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Glam Magazine

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Höröyá lança disco “Pan Bras’Afree’Ke vol 1” mantendo a mistura de ritmos brasileiros e africanos

Inédito, “Pan Bras’Afree’Ke vol 1” é o segundo disco do Höröyá, grupo de São Paulo, Brasil, que une as culturas brasileira e africana, numa fusão moderna e conceitual. O novo disco já está disponível em todas plataformas de streaming. Retomando o conceito de Pan-africanismo, e tendo como tema o processo de descolonização, o projeto que une a música do Brasil, Guiné, Mali, Senegal e Burkina Fasso, surgiu da parceria entre André “Piruka” e Cheick Tidiane Seck."

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Gravado e produzido nas cidades de São Paulo, Bamako (Mali) e Bobo-Dioulasso (Burkina Fasso), “Pan Bras’Afree’Ke vol 1” traz temáticas, personagens e sonoridades diferentes, que somam diversos timbres as faixas. Num mesmo álbum grandes músicos africanos, como Petit Adama Diarra, Barou Kouyate e o maestro Cheick Tidiane Seck, estão criando, compondo e tocando junto aos brasileiros do Höröyá, preservando os ritmos ancestrais e incorporando novas nuances, através de instrumentos como: balafon, tama, kamele, ngoni e djeli ngoni.

“Seguindo na proposta musical do Höröyá, as composições aproximam toques de Candomblé e melodias de Griots, com ritmos pungentes que chegam com o funk e o jazz, junto as melodias já conhecidas do maestro Cheick Tidiane Seck.”, afirma André “Piruka”.

 

Com direção musical do produtor André “Piruka”, o projeto conta com a participação de Nando Vicencio (baixo), Tobias Kraco (guitarra), Richard Fermino (sopros), Sintia Piccin (saxofone), Ivo Mineiro (trompete) e Cauê Silva, Adilson Camarão e Rafael Fazzion (percussão).

 

"Fome" é o single que comemora 1 Milhão de Visualizações de "Comida"

O crescimento tem sido imparável e 2017 um ano de sonho para João Coelho A.K.A Slow J. Depois de conquistar o país de norte a sul, com apoteose óbvia no Super Bock Super Rock e de visitar Londres com o Festival Iminente, é hora de comemorar mais um feito, 1 Milhão de visualizações do tema "Comida".

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Para isso, nada melhor do que uma nova música. "Fome", produzida pelo prodígio Holly recém vencedor dos Goldie Awards criados por A-Track é um som que instaura uma nova mentalidade e derruba uma antiga, como "Comida" fez no início de 2016.

A escolha do nome da nova faixa não terá sido certamente inocente e, apesar de já ter "Comida", Slow J continua com "Fome". Fome de conquistar cada vez mais e chegar mais longe, aparecendo este tema como motivação para ele e a sua "família".

Nas palavras do próprio: Para celebrar as 100 milhões de barras ouvidas no comida, aproveitámos para vos trazer mais umas quantas. Barras de motivação p'ra quem pensa em desistir de seguir os seus sonhos, quando o caminho parece interminável ou impossível. Para todos os meus manos que fazem arte da caixa do supermercado às universidades, pós que fazem arte com as contas ao fim do mês, e pós que a levam pó estúdio. E especialmente pós malucos que acreditam que ainda vão fazer uma cena que nunca ninguém fez. Haja "Fome" da que alimenta."

Já disponivel… Novo vídeo Orelha Negra… "Ready (Redenção)"

O coletivo Orelha Negra lança "Ready" (Redenção) o segundo vídeo extraído do novo e terceiro álbum da banda, com título homónimo, editado no próximo dia 15 de setembro, sexta-feira pela Meifumado. "Ready" (Redenção) foi filmado durante um dia em Lisboa e é a segunda colaboração do grupo com o galardoado realizador Richard F. Coelho.

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Segundo as palavras do realizador, o vídeo "explora traumas do passado através da dança". Richard continua e considera que um dos temas explorados no vídeo é como conseguem, o "vício e a depressão, ser catalisadores de mudança, expiando o mal e mostrando por fim alguns raios de luz no horizonte".

