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Glam Magazine

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Rua Direita estreiam-se ao vivo em Lisboa… e partilham o palco com os Madrepaz

Quinze concertos depois, o duo de Leiria responsável pelo viciante "Mariana", apresenta finalmente o álbum de estreia em Lisboa. A festa faz-se em conjunto com os Madrepaz que apresentam o primeiro "Panoramix".

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Da densidade musical e da experiência de Donato Rosa e Paulo Ladeiras, surge, em 2017, um novo projecto na categoria para toda a gente e ao qual vem atrelada a maturidade de quem tem muitas histórias para contar e os laivos certeiros de quem não chegou por brincadeira. Num abrir e piscar de olhos, a Rua Direita tornou-se na mais recente vencedora do Festival de Música Moderna, integrou a colectânea "Novos Talentos Fnac 2017" e assim começou a fazer correr tinta.
Com reforços - Adriana Lisboa, Hugo Santos e Rui Lavos - os criadores de "Mariana" apresentam finalmente ao vivo em Lisboa o disco homónimo, sem males menores.

 

Nuno Canina, Pedro da Rosa, Ricardo Amaral e João Barreiros são as quatro asas da libelinha, símbolo escolhido por Madrepaz para ilustrar o que chamaram de “Shamanic Pop”. Esta jornada começa em 2017 com o lançamento do seu primeiro disco, “Panoramix”.
A história de Canina e Pedro da Rosa começou n’ Os Golpes e teve continuidade em bandas como a Armada e os The Mighty Terns (um projecto intercontinental ainda activo que reafirma o potencial criativo deste núcleo).
Os Madrepaz são todo o seu passado e todo um novo futuro. Nascem porque não podiam deixar de nascer. Em poucos dias de encontros musicais a banda já tinha o esboço do que viria a ser o primeiro longo duração, “Panoramix”. No seu Indie Rock marcadamente português, sentem-se ecos de uns Beatles, Hawkwind, Rodrigo Leão, Banda do Casaco e até de uns Tinariewen numa psicadélica contida em sólidas canções e arranjos de luxo que mostram bem a versatilidade musical dos seus elementos.

 

A festa faz-se no Musicbox em Lisboa já no dia 21 de Outubro

Vodafone Mexefest apresenta… Orelha Negra

O Vodafone Mexefest é uma mostra privilegiada, também, da melhor música portuguesa. Nos dias 24 e 25 de novembro, há muito talento português a desfilar na Avenida da Liberdade em Lisboa. Depois das confirmações de nomes como Valete, Manel Cruz, Allen Halloween, Karlon ou Luís Severo, é a vez de anunciar uma das melhores bandas portuguesas da atualidade: os Orelha Negra.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Nem todos acreditariam no enorme sucesso dos Orelha Negra, uma banda de hip hop sem vocalista. Felizmente, a melhor música só obedece a uma fórmula: talento e trabalho. João Gomes, Francisco Rebelo, Fred Ferreira, DJ Cruzfader e Sam The Kid provam isso mesmo, formando um quinteto de luxo, responsável por algum do melhor, mais arrojado e mais bem sucedido hip hop produzido em Portugal. Na semana em que lançaram o mais recente álbum foram líderes do top nacional de vendas, tendo destronado os Foo Fighters, lugar que mantiveram na segunda semana.

 

Estrearam-se em 2010 com um disco homónimo. Nas primeiras fotografias o rosto de cada um dos elementos do grupo aparecia tapado por um disco. Percebemos a mensagem: aqui, só a música importa. Dois anos depois, outro homónimo. E, entretanto, temas como “A Cura” e “Throwback” já estavam colados aos ouvidos dos portugueses. Hip hop, soul e funk são os territórios mais evidentes da música dos Orelha Negra, mas há muito mais, há uma imensidão de preciosos detalhes que fazem a diferença na construção de uma música que quer mais do que entreter – quer construir narrativas, criar imagens quase cinematográficas na cabeça de quem ouve, preservar a memória da música feita pelos outros, no passado.

