teve a oportunidade de presenciar a explosão da música house nos fins dos anos 80 e início dos anos 90. Com hits como: “Don’t Laugh,” “Higher State of Consciousness” e “I’m Ready”, Josh Wink é um dos nomes mais experientes no universo da música electrónica.

KiNK tornou-se num dos artistas mais requisitados na produção e remistura da música de dança. Os seus temas destacam-se em qualquer clube e KiNK é sem dúvida um dos nomes diferenciadores no ambiente ultracompetitivo da música electrónica. Este produtor e DJ com base em Sófia, Bulgária, sem qualquer rede de suporte, campanha ou media hype, conseguiu através da notoriedade das suas produções, ou através das suas muito visualizadas performances, um apelo global do público que o acompanha e segue

Paula Temple e Rebekah juntam-se pela primeira vez no Neopop para um hibrido entre DJ set e live act de extrema complexidade. Apesar já terem testado este formato anteriormente em eventos como o Klubnacht, no Berghain em Berlim, certamente que a actuação em Agosto em Viana do Castelo será um momento único. Reconhecida inovadora, Temple é responsável pelo lançamento do projecto Decon/Recon, e Rebekah, DJ e produtora de Birmingham que lançou recentemente o seu primeiro álbum – Fear Paralysis.

Ivan Smagghe quase dispensa apresentações dentro do meio. O seu percurso inclui uma longa colaboração com Andrew Weatherall, no projecto Black Strobe, as míticas compilações de edits editadas pela Colette, ou uma década passada como A&R na editora Kill the Dj. Este são mais do que atributos para tornar Ivan Smagghe um dos DJs, locutor de rádio ou selector mais apetecidos do circuito de música electrónica mundial.

Adrian Shala e Adrian Schweizer partilham pelo menos uma década de criatividade atrás dos comandos da cabine. Este duo de DJs/produtores conheceu-se em Zurique no ano de 2008 e tornou-se inseparável como parte emergente da cena house e techno. As suas produções são reconhecidas pelo seu cariz hipnótico.

Len Faki é um dos artistas mais requisitados e inusitados da actualidade dentro da cena techno berlinense. Residente do mítico Berghain, o emblemático clube de techno, a relevância do fundador da editora Figure é incontestável.

Rui dá por si a iniciar a carreira de uma vida: a de homem da Rádio e pouco depois, em 1988, a de DJ – no Frágil, um pequeno e agitado clube que para sempre iria mudar a vida nocturna da capital. Com uma carreira de mais de 25 anos, o residente e programador do Lux Fágil, já actuou em sítios-chave do mundo da electrónica e continua a ser um dos maiores – e mais apaixonados – divulgadores de música em Portugal, não só enquanto DJ mas também com um programa bissemanal na Antena3.

Este trio de Berlim tem despertado o interesse da imprensa internacional com o seu primeiro álbum de lançamento intitulado FJAAK. O projecto saiu do anonimato com o lançamento de singles como “Unten / Oben” que dentro da estética techno revela ao ouvinte texturas que vão buscar influência ao breakbeat, assim como ambiências inspiradas em sons mais atmosféricos e espaciais.

Nascido na Finlândia em 1976, Aleksi Perälä é já um veterano com mais de 20 anos de actividade no circuito da música electrónica. Este produtor e compositor independente, reflecte a influência que o seu pais nativo lhe concedu, em composições que deambulam entre o techno sinuoso e subtil.

Activista do movimento techno desde os anos 90, Alessio Armeni tem sido um impulsionador do vinil e das novas gerações que tem aparecido no circuito. Figura chave da editora Key. Freddy K é reconhecido pelo seu “360°-style of techno”, com sets que rondam cirurgicamente entre, Soft Cell, WestBam ou Bronski Beat que cirurgicamente aparecem nos seus sets.

 

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