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Glam Magazine

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Gin & Juice… Lon3r Johny é o convidado com a curadoria de Mike El Nite

Está aí mais uma noite Gin & Juice no Musicbox com a curadoria a 100% de Mike El Nite que para esta quinta-feira, 12 de Outubro convidou o rapper LON3R JOHNY e os DJ Set de RKeat. e Shaka Lion para lhe fazer companhia em mais uma grande festa. 

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Pouco se sabe sobre LON3R JOHNY, mas rapidamente se entende a influência no seu som da história que está a ser escrita do outro lado do atlântico, em tempo real, por artistas como Bones ou $uicideboy$. O artista, que chamou logo a atenção de Mike El Nite, vai estrear-se nos palcos esta quinta-feira, nas noite Gin&Juice no Musicbox. 

Novas confirmações na ZDB... Gaika, Thurston Moore, Love Theme e Colleen

Outubro, arrancou na ZDB no passado domingo com concerto do americano Dedekind Cut.Segue-se esta semana Minta & the Brook Trout e o mês de Outubro prossegue com Robert Aiki Aubrey Lowe, 800 Gondomar, Drew McDowall, Mark Eitzel, David Maranha, Manuel Mota, Margarida Garcia e Miguel Abras e termina em grande com Shabazz Palaces no Lux Frágil, em jeito de comemoração do 23º Aniversário da ZDB.

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Em Novembro há John Maus, Jarboe com Father Murphy, Rafael Toral Space Quartet, Avey Tare, dos Animal Collective na Igreja de St. George, e Forest Swords.

 

A Galeria Zé dos Bois anuncia agora mais sete concertos até ao fim de 2017. Os destaques vão para o britânico Gaika que apresentará no dia 9 de Novembro uma noite com a sua curadoria; Thurston Moore Group formação rock que inclui James Sedwards, Debbie Googe e Steve Shelley; Love Theme o novo projecto de Alex Zhang Huntai, canadiano conhecido pelo trabalho enquanto Dirty Beaches e ainda Colleen que apresentará o seu mais recente trabalho ''A Flame My Love, a Frequency.'' A 7 de Dezembro 2017

 

No dia 16 de Novembro Tó Trips & João Doce apresentam o resultado da residência artística na ZDB. Dia 18 de Novembro Rafael Toral Space Quartet sobem ao palco, inserido num período que o tem visto encetar com alguma regularidade por tours em solo norte-americano, numa contracorrente iluminada com as trevas que se abateram nesse país, Rafael Toral regressa à ZDB com o seu Space Quartet.

Máquina Del Amor lançam primeiro vídeo "Mau" de "Disco"

Após o lançamento do seu primeiro trabalho, em 2015, os Maquina del Amor voltam às edições, no final de 2017, com o lançamento de “Disco”, dia 24 de Novembro. Constituídos por Ronaldo Fonseca, Filipe Palas, José Figueiredo e Miguel Macieira, membros dos peixe : avião e dos smix smox smux, os Maquina del Amor fundem elementos de música rock e eletrónica, com a improvisação e a apropriação do ruído como recurso musical a ocupar lugares de destaque, no seu processo criativo.

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A sua música é feita de dicotomias e contradições: a ilusão de uma estrutura aparentemente semelhante à de uma banda rock é desfeita pela recusa dos instrumentos em conformar-se com o som e as funções que deles esperamos: as baterias são em iguais partes acústicas e electrónicas, os baixos são tocados por sintetizadores maquinais e dissonantes, as guitarras e teclados criam torrentes e camadas de ruído e espaço e a voz não se deixa apanhar em palavras e estruturas melódicas convencionais. A improvisação, recurso abundantemente usado, é suportada por formas que, apesar da ausência de um vocalista, são frequentemente semelhantes às das canções pop; o ruído é entrecortado por melodias repetitivas e hipnotizantes.

Ouvido integralmente, “Disco” transforma as suas diferentes faixas numa banda sonora de um filme que ainda não foi feito, alternando entre a luz e a escuridão, e levando-nos, por vezes, para lugares de uma intensidade psicológica assustadora. Em separado, as suas músicas tanto nos podem convidar a pôr o volume no máximo, como se estivéssemos numa discoteca ou num concerto, como a sentarmo-nos sozinhos, de olhos fechados, a ouvir com headphones. De uma forma ou de outra, este disco é para ouvir.

 

Protex... as raízes punk de Belfast em Portugal…

Protex, formados em 1978 e oriundos de Belfast, por entre clivagens sociais, cedo mostraram capacidades inatas na composição de musicas, que nos dias de hoje são unanimemente considerados como clássicos. Curioso foi a escolha do nome, Protex, palavra retirada de um tema dos The Clash, Protex Blue, é que a banda escolheu sem saber o significado do termo Protex Blue (alusivo a preservativos). Do rebuliço urbano de Belfast foram brotando várias bandas, tal era a ansia da juventude em mostrar que estavam vivos e queriam dizer de viva voz aquilo que lhes ia na real gana. Os Protex em 1978 começam a tocar regularmente em pubs e em rádios, esse frémito rockeiro chama à atenção de Terri Hooley (fundador da Good Vibrations records) que logo assina um contrato para um single.

