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Glam Magazine

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Amigos e colegas lançam a dupla DjSet Rosa Choq…

Amigos e colegas na Produções Incêndio, Jorge Barata e Manel Seatra decidiram dar largas à imaginação e pintar as pistas de dança de alguns dos seus eventos, apresentando a dupla DjSet Rosa Choq. O que começou por ser uma brincadeira de fim-de-semana tornou-se num projecto de dimensões mais alargadas. Espontânea e inevitável foi a origem do duo dinâmico que tem como missão turbinar a bola de espelhos.

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Exploram sonoridades diversas passeando entre os ritmos latinos equatoriais de patchangas a funanas, de mornas a cha cha chas e navegando pelos 00’s nostálgicos e aventureiros

Têm em mãos a Residência Artística "Quinta Sim, Quinta Não" no histórico Fontória (Praça da Alegria, junto à Avenida da Liberdade) e, em Setembro, lançam as primeiras duas edições

 

7 de Setembro 2017

A dupla principia a sua aventura com os convidados do punk sujo: NOOJ (Guilherme Almeida e Miguel Costa).

21 de Setembro 2017

Prosseguem, na segunda data, para o glam com cheirinho de SunKing (projecto de Luís Tojo, artista em ascensão, da editora French Sisters Experience, que se apresentará pela primeira vez acompanhado de banda).

 

Mallu Magalhães apresenta novo Álbum “Vem” em Lisboa... e Ovar

Vem”, o novo álbum de Mallu Magalhães teve edição digital em Portugal no passado dia 9 de Junho. O single de apresentação e respectivo vídeo, intitulado “Você não presta” continua a marcar o disco da cantora BRasileira que acaba de disponibilizar um novo single, “Navegador”, que também está incluído do alinhamento de 12 temas que fazem parte de “Vem”.

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Após um hiato de seis anos desde a edição de “Pitanga”, a cantora e compositora paulista edita agora o seu quarto registo de originais a solo. O álbum “Vem” contou com a produção de Marcelo Camelo, foi registado entre Lisboa, Rio de Janeiro e São Paulo, e apresenta repertório inédito da cantora e compositora paulista.  

O concerto de apresentação do novo trabalho de Mallu Magalhães em Portugal está agendado para Lisboa no Tivoli BBVA a 24 de Outubro, mas antes, no dia 14 de Outubro, a cantora apresenta "Vem" no Centro de Arte de Ovar.

 

“Dedico este disco, como todos os meus dias, à Luísa... Foi, também, de fazer amigos e ganhar orgulhos esta jornada.

Obrigada a todos que participaram e, para além dos créditos, obrigada a: Marcelo (mil vezes), Bruna, Curumin, Dona Paula, Edu Krithinas, Fredinho, Inês, Laércio e Thalma de Freitas, Miguel Marques, Pedro Trigueiro, Quina, Rossatto e a todos da Sony Music“. Mallu

A ‘rentrée’, sem ser politica, dos Maus Hábitos…

A programação do Maus Hábitos, no Porto, regressou em setembro com a apresentação do mais recente álbum de David J, membro fundador dos históricos Bahaus logo no inicio do mês, mas ainda vai apresentar a folk da neo-zelandesa Nadia Reid e a irreverência nipónica dos Melt-Banana.

David John Haskins, mais conhecido por David J, baixista e co-fundador dos góticos Bauhaus e Love and Rockets, apresentou no passado dia 2 de setembro, o seu mais recente e nono álbum a solo “Vagabond Songs”. Este novo projeto é uma coleção de desarmantes canções acústicas escritas e inspiradas pelas pessoas e lugares que foi encontrando na sua vida de estrada. Um concerto intimista que marcou este inicio do mês de Setembro no Maus Hábitos.

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No dia 23 de setembro, o melhor 4º andar do Porto recebe “Preservation”, o segundo álbum da artista neo-zelandesa Nadia Reid, em parceria com a webzine bolachas.org. Depois do aclamado disco de estreia “Listen to Formation, Look for the Sign”, em 2015, “Preservation” foi já considerado pela revista Mojo como “um dos lançamentos históricos do ano”.

 

Numa parceria com a Amplificasom e a Lovers & Lollypops, o Maus Hábitos acolhe, dia 28 de setembro, a estreia nacional dos Melt-Banana. Os japoneses formados em 1992 e desde então rodeados de um crescente culto, alimentado por discos como “Cell-Scape” ou “Fetch”, apresentam uma sonoridade transversal a géneros como grindcore e harsh noise, complementada por apontamentos experimentais.

No dia seguinte, 29 de setembro, rumam a Lisboa para atuar na Galeria Zé dos Bois.

