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Glam Magazine

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BaianaSystem lança “Capim Guiné”

“Capim Guiné tem cheiro de mato que liga a Bahia à Angola. Tem a força da certeza de que multiplicados somos mais fortes, temos um norte, um guia. E somos aqui mais uma vez guiados pela música, que trouxe até nós Titica, cantora angolana com o poder de quebrar as fronteiras e chegar bem perto do nosso canto. Que trouxe também a força da natureza que é a voz de Margareth Menezes, fazendo ecoar um sopro de Bahia em direção a África”, diz o BaianaSystem.

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O novo single do BaianaSystem, produzido em parceria com Dudu Marote, sai como um canto de celebração, de fé no festejar e da ligação direta com o intuitivo. É primitivo, caboclo, misterioso e visceral. Lançado mais uma vez de maneira independente, essa música vem completar um ciclo que passou por “Duas Cidades”, caminhou no “Invisível” e segue na trilha natural das origens do grupo. “Capim Guiné” é presente, é presença e celebração.

 

Dia 22 de setembro, o BaianaSystem sobe ao palco Sunset do Rock in Rio e convida Titica

Última dose de Cais à Noite… servida com os White Haus

Depois de cinco sessões de Cais à Noite, são os White Haus a fechar um ciclo de música eletrónica que levou centenas de pessoas ao Cais Criativo da Costa Nova nos últimos dois meses. Pelo palco mais exótico do 23 Milhas, passaram Mirror People, Sensible Soccers, Los Luchos, First Breath After Coma e Holy Nothing, além de alguns djs que prolongaram a dança.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Nesta última edição, que marca também o fim do verão, a eletrónica efusiva dos White Haus aquece as já frias noites da Costa Nova, no próximo sábado, 23 de setembro. DJ, músico e produtor, João Vieira tem mais de dois amores, que em muito pouco são iguais. Depois de quatro álbuns com os X-Wife, banda que fundou e da qual é vocalista, guitarrista e co-produtor, e de reescrever a cena clubbing nortenha sob o nome de DJ Kitten, nos anos 2000, foi com o alter-ego White Haus que deu início à aventura da composição e produção eletrónica.

 

Um EP homónimo foi o ponto de partida, “The White Haus Album” em 2014 lançou-os na rota dos festivais de verão e em tudo o que é pista que se quer dançável, como é o caso da do Cais à Noite. “Modern Dancing” é disco maduro que já chega em 2016, a dança é moderna, mas conserva-se a eletrónica, o baixo enrolado nos sintetizadores, tudo se combina e os problemas resolvem-se na pista quando João Vieira impõe na sua voz inconfundível “This is Heaven”. Fecha-se assim o Cais à Noite no céu. Depois do concerto, que arranca às 21:30, há dj set dos djs da Ballroom, Beatdizorder e Zé Nuno. As portas do Cais abrem às 19:00

O que fazemos quando a mão morta bate à porta? Braga Music Week 2017

A música bate novamente à porta, desta vez na forma de uma mão morta e é sem medo que a deixamos entrar. De 29 de setembro a 7 de outubro, a cidade recebe a quinta edição da Braga Music Week, celebrando os 25 anos do álbum “Mutantes S.21” da mítica banda bracarense Mão Morta.

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Na edição de 2014, os Mão Morta encerraram o festival com um concerto de casa cheia. Neste ano de 2017 dão o mote ao festival, com a sua presença a fazer-se sentir na imagem e na programação, que inclui um concerto de homenagem à banda, com vários artistas da cidade a tocarem as músicas emblemáticas desse álbum de 1992. A Braga Music Week mantém o conceito a que nos tem habituado: uma semana com 9 dias, durante a qual vários agentes culturais se unem para oferecer uma programação variada dedicada à música, distribuída pelos vários espaços da cidade que abrem as portas ao festival. Para além dos concertos, em espaços fechados e ao ar livre, a programação inclui sessões de cinema, quiz nights e até um campeonato de futebol do qual poderão sair novos projetos musicais, pois as equipas em competição são compostas por produtoras, editoras e festivais.

 

Entre as bandas que vão passar pelos palcos do festival podemos encontrar projetos da cidade tão diferentes como Ermo, que lançaram este ano o seu badalado álbum de eletrónica “Lo-fi Moda” e Ângela Polícia, que está a mexer com o mundo do Hip-Hop português, e vários projetos de fora, como os imprevisíveis Conjunto Corona. Também Allen Halloween passará por Braga, para subir ao palco no último dia do festival.

 

29 Setembro 2017: NIGHT IN / Ponto de partida desta viagem de 9 dias com concertos numa sala de espetáculos propiciada pelas ruas de Braga.

 

Centro Histórico

00:00 Bom, O Mau E O Azevedo

23:00 Baleia Baleia Baleia

22:00 The Nancy Spungen X

Juno

02:00 DJ Saliva

 

30 Setembro 2017: NAAMOBILE / Poderosos carrinhos de compras munidos de muitos décibeis atacam locais históricos da cidade.

