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Glam Magazine

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Terror Empire revelam videoclip para “Burn the Flags”

A faixa que serviu de apresentação ao álbum “Obscurity Rising” assume agora a forma de videoclip. Realizado por Guilherme Henriques (Belphegor, Wormed, Hideous Divinity, Noctem, Haemorrhage, Unfathomable Ruination), o clip de “Burn the Flags” faz a mistura perfeita entre o frenesim sónico e a vertigem visual, uma constante ao longo do vídeo.

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“A nossa intenção passa por transmitir uma sensação permanente de caos e e inquietude a todos os níveis”, refere o guitarrista Rui Alexandre. “Uma das melhores partes do meio artístico é a dispensa de funcionalidade, assim queiram os artistas. Não tivemos qualquer problema em pretender massacrar os sentidos do espectador. Intensidade máxima”, remata.

Apesar de novo, Guilherme Henriques já tem bastante experiência neste meio e considera que “é sempre uma honra poder fazer parte de uma nova etapa de uma banda. Com os Terror Empire não é diferente e orgulho-me imenso do que consegui alcançar juntamente com um grupo de músicos que considero já amigos de alguns anos. Um fim-de-semana de trabalho árduo refletido neste clip que não dá tréguas."

 

Obscurity Rising” é lançado a 22 de setembro pela Mosher Records

O concerto de lançamento decorre no dia seguinte em Coimbra, pelas 21h00.

O que une Bjork, Incognito e One Direction ao grupo do Porto que lança o seu disco de estreia esta sexta?

Esta sexta dia 22 de Setembro os The Acoustic Foundation vão lançar o seu disco de estreia nas ruas do Porto. Vão estrear o disco de uma forma bastante original, uma música em cada um dos mais emblemáticos lugares da baixa do Porto. Esta "arruada Funk" começa na Sé às 13h30 e termina nos Clérigos às 16h00. Depois às 18h começa a festa Funk com o concerto de apresentação do The Acoustic Foundation nos jardim do bar BASE (um verdadeiro oásis no centro da cidade, bem ao lado dos Clérigos).

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O disco "Big Sculpture" esteve em Londres ao cuidado de Mo Hausler, conhecido engenheiro de som que trabalhou com alguns dos mais importantes ou interessantes nomes do universo musical: Björk, One Direction, Bat for Lashes, Everything Everything, Ed Motta, All Saints, Pete Dorothy, Mika, Lily Allen, Procol Harum e Pet Shop Boys. Mo Hausler trabalhou também com autênticas lendas vivas da soul e do funk, como: Chaka Khan, Incognito e The Brand New Heavies. O disco de estreia dos The Acoustic Foundation "Big Sculture" será distribuído mundialmente pela Altafonte, com exceção para Portugal que será editado pela nova editora discográfica do Porto, a Palace Records (editora especializada em soul, funk e outros ritmos dançáveis).

"Big Sculpture" é um álbum de 10 canções que vivem de uma cativante mescla em perfeita harmonia, entre as sonoridades "retro" e o som fresco da atualidade. O single / vídeo de avanço é "Feed My Soul", uma surpreendente canção de forte apelo rítmico apontada ao nosso corpo.

 

Os The Acoustic Foundation são uma das maiores referências do Funk no underground musical português. São mais do que uma banda, são um coletivo de formação aberta, de músicos e bailarinos (danças urbanas) que têm por missão fazer dançar. Apelidados pelos seus pares de “Máquina do Funk n´Roll”, os seus concertos são uma experiência sonora onde o groove sedutor nos vicia no movimento.

A pista está aberta… Let's Funk n' Roll!

“Fazer Sentido” e Milha… exposição internacional e festival dos músicos de Ílhavo são destaques do trimestre no 23 Milhas

Outubro marca o início de mais um trimestre de programação e o 23 Milhas volta a apostar na novidade. O grande destaque dos próximos meses vai para a Milha, a festa dos músicos e da música de Ílhavo, que surge no ano em que Carlos Paião cumpriria 60 anos e que vai juntar centenas de pessoas de bandas filarmónicas, grupos corais, ranchos folclóricos, bandas e outros coletivos musicais ilhavenses em três dias de festival. O evento, que o 23 Milhas pretende que seja anual, além de promover espetáculos e oficinas em vários espaços do Município, quer criar, a longo prazo, uma plataforma permanente de partilha e criação entre os vários artistas ilhavenses, para que estes se sintam apoiados e desafiados a trabalhar em conjunto, recorrendo aos vários espaços culturais disponíveis.

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A Milha, que tem a direção artística da Cais do Som, acontece nos dias 3, 4 e 5 de novembro, na Casa da Cultura de Ílhavo e na Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré. Ao longo destes três dias, há espetáculos, oficinas para escolas e famílias e ainda um espetáculo de homenagem a Carlos Paião que inclui mais de uma dezena de artistas e uma Big Band composta pela Filarmónica Gafanhense e pela Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo.