 

Destaque ainda para a editora XXIII que promete, no dia 16 de setembro, uma noite dedicada ao Future Beat e ao hip hop electrónico, e para o regresso do coletivo de criação artística transdisciplinar Rabbit Hole, no dia 22 de setembro.

 

O segundo sábado do mês de setembro, dia 9, fica reservado para a inauguração, também às 21h30, de “E Agora – Exposição de antigos estudantes de Escultura da FBAUP”, na Sala de Exposições dos Maus Hábitos. A exposição coletiva, com curadoria de Volker Schnuettgen, é um dos 5 projetos inseridos no programa de exposições “E Agora” da Saco Azul para 2017 apoiado pela DGArtes.

 

Vai ser assim o mês de Setembro na ZDB…

O mês de Setembro na ZDB Müzique arranca já no dia 8 de Setembro com Luís Severo e convidados, um encontro que reunirá em palco os músicos Bia Dinis, Francisco Ferreira, Manuel Palha, Manuel Lourenço, Teresa Castro, Tomás Wallenstein e Violeta Azevedo.

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Este mês de Setembro a sala mítica Aquário recebe ainda Nite Jewel, Greg Fox (baterista que deixou a sua assinatura em diversos projectos, Liturgy, Ben Frost, Colin Stetson, Hieroglyphic Being, Milford Graves), 10.000 Russos (Prestes a iniciar uma tour europeia com mais de 50 datas), Gume (Irão apresentar o seu novo álbum “Pedra Papel”), Timespine (Adriana Sá + John Klima + Tó Trips), festa BRAVE (Com NÍDIA, Blastah, Juana NaRap + Stroika e Bonaventure), Endless Boogie (no momento em que o vocalista Paul Major lança o seu novo livro Feel the Music: The Psychadelic worlds of Paul Major) e para terminar o mês em grande, Melt Banana, uma estreia absoluta em Portugal.

 

8 de Setembro 2017

Luís Severo e convidados apresentam “Luís Severo”. Luís Severo é um daqueles casos em que o crescimento pessoal se confunde um pouco com a mais recente memória colectiva.

 

9 de Setembro 2017 | 22.00h

Nite Jewel / Veer

Na primavera deste ano surgiu o quarto álbum após um trio prateado, donde “Good Evening” foi a primeira jóia - e cujo brilho ainda inspira.

 

13 de Setembro 2017 | 22.00h

Greg Fox / Clothilde

Três anos volvidos da sua apresentação com “Guardian Alien”, Greg Fox regressa ao Aquário, como nunca antes o vimos. Uma energia constante, influente e inimaginável que por uma noite partilhará o exótico e o transcendente, em plenas chamas.

 

14 de Setembro 2017 | 22.00h

10.000 Russos / Tren Go! Soundsystem

E em 2017, em Portugal, o rock permanece uma linguagem musical viva e animada pela dedicação e pelo gosto de muitos. Discos, bandas, concertos e canções continuam aparecer naquela justa e alegre indiferença a presságios e profecias.

 

16 de Setembro 2017 | 22.00h

Gume – Lançamento de “Pedra Papel”

Celebração do lançamento de “Pedra Papel”, álbum de estreia deste ensemble em comunhão de fé alinhado por Yaw Tembe (trompete e voz), Pedro Monteiro (contrabaixo), Sebastião Bergmann (bateria), André David (guitarra eléctrica), Tiago Fernandes (saxofone alto) e David Menezes (percussão).

 

21 de Setembro 2017 | 22.00h

Timespine / Helena Espvall & Marc Ramirez

Ansiado regresso ao palco deste reconhecido trio de actividade pausada e pontual formado por Adriana Sá,

 

23 de Setembro 2017 | 22.00h

BRAVE c/ NIDIA, Blastah, Juana NaRap + Stroika, Bonaventure

Com o statement de 'Nidia é Má, Nídia é Fodida' a fazer mossa por todo o lado, a ainda muito jovem e sempre inspiradora Nídia apresenta-se pela primeira vez após o lançamento do seu álbum de estreia na Príncipe em palcos nacionais.   

 

26 de Setembro 2017 | 22.00h

Endless Boogie

A bem da geografia musical do rock, onde situar os nova-iorquinos Endless Boogie? No blues, no stoner, no hard? Num suposto kraut southern rock, como há quatro anos sugeriram os próprios

 

29 de Setembro 2017 | 22.00h

Melt-Banana

Nos idos anos 90, do Japão só chegavam notícias das Pizzicato Five e das Cibo Matto (o duo de Yuka Honda e Miho Hatori, japonesas radicadas em Nova Iorque). O rock estava era esgotante e esgotara-se (escrevia-se aqui e ali).