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O single seria o mítico "Don't ring me Up", um 7 polegadas que contava com mais dois temas. Mas o tema orelhudo era sem dúvida o "Don't Ring me Up". Tanto foi o tinir da música que a editora independente, Rought Trade decide reeditar o single no mesmo ano. A centelha já tinha sido ateada, não foi preciso muito para uma multinacional dos discos, a Polydor, pegar nos Protex e a assinar um contracto. Durante o período da Polydor foram editados mais 3 singles, além da participação numa coletânea "Made in Britain", disco que serviu para promover algumas bandas da editora nos Estados Unidos. Por entremeio aos singles editados, os Protex fizeram uma tour com os Boomtown Rats e outra com os Adam and Ants.

 

Em 1980 a banda foi aos Estados Unidos e ao Canadá mostrar o seu som, tendo tocado em Nova Iorque. Essa passagem por Nova Iorque foi documentada em filme. Por essa mesma altura, 1980, dá-se por finalizada a gravação daquele que seria o primeiro álbum, "Strange Obsessions" produzido por Chas Chandler (manager e produtor dos Slade). Mas o disco acabou por nunca ter sido editado, devido a divergências entre a banda e a editora e por essas razões o disco não é posto à venda. Foram precisos mais de 30 anos para o disco ver a luz do dia, pela mão da Sing Sing Records. A edição do disco foi um autêntico estoiro em 2010, foram necessárias mais que duas prensagens, tal foi a voracidade dos colecionadores e apreciadores dos Protex.

 

Mas só em 2012 é que voltamos a ouvir falar dos Protex, quando estes foram uma das surpresas do Rebellion (maior festival punk da Europa). A partir dessa atuação, foram logo convidados para tocar no Japão, Espanha, Inglaterra, Alemanha. Durante estes últimos tempos a banda tem tocado em vários pontos do mundo, já foram mais que uma vez aos Estados Unidos, Espanha, Suécia e Alemanha. Durante esse período a banda foi editando singles e reedições de material antigo. Em 2016 sai o tão aguardado segundo álbum , "Tightrope". O disco teve o condão de criar reboliço nas hostes do punk/new wave e recebido boas críticas. Reflexo disso é que a primeira edição do disco está praticamente esgotada. O som continua o mesmo, punk refrescante com melodias que colam à primeira e obrigam ao sing a long, cantarolar é sinónimo de Protex.

 

Chegando agora a 2017. Novembro marcará a estreia dos Protex, um dos maiores nomes do Punk da Irlanda do Norte, em Portugal. Duas datas que prometem ficar na memória, no fim de contas serão duas noite de acção.

Surma + Jonny Abbey no Plano B

Em dois anos e meio, Débora Umbelino levou o seu projecto solitário de exploração de sons, Surma, até sete países em mais de 150 concertos. Tinha apenas o single “Maasai” quando começou a gravar o disco de estreia e todo o caminho traçado até aquela altura lhe parecia um período zero que a tinha deixado apenas com vontade de avançar ainda mais numa demanda cada vez mais sua. Enquanto one woman band que domina teclas, voz, cordas, pedais e botões, e não se deixa ficar num ou noutro género musical, Surma preparou o seu registo de estreia Antwerpen” como se estivesse num laboratório, observando cada reacção sonora de cada nota e de cada instrumento, criando a partir daí. 

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Em colaboração com a Casota Collective, que integra elementos dos First Breath After Coma, construiu uma renovada identidade sonora e visual, da qual “Hemma” foi o primeiro cartão de visita.

João Abrantes em palco é Jonny Abbey, um projecto electro-­indie-­pop  tomou de assalto a cena musical no nosso país, vai realizar a primeira do concerto de Surma. A electrónica crepuscular faz­-se ouvir através dos sintetizadores analógicos que entre cabos emaranhados tropeçam em notas provocadoras de uma guitarra eléctrica. A voz sussurrada de João mantém um hipnotismo no ar até sentirmos os pés a moverem-­se ao ritmo de batidas a meio termo que nos fazem balançar o corpo involuntariamente

 

Plano B (Porto)

12 de Outubro 2017 | 22.00h

Frankie Chavez apresenta “Double or Nothing”

Frankie Chavez vai apresentar oficialmente ao vivo no Porto o álbum, “Double Or Nothing”. O mais recente trabalho do cantor de “Dreams of a Rebel” e “Whatever Happened to Our Love” vai ser apresentado num concerto único, que vai contar com a presença de dois convidados muito especiais. Benjamim e Peixe vão juntar-se em palco a Frankie Chavez no concerto do Hard Club, no Porto.

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Depois de dois anos intensos de estrada, Frankie Chavez apostou no álbum “Double or Nothing” como um tudo ou nada, e não há dúvidas de que deu tudo e se sagrou vencedor, revelando a maturidade que a sua música já atingiu.

Para a apresentação deste disco, Frankie Chavez convidou dois dos músicos mais relevantes e criativos da nova música nacional, já com provas dadas: Peixe, o eterno guitarrista dos extintos Ornatos Violeta, que editou entretanto dois álbuns a solo (“Apneia” e Motor”), trabalhou em inúmeros projetos ligados à música e com uma série de artistas e bandas como David Fonseca, Dead Combo e Joana Sá.