Outro dos grandes acontecimentos do trimestre, e que marca precisamente o arranca do mês de outubro, é a exposição “Fazer Sentido”, um desafio da Art-Map ao 23 Milhas, em que se condensa numa exposição os trabalhos realizados ao longo das oito residências artísticas da Art-Map que a Fábrica das Ideias acolheu ao longo dos últimos meses. Ao todo, e contando alguns artistas convidados para se associarem à exposição, será mais de uma centena de obras, de 34 artistas, oriundos de 13 países. A exposição acontece de 7 de outubro a 25 de dezembro, em cinco espaços do Município: a Fábrica das Ideias, a Casa da Cultura, a Biblioteca Municipal de Ílhavo, o Museu Marítimo de Ílhavo e o Museu da Vista Alegre. Além da exposição permanente, associa-se um ciclo de atividades que inclui conversas semanais com os artistas, apresentações, oficinas e um concerto.

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Ela Vaz, Cuca Roseta, Selma Uamusse, Mazgani e um Museu da Existência construído a partir dos tesouros da comunidade… Ao longo dos próximos três meses, muitos outros são os eventos que preenchem as semanas do 23 Milhas. Nota para o Ciclo de Jovens Talentos CulturXis, que leva ao Laboratório das Artes o coro aveirense Voz Nua (15/10) e o pianista António Luís Silva (19/11), o ciclo Olhar por Dentro, que mantém a sua cadência mensal na descoberta da arquitetura ilhavense, vários espetáculos e visitas/jogos para a família e escolas, a aposta contínua nas residências artísticas na Fábrica das Ideias, que recebe mais quatro projetos inovadores, a apresentação da mais recente criação de Bruno Alexandre, “Cavalos Selvagens”, e ainda a estreia do novo espetáculo de João Garcia Miguel, Nós Matámos o Cão Tinhoso (28/10).

 

Na música, destaque para o concerto da ilhavense Ela Vaz, que joga em Casa na apresentação do seu novo disco “Eu”, o primeiro a solo, no dia 11 de novembro; Cuca Roseta canta os parabéns ao Casci no dia 24 do mesmo mês; Mazgani apresenta o seu novo disco “The poet’s death” no dia 9 de dezembro e  Selma Uamusse leva o ritmo quente da sua música à Casa da Cultura no dia 16 de dezembro.

 

Em novembro, a Fábrica das Ideias transforma-se em Museu da Existência e recebe, nos dias 23, 24 e 25 uma exposição de histórias e memórias de habitantes da Gafanha da Nazaré. Um projeto da companhia Amarelo Silvestre que convida a comunidade a contribuir ativamente na construção de narrativas a partir das suas próprias histórias e objetos.

O ano termina com o lançamento de um novo evento, o LEME, um festival de circo e teatro de rua contemporâneo, em espaços não convencionais, de caráter internacional, que o 23 Milhas planeia estrear no inverno de 2018.

O regresso dos Três Tristes Tigres passa amanhã por Braga…

À volta de um gravador de cassetes, Ana Deus e Regina Guimarães fabricavam informalmente colagens e canções. Antes da formação que dará origem ao primeiro disco dos Três Tristes Tigres, o jogo da escrita estendeu-se a Ricardo Serrano.

Os primeiros concertos, no bar Aniki-Bobó (Ana Deus e Paula Sousa ao vivo, Regina Guimarães ao morto) assemelhavam-se a um cabaret pop, entre o poético e o corrosivo. “Partes Sensíveis”, de 1993, será o rasto da primeira configuração dos Três Tristes Tigres. Depois da saída de Paula Sousa aprofunda-se a colaboração entre Ana Deus e Alexandre Soares que, entretanto, se juntara à banda como músico convidado. Dessa aventura artística nascerão dois discos de originais – “Guia Espiritual” (1996) e “Comum” (1998) – e uma compilação, “Visita De Estudo” (2001), que como o seu nome indica, contém revisitações, algumas distanciadas, de composições anteriores.

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Em 2004, os Três Tristes Tigres fizeram, após ausência de quase três anos, uma meteórica aparição no Serralves em Festa. Só em 2017, graças ao convite para o Porto Best Of, se voltaram a juntar e atuaram com a cumplicidade habitual dos companheiros de estrada João Pedro Coimbra e Quico Serrano e a novidade da participação de Rui Pedro Martelo. Depois de mais dois concertos, um no festival MIMO e outro no Lux, os Três Tristes Tigres chegam agora a Braga e com eles trazem a revisitação de dois dos mais importantes discos na história da música portuguesa: Guia Espiritual e Comum.

É uma oportunidade única para ver uma uma página da história e uma das mais importantes bandas portuguesas de sempre.

 

Três Tristes Tigres revisitam Guia Espiritual e Comum

Gnration / BlackBox (Braga)

22 setembro 2017 | 22.30h

Vodafone Mexefest com novas confirmações… IAMDDB, Liars e Liniker e os Caramelows

Em novembro, o Vodafone Mexefest mostra uma Lisboa moderna, cosmopolita e aberta à diferença. O público que passeia pela Avenida, a música que se ouve, o ambiente que se vive, tudo colabora para essa atmosfera de partilha. A edição deste ano, marcada para os dias 24 e 25 de novembro, não vai ser exceção e há mais três nomes que prometem impressionar o público português: Liars, Liniker e os Caramelows, e IAMDDB.