Samuel Mira a.k.a. Sam the Kid, Dj Cruzfader, Francisco Rebelo, João Gomes e Fred, voltam a juntar-se para mais um projeto homónimo. "Orelha Negra" é o terceiro disco de originais do coletivo, a sair já na próxima sexta-feira. Um trabalho que já nos apresentou "A Sombra", "Parte De Mim" e o mais recente single "Skylab".

Nos 13 temas que compõem o seu terceiro disco de originais, os Orelha Negra não se afastam um milímetro da sua proposta inicial de redefinirem a música de raiz Hip Hop, tal com deve ser entendida num novo milénio, mas a canção liberta-se, como nunca, das suas amarras. Sobressai aqui um espírito excursionista, que vai muito para além das questões formais. 
Uma espécie de viagem espiritual, carregada de psicadelismo e de libertação cósmica, apresentada, mais uma vez, de forma completamente surpreendente, até porque tanto somos remetidos para a genealogia da Soul – com um enfâse particular no Boogie – como nos vemos a navegar pelo melhor prog-kraut-rock ou pelas memórias contemplativas de narrativas pop baleares.

Quando pensamos que somos capazes de “adivinhar” o que vinha aí, ficamos, outra vez, agarrados às nossas aparelhagens, em repeat, a pensar – “estava à espera de tudo menos disto!"

O regresso aos palcos dos Melancholic Youth Of Jesus

Fundados em 1990 por Carlos Santos, oriundo da ex-colónia Britânica Zimbabwe, os Melancholic Youth Of Jesus alcançaram um estatuto de banda de culto no circuito underground Europeu. Ao longo dos anos a banda tem vindo a re-inventar a sua matriz sonora, cujas raízes derivam do rock intemporal dos Velvet Underground, New York Dolls e The Stooges, a aura bucólica de Manchester e Liverpool patente nas canções dos New Order e Echo & The Bunnymen, e o"muro de som" do excêntrico Phil Spector.

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Tendo pisado alguns dos palcos mais relevantes em Portugal, além de inúmeros concertos no reino Unido e Europa, os mYoj encontram-se em processo de renascimento com as entradas de Miguel Lopo (Guitarra), João leitão (Baixo) e Pedro Almeida (Bateria), que em conjunto com Carlos Santos (Voz/Guitarras), procuram canções intemporais e imunes a modas, e que falam intimamente com os ouvintes - individualmente. No presente a banda encontra-se a compor novas canções e pretende ainda editar um álbum ao vivo que - espera-se - irá reflectir a força e carga emotiva que a banda transporta para o palco.

 

Dia 5 de Outubro, os The Melancholic Youth Of Jesus irão dar um concerto no Hard Club (Sala 2), o que assinala um regresso ao Porto depois deste ano tocarem em Lisboa (Sabotage Club) e Santarém.(Reverence Festival).

Grandfather's House & MAF… a melhor música nacional no 5º Aniversário da Culturarte

Como é já habitual, as celebrações de mais um ano de trabalho da Culturarte fazem-se no palco que de mais perto e carinhosamente a viu nascer, o Salão Brazil em Coimbra.

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A escolha para o alinhamento da noite foi feita, como sempre, com base nas apostas da equipa da Culturarte para os tempos que se seguem. Às 22h00, o palco inaugura-se ao som dos beats hip-hop/electrónica/trap de Pedro Correia, sob figura de M.A.F. e, a seu lado, estará um “convidado muito especial”. Com estreia ao vivo em Janeiro do presente ano na edição que estreou também o Sofar Sounds Coimbra, M.A.F. tem feito trabalhos incansáveis no processo de composição. Com um EP já lançado, pela chancela na neozelandeza Beatdown Bass, de seu nome “Wash”, o músico e promissor produtor prepara-se para apresentar algumas surpresas extra nessa área.

