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Glam Magazine

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40.º Aniversário de “Never Mind The Bollocks” dos Sex Pistols celebrado com reedição

Passam quase 40 anos desde que os Sex Pistols lançaram “Never Mind the Bollocks, Here’s The Sex Pistols”, e para assinalar este aniversário importante a Universal Music orgulha-se de revisitar a edição super deluxe que se encontrava esgotada, tendo sido editada originalmente em 2002. Tendo tido uma primeira edição muito limitada, este pack é considerada a versão definitiva do álbum. Desta edição fazem parte 3CDs que incluem o álbum original de estúdio, um disco de maquetes e outro disco com gravações ao vivo de 1977. Além disso, esta edição traz um DVD com material de arquivo registado em 1977, com imagens dos concertos “infames” da banda no Rio Tamisa, em Londres, nos Winter Gardens, no Penzance, em Cornwall, e na Happy House, em Estocolmo (Suécia).

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Os discos são acompanhados de um livro de capa dura de 48 páginas com um artigo do jornalista Pat Gilbert e fotografias raras de Bob Gruen, Barry Plummer, John Tiberi e Dave Wainwright.

Condensando a essência do ano de 1977, “Never Mind the Bollocks, Here’s The Sex Pistols” é o único álbum de estúdio do grupo, tendo o seu lançamento gerado muita controvérsia e indignação, sendo que logo depois o grupo acabou por ser despedido não por uma, mas duas editoras e banidos de atuarem em maior partes das salas do Reino Unido. A capa foi criada pelo designer Jamie Reid em colaboração com os Sex Pistols, sendo que o titulo arriscado gerou um caso de tribunal controverso que a banda ganhou. Tudo isto mostra como os Sex Pistols com este álbum conseguiram resumir um momento único na história da música.

 

Abertura Tap Room… Fábrica Musa

Entrelaçar ideias e histórias, desafiar feitios, conversar com muita gente. O caminho fez-se longo, com poucos atalhos. Somos fábrica, substantivo que encerra algum engenho e costas largas. Mas está na hora de abrir este projeto a todos, desenrolar os planos e fazer acontecer o que até agora esteve embrulhado entre sacos de malte e barris de cerveja.

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photo: valter Vinagre

 

No dia 4 de Outubro abrem-se, finalmente, as torneiras, ligam-se os amplificadores e acendem-se os fornos do Tap Room da Fábrica Musa. Para acionar o interruptor foram convidadas 3 editoras/agências/associações culturais, Haus, Cuca Monga e Filho Único que desenham esta primeira noite, e outras tardes e noites, ao longo dos próximos seis meses. Uma primeira experiência que marque o ritmo e dê o tom a uma vontade grande de desenhar processos criativos e improvisar conceitos, um tap room que se quer fermentador de génios e géneros, feições e feitios, inspirações e expirações.E se as torneiras jorram picadas na língua, amargos de boca, uma comichão aos sentidos, as colunas libertam vozes e estilhaços, com o Éme, os Riding Pânico, Iguana Garcia, e o Quim e o Hélio (Haus), o Afonso (Filho Único) e o Joaquim (Cuca Monga) a delimitar as rotações da noite.

 

É com o Éme a “brindar à manada”, não num Domingo à tarde, mas numa quarta-feira à noite, que se abrem portas. Um silvo à mocidade, um sorriso de esguelha a lisboa, De “Roma À Sé”.
Refrões Que Matam o Tédio Sem Tento Na Língua, Nem Nos Dedos Das Mãos. Notas Certeiras Numa “Liberdade Que Lhe Vem Do Coração”.

 

É com músculo teso e algumas arritmas que galopa a noite. A Sonoridade é frenética e faz destilar. Com os Riding Pânico a cerveja bebe-se em tragos grandes e cheios. “Os riffs correm como uma água-viva, a bateria perde-se e parte-se, o Groove ainda pulsa, qual coração de criança, sob um caos improvisado.” São os riding pânico, máquinas sonoras no meio de tantas outras máquinas.