 

 

 

Gonçalo Prazeres apresenta “Snapshot” no CCB

Depois de ter lançado no ano passado, numa edição de autor, o surpreendente álbum “Snapshot”, Gonçalo Prazeres traz ao Centro Cultural de Belém o seu quinteto, com o qual se mantém fiel à história e identidade do jazz, mas com ideias que fogem às regras mais óbvias.

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Gonçalo Prazeres nasceu em Lisboa, em 1978. Estudou na Berklee College of Music e na Escola Superior de Música de Lisboa. Toca saxofone profissionalmente desde setembro de 2002, tendo realizado concertos por todo o país com diversas formações e em diferentes contextos musicais. Fora do jazz, toca por todo o país com algumas bandas dos mais variados estilos musicais, entre as quais Freddy Locks & The Groove Missions e Cacique’97.

Em 2010, editou “Depois de Alguma Coisa” e, em 2016 edita “Snapshot”, eleito um dos melhores discos nacionais do ano 2016 pela revista online jazz.pt.

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

9 de Setembro 2017 | 21.00h

Vai ser assim a programação de Setembro e Outubro no Theatro Circo

O Theatro Circo em Braga, nunca faz a coisa por menos. Lavado o sal do corpo e apagado o moreno caduco, é altura para novamente convidarmos o público de todo o país a assistir a duas mãos cheias de espetáculos únicos da melhor génese artística para os meses de Setembro e Outubro.

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No Plano Internacional recebe 3 espetáculos que farão as delícias dos melómanos da música: em primeiro lugar, Rosalía (a artista mais falada de Espanha do momento, chega a Portugal pela primeira vez e apresenta-se num concerto exclusivo no dia 22 de setembro. Trará o seu primeiro disco “Los Ángeles” juntamente com Raül Refree, guitarrista e produtor do projeto, artista que colabora com artistas como Sílvia Pérez Cruz e Mala Rodríguez, tendo produzido discos de Lee Ranaldo e Rocío Márquez. Enche as páginas de imprensa em Espanha e esgota todas as salas de espetáculo de apresentação do disco. Uma estreia que fará moça e que augura uma das maiores vozes espanholas desta década.

Jay-Jay Johanson é bem conhecido do público português e regressa a Portugal para uma série de concertos de celebração do 20º aniversário da edição de “Whiskey”, seu primeiro e mais célebre disco da carreira. O artista sueco regressa ao palco do Theatro Circo no dia 14 de outubro, sábado.

O artista norte-americano Christopher Paul Stelling embarca numa nova tour europeia para mostrar “Itinerant Arias” num concerto único em Portugal no dia 17 de outubro. O homem do folk americano vem ao nosso país pela segunda vez para mostrar a poética musical que tem vindo a criar desde “Songs of Praise & Scorn”.

 

No Plano Nacional o Theatro Circo recebe no dia 23 de setembro o icónico JP Simões com o seu novo projeto Bloom e disco de estreia “Tremble Like a Flower”. Depois de “Roma”, o ‘camaleão do cancioneiro português’ apresenta-se agora em inglês com Nick Drake como fundo de ambiente de trabalho. Miguel Nicolau dos Memória de Peixe é parceiro de crime na produção deste projeto.

A Orquestra Sinfónica Portuguesa chega ao Theatro Circo no dia 6 de outubro para apresentar “Yggdrasil” do jovem compositor lisboeta Manuel Durão e a Sinfonia nr. 7 de Anton Bruckner (1824-1896). A direção musical ficará a cargo de Cristóbal Soler e a maestrina titular será Joana Carneiro.

No área do Teatro, apresenta nos dias 15 e 16 de setembro, a peça “Uma Menina Está Perdida no seu Século à Procura do Pai” a partir do romance homónimo de Gonçalo M. Tavares, a qual contará com intérpretes portadores de deficiência intelectual e física cruzando-se com os atores do D. Maria II.

 

Nos Festivais, o já emblemático Semibreve terá a sua sétima edição nos próximos dias 27 a 29 de outubro. O cartaz do mesmo conta já com artistas como Lawrence English, Laurie Spiegel, karen Gwyer, Valgeir Sigurdsson, entre outros.

Jorge Palma celebra 45 anos de carreira nos Coliseus em Outubro com Orquestra Clássica do Centro

Para comemorar 45 anos de carreira, Jorge Palma preparou dois espectáculos especiais com a Orquestra Clássica do Centro, sob direcção artística e de orquestra do maestro Rui Massena.

Dias 5 e 7 de Outubro, os Coliseus de Lisboa e Porto, respectivamente, vão ser palco destes concertos que vão revisitar os temas mais emblemáticos do músico e compositor, através de um alinhamento composto pelos clássicos intemporais e outros mais recentes, apresentados com arranjos inéditos.

