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Glam Magazine

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Sons à Sexta Fundão com Norton

Uma vez por mês, o auditório d' A Moagem - Centro do Engenho e das Artes é palco da música portuguesa.

É certo que já vão no quarto álbum de originais, mas a frescura com que se reinventam a cada disco faz dos Norton um dos melhores exemplos de como a pop e a música alternativa podem andar de mãos dadas e serem felizes.

Entre as texturas doces, o cheirinho a sonhos, as cascatas sónicas e uma secção rítmica que puxa para a pista de dança sempre que pode o quarteto de Castelo Branco soma já quinze anos de carreira, quatro registos de originais, dois álbuns de remisturas, digressões por toda a Europa e Japão, edições no Japão e um documentário.

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Mas nestas coisas da música, a matemática nem sempre é o mais importante e, por isso, o impacto que mantêm ano após ano baseia-se largamente na relação que conseguiram conquistar com o público, sendo amplamente acarinhados de norte a sul do país. No próximo dia 13 de outubro, 22h30 na Moagem Fundão.

 

Em parceria com a Antena 3, o SONS À SEXTA apresenta as bandas mais tocadas e em destaque no atual panorama musical português. Com uma programação diversificada e para todos os gostos, pretende-se a divulgação, o convívio entre o público e a celebração da música!

 

 

Ana Bacalhau revela mais um pouco de “Nome Próprio” em pequenos vídeos

A pouco menos de um mês da sua estreia a solo, Ana Bacalhau revela mais um pouco do que os fãs podem esperar de "Nome Próprio" com pequenos teasers. Os filmes, com estreia em exclusivo no Observador, mostram a artista em estúdio com os seus músicos e desvendam mais algumas músicas do álbum. Filmados por Filipe Ferreira, são aperitivos para um documentário cuja versão mais curta ficará disponível digitalmente no jornal online, no dia 20 de outubro, dia do lançamento do álbum. Prevê-se que a versão longa deste documentário estreie em televisão no primeiro trimestre de 2018.

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A primeira data da digressão nacional de "Nome Próprio" está marcada para dia 3 de novembro, em Loulé. Será o primeiro de muitos concertos que levará as novas músicas pelo país. Neste processo, Ana Bacalhau será acompanhada ao vivo por Luís Figueiredo (piano, teclados), Luís Peixoto (cavaquinho, bouzouki, bandolim), Zé Pedro Leitão (contrabaixo, baixo) e Alexandre Frazão (bateria, percussão).

 

"Nome Próprio" já se encontra em pré-venda. A Fnac tem uma edição exclusiva, num formato diferente e com uma canção extra, "Dama da Noite", de António Zambujo e João Monge. O álbum de estreia a solo de Ana Bacalhau teve produção de João Bessa e Ana Bacalhau e foi masterizado nos estúdios de Abbey Road, contando com canções compostas por Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro, Janeiro e Francisca Cortesão assim como da própria Ana Bacalhau.

 

Estarrejazz apresenta... Alma Nuestra com Mili Vizcaíno

Alma Nuestra é uma banda criada pelos dois amigos Salvador Sobral e Victor Zamora que partilham uma paixão pelos doces sons da América Latina e, em simultâneo, pelo Jazz. Posto isto, chamaram outros dois companheiros e deram origem a um “quarteto de luxo”, reinventando as já bem conhecidas e intemporais canções de Cuba, Argentina e de outras terras sul americanas, tornando-as únicas e pessoais.

A mais recente confirmação do Estarrejazz é a cantora espanhola Mili Vizcaíno, que atuará em substituição de Salvador Sobral que, por indicação médica, não poderá participar neste evento.

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Mili Vizcaíno é cantora, compositora e professora de canto. Ao longo do seu percurso como cantora, tem explorado a voz desde diferentes perspetivas, especialmente o jazz, diferentes estilos de música latino-americana, a música clássica ocidental e a música indiana.

 

Cine-Teatro de Estarreja

5 de Outubro 2017 | 21.30h

Mike Lyte… "Cota" é o terceiro single do álbum "Crocodildo" que sairá ainda em 2017

Miguel Luz, nome artístico Mike Lyte é um dos mais reconhecidos Youtubers portugueses e parte agora para uma aventura musical que arrancou já há 6 meses com o lançamento de "MILF" primeiro single e que teve a continuação com "Epidemia"..

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"Cota" que conta com a colaboração de Pryde é um tema, acima de tudo intemporal, que tem como grande inspiração a importância das mães na vida de qualquer jovem adulto. Nas palavras do próprio: "Quando ausente, a cria sente uma vontade inquestionável de deixar a progenitora descansada, transmitindo-lhe que está em segurança. Eu e o Pryde sentimos isso quotidianamente, e daí surgiu a ideia de fazer uma track inteiramente dedicada ao tema, servindo também de call-to-action a todos os que falham neste impulso natural."

