Festival Porta-Jazz… Balanço “extremamente positivo” da maior edição de sempre

A 9ª edição do Festival Porta-Jazz terminou no domingo e o balanço é extremamente positivo. No ano em que a presença internacional mais se fez sentir, em palco com grandes músicos mas também na plateia com promotores de festivais e salas de renome, o festival reforçou a sua missão e firmou-se como epicentro local do movimento internacional de Jazz.

Ao longo de 9 dias, nove espaços do Porto – salas de espectáculos mas também a Igreja de Cedofeita, pela primeira vez – receberam mais de uma centena de músicos em 26 concertos, com destaque para as parcerias inéditas que juntaram em palco, por exemplo, Chris Cheek e o grupo MAP, Thomas Morgan e Marcos Cavaleiro, Ohad Talmor e o super-grupo CORETO, entre outros.

 

“O balanço desta nona edição é extremamente positivo. Durante nove dias recebemos a visita de milhares de pessoas e foi muito bom ver os músicos e o público a celebrarem o Jazz. Os clubes estiveram cheios de pessoas que experenciaram o que podia estar a acontecer nas principais capitais do Jazz mundial. Na Igreja de Cedofeita viveu-se um momento único e marcante“, refere João Pedro Brandão, director do Festival Porta-Jazz e membro-fundador da Associação Porta-Jazz. Realizado com o sucesso de mais uma edição, conclui: “Esta foi a maior edição de sempre do festival, a que contou com mais músicos internacionais e com mais público nos concertos. Connosco estiveram também promotores internacionais e foi muito bom ouvi-los dizer que estavam impressionados com a solidez e criatividade da comunidade de músicos local e com o projecto da Porta-Jazz.”

 

Findo o festival, a Sala Porta-Jazz retoma a sua actividade regular. No próximo sábado, dia 15, há concerto de Ivan Paduart e Patrick Deltenre. Uma guitarra e um piano, dois solistas inspirados, considerados dos melhores da Bélgica, dão a conhecer as suas composições com grande cumplicidade.

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