 

Largo da Sé

01:00 Conjunto Corona

Rua do Souto

00:00 RDB

Jardim da Santa Bárbara

23:00 This Penguin Can Fly

22:00 Quadra

Gnration

10:00 O Ócio Ocupa

10:00 Gnration Music Market

Juno

02:00 DJ Gam

 

1 Outubro 2017: LIGA DOS CAMPEÕES / Mega campeonato de futsal com as maiores estrelas fora dos palcos.

 

16:00 Torneio De Futsal / Naam Vs Rum Vs Lovers & Lollypops Vs Rodellus Vs Vira Pop Vs Braga United Vs Xispes Vs Projéctil

 

2 Outubro 2017: CINEMA NO THEATRO / Filmes que celebram a música num local icónico.

 

Theatro Circo

21:30 “Gimme Danger” (2016) de Jim Jarmusch, apresentado por Eduardo Morais.

Universidade Do Minho

18:00 "Uivo". Documentário de Eduardo Morais sobre o radialista António Sérgio

 

3 Outubro 2017: DISCOS E RABISCOS / Chillar, esplanar, batotar, sempre de orelha no ar.

 

Um Ao Molhe - Livraria Mavy

23:00 Mr Gallini

22:00 Quiz + Jogos

18:00 DJ Eduardo Morais

 

4 Outubro 2017: BRAGA A TOCAR MÃO MORTA / Homenagem épica com 16 jovens talentos bracarenses.

 

21:00 Gnration

Smix Smox Smux + Maquina Del Amor / Bed Legs + Ângela Polícia / Ermo + Leviatã

Hunted Scriptum + Milf / Pé Roto + Without Face / No!On + Nyx Kaos / Mr. Mojo + Projéctil

The Missing Link + Quadra

Juno

02:00 Aniversário do Juno

Lustre

02:00 Nightman

 

5 Outubro 2017: QUINTA DIMENSÃO / A loucura instala-se. Experimenta-se, provoca-se, descobre-se.

 

Projétil

23:30 Ângela Polícia

22:00 Boyanka Kostova

21:00 Pólen A X Turko The

Lustre

22:00 Tonight Jam Session

 

6 Outubro 2017: BRACARALHADA / O comércio local abre as portas a um roteiro cultural "flash" de uma noite.

 

01:00 Acid Acid @ Juno

00:00 O Gringo Sou Eu (Brasil) @ Livraria Mavy

23:00 Fabian Brusk-Jahn (Suécia) @ Pelle

22:00 Homem Em Catarse @ ACB

02:00 Terzi + Telma @ Juno

 

7 Outubro 2017: NIGHT OUT / Encerra-se a viagem com uma festa de arromba e fica um até já a 2018

 

Lustre

02:00 Midnight & Bungahigh Apresentam Funkamente!

01:00 Allen Halloween

00:00 Ermo

23:00 Atila

22:00 No Hay Banda

 

Este evento organizado pela NAAM e BAZUUCA conta com o apoio da Câmara Municipal de Braga, Associação Comercial de Braga e agentes culturais como o gnration, Theatro Circo, Ócio, Livraria Mavy, Projéctil e Um Ao Molhe.

 

Vodafone Mexefest apresenta… Allen Halloween, Karlon e Statik Selektah

Com data marcada para os dias 24 e 25 de novembro, o Vodafone Mexefest regressa com a promessa de ser uma mostra privilegiada de alguma da melhor música da atualidade. Além do rock e da eletrónica, também o melhor hip hop vai desfilar pelos palcos da Avenida da Liberdade em Lisboa: a experiência de Statik Selektah, as sombras de Allen Halloween e o rap crioulo de Karlon são novos motivos de interesse da edição deste ano do Festival.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Não é possível fazer uma retrospetiva da música urbana portuguesa dos últimos dez anos sem falar de Allen Halloween. Sem ceder a modas e trilhando um caminho só seu, Halloween conseguiu criar um universo muito particular, onde o hip hop se junta ao rock e a outras influências, criando a atmosfera ideal para histórias de queda e redenção, crónicas cruas de uma realidade vivida pelo próprio músico. Depois da estreia em 2006 com “Projecto Mary Witch”, Halloween edita duas obras-primas: “Árvore Kriminal” (2011) e “Híbrido” (2015). Aclamado pela crítica e com um público cada vez mais fiel, Halloween prepara agora “Unplugueto”, o seu projeto acústico, feito de reinterpretações de temas já gravados e também alguns inéditos. Em novembro, a “Bruxa”, como é conhecido, vai fazer pairar o seu enorme talento sobre a Avenida da Liberdade em Lisboa.  

 

Com um percurso marcado pela versatilidade, sendo DJ, produtor e dono da Showoff Records, Statik Selektah é um dos nomes mais sonantes do hip hop mundial. Produtor reputado, este músico de Boston já trabalhou com nomes como Nas, Eminem, 50 Cent, AZ e Freeway. Depois da formação no New England Institute of Art, onde aprendeu a dominar o estúdio, e inspirado por nomes como DJ Premier ou Funkmaster Flex, Statik abraçou a aventura de criar a sua própria arte. “Spell My Name Right: The Album” foi o primeiro disco, editado em 2007, e desde aí já lá vão sete. O último, “Luck 7”, conta com as participações de Joey BADA$$, Mick Jenkins, Royce Nickel Nine, Dave East, entre outros. Recentemente mostrou ao mundo "But You Don't Hear Me Tho", um excelente prenúncio para o novo disco, “8”, que está mesmo a chegar. Novidades que, certamente, vão prender o público no Vodafone Mexefest.