 

Nada disto impede que esta música seja também um irresistível convite à dança. De facto, nos concertos dos Orelha Negra todo o corpo é convidado a embarcar numa viagem inesquecível. E uma dessas viagens está já marcada para novembro, na Avenida da Liberdade em Lisboa. Os Orelha Negra trazem um novo disco na bagagem, editado em setembro passado, e também homónimo. Este terceiro álbum da banda portuguesa foi o disco que mais vendeu no nosso país durante duas semanas consecutivas, um registo empenhado em desafiar as fronteiras do hip hop. “Ready” é um dos novos temas que se pode ouvir na próxima edição do Vodafone Mexefest.

 

O festival NEOPOP regressa em 2018 a Viana do Castelo

Finda a décima segunda edição do festival NEOPOP, que ao longo de três dias fez um estado da arte da música electrónica actual com alguns dos artistas mais prementes dentro da cultura de clubes e de pista de dança, começaram os preparativos para 2018. De 9 a 11 de Agosto de 2018, o NEOPOP regressa a Viana do Castelo para mais três dias com o melhor que a música electrónica tem para oferecer.

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photo: Rui Soares


Para 2018, a organização do festival propõe-se a trazer um punhado de novidades, destacando a vontade de abrir as portas do festival a Viana do Castelo, envolvendo-a ainda mais na celebração da música de dança. Com vista a melhorar a experiência dos festivaleiros, haverá novas áreas no recinto, e o festival estenderá a sua programação à cidade através de pequenas intervenções artísticas ao longo da semana que precede o evento.

Em 2017, o NEOPOP recebeu cerca de 30 mil pessoas oriundas de 52 países e fez a possível súmula da arte de fazer música de dança sob o mote "The Art of Techno". Revisitou uma das suas origens através de um concerto com projecção 3D dos pioneiros Kraftwerk, de um cartaz premente com alguns dos nomes mais vanguardistas dentro da cena, e encomendando uma exposição para o festival, que esteve patente na cidade minhota, no Porto e em Lisboa.

De notar, também, que o NEOPOP Festival registou, ainda, um impacto de cerca de 3,5 milhões de euros na economia local, valor verificado num estudo da Ernst & Young durante os dias do evento, em Viana do Castelo.

A oito dias do lançamento do álbum de estreia… Ana Bacalhau anuncia datas em Lisboa e Porto

Janeiro é o mês escolhido por Ana Bacalhau para os concertos de apresentação do seu primeiro álbum a solo, “Nome Próprio”, em Lisboa e no Porto - nos dias 26, no Teatro Tivoli BBVA e 31, na Casa da Música. Datas que se juntam à praticamente esgotada noite em Loulé, e a Vila do Conde e Aveiro

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Em concerto, Ana Bacalhau será acompanhada por Luís Figueiredo (piano, teclados), Luís Peixoto (cavaquinho, bouzouki, bandolim), Zé Pedro Leitão (contrabaixo, baixo) e Alexandre Frazão (bateria, percussão). Com edição agendada para 20 de Outubro, o álbum que marca a aguardada estreia em “Nome Próprio” de uma das mais aclamadas intérpretes portuguesas da actualidade tem vindo a revelar a energia contagiante e a boa disposição autêntica de que é feito. "Tenho bichos-carapinteiros. Também são carpinteiros, claro, mas, sobretudo, carapinteiros", lembra Ana Bacalhau.

 

Filmados por Filipe Ferreira, os teasers revelados pelo Observador em primeira mão são aperitivos para um documentário cuja versão mais curta ficará disponível digitalmente no jornal online a 20 de Outubro, dia de lançamento do álbum. Prevê-se que a versão longa deste documentário estreie em televisão no primeiro trimestre de 2018. Neste segundo teaser ouvem-se já partes da música que será apresentada como segundo single de “Nome Próprio”. Por agora é o vídeo do primeiro single, “Ciúme”, que podemos.

 

O álbum de estreia a solo de Ana Bacalhau teve produção de João Bessa e Ana Bacalhau e foi masterizado nos estúdios de Abbey Road, contando com canções compostas por Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro, Janeiro e Francisca Cortesão assim como da própria Ana Bacalhau.

