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Glam Magazine

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Belém Art Fest está de volta nos dias 15 e 16 de Setembro

O Belém Art Fest está de volta nos dias 15 e 16 de setembro aos mais emblemáticos espaços de Belém. O festival dos museus à noite oferece uma programação de luxo no património histórico português, proporcionando espetáculos e concertos únicos em espaços exclusivos durante dois dias de fusão cultural que ligam a música, a arte e o património. A música vai percorrer os mais emblemáticos espaços de Belém, como o Claustro do Mosteiro dos Jerónimos, Museu Coleção Berardo, Museu Nacional de Arqueologia, Museu da Presidência da República, Jardins do Palácio de Belém, Museu Nacional dos Coches, Picadeiro do Museu dos Coches e ainda no Jardim da Praça do Império.

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A sexta edição do Belém Art Fest conta já com algumas confirmações de luxo na sua programação. No dia 15 de setembro Tiago Bettencourt, que se prepara para lançar um novo disco de originais já no final do mês de setembro, vai apresentar nos Claustro do Mosteiro dos Jerónimos um concerto intimista, especialmente preparado para o Belém Art Fest.

 

O Museu Nacional de Arqueologia recebe Sean Riley & The Slowriders e King John no primeiro dia do festival e, no dia seguinte, diretamente da Suécia, e em estreia absoluta em Portugal, Meadows vai apresentar o seu mais recente trabalho “The Only Boy Awake”, que alcançou sucesso global como parte integrante da banda sonora da série “13 Reasons Why”. Neste museu está já também confirmada a presença da banda rock lisboeta Trêsporcento.

 

Os portugueses Dead Combo já consolidaram a sua carreira internacional e a sua afirmação como uma das mais interessantes e importantes bandas do novo panorama musical português, sobem ao palco nos Jardins do Palácio de Belém sábado, dia 16 de setembro. Um espaço único para ouvir a dupla portuguesa formada por Tó Trips e Pedro Gonçalves.

 

Os embaixadores do Funk e da Soul, Cais Sodré Funk Connection estão também já confirmados nos Jardins do Palácio de Belém onde vão recriar os ambientes dos clássicos de Motown, Stax, Chess Records e outras editoras clássicas dos anos 60 e 70, numa viagem pela história da música negra num concerto energético cheio de funk e soul music, sem deixar de lado a interação com o público e o ambiente das jam sessions.

 

DJ Ride apresenta-se no Museu Coleção Berardo na primeira noite do festival, onde irá fazer uma apresentação especial, desenvolvida especificamente para festival. Da programação fazem já parte também os Octa Push, Joana Alegre, Marta Hugon, Surma, Jacarés e mais a anunciar brevemente.

 

O Belém Art Fest dá ainda a oportunidade única de visitar as coleções dos museus em período nocturno, com visitas guiadas exclusivas. No Jardim do Império os visitantes vão ainda poder degustar uma variada oferta gastronómica de Street Food e ainda visitar um mercado português de design e artesanato, organizado em parceria com a Mapa Eventos. Esta iniciativa é uma produção da Amazing Adventure em parceria com a Everything is New, com a Direção-Geral do Património Cultural, Museu Coleção Berardo, Câmara Municipal de Lisboa, Junta de Freguesia de Belém.

Samuel Úria abre a Temporada do D. Maria II… Na Varanda com convidados

Após ter terminado no passado dia 31, no Festival F, o seu périplo pelos festivais de Agosto, Samuel Úria regressa a Lisboa para uma apresentação inédita numa ocasião especial, a propósito da abertura da temporada 2017/2018 do Teatro Nacional D. Maria II no próximo dia 16 de Setembro, Samuel Úria apresentar-se-á na varanda virada ao Largo de São Domingos num espectáculo que contará com as participações especiais dos Gospel Collective e de Selma Uamusse.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Tratar-se-á de uma apresentação inédita em resposta ao convite feito por Tiago Rodrigues, director do TNDMII, e em que o “trovador das patilhas” levará a palco uma amostra da sua discografia com especial destaque aos temas que fazem parte do seu último disco. Aliás, o convite a Selma Uamusse é feito na sequência da sua colaboração com Samuel no tema “Ei-lo”, o nº 7 de “Carga de Ombro”, e em que a moçambicana espraia toda a sua densidade vocal num ambiente de rara espiritualidade.