 

De seguida, e vindos de Braga, subirão ao palco os Grandfather’s House. Com Tiago Sampaio na guitarra, Rita Sampaio nos sintetizadores e voz e João Costeira na bateria, somam um número respeitável de concertos – nacionais e internacionais. Depois de “Skeleton” (EP, 2014) e ”Slow Move” (LP, 2016) a banda prepara agora o lançamento de “Diving”, que resulta de uma residência artística no espaço GNRation em Braga e conta com as participações de Adolfo Luxúria Canibal (voz), Nuno Gonçalves (teclados) e Mário Afonso (saxofone).

É já no próximo dia 16, Sábado, às 22h00.

 

 

Percursos Sonoros… A Celebração do Património Oliveirense através da música

A Incentivo Positivo – Associação de Empreendedorismo e Inovação em parceria com a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis e com o Gabinete da Juventude trazem a Oliveira de Azeméis 5 concertos cujos palcos, criteriosamente escolhidos, são locais fundamentais para a construção da memória oliveirense. Atualmente a maioria desses locais passa despercebido ao olhar dos mais desatentos. Neste dia, graças ao Percursos Sonoros, os holofotes estarão apenas direcionados para eles.

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A iniciativa, de entrada gratuita, realiza-se já no próximo dia 30 de Setembro, em locais como a antiga Garagem Justino, o edifício do Millenium BCP, antigo cinema Gemini, Restaurante Giratório, entre outros… Apostando nas novas sonoridades nacionais, o Percursos Sonoros traz a Oliveira de Azeméis nomes emergentes como Zé Costa, Indignu, Miami Flu, Surma e First Breath After Coma.

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A iniciativa visa a ampliação da programação cultural do município destinada ao público jovem, a divulgação de bandas emergentes da região e não só, assim como a descoberta do património cultural da cidade. Destaca-se de outros eventos por não se centrar apenas na música, mas por fomentar a promoção de jovens talentos e a democratização cultural, promovendo o património local e sensibilizando a população para a sua salvaguarda, o que garante a consolidação da identidade oliveirense e contribui para o desenvolvimento da consciência de cidadania.

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Apresenta-se igualmente como sendo lufada de ar fresco na programação da cidade direcionada para este público. Devido a estas características, o Percursos Sonoros, um projeto desenvolvido pela Incentivo Positivo – Associação de Empreendedorismo e Inovação, tem um forte apoio do Conselho Municipal da Juventude, que prontamente compreendeu o impacto que esta iniciativa terá para jovens do município, fomentando o envolvimento dos mesmos com o Município e com as suas atividades.

Programação Teatro Municipal de Matosinhos - Constantino Nery

Não vão faltar bom teatro e boa música para ver e ouvir até ao final do ano no Teatro Municipal de Matosinhos - Constantino Nery. A programação arranca já na próxima sexta-feira, dia 15, com “A Noite de Dona Luciana”, do argentino Copi, considerado um dos dez melhores espetáculos de 2016 pelo suplemento Ípsilon do jornal Público, e incluirá, entre outros grandes momentos, “A Tempestade(na foto), de William Shakespeare, o “Ensaio Sobre a Cegueira”, de José Saramago, e uma ópera de Donizetti.

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Encenado por Ricardo Neves Neves para o teatro Elétrico, o texto “A Noite de Dona Luciana”, de Copi, chega a Matosinhos com um lastro de grande sucesso. “Energia exuberante”, “humor vertiginoso” e “ritmo delirante” foram algumas das expressões atribuídas a este trabalho estreado no início de 2017 no Teatro da Politécnica, em Lisboa. O elenco é composto por Custódia Gallego, José Leite, Márcia Cardoso, Rafael Gomes, Rita Cruz e Vítor Oliveira, intérpretes de um ensaio teatral tardio, interrompido por uma velha striper transsexual que lança o espectador numa espiral entre a verdade e o delírio, a paixão e o humor negro.

