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Glam Magazine

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Lendários Hard-Rockers nacionais.... Iberia lançam vídeo ao vivo

“Much Higher Than a Hope“ é como se intitula o 4º álbum de originais dos lendários Hard-Rockers Portugueses, Iberia, um trabalho que é o mais forte da banda até à data aos mais diversos níveis, desde a composição de temas, execução dos mesmos e produção final, a qual esteve a cargo de Wilson Silva (More Than A Thousand) nos Estúdios Wrecords.

IBERIA Live 2017

A banda prossegue a promoção deste registo com o lançamento de um vídeo ao vivo para o tema “God’s Euphoria” filmado no Festival Milagre Metaleiro que teve lugar a 25 de Agosto de 2017 em Pindelo dos Milagres, Viseu. A captura de imagens e edição esteve a cargo de Carlos Guimarães para a G MEDIA.

No ano em que celebram os seus 30 anos de carreira e com o intuito de assinalarem o acontecimento, e após terem sido homenageados pela sua longevidade e terem recebido a Medalha de Mérito Artístico e Cultural da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira numa cerimónia realizada no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo em Maio passado, os Iberia preparam ainda o lançamento de uma edição muito especial de “Much Higher Than A Hope” e a qual irá trazer inúmeras surpresas a serem reveladas em breve!

Mr.Miyagi… 10º aniversário em Lisboa

No ano em que comemoram o 10º aniversário como banda, os Mr. Miyagi regressam a Lisboa para apresentar o novo EP e o DVD que conta um pouco da história destes já míticos thrash-skate-punks de Viana do Castelo. 

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Os concertos de Mr. Miyagi são conhecidos como festas memoráveis, onde a loucura, o suor e a energia inesgotável são algumas das garantias. No próximo dia 17 de Setembro o palco vai ser o Popular Alvalade, para uma matiné especial. A primeira parte está a cargo da banda espanhola Violets, que se estreia no nosso país, e dos lisboetas Ego, que se estreiam ao vivo neste dia.

Maria João em digressão…

A carreira de Maria João tem sido pautada pela participação nos mais conceituados festivais de música do mundo. Um percurso iniciado na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal e que, em poucos anos, extrapolou fronteiras, fazendo de Maria João uma das poucas cantoras portuguesas aclamadas no estrangeiro. O reconhecimento oficial da divulgação da cultura portuguesa pelo mundo valeu-lhe a comenda da ordem do Infante D. Henrique pelas mãos do presidente Jorge Sampaio. É também a única artista portuguesa a ter sido nomeada para o European Jazz Prize juntamente com Jamie Cullum e Bobo Stenson.

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Possuidora de um estilo único, tornou-se num ponto de referência no difícil e competitivo campo da música improvisada. Uma capacidade vocal notável e uma intensidade interpretativa singular valeram-lhe, não só o reconhecimento internacional, como a figuração na galeria das melhores cantoras da actualidade. Unânimes no aplauso, crítica e público nomearam-na “uma voz levada às últimas consequências”, declarando-a “uma cantora que não pára de evoluir”. Da sua parceria com o pianista Mário Laginha, de entre os 13 discos gravados destacamos: “Cor” dedicado às culturas do Índico; “Lobos, Raposas e Coiotes” com a Filarmónica de Hannover e ainda “Chorinho Feliz”.

 

Premiados como melhores discos vocal jazz do ano pelos prestigiados “Victoires de la Musique Awards” em França, os discos “Follow the Songlines” gravado na casa da Música com a Orquestra Sinfónica do Porto e “A Different Porgy & Another Bess” com a Brussels Jazz Orchestra assinalam a sua parceria com o belga David Linx. Maria João colabora regularmente com orquestras e Big Bands de todo o mundo como, entre outras, a Orquestra de Jazz de Matosinhos, a Upper Austrian Jazz Orchestra, Orquestra Sinfónica da Madeira, a Big Band de Frankfurt, a Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Jazz Sinfónica de São Paulo.

 

A nível internacional trabalhou com prestigiados nomes da música, tais como: Aki Takase; Bobo Stenson; Bobby McFerrin; Gilberto Gil; Joe Zawinul; Laureen Newton; Lenine; Guinga; Trilok Gurtu, Ralph Towner, Manu Katché. Gravou com Budda Power Blues em 2016 o disco “The Blues Experience”. Com o compositor e violonista Guinga gravou recentemente dois CD’s, “Mar Afora” e “Porto da Madama”. Com Egberto Gismonti começou o ano passado uma parceria musical que terá em Outubro uma tour europeia, destacando em Portugal o CCB em Lisboa e a Casa da Música no Porto.