 

Já a presença dos Gospel Collective permite a concretização de um desejo antigo de Samuel Úria em colaborar com este colectivo. É reconhecido a Samuel o gosto pela componente coral em territórios de blues e rock, aliás, os Gospel Collective juntar-se-ão ao coro que habitualmente o acompanha em palco. Canções como “Espalha Brasas” ou “Império” ganharão dimensão quando forem escutados na noite de dia 16.

 

Ainda no mês de Setembro e a par de apresentações pelo país, Samuel Úria juntar-se-á a David Fonseca, Jorge Palma, Márcia, Mazgani e Miguel Guedes no espectáculo “As canções de Leonard Cohen”, numa homenagem a um dos músicos que mais o marcaram.

 

16 Setembro 2017 - Teatro Nacional D. Maria II (Lisboa)

21 Setembro 2017 - CC Olga Cadaval / As Canções de Leonard Cohen (Sintra)

22 Setembro 2017 - Festas (Sardoal)

23 Setembro 2017 - Banhos Velhos (Caldas das Taipas / Guimarães)

27 Setembro 2017 - Casa Da Música / As Canções de Leonard Cohen (Porto)

29 Setembro 2017 - CAE / As Canções de Leonard Cohen (Figueira da Foz)

7 Outubro 2017 - CAE (Portalegre)

10 Outubro 2017 - Cine-Teatro Louletano / As Canções de Leonard Cohen (Loulé)

 

Modalisboa Luz…

Há uma LUZ que nunca se apaga. E há sempre uma outra que se renova.

Este Outono, a MODALISBOA muda. Muda de espaço e de palco, sobe do Pátio da Galé para o Pavilhão Carlos Lopes, no Parque Eduardo VII, e olha de outra forma para a luz que irradia sobre Lisboa.

Este Outono, a MODALISBOA muda. Muda o seu alinhamento habitual e convida a desfilar a cidade de Lisboa, essa trendsetter que sempre foi a grande inspiração da MODALISBOA mas que agora, mais do que nunca, merece um papel principal.

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Este Outono, a MODALISBOA homenageia o capital criativo da moda e homenageia a cidade de Lisboa através dessa luz criativa que nunca se apaga e que continua a orientar-nos. Uma luz que é tanto tendência e talento, como reflexo e reflexão. Uma luz que ilumina o caminho e estimula as ideias, a luz como fonte de inspiração, fluxo de energia e razão de debate.

 

MODALISBOA LUZ terá assim um brilho particular e será inspirada pela luz de Lisboa, que é uma espécie de Património Imaterial da nossa humanidade. Por estarmos rodeados de verde, alguns dos desfiles irão invadir os jardins circundantes, criando dinâmicas de moda muito para além do espaço do Pavilhão Carlos Lopes.

 

Pela primeira vez, uma edição da MODALISBOA terá um título português. Um título forte, vibrátil, elétrico e abrangente. Porque a LUZ quando nasce é para todos

Musicbox… A sala de espetáculos do Cais do Sodré prepara-se para uma das mais agitadas rentrées da sua história

Entre estreias nacionais, lançamentos de disco e festivais há de tudo para todos nesta rentrée. O Musicbox reforça assim o seu compromisso para com a cidade de ser um clube eclético, sem fronteiras entre géneros, de olho nas novas tendências mas sem esquecer as referências.

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Até novembro são 7 os artistas que vão pisar pela primeira vez a calçada de Lisboa. O primeiro, Rincon Sapiência aconteceu ontem, 6 Setembro e  veio mostrar porque razão é neste momento tão falado quanto Neymar em terras de Vera Cruz.

O super produtor The Alchemist (23 Set.) chega a Lisboa com uma carteira impressionante de colaborações que lhe deviam garantir entrada direta no hip hop hall of fame. De Eminem a MF Doom sem esquecer os históricos Moob Deep e Cypress Hill, todos passaram pelos ouvidos mágicos de Alchemist.