 

E Benjamim, que depois de ter trabalhado com Frankie Chavez na produção do tema “My Religion” para o álbum “Double or Nothing”, vai agora também subir ao palco do Hard Club, no Porto, para fazer parte de um espetáculo que promete ser memorável e um fiel reflexo do bom caminho que segue atualmente a música portuguesa. Para a apresentação em Lisboa no Teatro da Trindade a 27 e 28 o convite foi alargado ao Sam Alone e ao Rui Veloso.
Palavras para quê...espetáculos a não perder!

 

Anat Cohen e Marcello Gonçalves apresentam “Outra Coisa” uma homenagem a Moacir Santos

No próximo dia 19 de outubro, Anat Cohen e Marcello Gonçalves apresentam o seu trabalho “Outra Coisa”, uma homenagem a Moacir Santos na Casa da América Latina em Lisboa. Para os mais desatentos, Marcello Gonçalves é um dos incontornáveis talentos do violão de 7 cordas, produtor e diretor musical do álbum “Até pensei que fosse minha” de António Zambujo, disco inteiramente dedicado à obra de Chico Buarque e recentemente nomeado para a categoria de Melhor Álbum de MPB do Grammy Latino.

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Anat Cohen é uma instrumentista israelita de jazz, clarinetista de renome internacional considerada pelo The New York Times como “the real deal. A clarinetista faz também parte da equipa que gravou o disco “Até que pensei que fosse minha”, do português Zambujo. Anat e Marcello juntaram-se e trazem na bagagem “Outra coisa – A música de Moacir Santos” - um disco de homenagem a um outro grande músico e compositor brasileiro que viveu até ao fim da vida radicado na Califórnia, e que completaria em 2016, 90 anos.

 

Moacir Santos foi um profícuo compositor, produtor e multi-instrumentista, tocava clarinete, saxofone, banjo, piano, violão e ainda bateria e viu a sua música tocada pela primeira vez por Baden Powell, outro dos grandes nomes da MPB. Foi parceiro de Vinícius de Moraes e por ele homenageado com “Samba de Bênção”. Em “Outra Coisa – a música de Moacir Santos”, Cohen e Gonçalves vão mais além, e aproveitam a liberdade e cosmopolitismo de Moacir para darem o seu contributo numa releitura genial e fresca que lhes valeu a nomeação de Melhor Disco Instrumental, categoria do Prémio da Música Brasileira.

 

Em Lisboa para além de temas de Moacir Santos, os dois virtuosos instrumentistas interpretarão repertório de “Até pensei que fosse minha”, composições de Chico Buarque.

Why Portugal convidada a juntar-se às congéneres Francesa e Holandesa...

A WHY Portugal, associação sem fins lucrativos para a internacionalização da música portuguesa, integra duas importantes redes de music export offices Europeus em lugares de destaque: a EMEE - European Music Export Exchange e a rede ETEP - European Talent Exchange Programme. A integração nestas duas importantes redes que promovem a circulação de artistas europeus surge no seguimento do reconhecimento do trabalho desenvolvido pela WHY Portugal na promoção internacional de artistas e profissionais portugueses.

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Este passado mês de Setembro, no Reeperbahn Festival (Hamburgo), a Associação WHY Portugal, cluster de internacionalização da música portuguesa presente no evento, foi convidada a integrar a Direcção da EMEE - European Music Export Exchange. Enquanto a WHY Portugal já participava nesta rede desde 2016, Portugal passa a partir de Janeiro 2018 a integrar a Direcção desta organização Europeia, ficando a WHY Portugal lado a lado com o Bureau Export de França, a BUMA Cultuur Holandesa, bem como a Music Estonia. A Direcção da EMEE passa assim a contar com cinco music export offices na sua direção em vez dos três atuais.

 

Em paralelo, e conforme anunciado pelo programa Europa Criativa, a WHY Portugal esteve também presente na reunião ETEP - European Talent Exchange Programme com os restantes export offices europeus representados, e fica afirmada a sua participação enquanto export office parceiro nos próximos três anos da rede ETEP, fundada pelo Eurosonic.

 

Com esta parceria e forte presença da WHY Portugal na rede ETEP, em vez de estar garantida a presença de um artista português por ano no Eurosonic Noordeslag, normalmente sugerido pela Antena 3, rádio portuguesa presente na rede de rádios nacionais europeias - rede EBU, passa a estar garantida a presença de, pelo menos, três artistas nacionais convidados para cada edição do Eurosonic Noordeslag. A participação dos três artistas portugueses em cada edição do festival e feira profissional de música será realizada sob consulta entre o Eurosonic e a WHY Portugal, ficando a seleção final a cargo do programador do Eurosonic, Robert Meijerink e a sua equipa.

 

Todos os artistas que apresentam o seu showcase no Eurosonic circulam depois dentro dos festivais da rede ETEP, que a partir de 2018 também se vai alargar para incluir mais alguns festivais - destinos fora da Europa - fomentando a internacionalização dos artistas Europeus não só dentro do espaço Europeu mas também fora da Europa. Desta forma, as oportunidades para os artistas nacionais que integrem esta rede de circulação de artistas e talento europeu tornam-se mais reais e efetivas sendo este um dos inúmeros resultados do recente destaque a Portugal como "Country Focus" na mais recente edição do Eurosonic Noordeslag em Janeiro de 2017.