 

Maria João tem com João Farinha o projecto OGRE que conta com dois discos: “Electroméstico” de 2012 e “Plástico” em 2015. Estão neste momento a gravar o terceiro álbum “Songs for Shakespeare”. “A poesia de Aldir Blanc”, disco dedicado à poesia do carioca Aldir Blanc, comissionado pelo SESC, será lançado no Brasil em Setembro. Para este disco Maria João reuniu músicos portugueses de diversas áreas: André Mehmari, André Nascimento, João Farinha, Mário Laginha, Filho da Mãe, Mário Delgado, Ricardo Dias e Ni Ferreirinha, Eleonor Picas, Sérgio Carolino e Silvan Strauss.

 

8 Setembro 2017 - Budda Power Blues & Maria João (Póvoa do Varzim)

15 e 16 Setembro 2017 -  Participação nas comemorações do grupo TP50 (Maputo / Moçambique)

21, 23 e 24 Setembro 2017 - "A Poesia de Aldir Blanc" (São Paulo / Brasil)

28 Setembro 2017 - OGRE (quinteto) (La Chaux-de-Fonds / Suíça)

29 Setembro 2017 - Maria João e Leo Tardin (La Chaux-de-Fonds / Suíça)

30 Setembro 2017 - Maria João / OGRE (Electric trio) (Rabat / Marrocos)

 

 

 

 

 

 

"Miradouro da Batucada"… novo vídeo d'O Gajo

"Miradouro da Batucada" é o segundo single do álbum "Longe do Chão" d'O Gajo, projeto musical de João Morais, e que estreia agora o video oficial, realizado por Bruno Costa. É mais um tema que paira sobre Lisboa, que viaja pelos sons tocados ao acaso no Miradouro de Santa Catarina. "Miradouro da Batucada" tem uma sonoridade muito característica da capital portuguesa e, por isso, o vídeo da autoria de Bruno Costa, leva-nos numa viagem da Lisboa aos olhos d'O Gajo: desde planos pormenor a grandes planos aéreos, este clipe mostra-nos o pulsar de uma cidade ao som de uma Campaniça.

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Segundo João Morais, “são muitas as tardes que O Gajo passa no Miradouro onde o Adamastor contempla Lisboa. Pelo meio de tantos devotos e curiosos há sempre alguém que marca o ritmo no Batuque ou que arranha as cordas de uma Viola. O miradouro da batucada é a banda sonora de um espaço privilegiado para sentir a pulsação de Lisboa."

"Longe do Chão" é um trabalho de sombras vagas de final de tarde que povoam o universo do artista, e nos contam histórias da cidade oculta. É um voo sobre nós próprios embalados por uma Viola Campaniça que nos enche como a maré e nos inunda com sentimentos de naufrágio.

Riding Pânico tocam "Rabo de Cavalo" no Sabotage

Os Riding Pânico voltam a Lisboa depois da tour de Verão de "Rabo de Cavalo", o terceiro disco de originais editado no arranque deste ano. Dia 16 de Setembro, a banda que se assume já como um fenómeno de culto da música nacional, passa pelo Sabotage, naquele que é um dos destaques de concertos do Sabotage.

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O sucessor de “Homem Elefante” foi gravado, misturado e masterizado no HAUS estúdio e constrói-se em torno de oito temas que reafirmam o espaço de culto que os Riding Pânico assumiram no rock instrumental nacional.

O single, "Rosa Mota" já pode ser ouvido e visto no vídeo com realizaçao de Frederico Miranda e produção TODOS.

Os Riding Pânico são Fabio Jevelim (PAUS), João Nogueira (Cruzes Credo), Makoto Yagyu (PAUS), Miguel Abelaira (Quelle Dead Gazelle), Shela (LAmA) e Zé Penacho (Marvel Lima).

Beck está de volta com novo álbum... “Colors”

Beck está de regresso a 13 de Outubro com novo álbum, “Colors”, o seu o 13.º álbum. Descrito já pela revista Rolling Stone como “uma explosão eufórica de pop experimental. Possivelmente o título mais apropriado na discografia de Beck, “Colors” desdobra-se num arco-íris embriagante de surpresas e guloseimas auditivas. O primeiro avanço do álbum é o single “Dear Life”, um tema dominado pela linha de piano que fica imediatamente disponível a quem fizer a reserva do álbum.