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Os Liars deram os primeiros passos em novembro de 2000 e depressa marcaram a diferença nesses primeiros anos do século XXI. A proposta de pós-punk acompanhado de eletrónica chamou a atenção do público e da crítica logo após o lançamento do primeiro disco: “They Threw Us All in a Trench and Stuck a Monument on Top”. Esse sucesso fez com que a banda marcasse presença no documentário “Kill Your Idols”. Influenciados por Delta 5 ou Gang of Four, procuraram sempre o seu próprio caminho, adicionando elementos novos a cada disco. Um risco que valeu a pena, como provam os excelentes “Drum's Not Dead” e “Sisterworld”. Ao longo do tempo a banda sofreu algumas alterações na formação e hoje é o projeto de um homem só: o vocalista e o multi-instrumentista Angus Andrew. “TFCF”, editado em 2017, mostra um músico criativamente inquieto e empenhado em alargar as suas próprias fronteiras musicais (e não só).

 

O nome Liniker e os Caramelows leva-nos até Araraquara, cidade do interior de São Paulo, e é um dos projetos mais estimulantes da atual música brasileira. O raro talento da cantora e compositora Liniker Barros (não se define como homem, nem como mulher, mas prefere o pronome feminino) está bem acompanhado por Renata Éssis (backing vocals), Marja Lenski (percussão), Rafael Barone (baixo), William Zaharanszki (guitarra), Péricles Zuanon (bateria), Fernando TRZ (teclados), Graziella Pizani (trompete) e Eder Araújo (saxofone). “Remonta”, editado em 2016, é o disco de estreia que revela toda a capacidade de Liniker, camaleónica e sempre inspirada. MPB, muita soul e referências que vão desde Tim Maia até às mais improváveis baladas latinas, passando pelo inevitável Ney Matogrosso, fazem deste registo um verdadeiro acontecimento.

Depois de correrem o Brasil de norte a sul, depressa chegaram os primeiros concertos internacionais. A agenda está cheia, e Portugal cabe na lista.

 

Motivada por uma cena musical que fervilha em Manchester, IAMDDB não tem parado de criar. Depois de “Waeveybby, Volume 1” e “Vibe, Volume 2”, chega agora um novo EP. “Hood Rich, Volume 3” confirma IAMDDB como uma das artistas mais conscientes da nova geração. A decisão de nos aceitarmos exatamente como somos continua a ser uma das ideias mais fortes da mensagem que IAMDDB quer transmitir. Empenhada em juntar jazz às batidas trap que domina com mestria, e cada vez mais interessada nas suas raízes angolanas, esta jovem de Manchester tem nomes como Jimmy Dludlu e Lianne La Havas na sua lista de referências. “Shade”, o primeiro single do novo EP, tem o condão de prender quem ouve.

 

 

 

 

Jibóia + convidados no CCBeat…

Metamorfoseando-se do 8bit até ao detalhe sónico do dub, de algoritmos arábicos até aromas indianos, de ritmos ternários dos trópicos africanos até às suas expressões latinas, Jibóia trocou tantas vezes de pele quanto é fisicamente possível a um réptil mundano, tendo em 2016 chegado à sua maior e melhor forma: com a edição de “Masala”, o seu registo mais negro, lânguido e enigmático.

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photo: Vera Marmelo

 

O concerto no CCBeat marcará a carreira do projeto enquanto ponto de viragem, invocando o passado e revisitando alguns temas-chave de todas as anteriores metamorfoses, com a ajuda de alguns convidados especiais e, olhando o futuro, apresenta a mais recente formação de Jibóia, em que Óscar Silva se junta a Ricardo Martins e Mestre André (O Morto, Älforjs), com quem esteve em residência artística, durante maio deste ano, a compor o novo disco.

Convidados especiais: Rui Carvalho (guitarra), Ana Miró (voz), Ian Carlo Mendoza (percussão)

 

CCBeat / Centro Cultural de Belém (Lisboa)

30 de Setembro 2017 | 21.00h

Richie Campbell em espetáculo único…

Conhecido como o primeiro fenómeno musical da internet em Portugal a ter sucesso a uma escala nacional e internacional, líder da nova geração de artistas portugueses, Richie Campbell regressa aos palcos com uma estética renovada, numa nova fase que demonstra um claro regresso ao R&B e Dancehall e uma homenagem à Lisboa moderna, desde a sua arquitetura, às sonoridades e ao lifestyle.

Richie Campbell - Meo Arena - foto

Em “Do You No Wrong”, o primeiro tema desta nova fase do artista, produzido pelo português Lhast, é notório o regresso ao R&B. O primeiro álbum de originais de Richie Campbell, “Focused”, lançado em 2012, contou com a nomeação para um Globo de Ouro, em 2013, com o hit “That’s How We Roll”. Em maio de 2015, lança o álbum “In the 876” produzido e gravado em Kingston, na Jamaica, que em apenas duas horas chegou ao N.º 1 do top de vendas do iTunes. O sucesso destes trabalhos levou Richie Campbell a atuar por países como França, Suíça, Suécia, Itália, Áustria, Luxemburgo e ainda pela Jamaica e Barbados, em tour juntamente com a sua banda The 911 Band.

 

2016 e o início de 2017 marcam o arranque de uma nova fase na música de Richie Campbell e o seu envolvimento na criação da Bridgetown, uma editora e agência que conta com alguns dos mais promissores artistas portugueses como Mishlawi, Plutonio e Pedro Teixeira da Mota e os já incontornáveis Dengaz e Luís Franco Bastos, que têm vindo a dar cartas na música e na comédia, respetivamente.