 

Iguana Garcia… E é neste cabaret aleatório que contina a noite. Assim se chama também o novo disco do “Camaleão Paulo” que é lançado em primeira mão no dia 4 de Outubro. Um disco que aquece o chão de tanto bater o pé. “Um projeto de fusão músical, onde loops de guitarra e sintetizador são condensados por beats electrónicos e percurssões ambientes. A música de Iguana Garcia precisa do catalizador UV com a mesma intensidade que o réptil a que rouba o nome, exalando tropicalismo, psicadelismo e outro tipo de ismos que não vivem de ideias, mas de construção de identidades sonoras. A de Iguana Garcia é maior do que as fronteiras em que nos fechamos.”

Melt-Banana do Japão para Portugal…

Nos idos anos 90, do Japão só chegavam notícias das Pizzicato Five e das Cibo Matto (o duo de Yuka Honda e Miho Hatori). Nos Estados Unidos, gente como Steve Albini, Kurt Cobain, Jim O’Rourke ou Mike Patton estavam atentos (na Inglaterra era o entusiasta era John Peel).

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E com os Boredoms, os Melt-Banana avançariam, numa benigna e musical invasão nipónica, sobre os EUA. Em 2000, a sua influência já se escutava em Providence, Rhode Island, e na Califórnia. Os The Locust, Arab on Radar, os Deerhood ou os Hella, entre outras bandas, souberam ouvi-las. Em 2013, foi o ano de Fetch, uma verdadeira síntese musical dos anos de estrada e das afinidades que foram estabelecendo, mas, sobretudo, um dos grandes discos de rock desta década. Solos de guitarra que podiam ser percussão, riffsque se confundiam com batidas. O que nos reservam nesta noite? Se não forem novas canções, será certamente música nova consagradas às guitarras. Uma expressão que resume, sem diminuir, os Melt Banana….

 

Dia 29 de Setembro passam por Lisboa na Galeria ZDB, mas antes invadem o Maus Hábitos no Porto na quinta feira, 28 de Setembro.

Em Outubro… Ovar será a montra da nova musica Portuguesa

De 2 a 7 de Outubro de 2017, Ovar volta novamente a ser palco do que há de NOVO na Música Portuguesa, com propostas musicais de coordenadas e influências tão dispersas e desafiantes quanto soberbamente cativantes.  Luis Severo, Valter Lobo, Gobi Bear, Baleia Baleia Baleia, Lavoisier, Billy Lobster, Dragao Inkomodo, Daniel Reis, Mr Gallini, Germano, Laudo e Dyslexic Project, são os projetos desta 3ª. edição do Festival que a Rádio AVfm organiza, prosseguindo os objetivos a que se propõe com o projeto Cultural Casa do Povo e com o apoio desde a primeira hora da Glam Magazine.

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O NOVO assenta em objetivos bastante claros, fazer da iniciativa um local de procura e descoberta de projetos musicais independentes, onde os artistas poderão, assim, mostrá‐los não só ao público em geral mas também a agentes e programadores culturais, bem como à imprensa especializada. Para os músicos é uma oportunidade de serem vistos por quem os pode impulsionar. Para os restantes agentes da música é uma ocasião para tomarem nota do que se anda a fazer de NOVO no panorama musical em Portugal.

O NOVO 2017 contará com Workshops, Tertúlias, Cinema Documental, Feira de Discos Independentes e 12 Concertos repartidos por vários Cafés, Bares e outros espaços da Cidade, sendo o edifício da Casa do Povo, onde está instalada a Rádio AVfm; a base de toda a dinâmica do projeto. Pretende‐se assim, nesta 3ª edição, estender o Festival a mais locais, com o objetivo de musicar espaços por vezes improváveis, atingindo um público mais heterogéneo.