SOM de GMR está de volta para mais uma ronda de atuações

No dia 13 de outubro, às 23h00, os This Penguin Can Fly abrem uma nova ronda de concertos no âmbito do projeto “SOM de GMR”, ciclo de atuações que se debruça sobre a efervescência que se vive na cena musical vimaranense e na região circundante. Depois do sucesso do primeiro ciclo – em que atuaram nomes como Captain Boy, Hot Air Ballon, Gobi Bear, Toulouse, Lince, El Rupe e Paraguaii – o “SOM de GMR” está de volta com espetáculos no Café Concerto do CCVF até ao final do ano. Em novembro, no dia 3, é a vez do projeto Ana se apresentar ao público e, a 1 de dezembro, os Smartini fecham um ano de concertos dedicados à exploração do talento local.

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Abre-se uma segunda janela de observação sobre o espetro de criação musical que originou o ciclo “SOM de GMR” e alarga-se assim a sua documentação a 10 projetos no total. O Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor será, até ao final do ano, integralmente programado por este ciclo, anunciando de uma forma muito evidente este novo tempo de criação que se vive em Guimarães. O dia 13 de outubro é a data que marca o regresso deste ciclo de concertos com uma atuação, às 23h00, da banda This Penguin Can Fly, um pinguim formado por três membros que se mostram em formato música instrumental descomprometida. As ambiências cruzam-se algures entre o imaginário do post-rock e a agressividade de riffs de guitarra melódicas e agressivas, embutidas em ritmos dançáveis, que dão corpo à identidade musical que os carateriza. Em 2014, foram muito bem acolhidos pela crítica especializada pela edição do primeiro EP.

 

Em 2015, lançaram o single “All Polar Bears Are Left Handed” e, em abril deste ano, voltaram à edição de trabalhos originais com o primeiro longa-duração intitulado “Caged Birds Think Flying is a Disease”. Um trabalho pujante, ritmado e orgânico, onde o trio reinventa o rock instrumental patente no primeiro EP, juntando-lhe vários elementos e novas sonoridades, com floreados orientais de guitarra ou ritmos sul-americanos. This Penguin Can Fly bate-se por uma busca incessante pela liberdade sonora e cénica, e fará vibrar as paredes do Café Concerto do CCVF.

 

Em novembro, no dia 3, o “SOM de GMR” prossegue com a atuação do projeto Ana. Apesar do nome feminino, quem se apresenta ao público é Gabriel Salgado. O músico esconde-se assim por trás do nome que gera graça nos trocadilhos quando surge em palco, sozinho, apenas na companhia da guitarra, que maneja com delicadeza. É assertivo a cada nota e embala quem o ouve numa suavidade que entorpece e faz querer mais. Diogo Alves Pinto, mais conhecido como Gobi Bear e amigo de longa data do músico, foi quem o acicatou a gravar umas músicas e começar a tocar. Em novembro, sobe ao palco do Café Concerto do CCVF, acompanhado desse mesmo amigo, para deleite dos apreciadores de música que é simplesmente bonita.

 

Dezembro encerra o ano e traz o último concerto deste ciclo que rastreou a música que se faz em Guimarães e na região. Para o fecho do “SOM de GMR”, o Café Concerto do CCVF recebe a 1 de dezembro os Smartini. Este quarteto, junto desde 1992 (ainda que se apresentassem com outro nome), começou a tocar sob a influência do grunge de Seattle, género que se tornou símbolo de uma geração que berrava um descontentamento com a sociedade do momento. Os Smartini cresceram e buscaram outras inspirações com sonoridades mais harmónicas e em 2016 regressaram, confirmando toda a sua vitalidade com o EP “Liquid Peace”. No último trimestre do ano, o CCVF celebra, assim, um ano de música ao som da energia criativa de Guimarães.

 

Outono em Jazz na Casa da Música

O Outono em Jazz é um momento alto do Ciclo de Jazz, concentrando uma série de propostas imperdíveis sem um foco específico em qualquer tendência estilística. Assume-se assim aquela que é uma das facetas mais características deste género: o cruzamento de territórios e a absorção das mais variadas influências da contemporaneidade.

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São 17 propostas distribuídas por 12 concertos imperdíveis que celebram o jazz nas suas mais variadas formas.

 

11 Outubro 2017 | 21.30h / Sala Suggia

Maria João & Egberto Gismonti

 

12 Outubro 2017 | 22.00h / Café

Eduardo Cardinho / Entrada Livre

 

15 Outubro 2017 | 21.00h / Sala 2

La Bejazz · Anat Cohen & Marcello Gonçalves (Com Roberta Sá) 

 

15 Outubro 2017 | 12.00h / Sala Suggia

Banda Sinfónica Portuguesa

 

18 Outubro 2017 | 21.00h / Sala 2

Afonso Pais & Rita Maria · Mat Maneri / Evan Parker / Lucian Ban 

 

19 Outubro 2017 | 22.00h / Café

Araya Berros / Entrada Livre

 

22 Outubro 2017 | 21.00h / Sala Suggia

Quartabê · Dianne Reeves 

 

23 Outubro 2017 | 21.00h / Sala Suggia

Tony Allen Quartet · Marcelo D2 & Sambadrive 

 

25 Outubro 2017 | 21.00h / Sala Suggia

Jack Broadbent · Marc Ribot & The Young Philadelphians 

 