 

Mishlawi será responsável pela abertura do concerto de dia 2 de fevereiro no MEO Arena. O artista de nacionalidade portuguesa e americana, com início de carreira em 2016, sob influências no Rap e R&B, lançou o tema “All Night”.

 

MEO Arena (Lisboa)

2 de fevereiro de 2018 | 21.00h

#DizNãoaoCorpoPerfeito… a campanha de Girl Effect Coimbra

Com o verão, chegam os dias de praia e, com isso, as campanhas apelando ao corpo perfeito invadem o nosso quotidiano. Este ano, o grupo feminista Girl Effect Coimbra disse não ao corpo perfeito.

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Através da campanha #DizNãoaoCorpoPerfeito, o grupo Girl Effect Coimbra, transmitiu a mensagem de aceitação da nossa imagem exterior durante os meses da estação mais quente.

De semana a semana, na página de facebook das girls, era publicada uma fotografia seguida de um testemunho sobre uma imperfeição que é, geralmente, um insegurança para muitos de nós. Questões como o assédio e a gravidez jovem foram também abordadas.

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“Esperamos ter conseguido chegar às pessoas assuntos importantes em que elas se tenham identificado, provocando, assim, alguma mudança nas mentalidades e quebrando alguns estereótipos”, reflete Mónica Freitas, membro do grupo.

A campanha, que se espalhou rapidamente pela internet, recebeu a partilha de algumas pessoas que têm em comum a coragem e a segurança de admitirem o que menos gostam no seu corpo. Segundo Mónica, essa partilha foi uma sensação gratificante e de um enorme orgulho para o grupo. “Sentimos que foi um trabalho bem feito, pois significa que gostaram da campanha, que se identificaram e ao divulgarem os testemunhos, estes chegaram a mais pessoas e isso faz toda a diferença”, conclui.

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"Acredito que não há pior coisa que se sentir presa em seu corpo e olhar para o espelho e se odiar. Varizes, estrias, celulite, cicatrizes, gordura localizada,etc são coisas que muitas mulheres possuem e mesmo assim são saudáveis e felizes, porque se aceitam."

 

"Classificar a mulher ou o homem só pelo seu aspeto físico e usá-los como um objeto é não ver para além do óbvio e é não ver a essência de cada um."

 

"A vida é de cada um/a, as escolhas são de cada um/a, eu vivo a minha sem me meter na dos outros, só pedia que fizessem o mesmo comigo. Sou mãe com 18 anos e sou muito feliz com a decisão que tomei."

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"Pois é.. ao contrário do que muitas/os de nós pensamos, não são de forma alguma só as mulheres que se preocupam com o corpo e que tem complexos, os homens também pois são humanos, tem sentimentos e também gostam como é óbvio de se sentirem bonitos e bem com eles próprios.


Mais informações aqui

 

Reportagem de Liliana Pedro

Modalisboa apresenta calendário de desfiles…

ModaLisboa LUZ já está em contagem decrescente. Os criadores afinam os detalhes, finalizam os conceitos e preparam as coleções que irão representar a primavera-verão de 2018.  O melhor da produção de moda nacional vai iluminar o Pavilhão Carlos Lopes no Parque Eduardo VII, convidando Lisboa a participar de forma ativa e criativa em mais uma edição da Lisboa Fashion Week.

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ModaLisboa LUZ irá decorrer dentro e fora do Pavilhão Carlos Lopes, com 7 desfiles LAB agendados para o jardim do Parque Eduardo VII, assim como a apresentação das propostas da Eureka. Depois de quatro edições a apresentar no Sangue Novo, Carolina Machado estreia-se na plataforma LAB ao lado da marca IMAUVE, da jovem designer Inês de Oliveira. Outra novidade LAB será a colaboração de Nair Xavier com a Diniz & Cruz, num desfile que irá aliar o design e a inovação de Nair Xavier com a excelência da produção da Diniz & Cruz.

ModaLisboa LUZ abre com as Fast Talks, a realizar na Estufa Fria dia 5 de outubro, e encerra com o desfile de Filipe Faísca, na sala principal do Pavilhão Carlos Lopes, domingo 8 de outubro. Ao todo serão 15 os desfiles a realizar indoors, incluindo o SANGUE NOVO marcado para 6 de outubro. Sábado, 7 de outubro, assinala o regresso aguardado de Aleksandar Protic à runway da ModaLisboa.

 

5 Outubro 2017

16.00h Fast Talks (Estufa Fria)

 

6 Outubro 2017

16.00h Patrick de Pádua / LAB - Jardim

17.00h Duarte / LAB - Jardim

18.00h Sangue Novo

20.00h Kolovrat

21.00h Valentim Quaresma

22.00h Ricardo Preto

 

7 Outubro 2017

14.30h Imauve + Carolina Machado / LAB - Jardim

15.30h David Ferreira / LAB - Jardim

16.30h Awaytomars / LAB - Jardim

17.30h Nuno Gama

18.30h Aleksandar Protic

19.30h Cia. Marítima

20.30h Ricardo Andrez

21.30h Christophe Sauvat

22.30h Dino Alves

 

8 Outubro 2017

14.00h Morecco / LAB - Jardim

15.00h Nair Xavier X Diniz&Cruz / LAB - Jardim

16.00h Eureka - Jardim

17.00h Olga Noronha / LAB

18.00h Nadir Tati

19.00h Luís Carvalho

20.00h Mustra

21.00h Filipe Faísca

 

Talkfest e Iberian Festival Awards 2018 com muitas novidades…

A 7ª edição do Talkfest - International Music Festivals Forum ocorrerá integralmente em Lisboa, nos dias 15 e 16 de março de 2018, destacando-se novas áreas de programação. Os Iberian Festival Awards, depois de edição esgotada em Barcelona, contarão com três novas categorias e um novo regulamento para as candidaturas.