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Colors” é o primeiro álbum de inéditos de Beck desde “Morning Phase”, de 2014, que lhe valeu o Grammy de Álbum do Ano na 57.ª cerimónia dos Grammy Awards, bem como as distinções de Melhor Álbum Rock e Melhor Engenharia de Som (Exceto Música Clássica). Além do recentemente revelado “Dear Life”, “Colors” conta com os dois singles já editados anteriormente por Beck: “Dreams”, uma canção de verão com tons psicadélicos que a NPR descreveu como “urgentemente contemporânea e irresistivelmente vintage”, e a retro-futurista “Wow”, que o USA Today elegeu como Canção da Semana.

 

O alinhamento de “Colors” é o seguinte:

  1. “Colors”
  2. “7th Heaven”
  3. “I’m So Free”
  4. “Dear Life”
  5. “No Distraction”
  6. “Dreams”
  7. “Wow”
  8. “Up All Night”
  9. “Square One”
  10. “Fix Me”

 

Colors” foi produzido por Greg Kurstin e Beck, à exceção de “Wow”, produzida por Beck e Cole M.G.N., e “Fix Me” produzida por Beck. O álbum foi misturado por Serban Ghenea, exceto “Dreams” e “Up All Night”, que foram misturadas por Greg Kurstin e Beck. Em breve, Beck vai juntar-se aos U2 como convidado especial da digressão “The Joshua Tour 2017”. Beck fará as primeiras partes das várias datas em estádios que os U2 vão dar nos EUA entre 3 e 22 de setembro

"Le Syndrome Ian" é a última parte da trilogia de Christian Rizzo

Em "D’Après Une Histoire Vrai", que foi apresentado no Teatro Rivoli em setembro de 2015, Rizzo abordava o circuito das danças comunitárias, onde o grupo era o leitmotiv da ação; em “ Ad Noctum” explorou a dança a pares, a simbiose entre dois corpos, com um par de bailarinos em palco. “ Le Syndrome Ian” é, assim, a conclusão desta trilogia e coloca o foco, desta vez, nas chamadas “danças noturnas”.

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O também diretor do reconhecido Centre Chorégraphique National de Montepellier, em França, parte agora da sua história pessoal para criar um enredo coreográfico que explora os fundamentos dessa dança que, todas as noites, se vive nas pistas dos clubes noturnos de todo o mundo. Toma como ponto de partida o ano de 1979, o ano em que Inglaterra é tomada pelo sons intrigantes de uma banda de Manchester que colocaria, para sempre, a cidade no mapa: Joy Division e, especialmente, pelo seu vocalista Ian Curtis. Uma melodia escura, porém poética, ajustada ao ritmo dos corpos toma as pistas de dança de então. A voz assombrosa (quiçá assombrada) de Curtis ecoa nos clubes de diversão, numa combinação entre o movimento pós-punk e os ritmos de dança mais frenéticos. Um país, uma sociedade, uma figura de proa da música mundial e uma história pessoal que cose todos estes ingredientes: “Le Syndrome Ian” junta em palco nove bailarinos que, sob tempos diferentes, vibram freneticamente do início ao fim, numa contaminação que apenas as pistas de dança conseguem, diariamente, testemunhar.

Christian Rizzo nasceu em 1965, em Cannes, França. Deu os primeiros passos como artista em Toulouse, onde formou uma banda rock e criou uma linha de roupa, antes de começar a estudar Artes Visuais em Nice. Em 1996, criou “ L’Association Fragile” e apresentou performances, espetáculos de dança, ao mesmo tempo que dava a conhecer os novos projetos comissariados na área da moda e artes visuais. De 2007 a 2012, foi o artista em residênciana Ópera de Lille. Christian Rizzo é hoje um dos nomes mais importantes das artes performativas francesas, sendo mesmo Oficial das Artes e das Letras, uma comenda entregue pelo Governo Francês. É o atual diretor do Centre Corégraphique National de Montepellier Languedoc-Rouillo

 

Teatro Rivoli (Porto)

15 de Setembro 2017 | 21.30h

O “Filho da Treta”… Despedida de Lisboa

A partir de dia 19 de Setembro, o Filho da Treta vai estar em cena no Teatro Villaret todas as Terças e Quartas, naquela que será a grande despedida do espectáculo em Lisboa.