26 Outubro 2017 | 22.00h / Café

Everything Is Waiting · Gonçalo Neto / Entrada Livre

 

30 Outubro 2017 | 21.00h / Sala 2

Peter Evans Ensemble 

 

2 Novembro 2017 | 22.00h / Café

Pablo Lapidusas International Trio - P.L.I.N.T. / Entrada Livre

 

 

 

 

30.º Aniversário de “Kick” dos INXS, celebrado com reedição…

O ano de 2017 marca o triunvirato dos aniversários da lendária banda australiana INXS. Passam agora 40 anos desde que formaram o grupo; 30 anos desde que “Kick” os transformou em estrelas planetárias; e 20 anos desde a morte do icónico líder Michael Hutchence. Os INXS celebram agora estes momentos marcantes com uma série de lançamentos em CD e vinil, começando com a edição do 30.º aniversário do muito aplaudido “Kick”.

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Integrado numa caixa de tamanho DVD, esta edição do 30.º aniversário de “Kick” inclui lados B, misturas raras e temas bónus, num pack de 3CDs. Para os entusiastas do vinil, este álbum clássico de 1987 será reeditado num duplo LP de 180 gramas, numa edição remasterizada e impressa a baixa velocidade e 45rpm, o que garante uma fidelidade superlativa, pelo pioneiro das impressões a baixa velocidade dos estúdios de Abbey Road, Miles Showell.

Kick” estará ainda disponível exclusivamente na loja online dos INXS numa edição limitada em vinil vermelho, também remasterizada e impressa a baixa velocidade.

 

Formados originalmente em 1977, a carreira dos INXS prolonga-se por 40 anos extraordinários, durante os quais venderam mais de 40 milhões de discos em todo o mundo, incluindo álbuns que atingiram o 1.º lugar dos tops de vendas nos quatro continentes. Tendo lançado uma avalanche de êxitos, como “Need You Tonight”, “New Sensation”, ”Never Tear Us Apart”, “Devil Inside”,Mystify”,“Kick” vendeu mais de seis milhões de cópias mundialmente e fez dos INXS uma das maiores bandas do planeta. Esta edição de “Kick” é uma oportunidade perfeita para familiarizar uma vez mais com uma das bandas mais intemporais e inovadoras das últimas décadas.

“Do Bosque para o Mundo” explica às crianças a crise dos refugiados

Nos dias 13 e 14 de outubro, o Serviço Educativo do Centro Cultural Vila Flor (CCVF) apresenta “Do Bosque para o Mundo”, de Inês Barahona e encenação de Miguel Fragata, uma peça dedicada aos mais novos que tenta explicar às crianças a crise dos refugiados. O espetáculo gira em torno da história de um rapaz, Farid, refugiado afegão, e confronta o público com a dureza dos factos ao mesmo tempo que realça a coragem humana. Uma história aparentemente distante, mas que podia ser a de qualquer um, que nos obriga a pensar no mundo em que vivemos.  

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Dirigida às crianças a partir dos 10 anos de idade, os 2 autores procuravam grandes temas da atualidade e a crise dos refugiados, sendo um deles, pareceu um assunto essencial. “Começámos à procura de histórias que fossem contadas na primeira pessoa, de crianças refugiadas e ficámos tão envolvidos pelo tema que achámos que era sobre isto mesmo que tínhamos de falar”, explicou o encenador.

 

O cenário faz-se de malas de viagem espalhadas no palco e de um grande mapa da Europa, no qual se reproduz a viagem dos dois irmãos retratados na peça, Farid e Reza, duas crianças refugiadas afegãs que são enviadas para Inglaterra pela mãe. “Interessava-nos dar a conhecer esta realidade e abrir espaço para que adultos e crianças possam falar sobre este tema, que está tão próximo e presente na nossa realidade, aqui ao lado, e muitas vezes sentimos que há uma pressão para esconder debaixo do tapete. O que nos interessa é levantar esse tapete”, prossegue Miguel Fragata.

 

Por sua vez, Inês Barahona explica que o importante é dar a conhecer às crianças (e adultos), o horror de quem tenta escapar à guerra, dando espaço e confiando “na inteligência das crianças para que façam a sua leitura e a sua reflexão. Quando isso acontece, as questões naturais de cada um emergem”. Esta realidade cruel, apesar de geograficamente distante e situada num contexto social e político muito contrastante com o que aqui se vive, carrega um ponto comum essencial: todos são crianças e todas as crianças partilham necessidades e medos.

 

Para que a história pudesse chegar a todos, independentemente do nível de conhecimento de cada um, foi fundamental que a própria peça esclarecesse aos mais novos conceitos como tráfico, asilo ou as regras e leis dos países europeus, algo conseguido através de diversas estratégias apelativas para os mais novos. “Do Bosque para o Mundo” é a história de um rapaz, entre a vida e a morte, que nos faz olhar para a história de cada um e para o mundo que partilhamos e em que todos vivemos.