 

A programação prossegue a 22 de setembro, com um concerto do pianista Vasco Dantas, matosinhense e considerado um dos nomes mais promissores da música erudita portuguesa, vencedor já de vários prémios nacionais e internacionais. O cartaz de musical incluirá também, a 27 de outubro, um concerto do conceituado pianista Fausto Neves, a atuação de Vítor Pereira e Vítor Pinho, a 24 de novembro, integrada na programação do ciclo de música de câmara dedicada ao piano e ao clarinete, e o concerto de canto e piano com Dora Rodrigues, Mário João Alves e João Paulo Santos. Para 4 de novembro está marcado mais um concerto da Orquestra Jazz de Matosinhos dedicado aos novos valores, contando, desta vez, com a participação do acordeonista e compositor João Barradas, considerado uma das maiores revelações do jazz nacional dos últimos anos.

 

A 24 de setembro regressa ao Constantino Nery o teatro dedicado ao mais novos, com a peça “Ovo”. Também a pensar no público mesmo muito jovem, haverá “Ninho”, a 29 de outubro, e “Voar”, a 26 de novembro.

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O grande teatro regressa a Matosinhos a 4 de outubro, com a encenação de João Garcia Miguel para o superclássico “A Tempestade”, de William Shakespeare. Antes disso, entre 29 de Setembro e 1 de Outubro, passará pelo palco do Constantino Nery o grande sucesso de público “Noivo por acaso”, protagonizado por Fernando Mendes, que encarna um empreiteiro português a braços com a remodelação de uma agência matrimonial. A 21 de outubro Matosinhos acolherá um outro texto clássico do teatro mundial, “Pedro e o Capitão, de Mário Benedetti, com encenação de Marta Carreiras e Romeu Costa, e interpretação de Ivo Canelas e Pedro Gil, o qual tem no seu centro a temática da tortura e da manipulação psicológica. Os grandes temas contemporâneos regressam a 11 de novembro, com uma versão galega de “Ensaio sobre a cegueira(na foto), o romance de José Saramago que tem sido objeto de várias adaptações teatrais e também de uma grande produção cinematográfica norte-americana. Encenada por Ánxeles Cuña Bóveda, esta produção do Sarabela Teatro conta com os atores Jorge Casas e Sabela Gago nos papéis principais.

 

A ópera “Rita”, do italiano Gaetano Donizetti, sobe ao palco do Constantino Nery a 13 de outubro, com encenação de António Durães. Mais para o final do ano, a 8 de dezembro, vem a Matosinhos a Lisbon Poetry Orchestra, com o espetáculo “Poetas Portugueses de Agora”, integrado na programação da Festa da Poesia. Entre 12 e 17 de dezembro regressa ainda o Dancem Todos, festival dedicado às escolas de dança de Matosinhos.

 

 

Marco Rodrigues lança “O Tempo”… segundo single do novo álbum

Depois do sucesso de “Fado do Cobarde”, Marco Rodrigues desvenda mais uma canção retirada do aguardado novo álbum de estúdio, “Copo Meio Cheio”, que será editado no próximo dia 15 de setembro. “O Tempo”, o novo single, foi escrito e composto por Diogo Piçarra e o vídeo, realizado por Marcos Cosmos.

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Este novo single é exemplo da refrescante nova abordagem que Marco Rodrigues traz para a sua música em “Copo Meio Cheio”, tendo por isso desafiado um nome marcante da música pop nacional como Diogo Piçarra para compor uma canção para este disco. Além de Piçarra, no novo álbum, Marco Rodrigues rodeou-se de novos compositores e letristas como Carlão, Luísa Sobral, Capicua, Agir, Pedro da Silva Martins e Luis José Martins (Deolinda), Tiago Pais Dias e Marisa Liz (Amor Electro) Boss AC, Agir, ou João Direitinho e Guilherme Alface (ÁTOA), entre outros.

Copo Meio Cheio” não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca. Alguns dos compositores e autores desta nova geração com que agora gravou são bem surpreendentes, uma vez que se estrearam na escrita para fado. Alguns temas não são fados, mas a alma do fado é trazida pela interpretação de Marco Rodrigues.