Os temas e os vídeos de Mike Lyte têm uma vertente mais leve nunca deixando escapar algumas importantes mensagens que Miguel Luz pretende fazer chegar a todo o público que já o seguia mas também a novos fãs que vêem nesta, uma mensagem universal.

“O Turno da Noite” é o álbum de estreia dos Três Bairros

“O Turno da Noite” é o álbum de estreia dos Três Bairros, um trio composto por Guilherme Madeira (voz), Ricardo Gama (guitarra portuguesa) e João Correia (viola). Conheceram-se em Santarém - Guilherme e João enquanto estudantes e Ricardo professor de música no Conservatório local - o gosto pela música portuguesa, com destaque para o fado, levou-os a pôr de pé este projecto em 2015. São oriundos de Mértola, Sintra e Santarém respectivamente, daí o nome Três Bairros, que é também o nome de um dos mais belos fados tradicionais.

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Em dois anos, o trio consolidou a sua estética musical, construiu um reportório com temas tradicionais do fado e da música portuguesa, bem como temas originais que rodou em concertos por várias salas do país, antes de se abalançar para a gravação de um disco.

O Turno da Noite” surge assim, maturado naturalmente pelo trabalho sério e ao mesmo tempo divertido, a que se junta a genuinidade de cada músico. Dos 13 temas que integram “O Turno da Noite”, 8 são originais, da responsabilidade do trio. Dos temas restantes, dois são fados: o fado Alfacinha a saborear com quadras de Fernando Pessoa e “Meu Amor vem ver o rio” - letra de Carminho para um fado composto pelo Mestre Fernando Alvim com quem o guitarrista Ricardo Gama tocou durante vários anos. O Alentejo do Guilherme Madeira marca presença com “Rosa à Janela” do grupo “Baile Popular”, música de João Gil/Rui Veloso, com letra de João Monge. Admiradores incondicionais dos Xutos e Pontapés recriam neste trabalho o tema “Conta-me Histórias” e enquanto seguidores natos da obra de Jorge Palma acharam por bem encerrar o disco com o belíssimo tema “O meu amor existe”.

Em “O Turno da Noite”, os sonhos trocam-se por sensações mas o amor é levado a sério ou a brincar como em “Grilo Coceirão”, “Miúda do Café, “Anda lá, casa comigo” e o Tejo que corre em Santarém chega a Lisboa num belo poema de Mário Rui: “Apeteceu-me partir/Deixar o mundo e fugir/Pelo Tejo até Lisboa/Entrar na minha cidade/Toda pintada a saudade/Como um quadro de Malhoa”.

 

 

ModaLisboa apresenta… Portuguese Shoes

A ModaLisboa e a APICCAPS apresentam a exposição Portuguese Shoes, dedicada aos acessórios e ao calçado nacional, traduzindo-se numa homenagem ao saber fazer e qualidade de uma indústria que alia tradição e modernidade. Apostando em design e criatividade, continua a dar cartas fortes, nacional e internacionalmente, produzindo resultados notáveis ao nível do crescimento económico e da balança das exportações. Portugal exportou, no primeiro semestre de 2017, 43 milhões de pares de calçado, no valor de 960 milhões de euros. Relativamente ao ano anterior, há a registar um crescimento de 6,3%.

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A confirmarem-se estes valores até final do ano, este será o oitavo ano de crescimento do calçado português nos mercados externos. Ao quetudo indica, 2017 a exportações portuguesas de calçado deverão registar um novo máximo histórico. Desde 2009, as vendas de calçado português nos mercados internacionais aumentaram sensivelmente 60%, passando de 1.200 milhões para praticamente 1.950 milhões de euros no final do último ano.
Na primeira metade de 2017, o calçado português cresceu em praticamente todos os mercados relevantes. Na UE, assinala-se o crescimento em países como França, Holanda e Alemanha.


Fora do espaço europeu, destaque para os crescimentos nos EUA, Rússia, Canadá, Angola e Japão. Nesta edição, a exposição diversifica a oferta de tipologias ao nível dos acessórios, na área das malas e small leather goods, uma aposta do sector e da Apiccaps no futuro.

Designers:
Luís Carvalho X Eureka, Nuno Gama X Eureka, Patrick Padua X Dkode, Ricardo Preto, Valentim Quaresma X Fly London

Marcas: Antonio A Handmade Story, Freakloset, Friendly Fire, Goro, Guava, Josefinas, Maria Maleta, Officina Lisboa, Rúben Rua For Rufel, Undandy, Wolf&Son

NAU no Teatro Aveirense...