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O Cinema documental, fica a cargo de Eduardo Morais com a sua serie documental “Fios bem Ligados”, sobre as dificuldades da profissionalização da música independente em Portugal. As conferências, marcadas para os dias 2 e 3 de outubro, abordam temas como “A importância da radio de hoje, na mostra da nova musica portuguesa a agentes e programadores culturais", de que forma os programadores culturais usam a "ferramenta" radio para conhecerem novos artistas, esta é também, uma missão das rádios atuais?,  “A programação, agenciamento e a sua relação com o público ou falta dele…

O NOVO 2017, será também, a perfeita banda sonora para descobrir a cidade de Ovar, através de um conjunto de visitas guiadas pelas ruas do centro da cidade, nos dias 5 e 7 de outubro.

Todos os espetáculos, conferencias e visitas guiadas, são gratuitas…Tudo boas razoes para visitar a cidade de Ovar de 2 a 7 de Outubro de 2017.

O novo disco dos Lavoisier é apresentado ao vivo este Sábado

Não há um par tão criativo que desenhe diálogos líricos com a mesma mestria. Uma beleza que percorre os coros e a palavra. Patrícia Relvas e Roberto Afonso juntos formam o Lavoisier.

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Ao Festival Silêncio vêm apresentar o seu primeiro disco de originais: “É Teu”, um trabalho que conta estórias através de melodias, actos e pensamentos comuns, com letras e composição criadas da química transformada que é só deles. Por lá encontramos poetas mortos, desconhecidos vários, carnes inalcançáveis e a energia de um objecto com vida própria. Os timbres entrelaçam-se como a paixão que põem na verdade da sua música. Se por um lado o dedilhar da guitarra nos transporta para as ruas da tradição da música popular, pelo outro, a dimensão sónica que criam os vários espaços de toda a atmosfera do disco, levam-nos para um universo único da música portuguesa. O single “Opinião” é a primeira entrada neste universo.

 

A Entrada é livre…

 

Musicbox (Lisboa)

30 Setembro 2017 | 22.30h

Swans em Portugal.... É já em Outubro

A história faz-se também, invariavelmente, de despedidas – e os Swans, que Michael Gira ressuscitou em 2010 após treze anos de ausência têm, agora, um segundo adeus anunciado. Desde a confrontacional abrasividade dos primeiros lançamentos, passando pela folk sombria e assombrada de discos como “Love of Life” ou “The Burning World”, até ao vórtice de rock hipnótico e majestático praticado desde a sua reunião – ouçam-se “The Seer” ou o mais recente “The Glowing Man” – os Swans firmaram desde sempre o seu nome como um dos mais influentes da música experimental.

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No que serão as derradeiras oportunidades  de testemunharmos a esmagadora presença em palco de Michael Gira e companhia, os Swans regressam a Portugal para duas datas; os concertos acontecem a 8 e 9 de Outubro no Hard Club (Porto) e no Lisboa ao vivo, respectivamente.

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As primeiras partes, em ambas as datas, estarão nas mãos de Baby Dee. A artista e performer norte-americana, que já colaborou com nomes como Antony Hegarty, Current 93, Will Oldham ou Andrew W.K., apresentará uma obra que tem tanto de excêntrico como de desconcertante.

Gregory Porter… “L-O-V-E” é o novo single do emotivo álbum de tributo “Nat King Cole & Me”

O cantor Gregory Porter, vencedor de 2 Grammys, acaba de lançar “L-O-V-E”, o exuberante segundo single do seu próximo álbum de tributo “Nat King Cole & Me”, que será editado a 27 de outubro pela Blue Note Records. O tema conta com a voz inconfundível de Porter e um solo de trompete brilhante de Terence Blanchard, apoiado por uma secção rímica ágil composta pelo pianista Christian Sands, o contrabaixista Reuben Rogers e o baterista Ulysses Owens.

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A canção foi composta por Milt Gabler e Bert Kampbert e fez parte do álbum com o mesmo título de Cole, editado em 1965.