  

No capítulo de lendas The Gories (15 Set.) e Laid Back (26 Out.) ambos com 30+ anos de carreira, vão finalmente tocar em Portugal. Os primeiros, liderados pelo icónico Mick Collins, são inquestionavelmente a principal referência garage rock de todo o mundo, sendo esta uma afirmação de coragem mas muito justa. Já Laid Back mostraram ser uma das mais eficientes máquinas de hinos da história da música pop. Estreiam-se via Jameson Urban Routes e prometem tocar todos os hits que há 30 anos nos acompanham, de “Sunshine Reggae” a “White Horse”, “Cocaine cool” ou “Bakerman”.

Ainda no Jameson Urban Routes destaque para Austra (28 Out.) que lançou este ano “Future Politics”, um compêndio sobre o futuro assustador que a politica internacional tanto nos dá conta. The Bug feat. Dylan Carson (from Earth) promete ser um dos show mais densos de Novembro – apostamos – em todo o país. O disco que acabam de lançar juntos é um poderoso testemunho de dois dos principais magos do bass dos últimos e tem estreia marcada para a Musicbox Heineken Series de Setembro (9 Nov.)

 

A fechar este capítulo, especial atenção a Tank And The Bangas (2 Nov.) que estão pela segunda vez na Europa mas agora com a certeza de que estamos perante um dos grandes nomes para 2018. Um concerto imperdível onde o spoken word, o hip hop e o jazz parecem um só género, característica antropológica da banda de New Orleans. Pela primeira vez foi no cais. 

 

Ao longo dos 11 anos de história o Musicbox já perdeu conta a quantas vezes foi palco para o lançamento de discos nacionais. Também já perdeu a conta ao número de vezes que se explicou com todo o ar que temos nos pulmões que sem talento nacional a sala do Cais simplesmente não existira e que vivemos o mais excitante momento de criatividade lusa.

 

Mirror People (16 Set.), For The Glory (22 Set.), Process Of Guilt (4 Out.), Grognation (6 Out.), Time For T (7 Out.), Chinaskee E Os Camponeses (20 Out.) e Brass Wires Orchestra (16 Nov.) são alguns dos nomes que descem ao Cais para mostrar o que andaram a fazer ao longo do último ano. Mas há 4 promessas que andam a dar que falar e às quais antevemos um futuro risonho: 

Ermo lançaram em Julho “Lo-Fi Moda” e rapidamente percebemos que estamos perante um dos discos do ano. E não somos só nós a dizê-lo pois difícil será encontrar uma crítica que não seja de 5 estrelas. O Festival Silêncio (28 a 1 Out.) parceiro de longa data do Musicbox é o sítio mais natural para escutar o novo disco pela primeira vez em Lisboa.

 

Ainda no âmbito do festival Silêncio, os Lavoisier apresentam “É Teu”, registo que procura repensar as raízes da música tradicional portuguesa através de uma linguagem atual e contemporânea. Fica o aviso que este não é um disco de covers mas que há ali um sentimento de pertença que é difícil a qualquer português ignorar. Finalmente Surma (28 Out.) tocará pela primeira vez de fio a pavio o seu muito aguardado “Antwerpen” no âmbito do Jameson Urban Routes que regressa de 24 a 28 de Outubro.  

 

Setembro

6 Setembro 2017 - Rincon Sapiência | 22h30

9 Setembro 2017 - pega monstro | 22h30

14 Setembro 2017 - Benjamin & Barnaby Keen | 22h30

15 Setembro 2017 - The Gories | 22h30

16 Setembro 2017 - Mirror People | 22h30

22 Setembro 2017 - For The Glory | 22h30

23 Setembro 2017 - The Alchemist | 23h30

29 Setembro 2017 - Ermo | 22h30

29 Setembro 2017 - Kode9 | 00h30

30 Setembro 2017 - Lavoisier | 22h30

 