Intitulam-se uma banda de "rock e boxe". Sobre o álbum, "uma seleção de oito temas onde começamos por chamar a nós o público e novos ouvintes". Lentamente, à medida que o "Embarque" vai entrando pelas pessoas e as pessoas se deixam navegar, vão explorando assuntos sensíveis e dos quais acham merecer ser cantados abertamente. Assuntos como a perda, as dúvidas, a solidão, a realidade e o efémero.

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Acima de tudo deixam-se transportar para o interior e encontrar palavras, que se transformem em lugares, onde o público se encontra com eles, nesta viagem, dentro desta Nau.

 

Teatro Aveirense
5 de Outubro 2017 | 22.30h

CCVF acolhe apresentação final da Mostra de Amadores de Teatro 2017

Depois de, em setembro, os Grupos de Teatro de Amadores de Guimarães se terem apresentado em várias freguesias do concelho, é chegada a hora do Centro Cultural Vila Flor acolher a apresentação final dos três melhores espetáculos da edição deste ano da MAT - Mostra de Amadores de Teatro. De 5 a 7 de outubro, às 21h30, esta “nova” festa do teatro culmina no palco do Pequeno Auditório do CCVF revelando a vitalidade do teatro amador em Guimarães. O habitual espaço de apresentação dos Grupos de Teatro de Amadores de Guimarães surgiu, este ano, num formato revisto e alargado, com programação do Teatro Oficina. Depois da realização de uma convocatória aberta aos Grupos de Teatro de Amadores do concelho, foram selecionadas seis novas criações cujas apresentações aconteceram ao longo do mês de setembro um pouco por todo o concelho de Guimarães, promovendo verdadeiros momentos de partilha e convívio com a arte teatral como referencial.

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Na primeira semana de apresentações, o Auditório dos Bombeiros Voluntários das Taipas recebeu o grupo ARCAP - Academia Recreativa e Cultural Amigos de Ponte que levou a palco a peça “Greve de Sexo”, de Aristófanes. A Casa do Povo de Briteiros acolheu o espetáculo “Loja de Trabalho para profissionais do espetáculo: teatro”, com assinatura do grupo ATRAMA, e o Salão Paroquial de Ponte recebeu a peça “Antígona”, de Sófocles, com o carimbo do TERB – Teatro de Ensaio Raul Brandão.

 

A segunda ronda de espetáculos arrancou com o grupo Astronauta - Associação Cultural, que passou pelo Centro Pastoral de Moreira de Cónegos com “Guernica ou a iconografia do fim da esperança”. Os Espaços Criativos de Brito foram palco para a peça “Para Quase Sempre”, do CETE - Convívio e Teatro Experimental e o Espaço Oficina recebeu o Grupo de Teatro Citânia com “Panóplia (título tentativo)”.

 

Após contagiar várias zonas do concelho, confirmando a vitalidade desta expressão artística num território com profunda tradição nesta arte, a edição de 2017 da Mostra de Amadores de Teatro dirige-se, agora, para o Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor para apresentar os três espetáculos que mais se destacaram. Depois de vistos e debatidos pelo júri e por profissionais de teatro convidados, foram escolhidos os três melhores espetáculos da Mostra, que se apresentam no CCVF nos dias 5, 6 e 7 de outubro, às 21h30, para fechar esta “nova” festa de teatro.

 

Ao palco do CCVF sobem, assim, as seguintes peças: “Loja de Trabalho para profissionais do espetáculo: teatro”, do grupo ATRAMA (5 outubro); “Guernica ou a iconografia do fim da esperança”, da Astronauta – Associação Cultural (6 outubro); e “Antígona”, de Sófocles, do TERB – Teatro de Ensaio Raul Brandão (7 outubro).

Medeia da Público Reservado em estreia

Reduzida a um lugar de desolação e bas-fond, o que resta da sacerdotisa grega? Resta-lhe a eloquência, a tragédia da linguagem não ser suficiente para reter Jasão, a fúria de não habitar lugar nenhum — nem a roulotte, nem Corinto, nem a Cólquida. Esta “Medeia” é um ato de coragem e abandono — uma coragem que se inflama na destruição de si e dos outros, e no abandono de tudo (inclusive do corpo, último vaso). Sem amor vale a pena viver?

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Renata Portas é encenadora e diretora artística da Público Reservado, companhia teatral fundada em 2013. Nasceu em 1976, em São Paulo, Brasil. Trabalha e vive no Porto. Concluiu, em 2003, o curso de Interpretação no Balleteatro - Escola Profissional e frequentou o Mestrado em Encenação na Escola Superior de Teatro e Cinema.

