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Glam Magazine

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Xinobi apresenta "On The Quiet" no CCBeat com convidados especiais

Está marcado e vai ser uma noite única. Xinobi vai estar, dia 8 de Setembro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa no CCBeat a apresentar o seu mais recente álbum "On The Quiet" num espetáculo muito especial e recheado de surpresas e com os seguintes convidados: The Legendary Tigerman, Margarida Falcão, Moullinex, Mike El Nite e Máximo Francisco

 

Xinobi 2017

O segundo álbum que Bruno Cardoso edita sugere o retrato de um percurso pessoal que evoca as vivências ‘punk’ que teve na sua formação e a progressiva construção de uma identidade que o encaminhou rumo às eletrónicas e à música de dança. A ideia de criar um disco como auto-retrato onde habitam os sons, as palavras e também o objeto físico em si é, logo à partida, o principal atrativo num primeiro contacto com “On The Quiet” álbum que, três anos depois de 1975, representa um seguro e bem mais focado segundo álbum na obra que Bruno Cardoso (com 39 anos) apresenta como Xinobi.

No plano musical o disco apresenta uma sequência coerente de temas que exploram diálogos entre o formato da canção e a zona de maior liberdade formal em terreno de trégua depois de uma noite de ritmos mais agitados, entre a house, periferias da pop e cercanias mais suaves do techno, conciliando ainda o canto e o spoken word para, sobre eletrónicas e batidas, lançar memórias, sugestões ou reflexões que, mesmo se por vezes usam palavras dos outros, no fim acabam sempre por nos falar de si mesmo.

 

O músico vem apresentar-se com a sua banda formada por Óscar Silva (Jibóia), Ana Miró (Sequin) e Vasco Cabeçadas, assim como contará com a presença de alguns convidados muito especiais para um concerto que será memorável.

 

Vodafone Mexefest... Julia Holter, PAULi e Childhood

Os festivais de verão estão a chegar ao fim, mas não há motivo para os festivaleiros deixarem as suas agendas em branco. Nos dias 24 e 25 de Novembro, o Vodafone Mexefest regressa à Avenida da Liberdade para mexer com a cidade de Lisboa. Depois de Charles Bradley, Cigarettes After Sex, Aldous Harding, Destroyer e Valete, há mais nomes confirmados: a elegância indie de Julia Holter, o multifacetado talento de PAULi e o rock nostálgico dos Childhood.

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A voz delicada de Julia Holter dá corpo às angústias da sua geração, à dificuldade das relações dos dias de hoje, mas também a tudo aquilo que há de mais poético nessa dificuldade. A música desta norte-americana é feita de alguns contrastes que geram encantamento no público. Se, por um lado, há uma urgência geracional, por outro há uma certa toada clássica, que Julia transporta na voz; as melodias mais densas e arrojadas contrastam com a delicadeza e a doçura do timbre desta norte-americana. Desde a estreia em 2011 com “Tragedy”, Julia nunca mais parou de conquistar público e crítica. Em 2013 editou “Have You in My Wilderness”, um disco que inclui pérolas como "Feel You" ou "Sea Calls Me Home". A influência de vozes como Laurie Anderson, Julianna Barwick, Kate Bush ou Joanna Newsom não tiram originalidade a Julia Holter, que promete trazer todo o seu charme à Avenida da Liberdade em Lisboa.

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PAULi nasceu em Londres, mas fixou-se em Brooklyn, um dos centros nevrálgicos da melhor música da atualidade. Às vezes na sombra, outras vezes no centro do palco, ele é um desses bons exemplos de talento. Diretor musical de artistas como Jamie XX ou FKA Twigs e percussionista de Damon Albarn, Gorillaz e Bobby Womack, PAULi também se aventura a solo, tendo levado a sua proposta musical a alguns dos melhores palcos de todo o mundo. O seu espetáculo faz-se da eletrónica que domina, da sua faceta enquanto songwriter e do seu talento como multinstrumentista. O próximo EP está previsto para outubro deste ano, antecipando um disco que sairá na primavera de 2018. Esta é, portanto, a altura ideal para PAULi vir mostrar as suas novidades ao Vodafone Mexefest.