 

3 de Novembro 2017 - Teatro Louletano (Loulé)

25 de Novembro 2017 - Teatro Municipal de Vila do Conde

1 de Dezembro 2017 - Teatro Aveirense (Aveiro)

26 de Janeiro 2018 - Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

31 de Janeiro 2018 - Casa da Música (Porto)

Reveladas primeiras gravações da reedição de “News of the World” dos Queen

Será a 17 de novembro lançada uma caixa especial com a reedição do álbum histórico dos Queen “News of the World”, celebrando-se o 40.º Aniversário do seu lançamento original. Para já acabam de ser reveladas duas das gravações inéditas que agora farão parte desta reedição: “We Are the Champions (Raw Sessions Version)” e “We Will Rock You (Raw Sessions Version)”. Esta reedição inclui o álbum original em CD, mais dois CDs com maquetes descobertas recentemente e raridades dos arquivos da banda, sendo que um dos CDs é uma nova versão alternativa do álbum – “Raw Sessions”.

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Para muitos devotos dos Queen, este CD “Raw Sessions” é a componente mais intrigante desta nova edição. Descoberto nas fitas originais de gravação, este extraordinário álbum paralelo traz à luz versões alternativas de cada um dos 11 temas do álbum ,nunca ouvidas até hoje. As vozes estão diferentes, como estão maior parte da gravações de guitarra e uma grande parte dos detalhes instrumentais. Podemos, então, experienciar “We Are the Champions” com elementos vocais e instrumentais desconhecidos até agora, e, pela primeira vez, na sua versão completa, em vez da versão editada que saiu no álbum de 1977. Faz ainda parte desta edição uma gravação de Freddie Mercury em pico de forma de um tema que até hoje ninguém o ouviu cantar fora do círculo íntimo dos Queen: “All Dead, All Dead”, de Brian May. A versão original conta com a voz do próprio May. “Sheer Heart Attack”, de Roger Taylor, pode ser ouvida na sua versão original com a introdução de guitarra que se julgava perdida, bem como com um final sem edição. “Fight From the Inside”, de Taylor, é ainda mais surpreendente porque podemos ouvir a sua maquete vocal trabalhada no seu estúdio caseiro, em preparação para as sessões de gravação.

 

Outro complemento extraordinário desta caixa especial de 40.º aniversário é uma impressão analógica do LP original, feita diretamente a partir das fitas analógicas não masterizadas. A caixa inclui ainda vários objetos de memorabilia, como três pósteres e um livro de 60 páginas com várias imagens, a maioria delas nunca antes vistas.

Minami Deutsch + Preto Marfim no Circulo Católico e Operário do Porto

Num par de anos, a editora nipónica GuruGuruBrain - fundada por membros dos Kikagaku Moyo - conseguiu alcançar aquilo que muitas outras editoras independentes locais têm encontrado dificuldade: revelar um outro, até agora escondido, underground asiático e granjear interesse internacional para alguns dos artistas locais. A razão para tal ter acontecido não se prende com uma inteligente manobra de marketing ou contactos e conexões especiais, mas sim porque a música que têm lançado é realmente especial e, edição após edição, têm superado as expectativas de um público europeu e americano sedento de novidades.

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À quarta edição, a GuruGuru apresenta o disco homónimo dos Minami Deutsch, um disco essencial para quem aprecie a releitura do som motorik dos anos 70, com especial ênfase no que vão beber de influência aos ritmos popularizados por Klaus Dinger via NEU!.

 

A estreia dos Minami Deutsch em Portugal está marcada para o próximo dia 18 de Outubro, no Circulo Católico e Operário do Porto

Dona Rita e seus dois maridos numa ópera buffa para ver em Matosinhos

Rita é feliz na sua pensão e na vida com o segundo marido, Beppe, governando a ambos com firmeza (e alguns tabefes). Todavia, o ponto de partida da ópera “Rita”, de Gaetano Donizetti, é apenas o início das muitas tropelias que se seguirão, conforme amanhã, sexta-feira, pelas 21h30, vai poder ser constatado no palco do Teatro Municipal de Matosinhos-Constantino Nery.