Estreou-se profissionalmente como assistente de encenação de Jean-Pierre Sarrazac, no espectáculo “Cantiga para JÁ”. Encenou peças e textos de autores como Valère Novarina, Heiner Müller, Eurípides, Jean-Luc Lagarce, Pedro Eiras, Juan Mayorga, Carlos J. Pessoa, Franz Kafka, Luis Maffei, Peter Handke, Jean Anouilh. Dos seus textos dramáticos destacam-se os seguintes: “Interlúdio e Câmara-Inferno” (Companhia das Ilhas), “Finisterra” (edições TNSJ) e “A Boca de Telémaco é a Fortuna da Casa” (por editar).

 

Auditório Campo Alegre (Porto)

4 a 7 de Outubro | 213.30h

 

 

 

 

Paulo Gonzo juntou-se a Jorge Palma na celebração "Os Melhores Anos"

Viseu vestiu-se de elegância e glamour para a festa “Os Melhores Anos” (OMA), no passado sábado, no Salão de Festas Expocenter. Sob o mote “Indo eu, indo eu”, a 21º edição do jantar dançante mais emblemático da cidade de Viriato reuniu oitocentas pessoas, entre as quais inúmeras figuras públicas ligadas à política, ao poder autárquico, à economia, ao ensino, ao desporto, e às artes, entre outros setores, que se renderam à magia de uma noite muito especial, organizada pelo Grupo Visabeira.

Jorge Palma e Paulo Gonzo

E se as expectativas para a OMA eram já elevadas, pelo peso histórico da mesma no calendário festivo na região Centro, o público deixou-se ainda surpreender pelo cartaz musical do evento e rendeu-se à atuação de Jorge Palma. O artista, autor e intérprete de alguns dos maiores clássicos da música portuguesa, como “Frágil” e “Deixa-me rir”, protagonizou um concerto memorável, que contou com a participação especial de Paulo Gonzo, uma das surpresas da noite, que se juntou a Jorge Palma para interpretar o dueto “Sem ti”.

 

A palco subiram também múltiplos artistas, como Dominic’s Gospel Choir, Infantuna Cidade de Viseu e os grupos Bernie & The Roosters, Smooth Orquestra, Duplo Sentido e Boca Doce, que a par dos dj´s B.R.O.S., A.Dream Pires e Zé Galo, asseguraram a animação musical do evento. O cartaz reservou ainda outras duas surpresas – a atuação dos Antigos Pauliteiritos de Abraveses e a Banda Filarmónica de Santar, concelho de Nelas.

 

A programação musical da OMA, que animou o público ao longo de mais de oito horas, contou com uma equipa de 182 pessoas, entre artistas e produção de espetáculo. Para além da animação no palco principal “The Day After” e no palco 1927, “Os Melhores Anos” foram ainda um ponto de encontro com a gastronomia regional confecionada pelo tradicional Restaurante Forno da Mimi.

 

Dr. Frankenstein apresenta no disco no Sabotage…

Após cinco anos de ausência, a banda de culto do movimento surf/punk/rock Dr. Frankenstein regressa agora com um novo disco, um vinil de 10 polegadas, intitulado Santo André & os Maus Rapazes. Liderados por André Joaquim (Phantom Vision, Capitão Fantasma), a banda apresenta, também, a sua nova formação: a André Joaquim e Duarte Vicente (Texabilly Rockets, Bruto & The Cannibals), juntam-se Bruno Machado (The Levities) na guitarra e Tiago Coelho (The Speeding  Bullets, The Twist Connection) no baixo.

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André Joaquim explica que estas duas grandes novidades não só se cruzam, como se complementam: “Este álbum traz o peso que há muito procurava nos Dr. Frankenstein, com a inclusão de uma segunda guitarra tocada por Bruno Machado, e traz, também, uma vontade de reinvenção da banda, à semelhança do que os The Beatles quiseram fazer com o disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band.” O disco marca, ainda, o regresso do ilustrador Rui Ricardo à criatividade das capas, e conta já com seu primeiro videoclip, do tema Linhas de Sangue, realizado por Jojo Agostinho.

 

A primeira data de lançamento do novo disco está marcada para o Sabotage (Lisboa), em 4 de Outubro. Nas palavras de André Joaquim, este concerto será “especial, por ter como DJ o mentor da Low Fly Records Esgar Acelerado, uma das primeiras pessoas a acreditar na banda, e por ser um regresso ao início, em modo recomeço, agora também com temas cantados em português.”

 

Os Dr. Frankenstein surgiram em 1994, revelando raízes no rock’n’roll dos The Cramps, nos primeiros anos de R&B dos The Rolling Stones, ou nos Rough Rockin' Instrumentals do final dos anos 50/60. No seu currículo, registam já um EP e cinco álbuns: “Ghost City EP” (1998), “The Lost Tapes from Dr. Frankenstein's Lab” (2000, LowFly), “The Psychotic Sounds” (2002, Zona Música), “Crime Scenes” (2005, Double Crown Records) e “Dr. Frankenstein in 4 Dimensions” (2010). Têm, também, participações em algumas colectâneas como Indigente, Som das Ruas Vol.3 (Zero Works) e Punk Comix/Corte e Cola (Chili Com Carne).