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A formação clássica de Jorge Palma, atestada no ​curso superior de Piano do Conservatório de Lisboa​, assim como a forte influência de outros estilos como o rock, ragtime, blues ou bluegrass, reflecte-se nas suas composições e está presente em todo o seu percurso. Nos coliseus, o músico e compositor estará acompanhado pela sua banda e pela Orquestra Clássica do Centro, formada em 2001. A Rui Massena, a quem é reconhecida uma irreverência clássica, mas rigorosa, cabe a responsabilidade de dirigir todo este ensemble em duas noites que se esperam representativas da diversidade de influências e percursos de todos os envolvidos.

 

Recorde-se que Jorge Palma se estreou em nome próprio em 1972 com o single "The Nine Billion Names of God", título retirado de um conto de Arthur C. Clarke e inspirado no livro "O Despertar dos Mágicos", de Louis Pauwels e Jacques Bergier. "Com Uma Viagem na Palma da Mão", editado em 1975, foi o primeiro de 13 álbuns de originais bem sucedidos, com destaque para a dupla platina de "Voo Nocturno" (2007). Da discografia fazem ainda parte dois CDs e um DVD ao vivo, e várias colectâneas, entre elas "" que completou recentemente 25 anos. Mas há mais: uma história de colaborações, que vão dos arranjos para Amália Rodrigues até à direção musical de peças de Bertolt Brecht. A par da carreira a solo, Jorge Palma integrou outros projectos como Palma's Gang, Rio Grande, Cabeças no Ar e Juntos, ao lado de Sérgio Godinho. ​O que se segue na vida de Jorge Palma é indissociável da história da música portuguesa nos últimos 45 anos. São muitos os momentos para celebrar!

Teresa Salgueiro apresenta “O Horizonte e a Memória” no Porto e em Lisboa

Setembro será o mês de arranque da digressão que Teresa Salgueiro fará pelo país, ao qual a artista chamará “O Horizonte e a Memória”.  “O Horizonte e a Memória” irá decorrer num cenário envolvente e íntimo onde Teresa Salgueiro nos apresentará um breviário de canções representativas da melhor tradição musical portuguesa.

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Tendo como fio condutor o seu próprio repertório desde "O Mistério" ao recém editado "O Horizonte", a autora interpreta também os mais conhecidos temas dos Madredeus, prestando ainda homenagem a Amália Rodrigues, José Afonso, Carlos Paredes, entre outros.

A cantora irá transportar-nos assim a um universo que nos é próximo e simultaneamente surpreendente. A voz que há três décadas canta Portugal e encanta o mundo, eleva-nos com o seu estilo único e inconfundível, através da poesia e da música, num Espectáculo que é uma reflexão sobre o que é ser humano e onde habilmente se entrelaça o presente, o passado e o futuro.

 

Teresa Salgueiro refere que “o conceito que suporta este novo Espectáculo cristaliza-se na relação estreita e indivisível entre o Horizonte e a Memória que nos impele e simultaneamente nos ampara.

III Festival Internacional de Guitarra de Amarante… Orquestra de Guitarras na Igreja de São Pedro

O III Festival Internacional de Guitarra de Amarante vai a meio e contam-se já concertos, conferências, workshps e masterclasses. O programa prossegue esta quarta feira, 6 de setembro, com o concerto de alunos da EPABI (Escola Profissional de Artes da Covilhã) e os alunos do CCA –Centro Cultural de Amarante Maria Amélia Laranjeira, Conservatório de Música e Dança. O espetáculo tem início às 22h00, na Igreja de São Pedro, em Amarante. O Festival prolonga-se até 10 de setembro. Dias 5 e 6 de setembro, os alunos das duas escolas estão em estágio no Auditório do CCA e apresentam-se ao público, para um concerto que integra o cartaz do Festival.

EPABI e Alunos CCA

A Orquestra de Guitarras da EPABI é constituída por todos os alunos deste instrumento, dos cursos básico e secundário, do ensino profissional da música. À semelhança das várias orquestras existentes nesta instituição, a Orquestra de Guitarra potencia a aprendizagem do instrumento numa perspetiva musical globalizante.

 

No contexto da aprendizagem de um instrumento que apresenta maioritariamente repertório solista, considera-se pertinente o desenvolvimento artístico e musical orquestral. Com um repertório diverso, ao nível de estilos e épocas, esta orquestra apresenta-se frequentemente em público, reunindo as mais positivas críticas. Atualmente, a direção musical é assumida por João Tiago Correia, professor de guitarra da EPABI. A inclusão da Orquestra de Guitarras da EPABI na III Edição do Festival de Guitarra de Amarante representa a aposta na formação e divulgação de projetos nacionais de referência artística.