 

Copo Meio Cheio” será apresentado pela primeira vez ao vivo no festival Caixa Alfama, em Lisboa, já no dia 16 de setembro, concerto que contará como convidado especial com o rapper Boss AC, que escreveu a letra do tema de abertura deste novo disco, “Não Podia Estar Melhor”. O novo álbum sucede a “Fados do Fado”, nomeado para um Grammy Latino na categoria de melhor álbum folk.

:Papercutz no Plano B em Outubro

Os :Papercutz regressam em 2017 aos discos com “King Ruiner”. O grupo encontra-se a apresentar o álbum em lugares selecionados pelo País fora e quem se dirigir ao Plano B no dia 6 Outubro vai poder assistir a alguns dos novos temas em primeira mão.

É já no dia 2 de Setembro que os :PAPERCUTZ dão a conhecer algumas das novas canções em primeira mão do novo disco num concerto muito especial no Musicbox em Lisboa.

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photo: Maria Louceiro

 

Os :Papercutz tem vindo a desvendar a sua nova sonoridade em festivais entre Ásia e Estados Unidos. A nova vocalista, Catarina Miranda conhecida pelo seu trabalho como Emmy Curl, é um dos elementos responsáveis por essa nova abordagem sonora, evocando harmonias pop e motivos corais encontrados em geografias não ocidentais. Polirritmia e melodias interpretadas por sintetizadores analógicos, batidas urbanas, texturas ambientais e percussões de raiz tribal são outros dos elementos que se dispersam pela estética renovada do projeto Portuense.

Marco Oliveira apresenta novos projectos e novas datas

Marco Oliveira tem tido um ano de 2017 repleto de concertos. O artista lisboeta tem actuado a solo e com o seu grupo Bela Quarteto (Otto Pereira no violino, Carlos Mil- Homens na percussão, João Penedo no contrabaixo). Em Abril passado participou no conceituado festival de jazz Riga Jazz Stage.

Ao longo do primeiro semestre do ano tem tido várias actuações por Lisboa, na Trezena a Santo António, no CCB de Verão e no Fado & the City, projecto estreado no Príncipe Real onde foi programador artístico e director musical entre Abril e Julho.

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Em Junho iniciou a tertúlia Noctivagabundagem, um encontro poético musical de experimentação em parceria com o clarinetista Luís Bastos, que acontece todos os meses em Campo de Ourique, na mítica Padaria do Povo.

O multi-instrumentista começa a preparar os concertos que vai ter na Polónia e em França, com datas em Outubro e Dezembro respectivamente. O talentoso cantautor lançou no ano passado o seu segundo álbum “Amor é água que corre”, o qual tem apresentado com o convencional trio de fado ou com guitarra/voz, clarinete e contrabaixo.

 

Marco Oliveira inicia no final de Setembro a pré-produção do seu próximo disco.

 

13 de Setembro 2017 - Fábrica do Braço de Prata c/João Paulo Esteves da Silva e Diogo Duque (Lisboa)

21 de Setembro 2017 - Fundação José Saramago c/Ana Sofia Paiva / “Requiem para um novo dia” (Lisboa)

14 de Outubro 2017 - Sieradz / Polónia

15 de Outubro 2017 - Wejherowo / Polónia

16 e 17 de Dezembro 2017 - Paris / França

 

Iguana Garcia… A estreia com “Cabaret Aleatório”

Cabaret Aleatório” é o título do álbum de estreia de Iguana Garcia e chega ao mundo já no próximo dia 29 de Setembro.
Disco gravado, misturado e masterizado nos estúdios HAUS. A capa do disco é do próprio João Garcia.

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60KF" é o single de apresentação do disco. O vídeo é realizado por Gonçalo Moleiro & João Garcia.

João Garcia chama-se Iguana Garcia, mas podia ser o Camaleão Paulo – tudo o que cabe no universo do Lisboeta assemelha-se mais ao réptil de cor mutável do que a um lagarto vegetariano, mas nem por isso o nome lhe fica a dever em algo. A música de Iguana Garcia precisa do catalizador UV com a mesma intensidade que o réptil a que rouba o nome, exalando tropicalismo, psicadelismo e outro tipo de ismos que não vivem de ideias, mas de construção de identidades sonoras.
A de Iguana Garcia é maior do que as fronteiras em que nos fechamos.