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Encenada por António Durães, “Rita” é uma ópera buffa num só ato, cheia de humor e que conta com um elenco composto por alguns dos melhores solistas nacionais, como Sara Braga Simões (soprano), Mário João Alves (tenor) e Job Tomé (barítono), para além do pianista Angel Gonzalez. Plena de vivacidade e dos mal-entendidos típicos deste subgénero, o espetáculo terá os diálogos falados em Português, constituindo uma excelente oportunidade para aproximar o público deste estilo dramatúrgico pouco comum nas salas de espetáculos nacionais. As canções serão também legendadas em Português.

 

Tirana com Beppe, Rita acabará por receber na pensão o seu primeiro marido, Gasparo, que ela julgava ter morrido num naufrágio e que tinha hábitos menos passivos do que os de Beppe, a quem explicará que é o homem quem deve bater na mulher. Enfrentando o dilema de escolher entre os dois maridos, Rita terá de fazer com que algum deles aceite ficar com ela. Gasparo conquista esse direito ao jogo, mas vê-se obrigado a engendrar um expediente que o salve lhe permita casar com o seu novo amor.

 

O espetáculo, tem a produção da companhia All’Opera, que apresentou já esta produção na Festa do Avante, no Teatro Calderón de Valladolid (Espanha), em Maputo (Moçambique), em Braga (no âmbito da Noite Branca), em Lagoa e em Loulé (nestas duas cidades algarvias, em parceria com a Orquestra do Sul, dirigida pelo maestro Rui Pinheiro).

 

 

 

257 festivais portugueses já anunciados para 2017… Um novo record

Já foram anunciados 257 festivais de música portugueses para o ano de 2017. Anúncios que passam pela sua data de ocorrência, localização, venda de bilhetes ou a indicação dos primeiros nomes de artistas para preencherem os seus cartazes. Este número já é superior ao nº total de festivais realizados em 2016. Um ano de eleições e melhoria económica trouxe um novo recorde a esta área e na afluência de público (a que muito se deveram os eventos de entrada livre), mas isso não quererá indicar ainda uma área suficientemente maturada, segundo o nosso estudo tipológico dos festivais de música portugueses que será partilhado no último mês de 2017. A grande fatia de festivais concentrou-se, este ano, de 15 de junho a 15 de setembro. O penúltimo de fim-de-semana de agosto contou com a ocorrência de 19 festivais de música a ocorrer pelo país.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

O anúncio da sua ocorrência, novidades ou alinhamento musical vem ao encontro de uma tendência sentida nos últimos anos dos festivais de música se posicionarem com cada vez maior antecedência de forma a que: ganhem destaque pela imprensa; se posicionem em relação aos eventos concorrentes; fidelizem o seu público o mais cedo possível para estes serem também meios de comunicação e levarem os seus pares e redes de amigos; criem um volume de vendas antecipado para maior facilitação negocial com artistas, parceiros e sponsors.

 

Estes anúncios assumiram uma maior proporção: no mês de dezembro (prévio ao ano de festivais), com um record de anúncios de artistas, bilhetes postos à venda e existência de packs especiais, dos festivais de grande dimensão de modo a aproveitar a época de compras de Natal, e nos meses de março e abril.

 

Fonte: Aporfest

Nik Kershaw de regresso a Portugal na Primavera de 2018

Há quem diga que é a voz eternamente adolescente que garante o sucesso de Nik Kershaw até aos dias de hoje. É verdade, mas a voz apenas não poderia garantir a contínua procura pelos seus concertos que ainda hoje surpreende todos, a começar por ele próprio. Este simpático inglês tornou-se um ícone dos anos 80 ao explodir nas rádios e tops de todo o mundo com singles como “I Won’t Let The Sun Go Down On Me”, “Wouldn’t It Be Good” e “The Riddle”. Beneficiando da abertura da recém-chegada MTV, Nik Kershaw tornar-se-ia um dos nomes mais representativos da “pop” inglesa saída da “new wave”. E foi com uma estrondosa atuação no Live Aid de 1985 que se transformou numa estrela à escala global.