 

Art’Orchestra Ensemble com Nicolas Baldeyrou no Cineteatro António Lamoso

Nicolas Baldeyrou, solista francês, atua com Art’Orchestra Ensemble no Cineteatro António Lamoso no dia 9 de Setembro.

Do espetáculo faz parte a interpretação de peças Mozart, Beethoven e Carl Maria von Weber.

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Considerado um dos clarinetistas mais proeminentes da sua geração, Nicolas Baldeyrou atua como solista convidado com algumas das orquestras mais prestigiadas como Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera, a Filarmônica Checa, as Orquestras Filarmônicas de Tóquio, Praga e São Petersburgo. O solista está ainda ativamente envolvido na música contemporânea, nunca descorando a ligação à música de câmara.

 

Nicolas Baldeyrou chega a Santa Maria da Feira a convite da Art’Orchesta Ensemble, uma formação de músicos jovens, de idades e conhecimentos diversos, que se uniu com o intuito de promover e divulgar a música clássica de forma descontraída e despretensiosa. O concerto, dirigido pelo maestro Hélder Tavares, reaviva o concerto de orquestra, trazendo a tradição dos grandes festivais do centro da Europa, assim como os grandes compositores da história da música. O programa aposta na simbiose de culturas, estilos e tradições, propondo uma nova abordagem à música erudita.

Durante a passagem por Santa Maria da Feira Nicolas Naldeyrou irá ainda conduzir um workshop e uma masterclass de clarinete.

António Zambujo e Gisela João abrem ensaio no Caixa Alfama ao Público

Duas das vozes mais acarinhadas pelo público português, António Zambujo e Gisela João, vão abrir o "soundcheck" ao público e a receita dos bilhetes reverterá para a Associação Salvador. Iniciativa aceite e abraçada pelo Festival Caixa Alfama, o Soundcheck Solidário é um evento pioneiro em Portugal.

A Associação Salvador foi fundada por Salvador Mendes de Almeida em 2003 e tem como missão promover a integração das pessoas com deficiência motora na sociedade e melhorar a sua qualidade de vida.

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O "soundcheck", palavra inglesa que descreve o ensaio que antecede um concerto, é tipicamente um evento fechado ao público. Mas em nome de uma boa causa, dois Fadistas do Festival Caixa Alfama 2017, António Zambujo e Gisela João, vão transformar este ensaio num momento exclusivo e intimista. As receitas resultantes da venda dos Bilhetes Solidários revertem a favor da Associação Salvador, e servirão para ajudar as centenas de pessoas com deficiência motora que a Associação apoia.

 

António Zambujo toca no dia 15 de setembro e Gisela João no dia 16, ambos no Palco Caixa. Cada ensaio tem uma lotação máxima de 100 pessoas, e quem adquirir bilhete terá a oportunidade de assistir a este momento mais intimista, num ambiente descontraído e informal, mais próximo dos artistas. Os Bilhetes Solidários já estão à venda e incluem acesso aos concertos do Festival e ensaio correspondente ao dia escolhido, ou ambos os dias no caso do Passe Solidário de 2 dias.

 

Netflix lança “Gaga: Five Foot Two”

A Netflix acaba de anunciar o lançamento de “Gaga: Five Foot Two”, um retrato íntimo e feito sem restrições de um ano na vida de Lady Gaga. O documentário foi selecionado para estrear na edição deste ano do Toronto International Film Festival e será, simultaneamente, lançado em todos os 190 países em que a Netflix está disponível, no dia 22 de setembro.

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No filme, o cineasta nomeado nos Emmys Chris Moukarbel (“Banksy Does New York”), levanta a cortina e dá-nos um retrato da mulher por trás da performer, do guarda-roupa, do brilho e do glamour. Fora de palco, no estúdio, em casa, o público terá acesso à vida de Gaga através de uma série de altos e baixos pessoais e da culminação de uma viagem emocional de um ano. Desde lutas com relacionamentos até problemas de saúde, de encontrar consolo no seu círculo íntimo para conquistar as suas inseguranças, “Gaga: Five Foot Two” divide-se entre a vida de superestrela e o quotidiano da cantora.

 

É um momento raro quando o público é convidado a espreitar por detrás da cortina e a testemunhar a verdade crua de um individuo, ainda mais quando essa pessoa acaba por ser uma das figuras públicas mais reconhecidas, influentes e escrutinadas na cultura atual”, disse Lisa Nishimura, vice-presidente de Documentários Originais da Netflix. “O realizador Chris Moukarbel leva-nos habilmente para dentro do mundo íntimo de Lady Gaga, permitindo-nos vivenciar o impulso, o conflito, a paixão, a complexidade e o processo criativo profundamente pessoal por detrás desta artista singular.”