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O bom rock inglês continua de boa saúde e os Childhood são umas das melhores propostas vindas do país de Sua Majestade. De guitarras em punho e com um gosto especial pela nostalgia, os Childhood enchem a sua música de um espírito groove e funk que nos transporta para a década de 1970. Mas há mais influências nas canções da banda inglesa: conseguimos ouvir electro pop, indie, R&B e dream pop no novo disco, “Universal High”, editado em 2017 e sucessor do bem-sucedido disco de estreia: “Lacuna”. Os Childhood prometem conquistar o público português com canções tão contagiantes como “Californian Light” ou “A. M. D.”. Eis um exemplo da melhor energia rock que se vai fazer sentir na edição de 2017 do Vodafone Mexefest.

 

Mais novidades a anunciar brevemente….

Fotografias: Direitos Reservados

Novo disco do coletivo Orelha Negra editado a 15 de Setembro...

Há artistas que, por muito que tenham alcançado, não conseguem deixar de tentar chegar mais longe. Sempre. Samuel Mira a.k.a. Sam the Kid, Dj Cruzfader, Francisco Rebelo, João Gomes e Fred Pinto Ferreira, músicos que já haviam deixado a sua marca na mais ambiciosa música portuguesa quando resolveram formar os Orelha Negra, são um dos mais incontestáveis exemplos.

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Se no seu álbum de estreia ofereceram uma visão completamente nova e singular da mais moderna música urbana pós-Hip Hop, assente numa inesperada dialética entre o sampling via MPC, o gira-disquismo e a orgânica live dos seus intérpretes de exepção, e na exploração da canção que se liberta da sua escrita tradicional (mas que se quer manter canção), produzindo uma das mais históricas obras da nova cena nacional, com largo alcance além-fronteiras, isso não os conformou.

 

Transportaram a experiência para os palcos com um impacto notável. Deixaram que esse exercício passasse a ter o peso certo no seu processo criativo, levando-os por caminhos que nem eles teriam antevisto. E atreveram-se a estrear em palco a espinha dorsal do seu segundo – ultra amadurecido – longa-duração, antes mesmo de o finalizarem e embalarem para a posteridade, tendo repetido a dose com o trabalho que chega às lojas e plataformas digitais no próximo dia 15 de setembro e que já se encontra em pré-venda.

Nos treze temas que compõem o seu terceiro disco de originais, os Orelha Negra não se afastam um milímetro da sua proposta inicial de redefinirem a música de raiz Hip Hop, tal com deve ser entendida num novo milénio, mas a canção liberta-se, como nunca, das suas amarras. Sobressai aqui um espírito excursionista, que vai muito para além das questões formais.

Uma espécie de viagem espiritual, carregada de psicadelismo e de libertação cósmica, apresentada, mais uma vez, de forma completamente surpreendente, até porque tanto somos remetidos para a genealogia da Soul – com um enfâse particular no Boogie – como nos vemos a navegar pelo melhor prog-kraut-rock ou pelas memórias contemplativas de narrativas pop baleares.

 

Quando pensamos que somos capazes de “adivinhar” o que vinha aí, ficamos, outra vez, agarrados às nossas aparelhagens, em repeat, a pensar – “estava à espera de tudo menos disto!"

Não será essa sensação o melhor que a música tem, para quem realmente a ama?

Orquestra Jazz de Matosinhos com Mayra Andrade e Manuela Azevedo

O mês de Setembro começou da melhor forma para a Orquestra Jazz de Matosinhos na Noite Branca de Braga. Ontem, dia 2, a big band apresentou-se no palco principal de uma das mais concorridas festas bracarenses ao lado da cantora Mayra Andrade e, juntos, revisitaram temas dos álbuns "Navega", "Stória, Stória", mas também do mais recente "Lovely Difficult".

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Dia 23 de Setembro, o microfone passa para as mãos de Manuela Azevedo. No Largo da Ajuda, no âmbito das festas Lisboa na Rua, a vocalista dos Clã e a Orquestra Jazz de Matosinhos vão interpretar músicas de Tom Waits, Beatles, Elvis Costello, Chico Buarque, Serge Gainsbourg e Queens Of The Stone Age, temas que serão apresentados com arranjos originais para big band.

 

Recorde-se que estas parcerias da Orquestra Jazz de Matosinhos, com Mayra Andrade e Manuela Azevedo, vêm no seguimento do trabalho que tem sido desenvolvido nos últimos anos com vozes oriundas dos mais variados universos musicais, desde o jazz (Dee Dee Bridgewater e Maria João) à música brasileira (Maria Rita), passando pela world music (Mayra Andrade) e a pop (Manuela Azevedo e Sérgio Godinho).