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Em 1985 Nik era um dos compositores e músicos mais requisitados do universo “pop” anglo-americano, sendo convidado por Elton John, por exemplo, para tomar conta das guitarras no single “Nikita”. Na Banda Sonora do filme “Pretty In Pink”, de 1986, a sua canção “Wouldn’t It Be Good” seria interpretada pelos Danny Hutton Hitters, uma banda em que o realizador do filme tinha interesse.

 

A prova da sua mestria na composição fez-se novamente sentir em 1991, quando Roger Daltrey, vocalista dos The Who e co-produtor e co-protagonista do filme “Buddy’s Song”, convida Nik a compôr o tema principal do filme. A interpretação “I Am The One And Only”, a cargo do protagonista Chesney Hawkes, monopolizou o 1º lugar do top inglês durante 5 semanas consecutivas nessa primavera. Nos anos seguintes Nik dedicou-se maioritariamente à escrita de canções e à produção de discos, colaborando com artistas como Tony Banks (teclista dos Genesis), Bonnie Tyler, os Hollies ou Gary Barlow (Take That).

 

O interesse recente e o revivalismo de sucesso de uma das décadas mais criativas e diversificadas de sempre da história de música popular, tem mantido Nik constantemente nos palcos, tanto a solo em versão acústica, como acompanhado por banda. É com uma excelente banda que Nik Kershaw regressa a Portugal na primavera de 2018.

O SpiritFest está de regresso a Bragança em modo matiné de Domingo

Festival sem data fixa… sem preço fixo… sem local fixo… que teima em acontecer...só por acontecer. Regressa este domingo, 15 de Outubro à cidade de Bragança, para mais uma edição cheia de música intensa.

A 6ª edição vem confirmar a teimosia e a vontade da "Dedos Bionicos" em fazer Acontecer um Evento de Contornos Inéditos, apostando mais uma vez num cartaz de Cariz Eclético e Revivalista.

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Assim na sua sexta edição mais uma data e um local improvável, desta feita o Jardim do Museu do Abade de Baçal em Bragança para um festival Outonal com temperaturas de verão.

 

Fazem parte do cartaz os 800 Gondomar, Myss Keta, The Flamenco Thief e El Señor.

A entrada é um donativo consciente.

Exposição de Alexandre Rola explora cultura do consumo e do desperdício… na Galeria shairart

Look Back, Go Ahead” é o nome da coleção de Alexandre Rola, em exposição na galeria shairart, em Braga. O artista português apresenta, até 4 de novembro, uma mostra com mais de 130 obras e uma instalação site-specific, através da qual explora o aproveitamento de materiais provenientes do desperdício quotidiano.

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Com um vasto currículo, em que se incluem vários prémios nacionais e internacionais, dos quais se destacam “Personalidade do Ano em Artes Plásticas” (Portugal) e “Prémio Internacional de Pintura Desigual” (Espanha), Alexandre Rola evidencia, nesta exposição com curadoria de Helena Mendes Pereira, a sua desvinculação dos suportes tradicionais da criação artística, sendo evidentes as muitas referências à cultura do consumo, ao desperdício e à degradação da sociedade pós-moderna.

 

Para Helena Mendes Pereira, chief curator da shairart, “o aproveitamento de materiais provenientes do desperdício quotidiano e a apropriação de imagens provenientes da cultura de massas é uma tendência crescente dos nossos dias, que tem o seu histórico numa reinterpretação de conceitos da pop art, da art povera e dos movimentos de pendor conceptual.”

 

As obras de arte da exposição “Look Back, Go Ahead” encontram-se disponíveis para aquisição na shairart, plataforma online de arte contemporânea, sediada na galeria shairart dst.

 

Real Fado celebra o 30º Aniversário do Museu da Água

Real Fado e o Museu da Água juntam-se para celebrar o 30º Aniversário deste espaço emblemático da cidade de Lisboa. No dia 13 de Outubro irá decorrer um concerto intimista num dos locais inusitados de Lisboa, a Casa do Registo, situada no Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras, seguido de uma visita à Galeria do Loreto.

