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Glam Magazine

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Outubro na ZDB… Novas confirmações

Até ao fim de Setembro ainda passarão pela ZDB nomes sonantes como Nídia, Endless Boogie e Melt Banana. Outubro aproxima-se e com ele novas confirmações: Dedekind Cut, Robert Aiki Aubrey Lowe (aka Lichens) e Drew McDowall (Coil), três gigantes, sonoridades híbridas e mais do que actuais invadirão o Aquário neste mês que se aproxima.

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Fred Warmsle aka Dedekind Cut acaba de lançar “$ucessor”, um dos mais brilhantes registos discográficos de 2017. Outrora reconhecido produtor no hemisfério do rap enquanto Lee Bannon, onde foi homem de confiança de Joey Bada$$ ou da trupe Pro Era, Warmsle tem vindo a emergir de uma profunda reinvenção pessoal. Nesta reentré da ZDB, a aterragem de Dedekind Cut no próximo dia 8 de Outubro, representa um fascínio vívido assistir a alguém que sentimos que, definitivamente, veio para ficar e dar que falar. O zeitgeist da mudança, do híbrido e da gloriosa indefinição.

 

Enquanto Lichens, Robert Aiki Aubrey Lowe acaba de merecer capa da prestigiada revista Wire ao mesmo tempo em que acaba de lançar “Two Orb Reel”, um álbum em que explora – uma vez mais através do altamente inspirado uso de sintetizadores modulares, uma ideia muito própria de ficção científica e a sua intersecção com África. O músico, em constante busca pela transcendência e em simbiose com o inexplicável, actuará na ZDB no dia 18 de Outubro pelas 22h.

 

Durante os anos 80, Drew McDowall integrou os Psychic TV de Gensis P. Orridge, andou na estrada com os Shamen e aproximou-se dos Coil de John Balance e Peter “Sleazy” Christopherson, reforçando assim ainda mais a sua ligação ao incrível universo inaugurado pelo trabalho dos lendários Throbbing Gristle. “Unnatural Channel” lançado no passado mês de Maio é o mais recente projecto em nome próprio. É a solo que o seu trabalho parece alcançar paisagens mais remotas e sombrias, como se o exorcismo fosse mesmo questão de sobrevivência, de evolução, de identidade. No dia 25 de Outubro iremos vê-lo a extrair estes pulsares primais do seu sintetizador modular na ZDB.

 

Tudo isto sem esquecer os já previamente anunciados: 800 Gondomar (20 Outubro), Mark Eitzel (29 Outubro), Shabazz Palaces no Lux (31 Outubro), John Maus com banda (1 de Novembro), Jarboe & Father Murphy (2 de Novembro), Avey Tare na Igreja de St.George (21 de Novembro) e Forest Swords (30 de Novembro).

 

 

 

 

Bloom (JP Simões)… Disco de estreia chega às principais plataformas digitais

“Tremble Like a Flower”, o primeiro disco de Bloom (JP Simões), chega às principais plataformas de streaming e lojas online no próximo dia 22, depois de já ter sido disponibilizado no Bandcamp do artista.

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É apresentado ao vivo no dia seguinte (23 de Setembro), no Theatro Circo, em Braga, num concerto no qual JP Simões será acompanhado por Miguel Nicolau (Memória de Peixe), que partilhou a produção artística do disco, aqui na guitarra; António Quintino no baixo e contrabaixo; Marco Franco na bateria; Sérgio Costa no saxofone e na flauta; e João Gomes nas teclas.

 

A composição deste disco foi-se alicerçando no blues mais primordial, passando pela folk dos anos 60 (Dylan, Cohen e Nick Drake). Com a introdução de outras afinações, a procura de espaços mais vastos e serenos e a aglutinação de um certo modo “bossa nova” de tocar guitarra com um fingerpicking mais percussivo, a música começou a tomar o seu próprio rumo e as canções foram nascendo.

Miguel Araújo anuncia segunda data no Coliseu do Porto

O Coliseu Porto vai receber Miguel Araújo duas vezes. Além da data já anunciada, a 4 de novembro, o músico anuncia agora um segundo concerto, a 3 de novembro. A nova data surge na sequência do ritmo acelerado na venda de bilhetes, fenómeno que se verifica igualmente para o concerto do Coliseu de Lisboa, que se realiza no dia 11 de novembro.