 

“Tive uma oportunidade rara de criar um retrato de uma artista com um grande coração e de mente muito aberta. Sinto-me realmente um sortudo por Gaga ter confiado em mim e na minha visão”, disse o realizador Chris Moukarbel.

“Estou entusiasmado pelas pessoas poderem realmente conhecer a mulher com quem trabalho todos os dias”, disse Bobby Campbell, agente de Lady Gaga. “Ela é uma das pessoas mais trabalhadoras, genuínas e verdadeiramente hilariantes do mundo.” “A Live Nation Productions está habituada a contar as histórias dos artistas de formas novas e intimistas que criam uma ponte entre o músico e o fã. Este acesso pessoal extraordinário que Lady Gaga nos dá em ‘Gaga: Five Foot Two’ permite vivenciar o seu destemor, a sua vulnerabilidade e sua verdadeira devoção à sua arte”, disse Heather Parry, presidente de Produção, Cinema & Televisão da Live Nation Productions.

 

Este documentário original da Netflix é realizado por Chris Moukarbel e produzido por Heather Parry para a Live Nation Productions, Bobby Campbell para a Mermaid Films, e Moukarbel. “Gaga: Five Foot Two” conta com produção executiva de Michael Rapino, Kim Ray, Lisa Nishimura e Benjamin Cotner.

Festival Materiais Diversos abre com o público no centro do palco

A Associação Materiais Diversos está a ultimar os preparativos para o Festival Materiais Diversos 2017, que abre no dia 14 de setembro e se prolonga até dia 23 com atividades em três salas de espetáculos e outros cinco espaços de Minde, Alcanena e Cartaxo.

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No Festival Materiais Diversos o público está sempre no “centro do palco” e a edição de 2017 não será exceção, com um programa cuidadosamente desenhado em torno do diálogo entre artistas e público, entre palco e plateia, as transações e transformações que este propicia. A nona edição do festival de artes performativas reúne mais de sessenta criadores portugueses e estrangeiros, artistas jovens e consagrados, apresenta 10 espetáculos de dança, teatro e música, dois em estreia absoluta e um em estreia nacional, promove conversas, encontros e ações de formação, exibe filmes e consagra Noites Longas ao convívio com o Bons Sons.

 

“Gatilho Da Felicidade” (na foto) de Ana Borralho & João Galante marca a abertura no dia 14 de setembro, levando ao palco do Cine-Teatro São Pedro 12 jovens do concelho de Alcanena. Para o primeiro fim-de-semana do evento estão agendados mais cinco espetáculos e múltiplas atividades, onde diálogo, partilha e reflexão aberta ao público serão uma constante, predominando em 2017 o que Elisabete Paiva, Diretora artística, descreve como “uma vontade de interpelação aos espectadores que todos somos e aos lugares onde e donde vemos os espetáculos. Separados pela condição temporária e intermutável de ver ou de fazer, encontramo-nos na esperança de partilhar o mundo imaginado, entre entendimentos e diferendos, para nos transformarmos em ambos os sentidos e em novas direções”.

 

Seja como protagonista dos projetos apresentados, seja como anfitrião dos artistas e visitantes que se deslocam para participar no evento, seja também porque promover o acesso e levar a criação artística contemporânea a localidades fora dos grandes centros culturais, são aspetos centrais da atuação da Associação Materiais Diversos, o público, em especial as populações locais, que se mantêm na génese, é ponto de partida e de chegada do festival que há nove anos percorre palcos e localidades das regiões do Médio Tejo e Lezíria.

 

Nova Criação” dos jovens criadores Filipe Pereira e Teresa Silva será a primeira estreia absoluta do Festival Materiais Diversos 2017, com apresentação marcada para sexta-feira, dia 15 de setembro, no Centro Cultural do Cartaxo. No sábado, dia 16 de setembro, sucedem-se 55, o espetáculo onde o coreógrafo e bailarino de origem marroquina Radouan Mriziga funde o seu corpo com a arquitetura e o espaço de apresentação, neste caso a Fábrica de Cultura de Minde, que no sábado e domingo também acolhe “Viajantes Solitários”, uma criação do Teatro do Vestido a partir de “histórias de estrada” de camionistas, que será apresentado num camião estacionado à porta da antiga fábrica têxtil.  

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photo: Andrea Macchia


Ainda no dia 16 de setembro e depois de ter percorrido palcos de todo o mundo, chega finalmente ao Centro Cultural do Cartaxo, em estreia nacional a convite do Festival Materiais Diversos, o espetáculo “FOLK-S” (na foto) do consagrado coreógrafo italiano Alessandro Sciarroni, com folclore e danças populares a serem resgatados pela dança contemporânea.