Caixa Alfama arranca já esta sexta feira!

A nova voz do Fado, Nathalie, vai desvendar alguns temas do novo disco no Museu do Fado. Marco Rodrigues vai juntar-se em palco a Boss AC e Júlio Resende vai apresentar um espetáculo especialmente concebido para o Caixa Alfama.

É já este fim de semana que se celebra o Fado em Alfama.

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É já esta sexta-feira que o Caixa Alfama celebra o Fado no coração de Alfama, e com muitas surpresas preparadas. Nathalie apresenta-se no Festival em plena fase de gravação do seu terceiro disco. Com produção de José Mário Branco, acompanhada pelos músicos de excelência, José Manuel Neto na guitarra portuguesa, Carlos Manuel Proença na viola e Bernardo Moreira no contrabaixo, com este novo disco, Nathalie afirma-se, como muitos já o dizem, a nova voz do Fado. No dia 16 de setembro no Museu do Fado, vai estrear ao vivo alguns temas do novo disco, e brindar o público com outros já indiscutíveis e indispensáveis, como o “Chapéu Escuro ou “ Noite Cerrada”.

 

No mesmo dia, Marco Rodrigues apresenta no Palco Caixa, pela primeira vez ao vivo, os temas do novo álbum, “Copo Meio Cheio”, editado a 15 de setembro. Sucessor de “Fados do Fado”, com o qual foi nomeado para um Grammy Latino, o novo álbum conta com um leque rico e surpreendente de colaborações, trazendo uma abordagem nova e refrescante para a música deste grande intérprete do Fado. Uma delas é a do rapper Boss AC no tema de abertura deste novo álbum, e que será convidado especial de Marco Rodrigues neste concerto de apresentação ao vivo no Festival Caixa Alfama. A não perder!

 

Mas as surpresas preparadas para a edição de 2017 do Caixa Alfama não ficam por aqui. Júlio Resende leva ao Palco Ermelinda Freitas, no Largo das Alcaçarias, o espetáculo inédito “Fado Ensemble”, concebido propositadamente para o Festival. O músico, que nos últimos anos se tem dedicado sobretudo ao piano, pretende agora multiplicar as possibilidades musicais do Fado a partir do piano, contrabaixo, bateria e percussões.

E às vezes, de surpresa, como no destino, aparecem convidados para se juntarem à festa…

Rogério Charraz ao Vivo em Sintra

Depois de um Verão em que tocou para milhares de pessoas nas Festas do Mar de Cascais (onde actuou na primeira parte de Rui Veloso, fechando a noite com um dueto inédito), na Praça da República de Tavira e nas Festas de Rio de Mouro (abrindo para Miguel Araújo), entre muitos outros concertos, Rogério Charraz regressa a uma sala que tão bem conhece, numa noite que promete ser de muitas emoções.

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Dia 22 de Setembro, pelas 22h, o músico sobe ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval, acompanhado pelos habituais Irrevogáveis.

Até ao final do ano, e enquanto prepara grandes novidades para 2018 (a anunciar em breve), Rogério Charraz ainda passa por Vila Real de Santo António (23/Set), Moura (11/Nov) e Estarreja (25/Nov).

Norberto Lobo ao vivo na Culturgest…

Norberto Lobo lançou o seu primeiro disco a solo, “Mudar de Bina”, em 2007. Em julho desse ano veio ao Auditório ao Ar Livre da Culturgest. É a sexta vez que toca na Culturgest. Uma delas foi no Porto… Autodidata, dedicou-se à guitarra a partir dos 8 anos, aprendendo sozinho, com os irmãos, os amigos, ouvindo discos, indo a concertos. Hoje domina as guitarras com enorme virtuosismo.

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Abençoado com um talento imenso – a solo, com bandas de que é cofundador ou partilhando o palco com músicos nacionais e estrangeiros – foi construindo um caminho, um som, uma arte, que constantemente se abre em novas direções, mantendo uma unidade inconfundível. A música que faz não se arruma em qualificações. Os que sobre ela falam, na dificuldade em a descrever, invocam diversíssimas influências, de tradição popular ou erudita, de vários continentes.