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photo: Nuno machado

 

A cidade do Porto recebe assim o filho da terra, nos dias 3 e 4 de novembro, no Coliseu Porto, e o Coliseu dos Recreios recebe-o no dia 11 de novembro, numa estreia total a solo. Os concertos dos Coliseus serão o momento alto da tour de 2017, a maior de sempre a solo do músico do Porto, que por esse motivo preparara bastantes surpresas, a anunciar brevemente. Aos êxitos que fazem parte já do grande espólio de canções portuguesas da última década, o músico irá igualmente levar para o palco as canções do seu último trabalho a solo, “Giesta”, lançado em abril, de onde saíram os singles "1987" e "Axl Rose".

 

Além dos Coliseus, Miguel Araújo vai ainda deslocar-se a Londres onde irá presentear os expatriados portugueses com um importante concerto, a 28 de setembro, no Barbican Centre, em Londres, um auditório com capacidade para 1500 pessoas.

TIPO vai à Jugoslávia com o seu segundo single…

Depois do single de apresentação “Acção-Reacção”, Salvador Menezes mostra-nos agora um lado mais pop com a canção “Jugoslávia”.

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Gravado e misturado por Luís “Benjamim” Nunes, este segundo single conta mais uma vez com a participação de Tomás Sousa na bateria (You Can’t Win, Charlie Brown e Minta & the Brook Trout).

O videoclipe foi produzido pelos "We Are Plastic Too" com direcção de fotografia do João Souza. Numa linguagem e conceito que nos deixa de "pernas para o ar" o TIPO leva-nos numa viagem pela antiga Jugoslávia, do Reino à República Federal.

Co-produzido por Salvador Menezes, Luís Nunes e Afonso Cabral, o álbum terá o selo Pataca Discos com o apoio da Vodafone FM e a GDA

Cristiana Águas atuou recentemente para o Presidente da República da Costa do Marfim

No final do primeiro dia da visita de Estado a Portugal do Presidente da República da Costa do Marfim, Alassane Dramane Ouattara, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa ofereceu um jantar no passado dia 12 de Setembro no Palácio Nacional da Ajuda, no qual actuou a fadista Cristiana Águas.

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Acompanhada por Nilson Dourado, na guitarra acústica, por André Dias e Carlos Menezes, na guitarra portuguesa e no contrabaixo, respectivamente, Cristiana deu início ao pequeno concerto com o fado de Alfredo Marceneiro e Amália Rodrigues, "Estranha forma de vida", à capela e acompanhada apenas pelo contrabaixo. Ninguém ficou indiferente e, já com uma sala completamente absorvida, seguiram-se os temas "Porque não", de Luiz Caracol e ainda "À porta da Brasileira" , de Mário Pacheco e Domingos Lobo.

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Uma apresentação com um breve alinhamento mas que resultou numa noite de grande emoção para todos os presentes e para Cristiana e os músicos também.

“The Poet's Death” de Mazgani editado a 29 de Setembro

É já no próximo dia 29 de setembro que Mazgani edita o seu quinto trabalho de longa duração, “The Poet’s Death”, pela Sony Music.

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Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani foi co-produzido pelo músico e por Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Issac Achega na bateria.

Para além do formato CD e digital, o novo álbum de Mazgani estará igualmente disponivel em vinil, neste caso a 20 de Outubro. A capa ficou a cargo de Michelle Henning, responsável por artworks de trabalhos de artistas como PJ Harvey (Let England Shake e Hope Six Demolition Project) e John Parish (Screenplay). O retrato é de Rita Carmo. Em antecipação do novo álbum que aí vem, Mazgani apresenta para já o segundo single, com o mesmo nome, e cujo videoclipe ficou a cargo de Joana Linda

Rita Redshoes regressa este fim de semana com a digressão “Her”...

Rita Redshoes regressa este sábado, em Estarreja, à digressão nacional de apresentação de “Her”, com um concerto no Cine-Teatro de Estarreja.
O novo disco tem sido apresentado por todo o país ao longo deste ano.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Pela primeira vez, a artista leva para a estrada um quarteto de cordas, com dois violinos, viola e violoncelo, ao qual se juntam Nuno Lucas, no baixo, e Rui Freire, na bateria, dois dos músicos que habitualmente acompanham Rita Redshoes ao vivo. Gravado em Berlim, nos Riverside Studios, “Her” é o quarto LP de Rita Redshoes e tem Victor Van Vugt a liderar a produção – colaborador de Nick Cave, Beth Orton, PJ Harvey ou Depeche Mode. Neste trabalho, Rita estreia-se a cantar na sua língua materna, escrevendo e interpretando três canções em português.