Outubro

4 Outubro 2017 - Process Of Guilt | 22h30

6 Outubro 2017 - Grognation | 22h30

7 Outubro 2017 - Time For T | 22h30

20 Outubro 2017 - Chinaskee & Os Camponeses | 22h30

25 Outubro 2017 - Jameson Urban Routes / Black Bombaim & Peter Brotzmann + Scuru Fitchadu | 21h30

25 Outubro 2017 - Jameson Urban Routes / Actress + Caroline Lethô | 00h30

26 Outubro 2017 - Jameson Urban Routes / You Cant Win Charlie Brown + O Terno | 21h30

26 Outubro 2017 - Jameson Urban Routes / Laid Back + Captain Casablanca | 00h30

26 Outubro 2017 - Jameson Urban Routes / Xinobi & Da Chick | 03h00

28 Outubro 2017 - Jameson Urban Routes / Austra + Surma | 21h30

 

Novembro

2 Novembro 2017 - Tank And The Bangas | 22h30

9 Novembro 2017 - The Bug feat. Dylan Carson (From Earth) | 22h30

16 Novembro 2017 - Brass Wires Orchestra | 22h30

17 Novembro 2017 - Fai Baba | 22h30

Júlio Resende apresenta o espetáculo inédito “Fado Ensemble” no Caixa Alfama

A contagem decrescente continua e já faltam poucos dias para a edição deste ano do Festival Caixa Alfama. Nos dias 15 e 16 de Setembro, o Fado desfila por um dos bairros mais típicos de Lisboa, e nomes como Marco Rodrigues, Marina Mota, António Zambujo ou Gisela João garantem tradição e inovação em igual medida, ingredientes essenciais para cozinhar o melhor Fado da atualidade.

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photo: Paulo homem de Melo

 

Uma das provas de que o Fado vive, de facto, um momento efervescente é o interesse crescente de músicos vindos de outros territórios musicais. O melhor exemplo disso é Júlio Resende. Depois do sucesso do disco “Amália por Júlio Resende”, a paixão do pianista pelo Fado não arrefeceu e o músico prepara agora um espetáculo inédito para o Festival Caixa Alfama.

 

Fado Ensemble” é um projeto que multiplica as possibilidades musicais do Fado a partir do piano, violoncelo, bateria e percussões. Às vezes, de surpresa, como no destino,  aparecem convidados para se juntar à festa; às vezes não. Mas o mais importante é que este Fado é livre e espontâneo, com garra, folia e força suficiente para expressar as alegrias e as aflições presentes na vida – e também no Fado. 

No dia 16 de Setembro, o Palco Ermelinda Freitas, no Largo das Alcaçarias, recebe esta vontade de levar o Fado para outros universos. E, como sabemos, a arte precisa sempre de ser ousada – é também esse o Fado de Júlio Resende.

George Michael… “Fantasy” com a participação de Nile Rodgers estreia hoje

Gravado inicialmente pelo cantor em finais dos anos 80, “Fantasy” deveria ter sido incluído no segundo álbum a solo de George Michael, “Listen Without Prejudice Vol.1”. George também quis lançar “Fantasy” como um dos singles principais mas, de algum modo, a faixa perdeu-se no éter. Por fim, “Fantasy“ acabou por figurar no lado B da edição norte-americana do single “Freedom! ’90” e na versão britânica do single “Waiting For That Day” em 1990. Mas como se tratava de um dos temas preferidos do cantor, sempre quis que “Fantasy” fosse um single por direito próprio.

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George Michael interpretou “Fantasy” ao vivo durante a sua digressão de sucesso "Cover To Cover" em 1991 e recompensou os seus fãs mais leais com o tema incluído em cassetes gratuitas colocadas em cada cadeira nas salas por onde a digressão passou. O cantor também interpretou, mais tarde, o tema “Fantasy” durante a sua digressão "25 Live" durante uma década.