 

Português com raízes cabo-verdianas, Karlon é um nome essencial na história do hip hop português: em 1994 fundou o grupo Nigga Poison e em 2001 criou a editora Kreduson Produson. Com formação no curso de Artes e Ofícios do Espetáculo do Chapitô, Karlon emprega toda essa sensibilidade artística ao serviço da música que faz, como provam os discos “Nha Momentu” (2012) e “Meskalina” (2015), ou a mixtape “Paranoia” (2013). Editado no final de 2016, “Passaporti” está mais perto das origens cabo-verdianas de Karlon. Com funaná adicionado ao hip hop e muitos outros ritmos, este registo impressiona também pela atenção ao detalhe, com sons, vozes e expressões com pronúncia cabo-verdiana. O disco conta com a participação de nomes como Valete, Chullage, DJ X-Acto, entre outros.

Diabo Na Cruz – Até Agora… Todos os discos do grupo numa só caixa

Sem eles, a música portuguesa não seria a mesma. Com eles, a música portuguesa cresceu. Porque foi capaz de olhar para dentro, compreender a riqueza da sua herança cultural e seguir em frente. Numa altura em que se prepara um novo ciclo na vida de Diabo Na Cruz, é tempo de olhar para o que foi feito até agora.

Nesta caixa cabe a discografia essencial de uma das bandas mais essenciais da música portuguesa contemporânea. Discos há muito esgotados e procurados voltam a ver a luz do dia numa edição que agrupa os três álbuns de estúdio – “Virou!” (2009), “Roque Popular” (2012) e “Diabo na Cruz” (2014) – mais o EP “Combate” (2010).

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São 3 discos de personalidade vincada, que demonstram uma paixão pelo território, pela cultura e pelo sabor da língua portuguesa. Beberam de referências anglo-saxónicas, quiseram provocar ideias saloias, procuraram os prazeres proibidos da pop e encontraram a alegria num país condenado a tristes fados. Erguida nos ombros do legado da música portuguesa, esta é música do século XXI capaz de dizer algo de novo sobre as pessoas que o povoam, com o dom de digerir o mundo através do corpo de uma canção.

Os Diabo Na Cruz transpiram música, fazem dela o que querem e com isso mudaram o mundo. Ou pelo menos o mundo dos muitos que com eles cantam, dançam e frutificam as suas canções. Concerto a concerto, canção a canção, estão hoje num lugar que só a eles pertence, livres para ser o que quiserem.

 

Em 2008, a música portuguesa estava ainda a aprender a gostar de si própria. Uma nova geração de músicos com afinidades musicais e referências comuns começara a concentrar-se em Lisboa. Recém-chegado à capital, Jorge Cruz encontrou na família FlorCaveira o estímulo para voltar a explorar a ideia de um rock (em) português enraizado no legado musical de Portugal. Cruzou-se com Bernardo Barata (baixo) e João Pinheiro (bateria), com quem formou um trio, a que se juntou B Fachada (viola braguesa) e João Gil (teclados).

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O álbum de estreia “Virou!” derrubou barreiras e foi considerado um marco pela forma como fundia música tradicional com rock contemporâneo. Instrumentos eléctricos evocavam melodias resgatadas da memória da tradição, convidando a música moderna portuguesa a encontrar-se com a sua raiz. Sempre a trabalhar de forma independente, o grupo foi consolidando um percurso ao vivo muito marcado na sua identidade, com uma presença forte no circuito de concertos que lhes garantiu uma falange de fãs fiéis.

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Após 3 anos na estrada, foi tempo de mudança – B Fachada saiu, Manuel Pinheiro (percussões, electrónica) e Sérgio Pires (viola braguesa) entraram e cimentaram a formação actual de Diabo Na Cruz.

Em 2012, o álbum “Roque Popular” espelhava o momento que Portugal vivia. O resultado foi um disco mais denso, mais tenso e mais intenso. Com um travo de amargura, mas com pólvora suficiente para explodir em qualquer festival, romaria ou arraial. São duas mãos cheias de canções que se transformaram em hinos.

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O terceiro álbum, o homónimo “Diabo na Cruz” (2014), trouxe um apetite mais omnívoro e experimental ao modo como a banda trabalha a memória colectiva da musicalidade portuguesa. Histórias de amor, ambição e esperança de quem vive em Portugal traduziram-se em canções mais abertas e universais.

Durante dois anos, o disco cresceu em espectáculos por todo o país – do Minho ao Algarve até às ilhas. Pelo meio, o prémio “Melhor Actuação ao Vivo” nos Portugal Festival Awards coroou uma festa única no panorama musical nacional.

Uma banda que faz grandes concertos a partir de grandes canções espalhadas por três grandes discos que marcaram e celebraram a cultura portuguesa. Isto é Diabo Na Cruz, até agora. E até já.

 

Mucho Flow 2017… Está fechado o cartaz para a quinta edição

Dedekind Cut e Sega Bodega encerram as confirmações internacionais da quinta edição do Mucho Flow. O festival vimaranense reforça ainda o contingente nacional com Filipe Sambado, El Señor, 800 Gondomar, Dada Garbeck, Mlynarczyk. Com regresso marcado para dia 7 de Outubro, no CAAAA, o Mucho Flow volta a apontar os caminhos da música de hoje, antecipando alguns dos nomes que estarão nos ouvidos de todos nos próximos meses.