BIG - Bienal de Ilustração de Guimarães

A BIG – Bienal de Ilustração de Guimarães é uma iniciativa da Câmara Municipal de Guimarães, com o objetivo de dignificar o papel dos ilustradores no desenvolvimento cultural, no campo da edição, livros, revistas, jornais, cartazes, suportes clássicos de comunicação de massas e no domínio das novas tecnologias, aliado à referência de Guimarães, como território de reconhecido interesse nacional e internacional, no movimento de fomento de massa critica e na criação na área da ilustração. Esta iniciativa tem Direção Artística de Tiago Manuel, artista plástico e Direção Técnica de Rui Bandeira Ramos.

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Luís Filipe de Abreu, o artista homenageado nesta edição, terá uma exposição dos seus trabalhos mais representativos e uma conferência onde será salientada a importância da sua obra no contexto da ilustração portuguesa, com a curadoria de Jorge Silva, diretor de arte e investigador. Traçada sempre a guache, a sua obra gráfica mais abundante está compreendida entre as décadas de 60 a 90. Luís Filipe de Abreu, interpretou as grandes sagas da literatura portuguesa e universal, revelando sempre um apurado entendimento da condição humana, quer na edição de livros ou em medalhas para as Coleções Philae. É na qualidade narrativa das suas composições, na virtuosa caligrafia a permitir todas as audácias na perspetiva, no traço nervoso e intermitente, de espessura palpável, e no ritmo musical dos seus jogos gráficos, que reside muito do valor singular da sua obra na história das artes visuais portuguesas. A inauguração da exposição Luís Filipe de Abreu, Ilustrador, com a presença do artista, terá lugar no no Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), dia 14 de outubro, às 11h00.

 

Prémio Nacional BIG… Exposição resultante do concurso nacional BIG dirigido aos artistas que desenvolvem a sua atividade profissional nas áreas da ilustração de imprensa, de livros e de cartazes culturais. Dos 50 autores selecionados, pelo júri constituído por João Paulo Cotrim, Jorge Silva e Margarida Noronha, serão expostas 106 obras. A inauguração da exposição, com a presença de diversos autores a concurso acontecerá no dia 14 de outubro, às 15h00, no Palácio Vila Flor. Será também o momento em que se conhecerão os vencedores do Grande Prémio Nacional BIG e Prémio BIG Revelação.

 

Prémio Especial Ensino Secundário BIG, destinado aos alunos de Artes Visuais do 12º ano das Escolas Secundárias do Concelho de Guimarães, com o objetivo promover a importância do papel da ilustração como ferramenta de descoberta e conhecimento. O concurso deste ano teve por tema a obra literária Húmus, do escritor Raul Brandão. A exposição com as obras selecionadas decorrerá no Palacete de São Tiago / Museu de Alberto Sampaio, com inauguração agendada para o dia 25 de novembro.

 

A Teia da Ilustração... Ciclo de Palestras dedicadas à ilustração e destinadas ao público em geral, alunos do ensino secundário e universitário e artistas interessados. Estas palestras têm a curadoria de Pedro Moura, investigador e ensaísta.

A tarefa da ilustração desdobra-se não num conjunto de saberes disciplinares de aplicabilidade variada, mas numa função unívoca de resposta ao mundo. Com efeito, até pela sua origem etimológica, a ilustração é o lançamento de um risco, uma sombra a carvão, que ilumina aquilo que mostra, demonstra e cria. Roubando uma ideia de Alan Male, podemos compreender a ilustração como um ser vivo, que possuirá as suas formas e desenvolvimentos internos (uma morfologia), ritmos e processos (biologia) e integrações no entorno (ecologia). Numa perspetiva de conjunto, as três palestras-conversas propostas pela Bienal de Ilustração de Guimarães pretendem criar um quadro no qual todas essas vertentes estarão expostas, revelando algumas das possíveis facetas da sua interrogação.

 

Leonor Riscado, dia 21 de outubro, sábado às 15h00.

Mattia Denisse, dia 24 de novembro, sexta-feira às 10h30.

Paul Hardman, dia 09 de dezembro, sábado às 15h00.

 

Exposição Azul Em Jaguar Turquesa

Série de imagens de Daniel Lima, autor da imagem do cartaz desta edição da BIG, que não guardam respeito a leis narrativas, mas leais ao discurso ficcional das representações. Inauguração dia 11 de novembro, com a presença do autor, no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura (CAAA) / Galeria 4

 

Kaines apresenta "Contigo Sem Ti"… single de avanço do próximo disco "I.R.I.S."

Desde 2011 que o nome do rapper de Matosinhos, Kaines, tem vindo a ganhar notoriedade no circuito nacional de batalhas de freestyle e escritas. Com passagens e vitórias pela Liga Knockout, Poesia Violenta, Batalha do Conhecimento e Às 3 Pancadas, tem-se dedicado nos últimos anos ao lançamento de trabalhos a solo. “Amanhã + Forte” foi o seu disco de estreia, apresentado no fim do ano de 2015 no mítico Hard Club.

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Dois anos depois, o rapper está de volta com “Contigo Sem Ti”, primeiro single do segundo disco de originais “I.R.I.S”, sigla para "Indicativo de Realidade Individual Subjetiva". “Contigo Sem Ti”, nas palavras do próprio músico, "leva-nos numa viagem ao mundo onde não há tempo para tudo, onde nem sempre podemos estar com toda a gente como desejaríamos e onde, por vezes, temos que fazer escolhas. Frequentemente e quase que sem saber, acabamos por transportar essas pessoas connosco, embora nem sempre as vejamos. É num discurso do “Eu” para o “Tu” que somos convidados a esperar no sítio de sempre por essa pessoa especial".