No início de 2016, o cantor estava à procura do single perfeito para iniciar a muita aguardada reedição de “Listen Without Prejudice Vol.1/MTV Unplugged” e “Fantasy” foi a sua primeira escolha óbvia. George Michael contactou o Nile Rodgers, o único homem no planeta que poderia incluir mais funk ao tema “Fantasy” do que este já tinha. Tanto George como Nile falavam a mesma língua musical, estavam em sintonia e o resto é história... O single estreia a agora a nível mundial a 7 de Setembro. “Fantasy” retrabalhado por George Michael e com a participação de Nile Rodgers, é um tema espectacular. É fácil perceber porque é que este tema sempre foi um dos favoritos do cantor.

 

A carreira de sucesso de George Michael estendeu-se durante 4 décadas e o cantor vendeu 120 milhões de álbuns. A 20 de Outubro, a Sony Music irá voltar a editar o seu inovador segundo álbum a solo, “Listen Without Prejudice Vol 1/MTV Unplugged”. Originalmente editado em 1990, “Listen Without Prejudice Vol.1”, foi produzido, arranjado e praticamente escrito na totalidade pelo próprio cantor, vendeu mais do que “Faith “no Reino Unido. A actuação no programa MTV Unplugged foi gravada em Londres em 1996 e inclui temas que marcaram a carreira do cantor desde o período Wham! até ao disco “Older”.

 

Para comemorar a reedição do álbum, a Sony Music em conjunto com o Channel 4 e a BBC Worldwide encomendaram “Freedom”, um espectacular novo filme, narrado por George Michael. O documentário inclui as participações de Stevie Wonder, Elton John, Liam Gallagher, Nile Rodgers, as supermodelos que participam no vídeo do tema "Freedom ’90" (Naomi Campbell, Cindy Crawford, Christy Turlington, Tatjana Patitz e Linda Evangelista), Mary J. Blige, Tony Bennett, Mark Ronson, Tracey Emin, Jean Paul Gaultier, Kate Moss, Ricky Gervais, James Corden, entre muitos outros nomes. George estava a trabalhar em Freedom até ao Natal de 2016 e este é o seu último trabalho.

 

Warner Music Portugal disponibiliza em vinil 6 importantes discos da música portuguesa

A 15 de Setembro a Warner Music Portugal disponibiliza em vinil seis dos mais importantes discos da música portuguesa dos últimos 30 anos. São 6 títulos clássicos de artistas que se tornaram sinónimos da música de Portugal pelos palcos por onde passaram, os Madredeus, transportados pela voz gloriosa de Teresa Salgueiro, e Mariza, a voz que rejuvenesceu o Fado. 5 destes álbuns fazem agora a sua primeira aparição em vinil; o restante é uma raridade há longo tempo fora de catálogo.

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30 anos depois da revelação pública dos Madredeus com os seus primeiros concertos em 1987, 4 títulos do grupo que se tornou no embaixador da música portuguesa nos anos 1990 surgem ou ressurgem em vinil. O “Espírito da Paz” foi originalmente publicado em 1994 e inclui êxitos como “Vem (Além de Toda a Solidão)”, “Ao Longe o Mar” ou “Os Senhores da Guerra”. À altura, teve uma tiragem em vinil limitada a 500 cópias, e ressurge agora remasterizado pela primeira vez.

 

Especialmente dedicados aos coleccionadores, 2 outros títulos dos Madredeus agora lançados surgem pela primeira vez em vinil: tratam-se do aclamado álbum de remisturas “Electrónico”, publicado em 2002, onde a música do grupo foi revista por produtores como Craig Armstrong, Manitoba ou Telepopmusik; e da recolha de êxitos “Antologia”, lançada em 2000.

 

Depois dos Madredeus, o testemunho de embaixador da música cantada em português foi indubitavelmente passado à voz notável de Mariza e à sua interpretação muito pessoal do Fado. 3 dos seus álbuns vêem agora primeira edição em vinil. “Fado em Mim”, de 2001, foi a estreia da cantora, o disco que tornou Mariza num fenómeno de popularidade em Portugal, incluindo o “ex-libris” Ó Gente da Minha Terra”. “Mundo”, de 2015, é o seu mais recente trabalho de estúdio, produzido pelo espanhol Javier Limón e incluindo composições originais de Rui Veloso, Pedro da Silva Fernandes (Deolinda) ou Paulo de Carvalho. Finalmente, o “Best Of” de 2014 reune três inéditos a 17 êxitos que explicam o porquê da popularidade alcançada por Mariza desde a sua estreia em 2001.