“Kat King Cole & Me” é um tributo emotivo de Gregory Porter ao seu ídolo, o cantor e pianista lendário Nat King Cole. Com a ajuda do arranjador Vince Mendoza, vencedor de 6 Grammys, e da London Studio Orchestra, Porter revisita alguns dos clássicos mais célebres de Cole, como “Smile”, “L-O-V-E”, “Mona Lisa”, “Nature Boy” e “The Christmas Song”.

 

Para Gregory Porter, a influência de Nat King Cole na sua vida é muito profunda, fazendo parte das suas primeiras memórias de infância. “Ele era único. Deixou tanta música incrível, temas lindíssimos que se tornou impossível não ser influenciado pelo seu timbre extraordinário e pelo seu estilo”, Porter afirma. “É natural que vá às raízes da minha inspiração. E essas raízes seriam a minha mãe, a música gospel e Nat King Cole”.

 

 

 

Luar na Lubre convidam Sara Vidal para celebração de 30 anos de música

Luar na Lubre celebram 30 anos de carreira esta quarta-feira no teatro Tivoli BBVA, numa actuação que contará com uma convidada especial. Sara Vidal, a cantora portuguesa que fez parte do grupo entre 2005 e 2011, participará no concerto da banda com a qual gravou os álbuns "Saudade", "Camiños da fin da terra" e "Solstício".

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Luar na Lubre são a banda mais internacional da Galiza, tendo tocado nos principais festivais de música do mundo e vendido perto de meio milhão de discos, dando a conhecer desde 1986 a música e a cultura galegas.

A Lisboa chega a digressão do seu mais recente disco, "XXX Aniversário", que percorre as várias fases do projecto, contendo ainda a versão de Mike Oldfield da música "O Son do Ar".

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

27 Setembro 2017

Talita Avelino celebra a força da mulher negra em novo vídeo…

Rio Vermelho”, faixa de “Azul Bahia”, o novo trabalho de Talita Avelino, disponível nas plataformas digitais no final de setembro, é a primeira canção do álbum a ser lançada em formato de videoclipe.

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As imagens gravadas retratam a vida sinuosa, as lutas diárias, a coragem da mulher negra, que busca o seu sustento, o prazer e as bençãos de Iemanjá. O video dirigido por Diogo Nonato e Martin Fox Douglas, conta com a participação da atriz Mariana Desterro e realização da Ijexá Filmes.

Em “Azul Bahia”, o seu segundo álbum, a cantora faz um mergulho na direção de sua identidade, de seus amores e de suas lutas diárias. O disco conta com a assinatura do produtor musical Leco Brasileiro, as participações de Larissa Luz e do grupo “As Ganhadeiras de Itapuã” (grupo baiano vencedor do Prêmio da Música Brasileira em 2015 na categoria “Melhor Álbum Regional”) e um time de músicos bem requisitados.

Mito apresenta single de estreia… "Bom Rapaz"

Os MITO são um duo de Lisboa que se estreia hoje com o Single "Bom Rapaz". O seu Pop-Electrónico, o primeiro longa duração da banda está previsto para o primeiro trimestre de 2018.

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“Gravado nas ruas noturnas da cidade de Philadelphia, EUA, a batida começa e com ela a dança. As palavras “Ser bom rapaz” dão uma identidade ao dançarino. O bom rapaz que vive no conflito de pensamentos, egos e afectos. É um videoclipe que não vive de história mas da expressão de sentimentos universais ao tom de música e dança.”

É esta a premissa para o primeiro single com videoclipe de MITO.

Rui Massena integra “Expo 1”… compilação da Deutsche Grammophon

No próximo dia 29 de setembro, sexta feira, chega ao mercado “Expo 1”, uma nova compilação da Deutsche Grammophon que reúne num duplo CD alguns dos mais importantes compositores contemporâneos, entre eles o maestro português Rui Massena, que neste disco se encontra ao lado de nomes como Ludovico Einaudi, Max Richter, Jóhann Jóhannsson ou John Cage. Rui Massena é assim reconhecido como um dos grandes compositores do atual panorama da música clássica, estando presente em “Expo 1” com a composição “Valsa”, que faz originalmente parte do álbum “Ensemble” (2016), gravado com a Czech National Orchestra, e que chegou ao 1.º lugar do top nacional de vendas.