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Este evento enquadra-se numa série de festividades do 30º aniversário do Museu da Água, um dos parceiros do Real Fado. A iniciativa está inserida no ciclo de concertos Real Fado, que três vezes por semana dinamiza concertos de Fado no Príncipe Real. Esta parceria entre o Real Fado e o Museu da Água acolherá um concerto especial num local único, tão impressionante como outros já incluídos no programa regular do projeto.

 

O final de tarde inicia-se com um concerto de Fado Tradicional, às 19h15, que durará aproximadamente 40 minutos, sem intervalos. Segue-se uma visita à Galeria Subterrânea do Loreto, uma das cinco galerias do Aqueduto das Águas Livres, com início no Reservatório da Mãe d’Água e terminando no Reservatório da Patriarcal.

 

A programação do Real Fado vai continuar durante os próximos meses até final do ano.

Semana da Cultura Coreana no Museu do Oriente

Workshops de caligrafia e de estilos instrumentais, artes marciais, danças tradicionais e espectáculos são algumas das actividades gratuitas que fazem parte da Semana da Cultura Coreana, a decorrer no Museu do Oriente de 15 a 20 de Outubro. A programação arranca no domingo, dia 15, com o workshop de Tambor Nanta, uma das danças com instrumentos musicais mais populares da Coreia. O traje tradicional da Coreia, o Hanbok, que se caracteriza pelas cores vibrantes, protagoniza um desfile com a assinatura do estilista Youngjin Jin. No mesmo dia decorre também uma Experiência de Hanbok, na qual os participantes podem trajar a rigor e tirar uma fotografia como recordação da sua “viagem à Coreia”. Esta experiência estará disponível durante toda a semana.

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Um encontro entre a música tradicional coreana e o K-Pop, no workshop de Pansori, e a exibição do aclamado filme “Primavera, Verão, Outono, Inverno … e Primavera”, do realizador sul-coreano Kim Ki-Duk, são outras sugestões para esta tarde.

 

Já no dia 16, destaca-se o espectáculo lírico e coreográfico “Flor da Alma - Li-Tsi”, interpretado pelo Grupo Oulime e com direcção da coreógrafa Jae Hyun Na. É retratada a história do trágico amor entre Li-Tsin, uma dançarina da corte e o seu amante francês, misturando história, lenda e o encontro de duas culturas, ao som de instrumentos tradicionais coreanos e clássicos ocidentais.

 

Ao longo da semana há ainda muitas outras sugestões para descobrir do Museu do Oriente, como os workshops de Bojagui (patchwork tradicional da Coreia), de Dança, de Caligrafia Hangeul, Máscaras Talchum, as técnicas artísticas de Hanji Gongye, Taekwondo, Flauta de Bambu Danso ou Dança de Ganggangsullae (Património Oral e Imaterial da Humanidade). A Semana da Cultura Coreana termina na sexta-feira, dia 20, com uma conferência pelo embaixador da República da Coreia em Portugal, Chul Min Park. Com o tema “A Minha Coreia”, irá abordar o passado e presente do país e também a sua visão para o futuro do território.

 

As actividades que integram a Semana da Cultura Coreana são de participação gratuita, mediante inscrição, excepto a Experiência de Hanbok e os workshops de dia 15 de Outubro, que são organizados por ordem de chegada.

 

 

8º Aniversário Rádio Amália… Cartaz completo com Teresinha Landeiro e Jorge Nunes

Está tudo a postos para celebrar o 8º aniversário da Rádio Amália. Teresinha Landeiro e Jorge Nunes são os últimos nomes confirmados para o espetáculo que vai realizar-se no próximo dia 29, no Fórum Luísa Todi, em Setúbal. Um cartaz de luxo vai subir ao palco, para celebrar o aniversário da rádio preferida dos apreciadores de Fado, e que é já há 8 anos uma frequência obrigatória, para ouvir em Lisboa 92.0 FM e Setúbal 100.6 FM.

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Vão subir ao palco: Rodrigo, Ana Sofia Varela, Teresinha Landeiro, Buba Espinho, Sandra Correia, Jorge Nunes e Inês Pereira. Atuarão a partir das 17h, prometendo duas horas de êxitos da canção mais lusa e, claro, apagar as velas com a equipa da Rádio Amália, em mais uma festa de aniversário inesquecível.