No domingo, dia 17 de setembro, será a vez de dois trabalhos criados a partir do diálogo e da investigação sobre o território e a população local – “Caminhar”, o convite do Teatro do Silêncio para a redescoberta física e emocional da paisagem de Minde, e “Balada das vinte meninas friorentas” de Margarida Mestre, o espetáculo que o festival dedica ao seu público mais jovem e cujo processo de criação envolveu crianças de várias escolas do ensino básico da região.

 

Ao cartaz de espetáculos juntam-se o encontro Outros Trabalhos, que no dia 15 de setembro reúne profissionais e público para uma reflexão aberta e transversal sobre criação e programação artísticas, que este ano será norteada pelo binómio Transações/Transformações e vai questionar os processos que ocorrem dentro do meio profissional e entre este e o seu exterior. Nos dias 15, 16 e 22 de setembro, o Festival Materiais Diversos apresenta pela primeira vez na sua programação uma seleção de filmes documentais, com “Um Elefante Na Sala” de Helena Inverno e Verónica Castro, “Onde As Oliveiras Crescem Os Homens Não Morrem” de Tiago Moura e Pedro Pires e “En Todas As Mans” de Diana Toucedo a complementarem através da tela o tema da criação colaborativa, os diferentes modelos e os impactos de projetos que envolvem a participação comunitária.

 

Com a abertura do festival regressam também as ações de formação alternativa da Comunidade Artística Emergente, este ano orientadas por Rui Catalão e Emmanuelle Huynh, e as Aulas Diárias de teatro, dança, corpo, voz, ecologia e estética, abertas ao público ou dedicadas a grupos específicos, como os funcionários da empresa de curtumes Marsipel, que nos dias 14 e 15 de setembro serão convidados a descobrir a dança enquanto manifesto de resiliência e sobrevivência, e a participar na investigação que a coreógrafa Cristina Planas Leitão está a desenvolver para o seu novo espetáculo “UM [unimal]”.

 

As Noites Longas consagradas ao convívio e à música firmam o segundo ano de parceria entre o Festival Materiais Diversos e o Festival Bons Sons, o especial destaque do programa que os dois festivais prepararam em conjunto recai sobre a festa de abertura, que na noite de 14 de setembro resgata João Galante do seu papel de encenador para os comandos da pista de dança como DJ Galante a.k.a Coolgate.

 

 

Plataforma Outdoor Arts Portugal apresentada na Alemanha e em Espanha

Outdoor Arts Portugal é uma nova plataforma, com foco na criação artística portuguesa para o espaço público, que visa a união de esforços para a solidificação de um setor artístico em pleno crescimento à escala internacional. A promoção alargada e o desenvolvimento, a médio prazo, de uma plataforma de informação artística e de projetos colaborativos para o espaço público é a face mais visível do conceito que pretende, ainda, ter um papel ativo ao nível da sensibilização e do desenvolvimento de estratégias de investimento público, colaborar para a promoção e comunicação integradas, promover ações de networking e showcasing, sem esquecer a missão essencial de investigação e observação do setor.

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Promovida pela Bússola, a plataforma Outdoor Arts Portugal representa um momento de viragem para a comunicação internacional do setor das artes de rua e circo contemporâneo português, após o seu recente reconhecimento inequívoco, patente no novo modelo de apoio às artes. O projeto será apresentado em Essen, na Alemanha, no âmbito de um encontro da N.I.C.E. Network no dia 6 de setembro, sendo no dia seguinte publicamente apresentado no momento inaugural da FiraTàrrega (Catalunha, Espanha), o maior mercado europeu de criação artística para o espaço público.

 

Na sequência deste lançamento, a Bússola carrega na mala 16 companhias portuguesas com projetos específicos para o espaço público que serão apresentados e divulgados durante toda a feira, de 7 a 10 de setembro, para uma plateia de mais de um milhar de profissionais do setor, originários de todo o mundo. Um passo de gigante rumo à profissionalização sustentada do setor e ao reconhecimento internacional do trabalho artístico desenvolvido em Portugal.

 

 

 

They're Heading West convidam Manel Cruz…

O regresso de They're Heading West a Casa este mês não podia ser melhor. Para abrir em beleza a época 2017/18, convidam Manel Cruz a descer a Lisboa.

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Há muitos anos que a banda de Mariana Ricardo, Sérgio Nascimento, Francisca Cortesão e João Correia tinha vontade de convidar o Manel para se juntarem em palco, finalmente em Setembro de 2017 as agendas alinharam-se e evidentemente, quem ganha somos nós, pela oportunidade de os ver ao vivo, assim como se fossem a banda de Manel Cruz por um dia e passar por umas quantas das mil canções que compôs e gravou.