Os novos nomes juntam-se aos já anunciados Horse Lords, God Colony + Flohio, Scúru Fitcahdu, Nadja Tehran E Chinaskee & Os Camponeses.

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Já há muito que seguimos as pisadas de Fred Warmsley, produtor norte-americano anteriormente conhecido como Lee Bannon e que agora edita sob a insígnia de Dedekind Cut. Elemento essencial do colectivo Pro Era, Warmsley tem construído nome em torno de uma prolífica obra que cruza os espectros do breakcore, ambient e noise. Em nome próprio editou mais de dez discos, tendo assinado pela Ninja Tune o brilhante Alternate/Endings, apontado pela crítica da especialidade como um dos melhores discos de música de dança/electrónica de 2014. A estreia nacional de Dedekind Cut faz-se pela mão de $uccessor, trabalho editado em Novembro do ano passado e listado pela Pitckfork como um dos mais interessantes discos experimentais de 2016, ao lado de nomes como Arca, Moor Mother ou Tim Hecker.

 

Mantendo o espectro nos registos mais dançantes, destaque ainda para Sega Bodega, produtor escocês, que tem vindo a conquistar as pistas de dança pela sua abordagem única ao UK dance. “Colorido, melódico e cinematográfico” (assim se descreve o próprio), garantiu com We Don't Know What Sexy Is honras de abertura para nomes como Lil B ou SBTRKT. Em Guimarães apresenta 34, o EP de estreia.

 

A fechar o lote de novos anúncios, o pop onírioco de Filipe Sambado, o punk-rock trepidante dos 800 Gondomar, o ié-ié minhoto dos El Señor, as cumplicidades da dupla Veer e os novíssimos Młynarczyk e Dada Garbeck.

O alinhamento para o Mucho Flow conta ainda com a estreia dos Horse Lords, colectivo de Baltimore que tem vindo a alimentar um complexo romance entre o rock, o jazz e o minimalismo clássico. Com Interventions, o terceiro disco de estúdio, voltam a desafiar o status quo, solidificando a sua posição na vanguarda da música experimental que quer ser mais do que um exercício estético. Nos espaços mais próximos ao hip-hop, dupla de nomes: a sueco-iraniana Nadia Tehran, voz urgente e revolucionária contra ideais políticos e culturais opressivos, e o trio God Colony + Flohio. Fechar com dois discos novos, o disco de estreia de Chinaskee & Os Camponeses e o EP de Scúru Fitchadu, projecto mais recente do produtor Sette Sujidade. 

 

 

 

 

A celebração do 25.º Aniversário de “Automatic For the People” dos R.E.M.

Os R.E.M. vão reeditar o marcante álbum “Automatic for the People” para celebrar o 25.º aniversário do disco. A versão remasterizada do álbum será lançada a 10 de novembro em vários formatos, sendo a mais extensa a versão Deluxe. O álbum (e o tema bónus “Photograph”, com Natalie Merchant) foi remisturado pelo produtor original, Scott Litt, e o engenheiro de som Clif Norrell. Esta tecnologia dá um passo em frente ao nível do som surround com áudio expansivo e fluido que proporciona uma experiência imersiva ao ouvinte. Esta nova mistura transporta o ouvinte para dentro do estúdio de gravação com áudio multidimensional – evocando uma altura em que ouvir música era uma experiência transformadora, recuperando assim a emoção que se sentia quando se ouvia o álbum pela primeira vez em 1992. “Automatic for the People” é o primeiro álbum a ser lançado comercialmente neste formato.

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A edição Deluxe, de 4 discos, contém muito material nunca editado até hoje. A banda selecionou 20 maquetes nunca ouvidas, incluindo o tema inédito “Mike’s Pop Song” e “Devil Rides Backwards”. “Mike’s Pop Song” é lançada e está disponível para download para quem adquirir o álbum em regime de pré-venda. Também fará parte da edição Deluxe e da edição de 2CD do álbum – que foi remasterizado a partir das fitas analógicas originais por Stephen Marcussen – o disco ao vivo “Live at the 40 Watt Club 11/19/92”.

 

A edição Deluxe contém ainda um livro de 60 páginas com fotografias nunca antes vistas de Anton Corbijn e Melodie McDaniel, um artigo do jornalista de música Tom Doyle, que realizou novas entrevistas aos quatro membros da banda. Esta caixa traz ainda um Blu-ray, com a mistura em Dolby Atmos, o master em alta resolução de “Automatic for the People”, 7 videoclips e o vídeo promocional original do álbum. “Automatic for the People” também será reeditado em vinil.

 

Largamente aclamado como um dos melhores álbuns de rock de sempre, “Automatic for the People”, o oitavo álbum de estúdio dos R.E.M., foi eleito pela revista Rolling Stone um dos “500 Melhores Álbuns de Sempre”, tendo vendido mais de 18 milhões de cópias em todo o mundo. Formado em 1980, este grupo lendário veio a ser distinguido com vários Grammys e a produzir 15 álbuns de estúdio, além de coletâneas de êxitos e discos ao vivo. Aclamados pela sua contribuição profunda para o rock alternativo, o seu legado de três décadas definiu uma era e um modelo para muitos músicos. Os R.E.M. (com a formação composta por Bill Berry, Peter Buck, Mike Mills e Michael Stipe) foram incluídos em 2007 no Rock & Roll Hall of Fame, antes de se terem separado amigavelmente em 2011.