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“Expo 1” reúne uma série de compositores e intérpretes que não mais se regem por trâmites rígidos do que significa a música erudita. “Expo 1” apresenta assim as vozes mais importantes do panorama atual da composição pós-minimalista, onde a música contemporânea clássica e vários estilos de música popular alternativa colidem. O resultado é um caleidoscópio fascinante de estilos e abordagens musicais individuais, tanto na composição como na interpretação.

Jonny Greenwood, Hauschka, Philip Glass, Ólafur Arnalds são outros dos compositores representados em “Expo 1” ao lado do português Rui Massena. “Berlin by Overnight CFCF Remix”, de Max Richter, interpretada pelo violinista Daniel Hope e o contrabaixista Jochen Carls é editada pela primeira vez em CD nesta compilação. “Expo 1” estará também disponível num LP com 14 temas selecionados a partir do alinhamento do duplo CD, mas também em formato digital e em streaming.

 

Rui Massena continua em digressão pelo país, estando marcados para novembro dois concertos importantes em Lisboa e Porto.

 

2 de novembro 2017 – Centro Cultural de Belém (Lisboa)

11 de novembro 2017 - Casa da Música (Porto)

5 de dezembro 2017 - Conservatori Del Liceu (Barcelona / Espanha)

16 de Dezembro 2017 - Convento São Francisco (Coimbra)

26 de janeiro 2018 - Theatro Circo (Braga)

3 de março 2018 - Teatro Micaelense (Ponta Delgada)

 

Orquestra Jazz de Matosinhos e INESC TEC promovem encontro internacional de música e tecnologia

Depois de São Paulo (2016), Plymouth (2015), Marselha (2013), Londres (2012), Bhubaneswar (2011), Málaga (2010), Copenhaga (2007, 2008 e 2009), Pisa (2005), Esbjerg (2004) e Montpellier (2003), cabe a Matosinhos acolher a 13.ª edição do simpósio internacional Computer Music Multidisciplinary Research. Co-organizado pelo INESC TEC e pela Orquestra Jazz de Matosinhos, o CMMR 2017 arranca hoje e decorre até 28 de setembro no salão nobre dos paços do concelho e no CARA - Real Vinícola, integrando o programa do 20.º aniversário da Orquestra Jazz de Matosinhos.

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Sob o tema "Music Technology with Swing", este simpósio é um dos principais eventos mundiais dedicados à investigação multidisciplinar na área da música electrónica  e conta com a apresentação de artigos científicos, música e demonstração de tecnologia musical. Peter Vuust (Aarhus University, Dinamarca, Margaret Schedel (Stony Brook University, EUA), Amílcar Cardoso (Universidade de Coimbra, Portugal) e Carlos Guedes (New York University Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos) são alguns dos especialistas que marcam presença nestes quatro dias de intercâmbio.

 

Além do programa científico, o simpósio conta ainda com concertos, a ter lugar na Real Vinícola, o futuro espaço da Orquestra Jazz de Matosinhos. A big band de Matosinhos, além de co-organizadora do evento, torna-se no primeiro ensemble residente do simpósio, juntando-se-lhe o Quarteto de Cordas de Matosinhos, alguns solistas convidados, uma orquestra de altifalantes e a banda Heartbreakers 7tet.

 

Portugal vai ter primeiro musical para turistas: The Portuguese

Acontecimentos e personagens marcantes da História de Portugal serviram de inspiração a Filipe Homem Fonseca e Rui Cardoso Martins - os autores da Conversa da Treta - que criam agora um divertido enredo para aquele que será o primeiro musical português dirigido a quem nos visita. A esta dupla de autores juntaram-se a produtora Plano 6 e vários parceiros que partilham do sonho de colocar o teatro musical português na rota do consumo internacional. Os ensaios já começaram e a peça entra em cena em novembro, no Casino de Lisboa, em data ainda por anunciar.