Tocaram, ainda, em festivais como Festival Sudoeste, Festival Paredes de Coura e Festival Alcoa (2001) ou Internacional Wild Weekend (2003, Benidorm), onde partilharam palco com grandes nomes internacionais como The Atlantics (Austrália), Go Nuts e Saturn V feat Orbit.

 

Festival Para Gente Sentada 2017 apresenta cartaz completo

De regresso a Braga, para a décima terceira edição, o Festival Para Gente Sentada leva uma dezena de actuações a vários espaços da cidade nos dias 17 e 18 de Novembro. Ao já confirmado Perfume Genius, junta-se, no Theatro Circo a 17 de Novembro, noiserv, de David Santos. O músico tem conseguido afirmar-se como um dos mais criativos projectos musicais em Portugal num percurso marcado por canções capazes de atingir cada indivíduo na sua intimidade através de uma viagem entre a realidade e o sonho.

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No dia seguinte, 18 de Novembro, será a vez de escutar a delicadeza carismática de Julien Baker e os portugueses Capitão Fausto que apresentamPontas Soltas, o documentário realizado por Ricardo Oliveira que registou os devaneios da gravação do terceiro disco de originais da banda. Um espectáculo que une as canções que se fazem ouvir aos momentos que estão na génese de cada uma delas.


Pelo GNRation vai passar a influência pós-rock dos First Breath After Coma, sonoridade que lhes valeu a nomeação para Álbum do Ano da IMPALA ao lado de nomes como Radiohead. Aos leirienses, junta-se o colectivo electrónico Holy Nothing numa viagem pela experimentação com sintetizadores, caixas de groove, ritmos tropicais e ambientes hipnóticos. No sábado, o espaço mítico da cidade de Braga será palco de Luís Severo que, depois de Cara d’Anjo (2015) editou um segundo álbum no qual prova o seu talento para a composição e continua a distribuir músicas inspiradas no amor e na paisagem, e Moullinex, o projecto a solo de Luís Clara Gomes também com novo registo: “Hypersex”, uma carta de amor colectiva de quem acredita que é possível dançar um caminho para um mundo melhor.


Além dos concertos em sala, o Festival Para Gente Sentada volta a levar a música até ao centro da cidade com concertos de Máquina del Amor, o quarteto que junta bateria, teclados e guitarras estridentes numa união de visões que tem como objectivo levar o público a uma experiência inclusiva e futurística, e os bracarenses Ermo que, a tocar em casa, mostram como pode ser difícil definir um género, numa combinação de voz, samples, guitarra e poesia que resulta numa surpreendente e peculiar criatividade.

Novo single de April Ivy disponível a 6 de Outubro

Com apenas 2 singles, “Be Ok” e “Shut Up”, April Ivy foi nomeada para os MTV Music Awards e para os Globos de Ouro, conquistou airplay nas principais rádios portuguesas, assinou um contrato global com a Universal Music France, actuou no palco principal do festival Meo Sudoeste. Tudo isto em menos de dois anos. E com apenas 18 anos de idade.

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No próximo dia 6 de Outubro, será editado mundialmente o novo single “Run for Cover”, em Portugal com o selo Warner Music. No mesmo dia será dado a conhecer o fantástico videoclip com realização de Roger Serrasqueiro.

 

“Run for Cover” vem confirmar April Ivy como um dos maiores talentos da nova geração da música portuguesa e um nome que, muito em breve, fará parte da nova geração de talentos na cena pop internacional.

 

"Viviane canta Piaf"…

Em 2016, o Teatro Municipal de Faro lançou a iniciativa “Artista Figuras”, sendo Viviane a primeira escolhida. essa qualidade e cumprindo as regras da proposta, Viviane apresentou ao longo do ano três espetáculos diferentes naquele Teatro tendo o último sido inteiramente dedicado à cantora francesa Edith Piaf, uma referência muito especial na sua vida tendo em conta que Viviane nasceu em França e lá viveu até aos 13 anos.

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Este concerto alcançou um sucesso tal que a cantora decidiu gravar alguns dos temas do alinhamento, num CD intitulado "Viviane canta Piaf", com edição prevista para o final do próximo mês de Novembro.

 

O 1º single deste CD, é uma versão com uma interpretação muito pessoal do maior êxito de Edith Piaf "La vie en rose", tema que completa este ano 70 anos.