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Filho da treta estreou em Setembro de 2016 no Auditório dos Oceanos, Casino de Lisboa, onde esteve em cena até ao final do ano. No início de 2017 lançou-se em digressão pelo país e fez ainda uma temporada no Porto. Desde a estreia o espectáculo tem somado espectadores e esgotado salas um pouco por todo o lado: mais de 65 mil espectadores em menos de um ano e mais de 55 espectáculos de digressão desde Janeiro de 2017.

 

Zezé (José Pedro Gomes) prossegue a sua luta contra o bom-senso, a solidariedade, o trabalho e outros conceitos primeiro-mundistas, desta vez na companhia de Júnior (António Machado) que anda de bicicleta desmontável. Zezé, ao nível da deslocação, continua a polir a ponta do sapatinho de verniz com cuspe. Mas é um cuspe mais sábio...

Numa comovente irritação entre duas gerações perdidas, discutem-se as tascas gourmet, os refugiados, os paus de selfie, as novas famílias e outras pragas que assolam o mundo moderno deste saudoso bairro em vias de extinção.

 

Com: José Pedro Gomes e António Machado

Texto: Filipe Homem Fonseca e Rui Cardoso Martins

Encenação: Sónia Aragão

Música: Bruno Vasconcelos e Nuno Rafael

Desenho de Luz: Luís Duarte

Figurinos: Fernanda Ramos

Produção: Força de Produção

 

 

Regresso de Peeping Tom a Guimarães marca 12º aniversário do CCVF

No próximo dia 17 de setembro, o Centro Cultural Vila Flor celebra 12 anos de existência com um espetáculo verdadeiramente marcante que assinala também o regresso a Guimarães da consagrada companhia belga Peeping Tom. Descrito pela crítica internacional como uma obra “absolutamente fora de série”,Moeder” (Mãe) cruza o teatro, a dança e o cinema, para nos levar numa viagem à condição humana. A peça cria conexões que inundam o limite entre sofrimento, luto e festejo, entre manter ou deixar ir, estrutura e loucura. Passado, presente e futuro tentam desesperadamente aguentar o tempo cíclico de um arquétipo da natureza humana: a figura da mãe.  

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photo: DR

 

Conhecida em todo o mundo pela sua peculiar estética artística, a companhia Peeping Tom, através da sua coreógrafa e cofundadora Gabriela Carrizo, traz ao CCVF uma peça de uma sensibilidade extrema que junta o belo ao grotesco numa obra que parte do luto sobre a morte da sua mãe para se ampliar para outros sentimentos, sentidos e sensações. O cenário, em si mesmo uma obra de arte, retrata uma série de locais bem reconhecíveis que se vão transmutando para dar corda à narrativa da história: uma maternidade, um velório, um estúdio de gravação, um museu, todos eles locais onde o público e o privado se fundem.

 

A estética hiper-realista do cenário assume uma importância extremamente relevante para retratar universos instáveis que desafiam a lógica do espaço e do tempo. A perda da mãe da coreógrafa é assim a ignição para que a peça se lance sobre outras emoções complexas do ser humano como a ausência e o vazio, as angústias e as ansiedades, o medo, as fantasias.

 

A memória é também “figura” central neste trabalho, uma vez que é ela que nos define enquanto seres humanos, pela capacidade de carimbar na nossa alma sensações, sentimentos ou emoções, pessoas, espaços ou objetos. Na peça, Gabriela Carrizo expõe o corpo como um armazém onde uma multitude de lembranças conscientes e inconscientes se fundem, colidem e definem quem somos. Esta mescla cria uma série de conexões inesperadas que esbatem as fronteiras entre o sofrimento e a celebração, entre segurar ou deixar ir, entre estrutura e caos, vida e morte. Além do fluxo de memórias individuais da coreógrafa e dos performers, emerge também uma memória universal e coletiva que despoleta reflexões perturbadoras sobre o complexo significado de ser mulher, de ser mãe.

 

O cenário da peça acrescenta laivos abstracionistas e o recurso a um humor contorcido, enaltecendo sempre a empatia. Meios para atingir aquilo que temos de mais pessoal e reconhecível: a família e as suas constelações. O som desempenha também um papel crucial no relato da história pela imediaticidade com que desperta memórias e pela forma eficaz como traz a audiência para o universo que lhe é proposto. Os sons estão intimamente ligados com as personagens, com a dança e com os objetos. Assim, Gabriela Carrizo expõe a visceralidade do corpo e a simbologia dos objetos na performance, bem como um universo mental de medos e fantasias. Enquanto estamos habituados a ouvir o som em palco como uma ferramenta, aqui ele é transformado em matéria tangível para destacar aspetos relevantes.