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The Portuguese – a musical comedy será uma peça integralmente interpretada em inglês e com um cunho humorístico muito próprio sobre vários factos que marcaram a História de Portugal, reencarnados por um elenco de atores portugueses, numa co-encenação de Sónia Aragão e Ana Brito e Cunha. A peça foi pensada para todos os milhares de turistas e estrangeiros que visitam o país em lazer ou negócios e que poderão assim consumir cultura de qualidade enquanto conhecem um pouco mais da História e estórias da terra de Camões.

 

"Existe uma enorme oportunidade de oferecer cultura aos milhares de estrangeiros que procuram em Lisboa, e noutras cidades, uma oferta cultural de qualidade. A grande maioria dos estrangeiros procura sol, mar, gastronomia, mas também conhecer melhor de perto o país e o seu povo. A peça The Portuguese – a musical comedy é a melhor forma para dar-lhes a conhecer Camões, Pessoa, D. Sebastião entre muitas outras personagens importantes de forma leve, humorística e musical", explica Ana Rangel, produtora da Plano 6, e membro da The Portuguese People, empresa que reúne um grupo de investidores e profissionais das áreas artística e de produção, unidos para dar vida a esta peça.  A peça não tem só como target o público estrangeiro. "Certamente muitos portugueses podem viver esta nova experiência de teatro musical sobre eles próprios. A peça foi escrita por portugueses, será encenada por portugueses, e só a língua portuguesa fica de fora. Estou certa que vão adorar", defende a mesma responsável.

 

Com data de estreia ainda por anunciar, a peça deverá erguer-se durante o mês de novembro no Casino de Lisboa. No início de outubro serão apresentadas todas as novidades deste projeto inovador na cena cultural nacional.  Este é um projeto que nasceu perante a forte visibilidade que o país tem tido a nível internacional, bem refletida no aumento exponencial do fluxo de turistas nos últimos anos.

The Portuguese conta com o apoio do Turismo de Portugal.

 

Eu Fúria com novo Single "Não Temo Nada"

Em Junho de 2015 nasceram os Eu Fúria, um grupo de três amigos que começaram a tocar juntos muito antes dessa data no mítico bairro de Alvalade. Estrearam-se ao vivo em Setembro nas Festas da Nazaré’15 num recinto com capacidade para 20 mil pessoas.

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Em Novembro do mesmo ano, os Eu Fúria lançaram a primeira canção. “Tudo o que fizemos” teve uma critica muito positiva por parte do público e dos media. A banda não tem parado de tocar e já passou por conhecidas salas e festivais, como o AgitÁgueda, Festas da Nazaré, CAE Portalegre, Texas Bar, Sabotage Club, entre outras…

Recentemente, lançaram um vídeo com uma sessão ao vivo gravada no Black Sheep Studios. Pretendem levar a fúria do seu rock pelos caminhos de Portugal e além fronteiras.

O sangue novo no rock cantado em português tem o nome de Eu Fúria.

A banda de Alvalade está agora em estúdio e tem o seu primeiro longa duração previsto para o primeiro trimestre de 2018. O trio vai apresentar-se ao vivo no dia 6 de Outubro no Popular Alvalade, onde irá apresentar não só "Não Temo Nada" como temas mais conhecidos do público como "Tudo o que Fizemos" ou "Dias Contados".

Arcade Fire apresentam “Everything Now” em Portugal com concerto 360º

Dia 23 de abril de 2018, Lisboa vai testemunhar um dos mais incríveis concertos do ano. Arcade Fire, uma das maiores bandas do momento e responsável por um dos mais marcantes concertos do NOS Alive’16, vai apresentar em primeira mão num espetáculo 360.º o quinto disco de originais “Everything Now”. O Campo Pequeno é a sala que recebe este concerto especial, que por contar com um palco localizado no centro da arena garantirá aos fãs uma experiência sensorial inesquecível. A primeira parte do concerto estará a cargo dos norte-americanos Preservation Jazz Hall Band.