Um pequeno “aperitivo” que, seguramente, vai despertar a curiosidade do público e surpreender de uma forma muito positiva quem ainda não ouviu Piaf na voz de Viviane

TRAÇA - 2ª Mostra de Filmes de Arquivos Familiares…

Após a primeira edição, em 2015, a TRAÇA - 2ª Mostra de Filmes de Arquivos Familiares - organizada pelo Arquivo Municipal de Lisboa - Videoteca e, este ano, em colaboração com o Alkantara - realiza-se de 13 a 15 de outubro, no Bairro da Madragoa, com entrada livre. Ao longo de 3 dias, há conversas, performances, encontros e percursos com moradores e projeções de filmes de família dos habitantes da Madragoa e da restante cidade, comentadas pelos seus autores ou outros convidados, nomeadamente Maria Filomena Molder e Daniel Jonas.

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Em colaboração com o Alkantara, no centro da 2ª edição da TRAÇA está o encontro entre performance e o cinema, e o cinema amador e familiar em especial. Neste contexto, são apresentadas performances originais que Alex Cassal, Isabel Abreu, Jorge Silva Melo & Miguel Aguiar, Raquel André, Sofia Dias & Vítor Roriz, Sofia Dinger criaram a partir deste arquivo de filmes de família. Com eles descobriremos até que ponto a criação e o mecanismo de apropriação, que lhe está sempre inerente quando o que está em causa são as memórias (fílmicas) dos outros, dá continuidade ao processo de escrita da (também sua) história.

 

Desenvolvida sob dois pilares fundamentais: o território e a história da sua habitação; e o arquivo, cujos limites procura expandir, a TRAÇA tem o objectivo principal de contrapor uma outra história à história oficial da cidade - construída com as imagens e memórias privadas dos seus habitantes, aproximando os lisboetas da construção da memória da cidade. Distribuído por diversos espaços da Madragoa, o programa realiza-se nos seguintes locais: Regimento de Sapadores de Bombeiros, Cossoul, Centro Comunitário da Madragoa, Esperança Atlético Clube, Museu da Marioneta, Instituto Hidrográfico, Vendedores de Jornais Futebol Clube, Espaço Alkantara, Torrefação Flor da Selva, Palácio do Machadinho e Lavadouro das Francesinhas.

 

De destacar também a Tracinha, momento em que são mostrados dois filmes desenvolvidos pelos alunos de três turmas do 4.º ano do 1.º Ciclo da Escola Básica nº72 de Lisboa, no âmbito de uma oficina de imagem e som, que teve como objetivo fazer cruzar o cinema, a memória e o território, resultado do contacto que os alunos tiveram com os vídeos de família do Arquivo Municipal de Lisboa e da descoberta e observação do Bairro da Madragoa. Todo o programa é de entrada gratuita, no limite dos lugares disponíveis. No caso das performances, é necessário levantamento de senha, no local da sessão, 30 minutos antes do início (e também limitado aos lugares existentes). Máximo de duas senhas por pessoas.

 

Para além de ocupar sempre um território diferente (na primeira edição realizou-se no Bairro do Castelo) e contribuir assim para a construção de um enorme mapa imaginário da cidade – desenhado com as memórias dos seus moradores –, em cada edição, a TRAÇA abre o seu arquivo a artistas que, vindos de zonas de trabalho sempre distintas, produzem novos objectos a partir dele. A TRAÇA apareceu, em parte, para descobrir as pessoas a quem pertenciam as 30 horas de digitalizações de filmes de família que foram sendo acumuladas na Videoteca antes de esta ser integrada no Arquivo Municipal de Lisboa (em 2011).

 

“Mais Imaginarius 2018”… Artistas emergentes de todo o mundo voltam a ter palco no festival Imaginarius

Em 2018, o Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira volta a dar espaço a artistas emergentes de todo o mundo, através do concurso de criações artísticas dirigidas ao espaço público Mais Imaginarius. O Mais Imaginarius é uma secção do festival Imaginarius que desafia os artistas, nacionais e internacionais, para a apresentação de propostas que abordem o espaço público nas suas mais diversas perceções, testando formatos e modelos, rumo à construção de novas identidades artísticas.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

A diversidade, número e qualidade dos projetos que têm sido apresentados a concurso no Mais Imaginarius, ao longo dos últimos anos, revelam a vontade dos artistas em ocupar o espaço público de Santa Maria da Feira e de se expressarem através múltiplas linguagens. Na edição 2018, o Mais Imaginarius continua a assumir-se como um espaço de experimentação artística dentro da programação oficial do festival Imaginarius, explorando a intervenção artística no espaço público e permitindo a participação de diversas linguagens artísticas: Teatro; Dança; Música; Circo; Performance; Intervenção; Instalação; Arte Digital; Novos Media; Graffiti; e Multidisciplinar. Os projetos a concurso serão avaliados com base na qualidade artística, criatividade, inovação e interação com o público.