Um instrumental harmonioso e ao mesmo tempo envolvente, com a assinatura de Lazy, foi a escolha de Kaines para esta estreia. No vídeo, a cargo da ReWire Studios, é-nos apresentada a história de uma rapariga aparentemente abalada por um passado muito recente junto de alguém. No decorrer do videoclipe, Kaines parece controlar o dia desta jovem através de um jogo de tabuleiro. Numa história que parece inacabada, fica a ideia que haverá ainda muito para desvendar neste universo de “I.R.I.S.”.

LOQ apresentam álbum de estreia "Capitão de Jangada" a 13 de Outubro

Os LOQ são um projeto musical de originais de Daniela Varela e Jorge Manuel Marques. Iniciado em 2014, foi no ano de 2016 que a banda atinge maturidade e começam as gravações para o álbum de estreia “Capitão de Jangada” com lançamento marcado a 13 de Outubro de 2017

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A sigla LOQ tem origem no começo do projeto e significa Lunar Orquestra Quântica, nome temporário que foi ficando, mesmo depois de muitas tentativas para o mudar. As influências musicais presentes nas composições vão desde os blues à música mediterrânica, passando pela América latina e até um pouco de África, sem nunca perder a portugalidade que caracteriza o projeto. O imaginário LOQ encontra inspiração na cultura do século XX, como a música cinematográfica de Ennio Morricone, a literatura de Gabriel Garcia Marques ou a poesia visual de Corto Maltese.

O Capitão de Jangada sai à procura do paraíso. Cruza-se com reis de outros tempos, com fábulas e contos de outras gentes. Tem encontros inesperados, aventuras e desagrados, descobre medos desconhecidos e caminhos escondidos que só o amor sabe percorrer.

 

  1. Desértico Eléctrico - Não decidir é o maior dos erros. É congelar o tempo de um corpo que sempre envelhece. Porque cair faz parte do caminho e a incerteza é o tempero da viagem. Desértico Eléctrico é o esplendor da força que move montanhas e faz seguir
  2. Capitão de Jangada - Só pode ser capitão quem se liberta do que já não precisa, quem sabe rir-se de si, quem dança sobre o que morre e celebra a vida a cada nascimento. Só é capitão quem encontra a generosidade da coragem.
  3. Desembarque – Interlúdio
  4. Tiro no Pé - O amor é um turbilhão de emoções e situações estranhas que invadem cantos e recantos da alma, que afinal é gigante e nos faz perder na sua imensidão.
  5. Sete Luas - O sonho comanda a vida... e a vida nasce do amor que inspira o sonho. A história épica da consciência e da vontade de transcender, que persiste ao longo das Eras, impregnada em todas as vidas que por elas passaram e que, sabendo ou não, criaram um paraíso a cada momento em que o procuraram
  6. Swing La La - A vida é uma sequência de imprevistos em que só nunca cai quem não anda. E se o futuro está sempre por escrever, a culpa é a madrasta que nos rouba a caneta.
  7. Carnaval Triste- Interlúdio
  8. Noite Branca - Uma viagem pelos momentos de solidão de quem ama e acende a candeia da esperança para iluminar o caminho do reencontro
  9. O Bom O Mau e O Vilão - Afinal, quem é que tem realmente coragem de seguir o caminho em que acredita, seja qual for o destino?
  10. Rumores - Quem conta um conto acrescenta um ponto. Quer torná-lo seu, impressionar quem o escuta. Especialmente se contar sobre a vizinha;)
  11. Absinto - O capitão sabe que não há dor nem tempestade que dure sempre. São o preço inevitável a pagar pelo prazer de cada conquista.

 

Linda Martini e The Legendary Tigerman levam Rumble in The Jungle em digressão por Portugal

De 29 de Novembro a 10 de Dezembro, Linda Martini e The Legendary Tigerman partem, em duelo, numa tour que, sob a temática "Rumble in The Jungle", passará por Cascais, Braga, Viseu, Leiria, Porto, Coimbra, Alpedrinha, Évora e Torres Vedras.

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29 de Outubro de 1974. Muhammad Ali e George Foreman fazem história, no Zaire, na discussão dos 8 rounds mais marcantes da história do Boxe até então. Este lendário combate ficou imortalizado como Rumble in The Jungle e glorifica Muhammad Ali como o verdadeiro Champ. Linda Martini e The Legendary Tigerman homenageiam cada um desses rounds numa Digressão de Clubes que se espera que esgote muito, mas muito rapidamente.

 

Não se jogará boxe, mas sim rock. Rock suado, com a vertigem e o peso a que estas duas Bandas nos habituaram. Depois do reencontro cara a cara com os fãs, 2018 será ano de discos novos para Linda Martini e The Legendary Tigerman. Até lá, senhoras e senhores, sejam bem-vindos ao Rumble in The Jungle. Façam as vossas apostas. Quem ganha somos nós.