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O primeiro dia de Talkfest, fica marcado em exclusivo pelos Iberian Festival Awards, com uma gala (22 categorias com vencedores ibéricos e nacionais + 1 excellence award + 3 live acts) no Fórum Lisboa (Alvalade), antecedida por jantar exclusivo com finalistas, painel de jurados e convidados. A gala e a sua afterparty terão bar aberto aos portadores de acesso à gala.  As candidaturas à 3ª edição destes prémios passarão a ter um regulamento próprio e mais abrangente com o objetivo de diferenciar o bom trabalho realizado pelos promotores, empresas, media partners e artistas ao longo de 2017: candidatura simplificada e possibilidade de se valorizar a candidatura com confirmação de situação contributiva em Portugal ou Espanha sem existência de dívidas.

 

Existirão três novas categorias:

- Best Academic Festival (para eventos musicais promovidos por Associações de Estudantes e Pólos Universitários);

- Best Lusophone and Hispanic Festival (para festivais de música realizados em todos os países ibero-americanos e lusófonos);

- Best Non-Music Festival (para festivais que não tenham o cerne na música).

 

O segundo dia é dedicado ao "evento-mãe", e a realização de diferentes áreas: conferências (com keynote speakers internacionais); apresentações (profissionais e científicas); seminários; documentários; job fair. Existirão duas novas áreas: exposições e uma afterparty no Topo (Chiado). De forma a potenciar-se o networking e fortificação de competências, dois dos objetivos principais do evento, as conferências e apresentações profissionais serão em maior número, aumentando assim o número de temáticas discutidas. A programação, em simultâneo, irá ocorrer entre o auditório, 3 salas e um foyer no Museu das Comunicações.

 

A APORFEST - Associação Portuguesa Festivais de Música volta a proporcionar acesso gratuito a todos os seus associados profissionais e empresa/festival.

Cut Copy revelam “Black Rainbows”…

“Black Rainbows”, novo tema do próximo álbum dos Cut Copy, “Haiku From Zero”, já está disponível em todas as plataformas digitais. A NPR está a oferecer a oportunidade de se ouvir em primeira mão o álbum “Haiku From Zero” durante a semana que antecede o lançamento do disco. Os fãs podem ouvir o álbum completo no site da NPR até ao dia 21 de setembro.

Haiku From Zero”, o primeiro álbum de estúdio dos Cut Copy em quase quatro anos, contém algumas das canções mais viciantes que a banda alguma vez gravou, e também algumas das mais desafiantes a nível sónico. O sucessor de “Free Your Mind”, de 2013, foi produzido por Ben Allen (Deerhunter, Animal Collective, Neon Indian).

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Os Cut Copy começaram por ser um projeto que nasceu no quarto do vocalista, Dan Whitford, tendo evoluído para uma autêntica banda com a inclusão do guitarrista Tim Hoey, do baterista Mitchell Scott e do baixista Ben Browning. Os quatro álbuns de estúdio do quarteto incluem “In Ghost Colours”, eleito um dos melhores álbuns de 2008 pela Pitchfork, ou “Zonoscope” (2011), que venceu dois ARIA Awards e foi nomeado para um Grammy.

As canções da banda já foram licenciadas para programas de televisão, jogos, anúncios, incluindo campanhas da Chevrolt, Netflix, Amazon e Levi's #LiveinLevis. A cultura DJing é uma parte importante da identidade dos Cut Copy, tendo o grupo criado uma mix célebre para a Fabric, a “Fabriclive.29”, além da compilação de música de dança “Oceans Apart”.

Sean Riley & The Slowriders celebram 10 anos da edição do album “Farewell”

Sean Riley & The Slowriders celebram em Outubro o décimo aniversário do seu primeiro álbum, “Farewell”.

Para além da reedição especial do disco em CD e a sua estreia em Vinil a 20 de Outubro, a banda vai percorrer o país numa série de espetáculos onde vão revisitar “Farewell” na íntegra.

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“Em 2007, no press release de apresentação de Farewell, o disco de estreia de Sean Riley & The Slowriders, atrevi-me a compará-lo a discos fundamentais como “The Queen Is Dead” dos Smiths ou “The Velvet Undergound & Nico”, elevando-o de imediato à condição de clássico.
Não há como o filtro do tempo para avaliar uma obra de arte, e dez anos volvidos, ao ouvir de novo as onze canções de Farewell, não restam dúvidas que são hinos intemporais.