 

Os artistas e companhias selecionados beneficiarão de apoio para deslocações, alimentação e alojamento, apoio técnico e divulgação das criações nas redes do festival, participação no espaço profissional Imaginarius PRO. Todos os projetos admitidos ao Mais Imaginarius 2018 serão candidatos a um prémio final a atribuir pelo júri, através de votação, que se contextualiza pela realização de uma criação em residência a estrear na programação oficial do festival Imaginarius em 2019.

 

O júri do programa Mais Imaginarius 2018 será composto por: Alexandra Moreira – DECA, Universidade de Aveiro; Isabel Bezelga – Universidade de Évora; Bruno Pereira – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE); Jordi Duran, diretor artístico da Fira Tàrrega (Espanha); Jens Frimann Hansen, diretor artístico do Passage International Street Thatre Festival (Dinamarca); e Julia von Wild, diretora artística do Tête-à-Tête, Rastatt’s International Street Arts Festival (Alemanha).

 

O período de candidaturas decorrerá de 9 de outubro a 31 de dezembro de 2017. Os resultados da seleção serão divulgados até 10 de fevereiro de 2018. O regulamento e o formulário de candidatura estarão disponíveis, a partir de 9 de outubro, no site oficial do evento

 

Na fotografia o vencedor Mais Imaginarius 2017: Compagnie Ici'Bas

Carla Bruni estreia-se ao vivo em Portugal

Carla Bruni estreia-se ao vivo em Portugal nos Coliseus de Lisboa e Porto, a 25 e 27 de Janeiro, respectivamente. Estes concertos fazem parte da digressão de "French Touch", o seu 6º álbum, que será editado esta próxima sexta-feira, dia 6 de Outubro.

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Deste disco, inteiramente dedicado a versões de músicas icónicas, que conta com a produção de David Foster (Michael Jackson, Madonna, Whitney Houston e Bee Gees), já se conhece "Enjoy the silence" de Depeche Mode, "Miss You" dos Rolling Stones e "Crazy" de Patsy Cline, interpretados pela voz da cantora com uma roupagem minimalista. Do alinhamento fazem parte muitos outros temas, aos quais foi dado este "French Touch", tais como "Highway to Hell", dos AC/DC, ou "Perfect Day", de Lou Reed.

 

Com uma carreira musical que começou em 2002 com "Quelqu'un m'a dit", que vendeu mais de 2 milhões de unidades em todo o mundo e sem novo trabalho editado desde 2013, altura em que lançou "Little French Songs", "French Touch" marca o regresso de Carla Bruni à música e aos palcos, com uma digressão que passará por Lisboa e Porto a 25 e 27 de Janeiro.

Outubro é sinónimo de oficinas, conversas e visitas às exposições da Casa da Memória

Em outubro, a programação da Casa da Memória de Guimarães (CDMG) dá o pontapé de saída no dia 7 com o Guia de Visita, a cargo de Jorge Castelar. No dia 14, é tempo de arregaçar as mangas e apurar o paladar para uma oficina de cozinha pedagógica com sabores outonais. A 21 de outubro, a Casa acolhe uma conversa com Tiago Gil para explorar a memória sob uma perspetiva neurobiológica e, no dia seguinte (no habitual último domingo do mês), realiza-se mais um Domingos em Casa, desta vez com uma oficina que vai pôr os participantes com as mãos no barro. Outubro é também o último mês para visitar a exposição temporária do ciclo “Memento”, sob o tema “Jantar de Domingo à Tarde”. Até 15 de outubro, a mostra está aberta ao público e exibe, através de vários documentos, as profundas transformações no mundo do trabalho no início do séc. XX. Em novembro, o ciclo “Memento” inaugurará uma nova exposição.

 

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No dia 7 de outubro, às 17h00, o Guia de Visita faz-se com Jorge Castelar como convidado. Há muito tempo que Jorge Castelar – advogado, associativista, Nicolino – tem ajudado a fazer cultura na cidade de Guimarães: mentor e produtor do já mítico Guimarães noc noc, escritor de vários gags das não menos míticas Danças de São Nicolau, é ele o Guia de Visita de outubro na Casa da Memória, precisamente em sábado de noc noc – uma conjugação nada casual que traz o Festival para a Casa ou vice-versa, associada à capacidade narrativa ímpar do Guia convidado.

 

A Roda das Estac¦ºo¦âes_outubro

A programação da Casa da Memória prossegue no dia 14 de outubro, às 16h00, com uma oficina de cozinha pedagógica. À Roda das Estações #Outono leva os participantes numa exploração pelos sabores típicos desta época. Nesta oficina, dar-se-á ênfase a dois produtos da terra mãe, muitas vezes esquecidos no contexto citadino contemporâneo, o calondro e a nêspera, e exploram-se as histórias e receitas que têm sido protagonistas deste seu ressurgimento. A oficina será conduzida pelo chef Álvaro Dinis Mendes, Liliana Duarte e seus convidados.