 

A dança que Carrizo impõem aos seus intérpretes parece desafiar as leis da física, transportando o público para lugares onde o real e o onírico se esbatem. Imagens surreais quebram-se por um humor negro que nos afunda nos aparentes estados alterados das personagens numa estética que por vezes roça o absurdo, sem nunca perder a humanidade. A compaixão pelas fragilidades, defeitos e incoerências está presente em toda a obra e é uma das caraterísticas mais vincadas da companhia, transversal em quase todos os seus trabalhos. Dentro de toda a surrealidade da peça, nunca se perde uma certa lógica sensível, sublime. A humanidade é assim mesmo.

 

De referir que os Peeping Tom estarão de regresso a Guimarães em 2018 para apresentar no CCVF a primeira parte deste tríptico, “Vader” (Pai), que nos ajudará a (des)construir este mosaico artístico.

 

Vem aí o primeiro Festival Académico de Lisboa!

A FAL representa aproximadamente 65 mil estudantes das maiores instituições de Lisboa, pautando “a sua atividade pela produção de matéria política, cultural, recreativa, sem esquecer a Responsabilidade SocialJoão Rodrigues, Presidente FAL. Ao longo dos anos a FAL já produziu um livro de estratégia política, organizou os Campeonatos Nacionais Universitários, criou um Campo de Férias para crianças de bairros mais desfavorecidos, entre outras iniciativas. Cria agora o Festival Académico de Lisboa que “vem dar resposta à falta de ligação entre os estudantes e os seus representantes, trazer uma nova dinâmica para a cidade e aproximar a Academia da população que os vai receber”.

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O Festival Académico de Lisboa são dois dias de muita diversão, convívio, música e não só, para receber da melhor forma os estudantes acabados de chegar à capital. O recinto escolhido pela FAL é uma novidade para os estudantes de Lisboa. A escolha da Cidade Universitária pela localização central e localizção no coração da “vida académica”, é o resultado da relação de cooperação e proximidade entre a FAL, a Câmara Municipal de Lisboa e a EMEL. Os estudantes de Lisboa vão assim poder usufruir de um programa musical, cultural e desportivo bem no centro da sua vida estudantil.

 

O dia 29 de Setembro tem como especial atração a actuação de Virgul. É um dos nomes mais conhecidos a nível nacional, fez parte de grupos como Da Weasel ou NuSoulFamily e prepara-se agora para lançar o primeiro álbum a solo, do qual faz parte o último single que lançou e que já está a ter um sucesso incrível “Rainha”. Outros singles como “Só Eu Sei” ou “I Need This Girl” foram autênticos hits de rádio nos últimos anos, posicionando o artista como uma incontornável referência da música nacional contemporânea. O dia conta ainda com a presença de Piruka, a incontornável revelação do hip hop português, que acumula milhões de seguidores e “plays” nas suas músicas, os energéticos Putzgrilla que com hits como “Sentadinha” ou “Squeeze Me” têm tocado nos principais palcos nacionais e ainda Alpha Heroes, uma dupla de DJ’s em franca ascensão no mercado nacional.

 

Já o dia 30 conta com a presença de Dillaz, possivelmente o nome mais relevante do hip hop português actual que conta com hits como “Mo Boy” ou “Não Sejas Agressiva” e que lançou recentemente o álbum “Reflexos”. A música electrónica está a cargo do premiado DJ Ride, um dos melhores e mais internacionais DJ’s portugueses. O cartaz fica completo com a actuação dos promissores Wet Bed Gang, o colectivo de hip hop português que tem incendiado as redes sociais, somando recordes de visualizações no youtube e a banda nacional Trevo que tão bem misturam rock, punk e música tradicional portuguesa.

 

Estes artistas vão tomar conta da música, mas não é só de música que se faz o Festival Académico de Lisboa. O Festival vai contar com várias actividades e animação, desde insufláveis, a paredes de escalada, sem esquecer o tradicional ringue de futebol! Estas atividades decorrem entre as 9h e as 15h de Sábado no recinto do Festival e são gratuitas e acessíveis a toda a população de Lisboa. Depois desta hora quem se encontrar no recinto terá de sair para a organização começar os preparativos para os concertos da noite.