A banda bebeu da melhor herança folk-rock anglo-saxónica, de Bob Dylan a Nick Drake, de Tim Buckley a Townes Van Zandt, e surpreendeu-nos com um disco imaculado e genuíno, quer ao nível da composição, quer ao nível dos arranjos, feitos de simplicidade e sobriedade, revelando uma maturidade invulgar numa estreia discográfica. Sean Riley (Afonso Rodrigues) é detentor de uma voz de múltiplas virtudes e notável projecção, simultaneamente versátil e encantadora, ouça-se uma ou cem vezes, e a sua guitarra destila meio século da história do pop/rock. Os Slowriders são só dois, mas multiplicam-se no disco, com Bruno Simões a alternar entre o baixo e a melódica, e Filipe Costa com o omnipresente orgão Hammond e assegurando as percussões, qual “one man band”.

 

Moving On, o single de apresentação de Farewell, é um clássico instantâneo. E quem resiste à melodia de piano em Lights Out? Ou às histórias cantadas de Harry Rivers, Marble Arch, Motorcycle Song, Let Them Good Times Roll e Spider’s Blues? São razões de sobra para afirmar Farewell como um disco coeso e inspirador, onde todos os instrumentos estão no lugar certo.

 

No passado sábado, 16 de Setembro, estivemos à conversa com banda depois do concerto nas Noites Ritual onde ficamos a saber mais detalhes sobre os concertos comemorativos de “Farewell” 
Para recordar aqui....

 

A pista está aberta… Let's Funk n' Roll!

Os The Acoustic Foundation (TAF) são uma das novas referências do funk no underground musical português. Mais do que uma banda, são um coletivo de formação aberta, de músicos e bailarinos (danças urbanas) que têm por missão fazer dançar.

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Apelidados pelos seus pares de “Máquina do Funk n´Roll”, os seus concertos são uma experiência sonora onde o groove sedutor nos vicia no movimento. "Big Sculpture" é um álbum de 10 canções que vivem de uma cativante mescla, em perfeita harmonia, entre as sonoridades "retro" e o som fresco da atualidade.

É apresentado ao público pela primeira vez no próximo dia 22 de Setembro, ao pôr-do-sol, no Base Porto, junto à Torre dos Clérigos, em pleno coração da Invicta. O evento contará também com DJ set de Alexandra Gonçalves, uma das vozes da Rádio Nova, com ligação muito especial à música soul.

 

Emeli Sandé revela novo single… "Starlight"

Depois de se ter estreado na BBC Radio 1, Emeli Sandé acaba de lançar o seu novo single, “Starlight”. Retirado do novo EP “Kingdom Come”, a ser editado no próximo dia 3 de novembro, Emeli prepara-se para iniciar uma digressão por grandes arenas no Reino Unido.

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Sobre “Starlight”, a própria Emeli Sandé afirmou: “De vez em quando é preciso afastarmo-nos para colocarmos as coisas em perspetiva e percebermos o que é realmente importante. Fiz esta canção pelo puro amor e alegria que me trouxe. ‘Starlight’ é uma reflexão sobre o lugar em que estou na minha vida neste momento – a fazer música que me faz verdadeiramente feliz e a apaixonar-me por ela novamente. Apaixonarmo-nos é um sentimento tão mágico e tentei o melhor que consegui representar isso mesmo nas palavras e na música desta canção. É incrível poder lançar música que mostra uma nova faceta da minha personalidade. Esta canção surgiu de forma tão natural que espero mesmo que faça as pessoas sentirem-se bem, felizes e livres.”

Muito aconteceu a Emeli nos cinco anos que passaram desde o enorme sucesso alcançado com o aclamado álbum de estreia “Our Version of Events”.

Após o sucesso do primeiro álbum, Emeli lançou o seu segundo álbum de estúdio, “Long Live the Angels”, que se tornou, em 2016, o álbum mais vendido por uma artista feminina. Emeli venceu o prémio de Melhor Artista Feminina nos Brit Awards deste ano, tornando-se o seu quarto Brit Award até à data. Este ano, foi ainda condecorada Membro da Ordem do Império Britânico.

Inicialmente a multi-instrumentista estreou-se como compositora no meio urbano britânico, colaborando com artistas como Wiley, Wretch 32 e Chip, tendo-se mais tarde tornado numa compositora muito requisitada por grandes estrelas como Alicia Keys, Rihanna e Katy Perry.

 

Foi assim a participação dos HMB no Rock in Rio…

Às 15 horas em ponto, o "Esquadrão Tuga" nome como Carlão baptizou o super grupo português no Rock in Rio, subiu a palco. Com Carlão e Virgul, os HMB fizeram um alinhamento que passou pelos últimos grandes sucessos  do trio, que preferiu fazer uma actuação colectiva, tornando esta participação no Rock in Rio, ainda mais especial.

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Curioso no início e muito participativo no final, o público do maior "festival do mundo" rendeu-se à energia da música e acabou o concerto a dançar um dos primeiros sucessos dos HMB "C.D.Q.P.", re-adaptado para ser cantado a trio. Pouco habituado a ter Portugueses no festival o publico brasileiro não se intimidou com a rapidez das palavras e acabou a cantar os gritos de ordem da canção.