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Os Arcade Fire são hoje, sem margem para dúvidas, uma das mais fortes bandas da atualidade, conhecidos não só pelos cinco álbuns de sucesso, como pelas incríveis atuações ao vivo. “Everything Now”, editado no passado mês de julho, é o mais recente álbum de originais da banda e mais uma provas do incrível talento da banda de Win Butler e Régine Chassagne.

 

O novo disco foi produzido pelos Arcade Fire, Thomas Bangalter (Daft Punk) e Steve Mackey (Pulp), com co-produção de Marcus Dravs, produtor vencedor de três Grammy, responsável por grandes sucessos como Coldplay, Björk, Brian Eno, Sheep on Drugs, Mumford & Sons, Florence + the Machine, The Maccabees e Kings of Leon. O álbum foi gravado no Boombox Studios in Nova Orleães, Sonovox Studios em Montreal e no Gang Recording Studio em Paris.

 

Campo Pequeno (Lisboa)

23 Abril 2018 | 20.00h

Galeria SALA 117 inaugura exposição “Limites ao longo do caminho” de Sílvia Simões

A Galeria SALA 117, na Rua Damião de Góis (Porto), inaugura no próximo dia 30 de setembro uma exposição da artista Sílvia Simões, intitulada “Limites ao longo do caminho”. Patente ao público até 11 de novembro, esta mostra traz ao público o mais recente trabalho de uma artista que é já um nome de referência nas artes plásticas em Portugal. “Limites ao longo do caminho” assume-se como a maturação de um trajecto iniciado pelo desenho de Sílvia Simões, que assumiu maiores dimensões em 2012, na exposição “Várias hipóteses sobre a mesma coisa”. Se nas exposições anteriores, existia um certo imediatismo entre a acção e o resultado, “Limites ao longo do caminho” é uma exposição que encontra nos diferentes meios a construção do seu relato. Ou seja, a pintura, os objetos instalados e o desenho, alimentam-se e interagem de forma a proporcionarem uma narrativa mais poética e especulativa sobre as questões da paisagem e da natureza.

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Para a artista, esta é uma exposição mais complexa, uma vez que, diz, “resulta dum trabalho que assenta fundamentalmente na construção processual entre a prática e a sua reflexão, na rejeição e aceitação, no fundo numa relação dialógica permanente entre o discurso e a prática”. Com este corpo de trabalho, Sílvia Simões tentou criar uma história, uma ligação entre o desenho, o objeto instalado e a pintura. Não uma história com princípio, meio e fim. É mais um convite a viajar, a deixar que os sentidos percorram a exposição num diálogo que se pode estabelecer entre as peças e as memórias de cada um. “” Limites ao longo do caminho” é um todo que se edifica em várias partes”, sustenta a artista.

 

O ponto de partida destes desenhos são as memórias sensoriais que Sílvia Simões guarda das suas viagens. Não de todas, mas aquelas em que natureza e paisagem são evidências do território. “A ausência de “norteagrada-me. Tenho verdadeira fixação por desertos vulcões, terras negras e inóspitas.  É quase mágico, o poder da natureza e do tempo. Destrói e renova. Também por isso, nestes territórios da paisagem, o que me interessa são os “restos” o vestígio de qualquer coisa que não sobreviveu mas que está presente”, frisa Sílvia Simões, lembrando, no entanto, não estarmos perante tentativas de fixação da realidade. “São construções de outras realidades”, adianta.

 

Sílvia Simões nasceu no Porto em 1974. É formada em pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, instituição onde lecciona e é professora auxiliar da subunidade de Orgânica de Desenho. Iniciou a prática artística em 1995, que continua a desenvolver dando particular destaque à área do desenho, fotografia e pintura. Como investigadora é membro integrado do Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (I2ADS) no Núcleo de Desenho. Fez o mestrado em Artes Digitais Multimédia, pela Universidade Católica em 2001. Em 2013, conclui o Doutoramento em Arte e Design pela Faculdade de Belas Artes do Porto. A tese foi distinguida com o Prémio Excelência 2014.