“The Blossom Tour” dos Milky Chance chega a Portugal…

Os Milky Chance estão de volta e é já no dia 7 de Março que a banda "Stolen Dance" visitará o Lx Factory, em Lisboa, para apresentar o seu mais recente trabalho, "Blossom" que chegou às lojas neste ano de 2017. Depois de uma Tour no Reino Unido, completamente esgotada e de concertos em alguns dos maiores Festivais europeus como o Latitude, Longitude, The Beat-Herder, e Reading & Leeds, a banda germânica chega agora a Portugal, para apresentar o seu novo álbum mas também revisitar os grandes êxitos de "Sadnecessary".

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"Blossom" segue na linha do primeiro álbum da dupla alemã. Segundo a revista Time é "algo entre o Rock Folk dos Vampire Weekend e o electropop sombrio dos Beach House" e logo nas primeiras semamas os tops nos EUA, Alemanha e ganhou o disco de platina na Austrália. "Doing Good", "Bad Things" que conta com a participação de Izzy Bizu, vencedora do prémio revelação da BBC em 2016 ou "Cocoon" que conta já com mais de 50 Milhões de audições no Spotify e 15 Milhões no Youtube, são alguns dos motivos que fazem de "Blossom" um dos álbuns de 2017.

Dia 7 de Março de 2018 é a vez do Lx Factory em Lisboa receber este fenómeno de popularidade

"A Procura_"… O novo disco de Tiago Bettencourt editado a 29 de Setembro

O novo disco de originais de Tiago Bettencourt chama-se "A Procura_" e será editado a 29 de Setembro. O disco já se encontra em pré-venda no site da FNAC, e quem comprar o disco terá acesso exclusivo ao concerto de apresentação do disco “"A Procura_" a realizar-se no Teatro da Trindade, no dia 3 de Outubro. O disco “A Procura_"  já se encontra igualmente em pré-venda no Itunes. A versão do disco comprado nesta loja terá uma versão a solo do Tiago , do tema “Diz Sim” com a Vanessa da Mata. “A Procura” é um substantivo transitivo que se traduz pela diligência de encontrar, buscar, investigar, desejar, pretender…e é nesta viagem incessante que Tiago Bettencourt nos guia num caminho trilhado em nome próprio, neste sexto disco da sua carreira.

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Entre a acústica trovadoresca, a Pop abraçada pelas eletrónicas discretas com teclados vintage mas sempre com a sedução atual, existe uma melancolia apaziguadora no recorte das 11 intensas canções que possuem, paralelamente, uma grande contenção na sua forma. “A Procura” vai a vários quadrantes musicais que Tiago Bettencourt já nos habituou e mais além ainda, abrindo uma nova porta para o inesperado. De resto, as letras tem o dom de nos transportar numa visão, num sentimento e para determinados momentos, porque são os momentos que nos definem, nesse instante perene no qual o tempo e o espaço parecem não existir. Do alinhamento deste disco, já foram apresentados os singles: “Se Me Deixasses Ser” e “Partimos A Pedra”.

Michael Jackson… Novo álbum “Scream” editado a 29 de Setembro

Scream” é a compilação de 13 dos temas mais dançantes e eletrónicos de Michael Jackson, tais como “Ghosts”, “Torture”, “Thriller” e “Dirty Diana” e estará disponível em todas as lojas e plataformas digitais a 29 de Setembro.

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Scream” inclui ainda uma faixa extra, “Blood on the Dance Floor X Dangerous” que, na realidade, é um mash-up feito por um dos mais conceituados produtores da moda: White Panda. Este bonus track é composto por cinco temas: “Blood on the Dance Floor”, “Dangerous”, “This Place Hotel”, “Leave Me Alone” e “Is It Scary”. Esta faixa extra teve estreia exclusiva no Shazam por um período de 2 horas e está como oferta para quem fizer a pré-reserva digital do álbum no iTunes, estando também disponível nas principais plataformas streaming.

 

O álbum estará disponível em dois formatos físicos: CD e vinil, este último com edição prevista para 27 de Outubro. Cada formato incluirá um poster único.

Antony Left divulga segundo single do disco de estreia

“Petals” é o nome do segundo tema de avanço do disco de estreia de Antony Left, que vai ser apresentado ao vivo, no Teatro do Bairro, no dia 27 de Outubro, chegando às lojas online na semana antes.

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photo: Elena Poncini

 

Antony Left é o nome de palco de António Graça, cantor e compositor nascido em Lisboa há 22 anos. Parte de influências como Ben Howard, Bon Iver ou Lewis Watson para criar a sua própria identidade sonora, com base na guitarra e na voz, complementadas pelo violoncelo, violino e bateria.

Nick Jonas lança novo single “Find You”

Nick Jonas acaba de partilhar o seu novo single, intitulado “Find You”. Produzido pelos suecos Jack & Coke, “Find You” já está disponível nas plataformas digitais.