 

A participação portuguesa, não deixou o Brasil indiferente, "O Globo" destaca a mescla da sonoridade do grupo:
"Sob o sol domingueiro que frita a Cidade do Rock, eles instauraram um clima de Chic tropical - funk e soul com sotaque português e temperos africanos, testemunhando a influência das antigas colônias sobre o que melhor se produz na música de Portugal hoje.", enquanto o "GI" reforça a boa recepção do público:
"HMB, Carlão e Virgul transformam Palco Sunset em baile soul - artistas portugueses colocam público para dançar e pular na abertura do terceiro dia do festival."

Também o programador do palco Sunset Zé Ricardo fez questão de publicamente dar os parabéns ao "esquadrão tuga": “Muito Groove e Soul. (…) O Brasil já está com saudades. Foi uma alegria receber vocês!"

 

De regresso a Portugal os HMB já preparam os dois grandes concertos que assinalam os seus 10 anos de carreira: 17 de Novembro no Coliseu do Porto e 24 de Fevereiro no Campo Pequeno em Lisboa.

Festival Materiais Diversos com o público no palco até 23 de Setembro

No Festival Materiais Diversos 2017 já foram apresentados seis espetáculos, quatro sessões esgotaram e a estreia nacional de Folk’s de Alessandro Sciarroni foi acolhida em ovação pelos espectadores do Cartaxo. Até sábado, dia 23 de setembro, o público continua no “centro do palco” da nona edição do Festival Materiais Diversos, das Aulas Diárias com artistas convidados, das conversas e encontros temáticos, da Comunidade Artística Emergente com a coreógrafa Emmanuelle Huynh e dos quatro espetáculos de dança, teatro e música que serão ainda apresentados em Minde, Alcanena e Cartaxo.

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photo: José Caldeira

 

O Festival Materiais Diversos retoma o seu programa de espetáculos esta quinta-feira, dia 21 de setembro, com Lígia Soares a encher de palavras a boca dos espectadores no ROMANCE que reanima o Cine-Teatro Rogério Venâncio em Minde. No dia 22, em nova estreia absoluta no Centro Cultural do Cartaxo será apresentada a dança conferência ANTROPOCENAS, onde Rita Nátalio e João dos Santos Martins propõem envolver o público numa reflexão sobre a atual crise climática, com multi-espécies, Blues, robots, troncos, gatos e até ursinhos à mistura.

 

No sábado, dia 23, o festival culmina com a apresentação de BROTHER no Cine-Teatro São Pedro em Alcanena, um espetáculo onde o coreógrafo e bailarino Marco da Silva Ferreira junta outros seis intérpretes para descobrir o que é possível fazer em grupo através da dança. Durante a tarde, o jardim do Museu de Aguarela Roque Gameiro enche-se de música com os Osso Vaidoso, num concerto onde Ana Deus e Alexandre Soares levam até Minde os músicos convidados  João Pedro Coimbra e Pedro Oliveira e um repertório ímpar, recheado de poetas como Natália Correia, Alberto Pimenta, Ernesto Melo e Castro, entre muitos outros.

 

A festa de encerramento do festival será no dia 23, a partir das 24h, numa das Noites Longas organizadas em parceria com festival Bons Sons, que terá a DJ Cláudia Duarte a comandar a pista de dança no Cine-Teatro São Pedro em Alcanena. O Cine-Teatro São Pedro é o espaço âncora do Festival Materiais Diversos 2017, onde funciona o escritório, a bilheteira e a Livraria, uma nova área do festival que no dia 23 estará aberta até às 4h da manhã para dar a conhecer uma seleção especial de publicações das editoras Orfeu Negro, Antígona - Editores Refractários, Chilli com Carne, Livros Cotovia, Ghost, não edições, Oficina do Cego e Documenta.

 

Na Comunidade Artística Emergente, a coreógrafa de origem francesa, Emmanuelle Huynh, prossegue em Minde o laboratório de formação alternativa MIND(E) MY GAP LAB, aprofundando com os artistas participantes metodologias de colaboração na criação artística. Também integrado na Comunidade Artística Emergente e no último dia do festival, a Escola O Corpo da Dança de Torres Novas, traz até a Casa Municipal da Cultura em Alcanena as PERFORMANCES BLACKBOX 2017, que integram a apresentação de uma seleção de projetos que foram criados e desenvolvidos ao longo do ano pelos seus jovens alunos.

 

No dia 22 de setembro, o filme EN TODAS AS MANS de Diana Toucedo, encerra no Cartaxo o programa que o festival dedicou ao documentário e a conversas em torno da criação colaborativa e os seus impactos nas comunidades. As últimas três Aulas Diárias terão como artistas convidados, no dia 21, Duarte Valadares, bailarino do elenco do espetáculo BROTHER, que dará uma aula de danças urbanas às atletas de andebol do clube Juventude Amizade e Convívio de Alcanena, no dia 22, o investigador e docente de Artes Cénicas José Alberto Ferreira, propõe explorar e desassossegar com os participantes os territórios do teatro contemporâneo. Finalmente, no dia 23 no Cartaxo, Rita Natálio cruza ecologia e estética, numa aula onde todos podem ficar a conhecer o que significam conceitos como “antropoceno”, “capitaloceno” e “animismo”. 