 

Memo¦ürias da Memo¦üria_outubro

No dia 21 de outubro, às 17h00, há uma nova sessão do Memórias da Memória, um ciclo de conversas que convoca convidados das mais distintas áreas para ajudar a compreender os vários lados e as várias formas da memória. Desta feita, o convidado é Tiago Gil Oliveira, Professor Auxiliar na Escola de Medicina da Universidade do Minho que abordará o tema da memória sob uma perspetiva neurobiológica, esclarecendo os presentes sobre o lado orgânico da memória, as suas bases neurobiológicas ao nível das moléculas, células e circuitos neuronais.

 

Domingos em Casa_outubro

No dia 22 de outubro, às 11h00, realiza-se mais um Domingos em Casa, iniciativa que acontece no penúltimo domingo de cada mês com oficinas que promovem a descoberta de atos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos, sempre num ambiente informal e de convívio. Nesta edição, sob o mote Histórias de Cântaros e Cantarinhas”, propõe-se aos participantes que metam as mãos no barro e se sentem numa roda de oleiro para descobrir as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados.

 

Outubro é o último mês para visitar a primeira exposição do ciclo Memento (Lembra-te)”, sob o título Jantar de Domingo à Tarde, que terminará a 15 de outubro. “Jantar de Domingo à Tarde” apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços. Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir. Em novembro, a Casa da Memória inaugurará uma nova exposição no âmbito deste ciclo de mostras temporárias.

 

Fotografias: Direitos Reservados

 

Biografia de um Poema… no Teatro do Bairro

Um poema de dez versos, que na realidade se reduzem a três - pois repete muitas vezes umas poucas palavras - foi escrito em 1924 por Carlos Drummond de Andrade, na altura um jovem desconhecido. Hoje, no Brasil, todos conhecem a “Pedra no Meio do Caminho”.

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O poema foi discutido, parodiado, elogiado, atacado, interpretado e louvado até ser espontaneamente incorporado na vida quotidiana brasileira. Quarenta anos depois, o já ilustre Drummond de Andrade, reuniu em livro os acontecimentos mais marcantes que envolveram este que é, afinal, o poema mais discutido do modernismo literário brasileiro: “Colecionei e publiquei tudo o que se escreveu sobre a pedra no caminho, pró e contra, claro que na maioria contra - ‘A pedra é um símbolo! É uma besteira! Genial! Idiota!’ - Afinal: ficou divertidíssimo”. A este livro, publicado em 1967, chamou “Biografia de um Poema”.

 

Foi a partir das histórias compiladas pelo próprio autor neste “livro divertidíssimo” e tendo como referência também outros textos, autores e obras do período modernista brasileiro, que António Pires construiu o seu espetáculo. Lúdico, divertido e comovente, conta com um elenco de atores brasileiros (Cassiano Carneiro e Chico Diaz) e uma atriz portuguesa (Rita Loureiro). Recusa-se a narrativa tradicional e regressa-se a um caminho mais livre, abstrato e fragmentado, primário mas também futurista, onde as imagens, movimentos e composições nos oferecem um universo emocional único, apenas possível no teatro e na própria arte.

 

A partir da obra homónima de Carlos Drummond de Andrade, no Teatro do Bairro           até 8 de Outubro

Carla Pires realiza 13 concertos no Japão

As melhores salas de espectáculo do Japão recebem Carla Pires. A fadista apresenta o seu novo disco “Aqui” de 28 de Outubro e 14 de Novembro de 2017 numa digressão com 13 concertos neste país, a convite da Fundação Min-On.

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Carla Pires tem tido um percurso único no Fado, pautado sobretudo por grandes digressões internacionais e tem actuado nos mais prestigiados teatros do mundo e nas salas mais cobiçadas como Ópera de Graz-Áustria, Ópera de Gent, Cirque d’ Hiver-Paris, Théâtre de la Ville-Paris, Södra Theatern - Estocolmo, Teatro Solis-Montevideu e também nos festivais mais singulares como Gent Festival van Vlaanderen, Festival d’Ille de France, Festival d’Ambronay,  Festival Mozaïque, Festival des Musiques Sacrèes de Silvanès sempre acompanhada de críticas fabulosas e pelas ovações do público.

A digressão pelo Japão não será certamente excepção onde Carla Pires será acompanhada por Bruno Mira na guitarra portuguesa, André Santos na guitarra clássica, Paulo Neves no contrabaixo, Nuno Tavares no piano e Raquel Merrelho no violoncelo.

Cristiano de Sousa, fadista residente do Café Luso e vencedor da Grande Noite do Fado em 2007, é convidado de Carla Pires para participar nestes concertos, onde serão recriados alguns momentos especiais de fado tradicional.