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“Find You” é o primeiro single de Jonas depois do álbum de estúdio “Last Year Was Complicated”. O álbum, que inclui o êxito “Close”, com participação de Tove Lo, entrou diretamente para o 1.º lugar do top dos álbuns mais vendidos nos EUA. No início deste ano, Nick Jonas lançou o tema “Remember I Told You”, com Anne-Marie e Mike Posnor.

Como ator, Jonas recebeu aclamação crítica unânime pelo papel interpretado no filme “Goat” que estreou no Festival de Sundance de 2016, tendo sido produzido por James Franco, que também entra no filme. Jonas vai ainda contracenar com Dwayne Johnson, Kevin Hart e Jack Black na nova versão de “Jumanji”, que estreia a 20 de dezembro. Atualmente, Jonas está em fase de produção do thriller pós-apocalíptico “Chaos Walking”, também protagonizado por Daisy Ridley e Tom Holland.

O filme deverá estrear em março de 2019.

Niall Horan lança novo single “Too Much To Ask”

Depois do sucesso da canção “Slow Hands”, Niall Horan acaba de lançar o seu novo single, “Too Much To Ask”. Niall anunciou o lançamento do single nas redes sociais, sendo que o tema já está disponível.

Too Much To Ask” é uma das canções que Niall compôs para o seu primeiro álbum a solo, no qual começou a trabalhar no ano passado. O tema foi composto em parceria com o colaborador de longa data Jamie Scott e é produzido por Greg Kurstin, que também produziu o seu primeiro single a solo, “This Town”. Too Much To Ask” sucede-se ao recente sucesso de Niall, “Slow Hands”. “Flicker”, será lançado em todo o mundo a 20 de Outubro.

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Niall tem vindo a apresentar, um pouco por todo o mundo, e em primeira mão, canções do álbum em salas intimistas, no âmbito da digressão “Flicker Sessions 2017”. O músico encontra-se atualmente em Tóquio, seguindo para Dublin, Londres, Estocolmo, Sydney, Rio de Janeiro, Cidade do México, Toronto, Los Angeles, Nova Iorque, e outras cidades. O recente concerto que deu em Londres, no Sheherds Bush Empire, foi muito aplaudido pela crítica, por publicações como The Guardian, Line of Best Fit, Metro e Daily Telegraph.

 

A “Flicker World Tour” de Niall está confirmada para 2018, com datas já anunciadas nos EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Em breve serão reveladas mais datas, um pouco por todo o mundo.

Seal regressa em Novembro com “Standards”

Seal está de regresso com um novo álbum, “Standards”, combinando a sua voz única com alguns dos melhores standards de jazz e clássicos do swing alguma vez escritos. Um artista que se tem mantido em topo de forma ao longo de 30 anos de carreira lança agora o seu 10.º álbum de estúdio, prestando tributo a lendas como Frank Sinatra, Ella Fitzgerald e Nina Simone. O disco será editado a 10 de novembro.

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O novo álbum de Seal traz o glamour da velha Hollywood para o presente. É um sucessor natural da sua série de discos de soul, feitos há uma década e que venderam mais de 5 milhões de cópias em todo o mundo. “Standards” distingue-se pela voz quente e aveludada de Seal, que dá uma nova vida a clássicos popularizados por Frank Sinatra (como “Luck Be A Lady”, “I’ve Got You Under My Skin” e “It Was A Very Good Year”), Ella Fitzgerland (“I’m Beginning to See The Light”) e Nina Simone (“I Put A Spell on You”). Podem-se ainda ouvir grandes momentos orquestrais em “Smile” (Charlie Chaplin) e “Love For Sale”, de Cole Porter.

 

Seal disse: “Este é o álbum que sempre quis fazer. Cresci a ouvir música da era Rat Pack, daí que fosse um sonho de uma vida gravar estes temas intemporais. Foi uma enorme honra poder colaborar com os mesmos músicos que tocaram com Frank Sinatra e com muitos dos meus artistas favoritos, nos mesmos estúdios onde a magia aconteceu pela primeira vez – foi um dos melhores dias da minha carreira discográfica.” A riqueza inegável de “Standards” deve-se, em grande parte, à decisão de Seal em colaborar com os mesmos músicos lendários que trabalharam com Frank Sinatra – Randy Waldman (pianista que andou em digressão com Sinatra e Paul Anka), Chuck Berghofer (contrabaixista que tocou com Ella Fitzgerald e Ray Charles) e Greg Fields (baterista que também tocou com Quincy Jones e Stevie Wonder).

 

A sonoridade do novo álbum de Seal foi moldada por três colaboradores bastante reconhecidos: o produtor britânico Nick Patrick, nomeado para os Grammys e que já trabalhou com artistas como Tina Turner e Marvin Gaye, e que alcançou um enorme sucesso com os pioneiros álbuns orquestrais para Elvis; o arranjar Chris Walden, também nomeado por várias vezes para os Grammys; e o lendário engenheiro de som Don Murray. O álbum foi gravado nos célebres estúdios da Capitol Records, em Los Angeles, onde também gravaram artistas como Frank Sinatra, Dean Martin, Nat “King” Cole, e muitos outros que criaram alguma da música mais preciosa do nosso tempo, e nos United Studios, onde Big Crosby e Frank Sinatra gravaram “It Was A Very Good Year”.