 

João Granola lança "O Convidado"… disco de estreia

Em João Granola a música é importante, mas é a palavra o ponto de partida. A palavra portuguesa, uma vez que foi assim que começaram e acabaram todas as reflexões que transformaram ideias em 5 canções. "O Convidado" é nome do disco de estreia de João Granola e "Amigo Vaivém" foi o primeiro single retirado deste EP.

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João Granola é o atual caminho musical de alguém que vê nas árvores a metáfora perfeita para a sobrevivência. A força das suas raízes complementa-se com a flexibilidade dos seus ramos, naquilo a que chamamos de resiliência. João Granola não é mais do que o ramo musical de uma vida atestada de ramos, assentes num tronco que se fez, quer e procura ser robusto.

 

Hezbó MC + LBC Soldjah no Damas com entrada livre…

Acontecimento de uma urgência e vibração humana absolutas, num wake up call sempre pertinente protagonizado por duas vozes cujo papel de activismo, contestação e consciencialização das problemáticas no seio das comunidades mais segregadas tem sido tão incansável quanto fulcral.

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Oriundos do bairro da Cova da Moura em Lisboa, Hezbó MC e LBC Soldjah andam já há anos em guerrilha franca através de uma lírica incisiva e atenta, de quem não se rebaixa perante o peso da opressão, e carrega essa luta diária para o rap.

 

O Hip Hop enquanto arma de arremesso consciente e libertadora, onde as palavras em crioulo se insurgem e clamam pela emancipação. Reflexos vocais de uma luta que se faz no campo, com os olhos na comunidade, através da sensibilização e investigação da história e dialéctica africana, em choque frontal com a apatia e o preconceito. A agitar as águas. A dinamitar a distância entre a realidade suburbana e o centro.

Porque estamos ainda longe, mas cada dia importa. Como este.

 

Damas (Lisboa)

16 de Setembro 2017 | 23.00h

Phoenix RDC apresenta novo álbum “American Express”

Dia 9 de Setembro, o Hard Club no Porto é o palco para a apresentação do álbum “American Express” do rapper português Phoenix RDC. “American Express” é de certa forma o álbum mais melódico do rapper dentro nas novas tendências do Hip Hop. Phoenix RDC enquadra-se assim no panorama nacional do Hip Hop, segundo ele "viciado pois a nova geração perdeu a base do verdadeiro rap".

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A festa de lançamento tem inicio ás 22:00 e para além da atuação de Phoenix RDC marcam também presença como convidados Wet Bed Gang, Piruka, Stikup, DJ Nesley, Fuck Fame keep the Same, entre outros. Na compra do bilhete podes adquirir o álbum " Americam Express" no Hard Club, na noite do evento, por apenas 10 EUR.

Mundo Secreto celebra 10 Anos da edição do primeiro disco

A banda de Leça da Palmeira, Mundo Secreto, assinala no próximo dia 9 de Setembro, Sábado, a comemoração do 10º Aniversario do lançamento do seu disco de estreia, “Mundo Secreto”, que projectou e afirmou a banda no panorama do hip hop nacional.

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Enquadrada no prestigiado evento Gerês Sunset o grupo, preparou um concerto especial que deixará os fãs verdadeiramente entusiasmados. Temas como “Põe a Mão no Ar”, “Chegámos à Party” e “Põe Aquele Som”, serão, como será de esperar, momentos fortes deste alinhamento, no entanto, a banda revela ainda que será apresentado em 1ª mão um novo single.

 

A comemoração destes 10 anos dos Mundo Secreto será transmitido via live Streaming em qualidade HD, e outras várias surpresas estão a ser preparadas pela banda.

First Breath After Coma em tour pela Alemanha

Drifter”, o segundo disco dos First Breath After Coma, lançado em Portugal em Maio de 2016 pela Omnichord Records, e candidato a melhor disco europeu pela IMPALA, foi recentemente editado em 3 países europeus (Alemanha, Áustria e Suiça) pela PopUp Records.