The Script apresentam "Freedom Child" ao vivo em Portugal

O trio irlandês The Script acaba de anunciar as datas da digressão de apresentação do novo álbum, “Freedom Child”, com concerto agendado para Portugal dia 23 de março, no MEO Arena. “Rain”, o primeiro single a ser apresentado aos fãs, revelou-se um verdadeiro fenómeno, tendo entrado diretamente no top 10 do iTunes e garantido lugar nas mais importantes rádios mundiais.

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O quinto disco de originais da banda irlandesa, sucessor do aclamado “No Sound Without Silence", foi gravado entre Londres e Los Angeles, contanto pela primeira vez com a colaboração de vários coautores e produtores. O disco reúne uma forte coleção de temas que falam sobre a vida real e que mostram uma vez mais o talento inato da banda.

 

Os The Script são uma das mais bem-sucedidas bandas do mundo, com mais de 29 milhões de discos vendidos. A banda conta com vários galardões de platina e já vendeu mais de 1.4 milhões de bilhetes em 203 espetáculos ao vivo, incluíndo o concerto que esgotaram em minutos no lendário estádio Croke Park, na sua cidade natal. Os bilhetes serão colocados à venda já no próximo dia 29 de setembro, sexta-feira, nos pontos de venda oficiais.

 

MEO Arena (Lisboa)

23 Março 2018 | 20.00h

O regresso ao trabalho não tem que ser uma chatice… V.º Festival Brands Like Bands

O mês de setembro é o regresso de muitos ao trabalho e em que também várias empresas já preparam a sua participação em palco e não só no Festival Brands Like Bands, o único Festival do Mundo com Bandas de Empresas. A decorrer no Porto, no Hard-Club, e em Lisboa, no Time Out Market, a 7 e a 21 de Outubro, respectivamente, o Festival conta este ano com uma novidade que é a participação de bandas compostas por alunos da Universidade do Porto, Universidade Nova de Lisboa e Instituto Superior Técnico.

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“Fomos sentindo a necessidade por parte das empresas, que seria interessante desenvolver a ligação do Festival também às Universidades, que no fundo é o berço de muitos futuros colaboradores e de muitas bandas e mostrar assim também aos estudantes um certo “lado b” das empresas, mais cool e extrovertido. E assim, este ano, convidámos então algumas, para que no futuro possamos identificar o que pode se concretizar mais e que seja, essencialmente, diferenciador, já que essa é a grande marca do Festival.”, comentou Sílvia Pouseiro, da Organização do Festival Brands Like Bands.

 

Com o cartaz a ser realizado pela Ivity, inspirado-se nos primeiros anos do rock n rol, este ano as receitas de bilheteira revertem na integra para a Associação NOMEIODONADA e para o seu Kastelo, uma Unidade de Cuidados Continuados e Paliativos para crianças e jovens até os dezoito anos. E para a Unidade de Radiologia Mamária do IPO Lisboa.

 

7 Outubro 2017

Hard-Club (Porto) | 19.30h

Balter Youth – Universidade do Porto

The Dudes – Cision

Estado Crítico – CRITICAL Software

Liberty Big Band – Liberty Seguros

Banda Autêntica – Unicer

 

21 Outubro 2017

Time Out Market (Lisboa) | 16.00h

Dândi – Universidade Nova de Lisboa Instituto Superior Técnico

Liberty Big Band – Liberty Seguros

Big Band Siemens – Siemens

Desaffinity – Affinity

AMT Band – AMT-Consulting

Outliers On Fire – GDINE – Instituto Nacional de Estatística

One Night Band – Cuatrecasas

The MERCERnaries – Mercer

HumansR – RHmais

Fora-da-Lei – PLMJ- Soc. Advogados