 

40º Aniversário do álbum "News of the World" dos Queen celebrados com reedições especiais

A 17 de novembro será lançada uma caixa especial com a reedição do álbum histórico “News of the World”, celebrando-se o 40.º Aniversário do seu lançamento original.

Este novo pack inclui o álbum original em CD, mais dois CDs com maquetes descobertas recentemente e raridades dos arquivos da banda, sendo que um dos CDs é uma nova versão alternativa do álbum, “Raw Sessions”.

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Para muitos devotos dos Queen, este CD “Raw Sessions” será a componente mais intrigante desta nova edição. Descoberto nas fitas originais de gravação, este extraordinário álbum paralelo traz à luz versões alternativas de cada um dos 11 temas do álbum nunca ouvidas até hoje. As vozes estão diferentes, como estão maior parte das guitarras e uma grande parte dos detalhes instrumentais. Podemos, então, experienciar “We Are the Champions” com elementos vocais e instrumentais desconhecidos até então, e pela primeira vez a sua versão completa, em vez da versão editada que saiu no álbum de 1977. Faz ainda parte desta edição uma gravação de Freddie Mercury em pico de forma de um tema que até hoje ninguém o ouviu cantar fora do circulo interno dos Queen: “All Dead, All Dead”, de Brian May.

A versão original conta com a voz do próprio May. “Sheer Heart Attack”, de Roger Taylor, pode ser ouvida na sua versão original com a introdução de guitarra que se julgava perdida, bem como com um final sem edição. “Fight From the Inside”, de Taylor, é ainda mais surpreendente porque podemos ouvir a sua maquete vocal trabalhada no seu estúdio caseiro, em preparação para as sessões de gravação.

Mude apresenta “Como se pronuncia design em português: Brasil hoje”

Entre 23 de setembro de 2017 e 31 de dezembro de 2018, o MUDE – Museu do Design e da Moda apresenta “Como se pronuncia design em português: Brasil hoje”, uma exposição que revela o alcance universal do design praticado na língua portuguesa. A mostra integra a programação da “Lisboa, Capital Ibero-Americana da Cultura” e estará patente no Palácio dos Condes da Calheta, em Lisboa.

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De que é que falamos quando falamos de design? Em 2015, o MUDE apresentou na exposição “Como se pronuncia design em português?” mais de 200 interpretações desta palavra, expressas por designers portugueses ao longo de mais um século. Agora, revela 100 perspetivas de design enunciadas no Brasil do século XXI que evidenciam a especificidade e complexidade do ato de projetar para o povo, sociedade, mercado ou território brasileiros, bem como o carácter cosmopolita e o alcance global do design praticado em português.

 

50 destas perspetivas são livros sobre design no Brasil e designers brasileiros, que podem ser lidos e comprados na livraria que vai ocupar o centro da exposição. Em exibição estarão também cinquenta projetos que exploram a pluralidade do design, mostrando como esta disciplina criativa tem sido empregue no Brasil contemporâneo para promover, mas também para questionar ideias de progresso, consumo, identidade, património, cidadania ou protesto.

Ana Laíns e convidados especiais

Ana Lains, Embaixadora das Comemorações dos 8 Séculos de Língua Portuguesa, reuniu a Lusofonia no palco do Grande Auditório do Centro Cultural de Belém.

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Produzido e idealizado pela cantora, o concerto contou com convidados de Luxo dos diversos quadrantes da Cultura Lusófona. Ana Lains convidou Músicos, Cantores, Poetas, Compositores e Declamadores, para juntos protagonizarem um momento de celebração inesquecível.

O concerto contou com a participação especial de Paulo de Carvalho, Ivan Lins, Celina Pereira, Aline Frazão, Joaquim de Almeida, Valeria Carvalho, Jorge Arrimar, Elsa de Noronha, Olinda Beja, Karyna Gomes, Marta Dias, Júlio Soares, Luiz Avellar, A Moda Mãe (etnografia alentejana), Adufeiras de Idanha-a-aNova (etnografia beirã).

 

Um espectáculo que celebrou a multiculturalidade e a diversidade que liga os 8 países que falam o Português

 

A transmissão deste evento único, e irrepetível, acontecerá de dia 8 para  9 de Setembro na RTP 1.