“O Pato Selvagem” ganha vida no CCVF com elenco encenado por Tiago Guedes

No próximo sábado, dia 23 de setembro, às 21h30, o Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, vê subir ao palco uma intrigante peça, “O Pato Selvagem”, com texto do aclamado dramaturgo norueguês Henrik Ibsen e encenação de Tiago Guedes. Em palco, um elenco de luxo para materializar um texto complexo com uma grande questão que se impõe desde os primórdios da civilização: vale mais uma verdade que tudo destrói ou uma mentira que dá continuidade a uma vida normal. Tiago Guedes transporta para o palco esta história com um sublime sentido estético e com uma mestria singular que retira de um aclamado naipe de intérpretes grandes representações.

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O Pato Selvagem” é um dos mais aclamados textos do famoso dramaturgo norueguês Henrik Ibsen e, estranhamente, uma das obras menos encenadas do autor em Portugal. Um texto, escrito em 1884, que reproduz e leva ao limite uma fraturante questão moral que impõe uma reflexão profunda do público: é preferível uma verdade pura que destrói as pessoas ou uma mentira que as mantém numa vivência próxima da felicidade? Através da fábula, que é aqui a metáfora que reveste toda a história e que, de forma mais ou menos explícita, se encaixa em cada uma das personagens que constroem este enredo, percebemos então que as personagens sobrevivem à verdade numa condição diminuída, castrados da vida mais próxima da harmonia que poderiam ter tido caso permanecessem na ignorância da mentira.

 

Ibsen usa a fábula do pato selvagem que, ao ser ferido por um tiro, mergulha na água do lago até ao lodo do fundo e nele espeta o bico segurando-se às algas que lá existem de forma a não voltar mais à superfície, como metáfora para todos os temas que aborda nesta peça. O pato escolhe morrer em vez de sobreviver ferido, mas é salvo à força por um cão que o retira do fundo do lago, ficando destinado, dessa forma, a uma segunda existência, confinado num sótão de uma casa. Este drama em 5 atos defende a existência de “mentiras necessárias”, ou das ilusões que são precisas por vezes criar ou acreditar para que o nosso tipo de humanidade consiga sobreviver.

 

 

Miguel Thiré apresenta “Cidade Maravilhosa”

Um solo de humor apresentado através da narrativa física e da mímica, com estreia dia 13 de Outubro, e uma curta temporada, a não perder, na Tenda do Chapitô. Em ”Cidade Maravilhosa", Miguel Thiré traz a Lisboa 50 minutos de uma vertiginosa e muito bem humorada crítica ao Rio de Janeiro actual, numa altura em que parece que todos os cariocas se mudaram para Lisboa.

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Com idealização, criação e performance de Miguel Thiré, coautoria de Carlos Artur Thiré e codirecção de Igor Angelkorte, “Cidade Maravilhosa” estreou, originalmente, em 2015 no Rio de Janeiro, tendo feito mais de 50 apresentações em duas temporadas de sucesso. Em Julho deste ano teve uma apresentação única no Bartô, Bar do Chapitô e a reacção do público foi tão positiva que foi impossível não voltar a cena.

 

Com humor e muita mímica, uma história é contada, na primeira pessoa, por quatro diferentes personagens. No entanto, há um único ator em cena e toda a sua versatilidade física e de composição, são capazes de preencher um palco nu com imagens múltiplas. Sem cenário, mudanças de luz ou trocas de roupa, Thiré mergulha num trabalho corporal que prende a atenção. Um artista que sentiu a necessidade de falar sobre a sua cidade: um Rio de Janeiro no auge da manifestação da sua herança soberbo-monarca, caótica, que tem no descompromisso a sua marca mais aparente.

Arte Fora do Sítio mostra os novos talentos de Matosinhos

Música, artes circenses, dança, graffiti, desporto, animação de rua e solidariedade – a décima segunda edição do festival Arte Fora do Sítio volta a trazer para a rua o resultado do trabalho artístico dinamizado ao longo de todo o ano pelas associações locais com os jovens do concelho de Matosinhos. Nos dias 23 e 24 de setembro, o Jardim Basílio Teles acolherá um evento que, de um modo informal, reúne milhares de pessoas e celebra o culto das artes, e que este ano incluirá um concerto dos Mundo Segundo na noite de sábado.

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Apresentado por Fernando Alvim, o Arte Fora do Sítio integra diversas gerações de artistas e contará como uma programação ininterrupta ao longo dos dois dias, voltando também a repetir o desafio de um abraço coletivo solidário que, este ano, reverterá a favor dos bombeiros voluntários. Performers de diferentes áreas prometem encher de animação a principal praça de Matosinhos, seja pintando graffiti, aparecendo entre os ramos das árvores ou cuspindo fogo atrás de um vendedor de pipocas.

 

Ginastas, mimos, equilibristas, poetas, bailarinos e músicos – todos estão convocados para a grande festa da cultura informal de Matosinhos. A participação e entrada no evento é livre e permitirá este ano aceder a workshops de lira e a demonstrações de monociclo, roda alemã e corda-bamba. Os writers Godmess, Rafi, Bruno Lisboa e Habs estarão a trabalhar ao vivo no recinto do evento, que abrirá portas pelas 14h30.