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Depois de um Agosto em que passaram por França e Suiça, e ainda percorreram o país de norte a sul, em Setembro começaram em Espanha e iniciam hoje na Alemanha uma digressão de 13 datas. No final do mês regressam a Portugal para mais duas datas.

Rita Andrade… a estreia com “Stay”

Rita Andrade é cantora e compositora, e os seus temas apresentam influências de soul, R&B, blues e pop. “Stay” é o seu novo single oficial e que antecede o EP de estreia que será lançado em Setembro.

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O disco, constituido por canções originais de sua autoria, é produzido em parceria com João André (Black Mamba, Emmy Curl, Diana Martinez and The Crib, We Trust).

 

Blind Zero lançam "Often Trees" a 6 de Outubro

Os Blind Zero editam “Often Trees” a 6 de outubro, um disco surpreendente, químico e intemporal, revelador da enorme criatividade da banda alguns anos após a edição do seu último álbum de originais. “Often Trees”, o oitavo álbum dos Blind Zero, transporta-nos para uma nova dimensão, mais dura e mais densa, entre planos gerais e de pormenor, pela dimensão das árvores e da perseguição, sem planos médios de observação. Altura e distância. Espaços abertos como proximidade, perseguição sem rede, contos de idade adulta. “Often Trees” não convoca a indiferença, revela segredos e promete recompensa a quem ouse entrar.

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Produzido por Nuxo Espinheira, "Often Trees", foi misturado por Nelson Carvalho e masterizado em Nova Iorque por Andy VanDette (David Bowie, The Dear Hunter, Beastie Boys, Tim Burton e Danny Elfman).

Ao já conhecido “You Have Won”, tema de avanço, juntam-se “Our Place by The Lake”, “Tormentor”, “Lost in Another Mental Escape”, “Queen : Someone”, “Palm”, “The Siren”, “It’s a Bright Bright Night”, “Chromosphere“ e a participação em “War is Over" de Jo Hamilton (compositora e multi-instrumentista de Birmingham, autora do muito aclamado “Gown”).

 

Mais do que pela contemplação, este disco toma parte. Um imaginário sombrio e poético, de perseguição e novelos, passeia pela berma dos lagos e sobe à copa das árvores. O imaginário não podia ser mais tenso.

Often Trees” é um disco de mutação sonora, onde a cada escuta multiplicam-se novas camadas. O seu tronco robusto assenta também no uso de equipamento analógico com mais de quatro décadas e na longa experimentação em busca do detalhe.

A visão perturbadora de “Tormentor”, a subtracção da luz em espelho de “It’s a Bright Bright Night”, os passos tomados pelas nuvens em “Our Place by the Lake”, a ironia agonizante de “Queen: Someone”, a despedida a pés firmes com “You Have Won”. A perturbação policial e asfixia em “The Siren”, a perfeição sincopada de “Palm”, os destroços de guerra de “War is Over” ou os beats perturbadores de “Lost in Another Mental Escape” ou a vertigem angular de “Chromosphere” (faixa que encerra o disco). Um disco a que ninguém pode ficar indiferente e a obra maior da banda até à data.

 

Com 23 anos de percurso, o grupo de Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes, Vasco Espinheira e Bruno Macedo revela, uma vez mais, a sua capacidade de reinvenção sem perder a identidade que os distingue e os tem projetado ao longo destas duas décadas. Um percurso ímpar celebrado em palco onde demonstram a força que os anos têm solidificado. A apresentação ao vivo de "Often Trees" será marcada pela estreia das canções do disco e acontecerá no dia 20 de outubro, às 23h00, na Casa da Música

Moda Feira regressa em Setembro com a 6ª edição

2017 marca a 6ª edição da Moda Feira, evento que conta com a colaboração de jovens talentos do concelho de Santa Maria da Feira e de modelos reconhecidos no mundo da moda como Afonso Vilela e Ana Lúcia Matos.