Este é ainda o álbum em que toca mais instrumentos: piano, teclados, omnichord e guitarra acústica.

 

Digressão “Her”

23 Setembro 2017 - Cine Teatro, Estarreja

30 Setembro 2017 - Teatro Micaelense, Ponta Delgada (Açores)

Filipe Cabeçadas apresenta o seu primeiro single “Bring Back The Man”

Filipe Cabeçadas é um e muitos em simultâneo: compositor, multi-instrumentista e produtor farense. Como músico, participou em diversas bandas, todas com o seu mérito e tempo. O seu percurso musical começa em meados de 1997. O resultado de uma rebeldia pura, baseada nalguma dificuldade na afirmação e interação social.

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O 1º single em nome próprio “Bring Back The Man” foi totalmente composto e tocado pelo próprio músico e leva um homem aos confins do seu ego musical e elogia a filosofia do absurdo de Albert Camus. Um ato narcisista, de afirmação da identidade fragmentada dos nossos dias. Um agradecimento simbólico ao passado e uma celebração da vida presente.

Estuda no Conservatório de Música, enquanto forma os Mindlock e compõe sobre a revolta interior e o inconformismo ao som do metal. Junta-se a outras bandas algarvias de rock independente, tais como: Melomeno-Rítmica, oLUDO e os Nome. Grava discos, aprende a filosofia das covers e dos bares, e colabora como freelancer com múltiplos artistas. Por entre os anos, surgem as amizades, viagens e vidas cruzadas que trilham uma forma de estar despreocupada, mas atenta.

Um olhar humilde, mas crítico dos tempos

Metronomy estreiam-se no Coliseu de Lisboa

"Adoro os Outkast. Adoro o David Bowie e os Daft Punk de antigamente. Esses artistas já não fazem música ou pelo menos a que costumavam fazer. Quis fazer um disco maduro, pop e ecléctico. E que também tivesse scratch". São as palavras de Joe Mount… e fez…

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Ao mesmo tempo que se tornou pai de gémeos e trocou as noitadas e os copos por fraldas e biberons, Joe Mount, o génio inglês com o toque de Midas, lançou “Summer '08” no qual, à semelhança dos quatro álbuns anteriores, tocou todos os instrumentos.

 

Em disco, Mount é o cérebro, a alma, a voz, os pés e as mãos dos Metronomy. Ao vivo, e não tão acessoriamente assim, acompanham-no quatro músicos numa viagem funkadélica electro-pop que debita linhas de baixo irresistíveis por cima de beats gingões, devidamente ataviados em teclas melodramáticas, ao som dos quais conseguimos imaginar uma fauna de nerds numa pista de dança que, até às doze badaladas, baila freneticamente como cinderelas, cocheiros e fadas.

Antes que o concerto termine, as luzes se acendam e dêem lugar a abóboras, ratos e, de uma forma geral, ao quotidiano prosaico, há uma noite para dançar com os Metronomy no Coliseu dos Recreios, no dia 30 de Outubro.

"Dramas como tu"… é o regresso de Jimmy P

Jimmy P está de regresso com novidades… "Dramas como tu" é o single de avanço daquele que será o quarto álbum de Jimmy P, com edição prevista para Março de 2018. 

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Com uma identidade artística inabalável, Jimmy P regressa ao panorama musical com uma sonoridade que tão bem lhe é conhecida.

 

Viana Bate Forte juntou perto de 25.000 pessoas… e ‘bateu forte’

Perto de 25.000 pessoas. 4 palcos. Mais de 20 actuações.

O Viana Bate Forte encheu o coração da cidade e reuniu no centro histórico de Viana do Castelo visitantes, habitantes e artistas como Pedro Abrunhosa, Raquel Tavares, Paus, Capitão Fausto, Richie Campbell, Rita Redshoes e Dengaz.

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Entre concertos, em espaços singulares como as Praças da Liberdade, República e Erva, e a Porta Mexia Galvão, as ruas, avenidas e ruelas serviram de ponto de ligação entre os palcos, mas também de convívio com o comércio e cafés abertos, tendo como cenário o vasto património, que afirma cada vez mais o distrito como um dos destinos turísticos de eleição em Portugal.

Organizado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, o Viana Bate Forte decorreu nos dias 15 e 16 de Setembro e juntou num único cartaz alguns dos maiores nomes nacionais, artistas internacionais (Julian Burdock e Marcelinho da Lua), e projectos locais, como Wildfire, Aerosoul e Fat Cap