 

Norberto é um criador sobredotado. É consensualmente considerado como uma das principais personalidades da música portuguesa atual. Gravou seis CDs a solo e cada álbum que lhe sai, sem exceção, recebe um coro de elogios. Merecidos. Nada lhe sai mal. Trabalha muito. Faz concertos por todo o país e pela Europa fora, para além de visitas ao Japão, Brasil e América do Norte.

Na Culturgest tem tocado sobretudo no Pequeno Auditório. Agora é lhe oferecido o Grande para fazer o concerto que quisesse. Ele quis que fosse a solo. Na altura do convite, já lá vai mais de um ano, não sabia o que viria tocar. Durante um ano muita coisa lhe acontece. Sabia que queria estar sozinho com as suas guitarras.

 

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16 de Setembro 2017 | 21.30h

 

 

“Moda Indústria. Moda Arte” com Eduarda Abbondanza e Frederico Martins no Museu do Calçado

Refletir e analisar o panorama atual do mundo da moda é uma das propostas do Museu do Calçado para setembro, mês em que acolhe a terceira mesa redonda do ciclo “Moda Indústria. Moda Arte”. No próximo dia 16 de setembro, sábado, pelas 16h30, o Museu do Calçado, em S. João da Madeira, convida os apaixonados por moda e criatividade a juntarem-se à conversa com Eduarda Abbondanza, fundadora e diretora da ModaLisboa, e a Frederico Martins, um dos fotógrafos de moda mais prestigiados no país, que já fotografou nomes como Sara Sampaio, Olivier Rousteing e Milla Jovovich.

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Pela primeira vez em português, o ciclo “Moda Indústria. Moda Arte” vai colocar em cima da mesa diferentes perspetivas sobre o setor, através do olhar de dois dos mais influentes nomes nacionais no mundo da moda. A análise do mercado, cada vez mais competitivo e globalizado, os desafios atuais impostos às marcas mais jovens e o papel das redes sociais prometem ser alguns dos temas em destaque na mesa redonda, dirigida a alunos, profissionais do setor, empresários da indústria criativa e público em geral.

 

A entrada é livre mas sujeita a inscrição prévia

Suspeitos do Costume apresentam o álbum "Vol. 1

Os “Suspeitos do Costume” estão a chegar com o primeiro álbum. “Vol. 1“ chega em formato digital a 22 de Setembro.  O primeiro single chama-se “A Culpa Morre Solteira”.

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Os Suspeitos do Costume dizem: “é só um nome e como tal serve apenas para identificar um grupo de 7 amigos, que se juntaram para exorcizar a falta de paciência para aturar certa gente e certos jeitos e extravagantes comportamentos, que têm tornado esta terra numa coisa às vezes quase risível. E é aí que vamos! Com humor e ironia!”

 

Os Suspeitos do Costume são: Luís Oliveira (compositor, guitarra e voz), Pedro Malaquias (letras e vozes), Nanã Sousa Dias (metais), Simon Wadsworth (metais e teclados), Alexandre Alves (bateria) e Nuno Oliveira (baixo), Joaquim Monte (gravação e mistura).

“Praça do Comércio”... o novo disco de Júlio Pereira

È posto à venda no próximo dia 22 de Setembro o novo trabalho discográfico de Júlio Pereira, intitulado “Praça do Comércio”, nos formatos LP e CD. O vinil, com capa em formato gatefold, foi tornado num objecto de arte, sem texto, apenas contendo as ilustrações originais que Carlos Zíngaro criou para todos os temas do álbum. Uma edição limitada a 1.000 exemplares numerados. Do CD faz parte um livro de 112 páginas (em português e inglês), com textos de Rui Vieira Nery, Manuel Morais, João Luís Oliva e Nuno Cristo, contendo ainda um guia de acordes e partituras.

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Antes, porém, “Praça do Comércio” estará em palco a 15 de Setembro em Sintra, no Centro Cultural Olga Cadaval.