 

Foi assim o 5º Caixa Alfama 2017…

A 5ª edição do Festival Caixa Alfama voltou a celebrar o Fado no coração de Alfama. Tudo começou em 2013, quando a Caixa Geral de Depósitos e a Música no Coração reuniram-se no desafio de criar o primeiro grande Festival da música que transporta a identidade e a alma lusa, o Fado. O Fado regressou assim este ano para mais uma edição do Festival, numa homenagem à cultura portuguesa com os maiores intérpretes do Fado.

 

António Zambujo

 

O Caixa Alfama é um festival de música no bairro mais antigo de Lisboa. Repleto de arquitetura magnífica, este reflete bem a música em oferta. O evento decorreu numa grande variedade de edifícios, desde igrejas a museus, sendo que é esta a variedade que proporciona aos visitantes um leque artístico digno de ser apreciado. E porque o Fado não escolhe idades, o Caixa Alfama foi estruurado com o objetivo de chegar a todos os públicos: dos profundos conhecedores de Fado, àqueles que pretendem inteirar-se desta arte maior, ou que só há pouco a vêm descobrindo.

 

Marina Mota

As noites de 15 e 16 de setembro de 2017 perdurarão, assim, na memória de todos os que assistiram aos concertos, que preencheram o cartaz deste ano e que reforçaram mais uma vez a razão pela qual em 2011, o Fado foi elevado à categoria de Património Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

 

Sandra Correia

 

 

Galerias completas no facebook da Glam Magazine
Fotoreportagem de João Serra de Almeida

 

expoBIKE… A nova paragem obrigatória para os apaixonados do pedal…

Em plena campanha da “Semana Europeia da Mobilidade”,  uma iniciativa europeia que promove anualmente a mobilidade urbana sustentável, o calendário de eventos português passa a contar com um novo marco. O expoBIKE 2018 - Salão Internacional da Bicicleta, programado para decorrer de 8 a 10 de junho, vem dar mais pedalada a este meio de transporte e refletir toda a sua cadeia de valor.

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Organizado pela KiKai Eventos, o acontecimento conta com o apoio de várias entidades do setor e ocupará todo o Pavilhão 6 da Exponor – Feira Internacional do Porto, um recinto de referência nacional quando se trata de certames dirigidos a profissionais e ao público em geral. Como é o caso do expoBIKE. Portugal é um dos principais países europeus exportadores deste setor e são cada vez mais as municipalidades a aderir aos sistemas partilhados de bicicletas, inclusive para promoção turística e em enquadramentos mais radicais, fora das grandes malhas citadinas. “Quando em meio urbano falamos de mobilidade sustentável e aliamos o conceito aos estilos de vida mais saudáveis, e coniventes do prazer, a ideia chega-nos - literalmente - sobre rodas”, explica José Manuel Costa, diretor-geral da Kikai Eventos, a propósito da génese do expoBIKE.

 

O mesmo responsável acrescenta ainda que o evento vem “preencher uma lacuna existente na oferta de uma feira de bicicletas no norte do País. E também acreditamos que terá impacto na vizinha Espanha, particularmente na Galiza”. Os adeptos das duas rodas e do pedal estão a crescer. Inclusive no grau de conhecimento dos truques e tiques que também completam este mundo alimentado pelo gosto e pelo lazer. A Organização quer, por isso, levar o mundo visto do alto de um selim a ainda mais pessoas e, “se possível, descobrir novos caminhos, que sirvam para enriquecer um setor que faz de Portugal um dos principais exportadores europeus”, como refere Sónia Rodrigues, diretora comercial da KiKai.

 

Esta entidade, recorde-se, tem no seu “portfolio” organizativo aquela que é já a feira mais representativa do setor de pós-venda automóvel português, o expoMECÂNICA - Salão de Equipamentos, Serviços e Peças Auto. O expoBIKE quer posicionar-se, logo em 2018, como um evento de referência e principal plataforma em Portugal para os negócios, novidades e tendências do setor das bicicletas. Estaremos perante um “evento inspirador” dirigido ao público (sexta, sábado e domingo), mas com uma forte vertente profissional (sexta-feira) que, realça Sónia Rodrigues, coloca em agenda o “tema bicicleta e as suas diversas dimensões”. “Pretendemos reunir as principais marcas e líderes de mercado. Em suma, queremos vestir a “camisola amarela” logo na 1.ª edição”, sublinha.

 

O Salão Internacional da Bicicleta dará expressão aos negócios e, igualmente, às tendências que ditam o movimento da atividade em novos campos. Daí que os equipamentos, os acessórios e os serviços que fazem parte desta corrente apareçam, na feira, alinhados com atividades e atrações diferenciadoras destinadas a completar a experiência. O certame oferecerá ingredientes adicionais para fazer as delícias dos amantes das duas rodas. A equipa de trabalho da KiKai já está no terreno, pugnando por uma “extraordinária programação de atrações, sem paralelo”, com o intuito de incrementar o dinamismo da feira e, igualmente, constituir um forte motivo de atração para quem a visitar, como adianta José Manuel Costa.

 

expoBIKE - 1.º Salão Internacional da Bicicleta

8 a 10 de junho de 2018

Exponor - Feira Internacional do Porto