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No desfile estarão presentes lojas que vão desde o calçado e vestuário, dos acessórios à roupa interior: Claudia M., Crisman, Dbx Look, Djanira, Fio de Prumo, Glamour Moda, HP Jóias, If Boutique, Inplicite, LG moda 35, Limarti, Loja das Gangas Kids, Najha, Parakids, Sapataria Pedro Martins, Príncipes e Princesas e Samipe.

A Moda Feira é um evento da responsabilidade da AEF, com o objectivo de demonstrar que Santa Maria da Feira é uma cidade com talentos e com possibilidade de brilhar neste setor da moda.

 

O Moda Feira realiza-se em Parceria com a Escola Secundária de Santa Maria da Feira e conta com o Apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia da Cidade.

Conta ainda com o apoio do Isvouga, Byou, Forcabe, Leviphone, Pedro Lima e Restaurante Rossio e com o patrocínio de DreamMedia, Martins de Sá e Duvalli.

 

Dia 23 de Setembro, no Europarque às 21.00h

TNSJ assinala a rentrée com exposição comemorativa do TeCA

Conhecer a história do Teatro Carlos Alberto (TeCA) é recuar até 14 de outubro de 1897 com a estreia da opereta “O Diabo Loiro”, de Sá da Albergaria. As características do espaço, cujo nome evoca o rei da Sardenha que morreu exilado no Porto, em 1849, fariam desta sala de espetáculos um local orientado para as classes que não tinham acesso a locais como o São João ou a outros clubes de sociedade que existiam no Porto, nos finais do século XIX. Depois de uma história conturbada (o espaço foi ainda um teatro-circo, uma arena, uma pista equestre, um cinema e um auditório, ao longo de anos de mudança sucessiva de gerência) o edifício foi adquirido pela Sociedade Porto 2001, tendo, em 2003, passado a estar integrado na estrutura do TNSJ.

Fachada TeCA ©Susana Neves

photo: Susana Neves

 

No dia 7 de setembro, o Teatro Nacional São João (TNSJ) “desvenda” a sua programação para o primeiro quadrimestre da nova temporada teatral para os espaços que gere e conta com a inauguração de uma exposição muito especial que celebra o 120º aniversário desta sala de espetáculos situada na Rua das Oliveiras. A mostra inclui alguns dos cartazes criados para a promoção dos espetáculos realizados nos últimos 14 anos naquele espaço (2003-2017), e que pode ser apreciada até 30 de setembro.

 

A “festa” da rentrée continua no bar Aduela, ao som da música da estilista Maria Gambina e do DJ Rodrigo Affreixo. O aniversário do Teatro Carlos Alberto contempla ainda a realização de uma visita guiada com Nuno Lacerda Lopes, arquiteto responsável pela reabilitação do espaço em 2003, – ano em que o TeCA começou a ser gerido pelo Teatro Nacional São João. Esta iniciativa inédita está agendada para dia 9 de setembro, às 15h00, e é gratuita com um limite de 20 participantes.

 

 

 

Cecilia Bartoli & Sol Gabetta juntam forças no novo álbum “Dolce Duello”

Cecilia Bartoli e Sol Gabetta, duas das mulheres mais cativantes no atual contexto da música clássica, juntam-se para um novo álbum, “Dolce Duello”, que será editado no próximo dia 10 de novembro. O disco é uma coleção de obras-primas da música Barroca que destacam a combinação surpreendente da voz e do violoncelo numa série de duelos deslumbrantes e árias maravilhosas. Para coincidir com o lançamento, Bartoli e Gabetta vão fazer uma digressão europeia com Cappella Gabetta e o maestro e violinista Andrés Gabetta.

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Dolce Duello” abrange quase um século de música. O novo álbum conta com obras de Antonio Vivaldi, George Frideric Händel, Domenico Gabrielli, Tomaso Albinoni e Luigi Boccherini, bem como três gravações em estreia mundial: “Giusto Amor, tu che m’accendi” da serenata “Gli orti esperidi” de Nicola Antonio Porpora, e duas composições de Antonio Caldara – “Fortuna e speranza” da ópera “Nitocri” e “Tanto, e con sì gran piena” de “Gianguir”.