 

29 Novembro 2017 - Stairway (Cascais)

30 Novembro 2017 - GNRation (Braga)

 

1 Dezembro 2017 - Carmo 81 (Viseu)

2 Dezembro 2017 - Texas Bar (Leiria)

6 Dezembro 2017 - Maus Hábitos (Porto)

7 Dezembro 2017 - Salão Brazil (Coimbra)

8 Dezembro 2017 - Teatro de Alpedrinha (Alpedrinha)

9 Dezembro 2017 - Soir JAA (Évora)

10 Dezembro 2017 - Bang Venue (Torres Vedras)

Mercado de Vinhos esgota lotação...

O Mercado de Vinhos do Campo Pequeno está de volta entre 20 e 22 de Outubro, na sua 6ª edição. A comemorar 125 anos de existência, a praça lisboeta foi brindada com uma adesão muito grande ao evento por parte dos expositores, tendo esgotado a sua lotação com um mês de antecedência e registado um número de pedidos de inscrição largamente superior à capacidade.

Cartaz Mercado de Vinhos 2017

A CVRTejo é a região convidada, beneficiando de um destaque especial naquele que é considerado um dos mais importantes eventos do panorama vitivinícola nacional para apoio de pequenos e médios produtores, onde irá apresentar vinhos empolgantes e estilos diferenciados, oferecendo ao consumidor qualidade a bom preço. A região do Tejo segue-se ao Algarve, que se apresentou na edição anterior com um conjunto de produtores estreantes na iniciativa e que, dado o sucesso que registou, vai repetir a experiência. Para além desta novidade, o Mercado de Vinhos vai contar ainda com a estreia da realização do 4º Concurso de Vinhos do Crédito Agrícola, em parceria com a Associação de Escanções de Portugal, que se destina a Produtores e Cooperativas de todas as regiões vitivinícolas do país e oferece aos expositores do Mercado de Vinhos condições especiais de participação na iniciativa.

 

Durante 3 dias, os visitantes poderão provar e comprar uma vasta selecção dos melhores vinhos portugueses das várias regiões representadas no certame: Açores, Alentejo, Algarve, Bairrada, Beira Interior, Dão, Douro, Lisboa, Península de Setúbal, Tejo, Trás os Montes, Vinho Verde, bem como espumantes. Mas a gastronomia não foi esquecida. Cegarrega, produtores de queijos de Sousel, vão dar a conhecer e a provar um conjunto de produtos nacionais de pequena produção mas de grande qualidade. Em estreia contamos com a marca DoMonte, que se destaca com a perdiz de escabeche ou o chouriço de veado, entre outras especialidades de caça. Ainda de realçar os maranhos do Dom Iguarias, com o verdadeiro sabor da Beira Baixa. Numa vertente biológica, a Mother Bio, que apresenta o arroz com curcuma e legumes ou a granola de cacau e lima, e ainda…compotas, chutneys, patés, chocolates, alheiras, presuntos e doçaria, numa mostra de verdadeiras delícias.

 

O evento levará a cabo um conjunto de iniciativas ligadas ao vinho. O BYOB permitirá que o visitante compre o vinho no Mercado e o leve para ser consumido num dos restaurantes do Campo Pequeno, sem qualquer custo. Por outro lado, Sábado e Domingo, terá lugar um circuito acompanhado com a Wine Educator Teresa Gomes, que fará a visita aos expositores, para partilha de histórias de vinho, acompanhadas por provas comentadas.

 

“A adesão espectacular que o Mercado de Vinhos teve este ano e que excedeu completamente as nossas expectativas, só pode significar que o percurso que temos feito para proporcionar aos pequenos produtores um espaço de visibilidade, e aos visitantes um espaço de descoberta, está a cumprir em pleno com o seu objectivo. O Mercado de Vinhos assume-se cada vez mais como o evento de referência do mercado vitivinícola nacional.”, refere Vasco Cornélio, Director de Eventos e Espectáculos do Campo Pequeno.

“É com grande orgulho que colaboro nesta iniciativa tão importante para apoiar a divulgação do vinho e promover o negócio e o networking entre todos os agentes do mercado: produtores, escanções, restauradores e todos os visitantes que apreciam vinho”, comentou Teresa Gomes, Wine Educator da House OF Wines.

 

O Mercado de Vinhos é uma organização conjunta do Campo Pequeno e da House OF Wines e funciona entre as 15:00h e as 22:00h no dia 20, entre as 12:00h e as 22:00h dia 21, e entre as 12:00h e as 20:00h dia 22 de Outubro.

Separar, cortar, escrever, desenhar, comer… Gordon Matta-Clark

Depois do enorme sucesso em Serralves, a exposição "Separar, cortar, escrever, desenhar, comer… Gordon Matta-Clark" viajará para Lisboa, numa organização conjunta do Museu de Arte Contemporânea de Serralves e da Culturgest, em colaboração com o Centre Canadien d’Architecture, Montréal. A exposição tem curadoria de João Ribas (Diretor Adjunto e Curador Sénior do Museu de Serralves) e Delfim Sardo (curador para as artes visuais na Culturgest).

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Matta-Clark foi um dos mais complexos e multifacetados artistas norte-americanos da sua geração. Com formação em arquitetura e uma prática artística inclassificável por usar os mais diversos suportes e dispositivos, o artista cruzou arte, arquitetura, diferentes heranças culturais e uma consciência política aguda.

 

Inauguração a 13 de Outubro às 22.00h.
Exposição na Culturgest até 7 de Janeiro 2018