 

Nesta altura do campeonato Manel Cruz dispensa grandes apresentações, firmado no olímpio musical português, o vocalista, letrista e compositor dos Ornatos Violeta - essa instituição do imaginário rock português. Pluto, Supernada, Foge Foge Bandido ou mais recentemente com Estação de Serviço, entre outros projectos a solo, são outras das aventuras de Manel Cruz.

 

Casa Independente (Lisboa)

13 de Setembro 2017 | 19.30h

 

photo: Paulo Homem de Melo

Kate Mirson apresenta o single "Broken One"

“Broken One” é o cartão de visita de Kate Mirson, uma jovem cantora de 20 anos que agora se apresenta ao mundo em nome próprio. Natural de Benavente, Kate canta desde que se lembra, aprendeu cedo a tocar guitarra e piano, instrumento que elegeu para se expressar de forma mais séria, e sempre se entregou ao que acredita ser o seu sonho: “sempre quis ser cantora”, admite.

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Aulas de voz com Adelaide Ferreira, ao lado de quem pisou vários palcos, e experiências em programas como o X-Factor – em Inglaterra e Portugal – e o The Voice deram-lhe o alento para encontrar a sua própria voz. Um coração partido fez o resto: “se não fosse o que eu ponho de mim nas músicas ficava a acumular todas estas coisas. A verdade é que escrever a ‘Broken One’ me ajudou a lidar com a dor e a ultrapassar um episódio menos positivo. Agora já só penso no álbum que espero lançar no início do próximo ano”, revela.

Enquanto essa estreia em grande não acontece, há “Broken One” para ouvir e para nos relembrar a todos que o amor é mesmo a maior de todas as inspirações. Mesmo quando não corre bem há sempre algo de positivo a retirar de cada história: “esta música ajudou-me a seguir em frente”, garante Kate Mirson. E há mais uma caixa recheada de letras que o futuro há-de revelar. Este “Broken One” é apenas o primeiro capítulo de uma história que se adivinha longa.

Arte Fora de Sítio regressa a Matosinhos…

O Arte Fora de Sítio, que conta já com a sua 12ª edição, nasceu do trabalho desenvolvido pela Divisão da Juventude da Câmara Municipal de Matosinhos e o Conselho Consultivo da Juventude. Este integra diversas gerações de artistas, primando pela irreverência e inconformismo, através da interação informal com o público nas suas diversas ações.

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Ao longo de 2 dias o público poderá assistir e participar numa programação ininterrupta, em formatos não convencionais, onde coincidem performances de música, dança, desporto, poesia, artes performativas, graffitties, animação de rua e desportos radicais.

Um evento transversal que já se consolidou na agenda cultural de Matosinhos, conforme comprovam os milhares de pessoas que, de ano para ano, vão enchendo cada vez mais o Parque Basílio Teles, fazendo deste um extraordinário sucesso.

Um evento onde público e artistas se juntam num grande espetáculo de exaltação às artes.

  

23 Setembro 2017

14.30h às 18.30h - Demonstrações artísticas nas áreas da música, dança, artes circenses, poesia e desporto

18.30h - Concerto de Mundo Segundo

 

24 Setembro 2017

14.30h às 17.00h - Demonstrações artísticas nas áreas da música, dança, artes circenses, poesia, desporto e técnicas de salvamento. Permanência das 4 corporações de bombeiros no recinto.

17.00h - Goup Hug (abraço coletivo) em homenagem aos Bombeiros Voluntários do concelho de Matosinhos

17.30h - Concerto de Nuno Alves

 

Scott Bradlee’s Postmodern Jukebox de regresso a Portugal em 2018

O coletivo Scott Bradlee’s Postmodern Jukebox está de regresso mais uma vez a Portugal e atua nos Coliseus no mês de Março de 2018.
A banda sobe ao palco do Coliseu do Porto dia 28 de Março e no dia seguinte ruma a sul para um concerto no Coliseu dos Recreios.

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A banda formada pelo pianista e compositor Scott Bradlee, em 2013, chamou a atenção da crítica e dos fãs graças à sua interpretação inteligente de temas pop de sucesso, adaptados aos estilos Jazz, Ragtime e Swing. A transformação de canções que poderiam ter sido escritas para artistas como Louis Armstrong, Ella Fitzgerald, Judy Garland, ou Nina Simone, como foi o caso de covers de sucesso como “We Can’t Stop”, Miley Cyrus, ou “All About The Bass”, “Creep”, “Royals”, garantiu ao grupo o sucesso  que têm estado a dar provas de ter alcançado.

 

A banda estreou-se em Portugal em 2016 com um concerto esgotado na Aula Magna, que pôs toda a gente a cantar e dançar.

 

Coliseu (Porto)

28 de Março 2017 | 21.30h

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

29 de Março 2017 | 21.30h