 

“O Festival Materiais Diversos é um manifesto de que a diversidade cultural é possível. Promove novas formas de olhar o mundo e prossegue um diálogo com diferentes públicos, criando espaços de encontro para artistas e não artistas, para populações locais e forasteiros. Transações que ao longo da nona edição têm ajudado a desenhar novos circuitos de acesso à criação contemporânea, transformando as geografias que em Portugal se entendem como centrais na oferta cultural. Até dia 23, são todos bem-vindos à conversa que prosseguimos por Minde, Alcanena e Cartaxo”, convida Elisabete Paiva, Diretora Artística do Festival Materiais Diversos.

 

$Uicideboy$ estreiam-se em Portugal no Lisboa Ao Vivo

A dupla de hip-hop $Uicideboy$  vai fazer a sua estreia em Portugal dia 25 de fevereiro. O novo EP da saga “Kill Yourself”, intitulado “Radical Suicide”, conta com cinco novos temas “Stop Calling Us Horrorcore”, “Champion of Death”, “Goosebumps”, “Magazine” e “Memoirs of a Gorilla”.

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Ruby Da Cherry e $crim têm dado cartas no mundo do hip-hop, sendo hoje comparados a nomes lendários como Three 6 Mafia.

Ainda este ano o duo de New Orleans foi responsável pela produção da mixtape “Highly Intoxicated” do rapper rorte-americano Juicy J.

 

Lisboa ao Vivo

25 de Fevereiro 2017 | 20.30h

Os livros estão de volta ao Jardim do Príncipe Real

O Jardim do Príncipe Real recebe no próximo sábado, 23 de setembro, entre as 10h00 e as 20h00, a terceira edição do Mercado do Livro França Borges, num encontro de culturas à volta dos livros, das histórias e dos escritores. Workshops, encontros com autores, uma conversa sobre edição independente, sessões de autógrafos, apresentações de livros e descontos em vários livros, integram esta iniciativa, de acesso gratuito, na qual participam 10 editores e livreiros (Abysmo; Bisturi; Distopia; Homem do Saco; Imprensa Nacional; Letra Livre; Linha de Sombra; Palavra de Viajante; Quer; Stet).

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Os acordes jazz dos Sócrates Borras fazem-se ouvir ao final da tarde, num momento de música ao vivo.

 

Organizado pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) e pela Junta de Freguesia da Misericórdia, o Mercado do Livro França Borges faz alusão ao jornalista republicano que dá nome ao jardim situado na zona do Príncipe Real, em Lisboa. A iniciativa realiza-se duas vezes por ano, juntando vários livreiros e editores.

 

11h30 - Workshop “Aprende a Brincar”, com Ana La Féria / Jogos Didáticos da Alfii!

15h00 - Apresentação do livro infantojuvenil “Princesas de Portugal, Rainhas da Europa”, com Luís Almeida Martins e Marta Monteiro

16h00 - Apresentação do livro O Moturista Acidental, de Tiago Salazar

17h00 - “A edição independente em Portugal” — conversa à volta da mesa com Duarte Azinheira, João Paulo Cotrim, Jorge Reis-Sá e André Letria

18h30 - Sócrates Borras - Jazz ao vivo

 

Peter Saville... autor da capa disco Unknown Pleasures recria imagem em mármore português

No âmbito da exposição Set In Stone, que faz parte do programa Primeira Pedra - organizado pela experimentadesign em parceria com a Assimagra e com curadoria de Guta Moura Guedes - o carismático designer de comunicação inglês Peter Saville, co-fundador da lendária editora discográfica independente Factory, apresenta um trabalho inédito, produzido especificamente para esta exposição

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photo: Rosie Reed Gold

 

 

A peça In Memoriam, de Peter Saville, autor de diversas capas de discos (New Order, Joy Division, Roxy Music, Pulp, David Byrne, entre muitos outros) é uma interpretação escultórica do gráfico que demonstra as pulsações sucessivas do CP1919 (a primeira estrela pulsar descoberta a partir de ondas de rádio, em 1967), que Saville utilizou para a icónica capa do disco Unknown Pleasures, de Joy Division, em 1979. O gráfico, que representa uma ilustração linear da frequência e simetria de um evento temporal, foi transposto para 3D por Saville e o seu colega Bill Holding dos Morph em 2002 – resultando numa escultura de um momento no tempo. As associações entrópicas que habitam a história deste trabalho são amplificadas por esta reprodução em pedra monumental – reflectindo o que Michael Bracewell escreve sobre o trabalho de Saville para os Joy Division, vendo-o como “a prova documental de um crematório nas profundezas do espaço”.

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photo: Ricardo Gonçalves

 

Feito em mármore Ruivina Escuro, com 305x305x1077mm e 250kg de peso, In Memoriam é apresentado num conjunto de 20 trabalhos de 9 arquitectos e designers, reunindo as três áreas de trabalho - arquitectura, design de produto e design gráfico - no exterior e interior do The Design Museum, inaugurado em 1989. Para além do trabalho de Peter Saville, as peças apresentadas em Londres são da autoria dos portugueses Eduardo Souto de Moura, Paulo David, Miguel Vieira Baptista e Jorge Silva, do atelier chileno Elemental, do inglês Jasper Morrison, do cipriota Michael Anastassiades e da dupla austríaca e americana Sagmeister & Walsh.                                         

 

Exposição Set in Stone no The Design Museum, em Londres, até 25 de Outubro