Captain Boy ao vivo nos Paços da Cultura…

Captain Boy é o alter ego do músico Vimaranense Pedro Ribeiro. Vagabundo com voz rouca e guitarra a tiracolo, canta histórias que transcendem o tempo com uma sonoridade ferrugenta que o acompanha em todas as actuações remetendo-nos para um ambiente como se nós próprios estivéssemos a bordo de um barco imaginário. Assim como o mar, Captain Boy é imprevisível, transformando todos os concertos numa viagem distinta.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

O nome “Captain Boy” surge inspirado numa história de Júlio Verne, escrita em 1878. Dick Sands, com 15 anos, torna-se comandante de um navio que ruma da Nova Zelândia a Valparaíso. De alguma forma somos todos capitães, putos… com pés grandes. O primeiro EP foi editado em 2015, com a distribuição digital da Universal Music Portugal. No mesmo ano, e resultado da parceria com a plataforma Tradiio, Captain Boy chegou ao primeiro lugar do Top 50 das mais de 1200 bandas a votação no Tradiio e foi o primeiro Artista a ser escolhido para abrir o palco EDP do Festival Super Bock Super Rock (na foto) em Julho de 2015.

 

Em 2016 chega Tango. O tema foi gravado em várias divisões duma casa solarenga em Barcelos pelas mãos de Zé Arantes e produzido por Giliano Boucinha (Paraguaii). Tango é uma despedida dançante da nostalgia do que foi. Harmonizado por bombos, distorções e facas, é ver uma pintura que escorre pela tela à procura de forma. O video estreou a 18 de Abril.“Honey Bunny”, o primeiro single do novo álbum, surge a 17 de Outubro e Daniel Fernandes (Indian Productions) assinou o videoclipe.

 

Em 2016 Captain Boy apresentou o seu trabalho em várias cidades como Guimarães, Porto, Lisboa, Alcobaça, Leiria, Vila Real, Bragança, entre outras, e teve já oportunidade de apresentar uma mini-tour na Galiza. Num dos seus espectáculos, o Artista foi contactado por um dos fotógrafos mais conceituados da Europa, Johan Bergmark, que lhe pediu para o fotografar aquando da sua passagem pelo Belém Art Fest em Maio de 2016. O disco de estreia de Captain Boy chama-se 1e foi editado em Janeiro de 2017 pela Moon Records. Um álbum sobre fragilidades que começa no número um da capa escrito numa placa de ishihara, que Captain Boy não lê porque é daltónico, e que termina quando chegamos a casa, na última música. Todo o álbum foi gravado na sua forma mais crua, despido de tudo o que é acessório, criando um canal directo entre as gravações e quem o ouve.

 

Sailorman”, o segundo single de “1”, foi o segundo single do álbum. O tema é uma conversa interior, como tantas que Captain Boy tem com o subconsciente. "Uma conversa para limpar as manchas dos vidros que por vezes não nos deixam ter uma visão clara do que somos."

O próximo single de “1” está a ser preparado e tem estreia prevista para Setembro de 2017 altura em que Captain Boy se apresenta nos Paços da Cultura em São João da Madeira.

 

Paços da Cultura (São João da Madeira)

15 de Setembro 2017 | 22.30h

Lisboa Soa está de regresso de 14 a 17 de Setembro

O Lisboa Soa - Encontro de Arte Sonora, Urbanismo e Cultura Auditiva está de regresso com a permissa de aprofundar a reflexão sobre o som e pensar na escuta como forma de criar pontes num mundo com demasiados muros.

"O que é preciso para reduzir a distância entre pessoas ou culturas diferentes?"

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É a esta questão que o programa tenta responder partindo da certeza que aprender a escutar é urgente, já que ouvir é abrir uma porta ao outro e à experiência de diálogo que vai para além da palavra. Assumindo a sua itinerância por diferentes jardins da cidade, o Lisboa Soa instala-se este ano na Estufa Fria para quatro dias de descoberta de workshops, instalações site-specific, performances e concertos de artistas nacionais e internacionais que exploram as características físicas do espaço envolvente, levando a audiência a fruir, aprender e reflectir sobre o ambiente acústico que a rodeia através da interacção com as obras e os próprios criadores.

 

Assim, dia 14, o festival abre com "Prática das Cordas". A performance de Adriana Sá e John Klima combina cordas, longos arames esticados no espaço e sons pré-gravados numa homenagem lúdica à teoria das cordas, a mesmo que afirma que toda a matéria é formada por pequenos filamentos de energia, descrevendo como se propagam pelo espaço e interagem uns com os outros. Logo depois, a estreia da sound artist e designer ambiental inglesa Mileece, artista que combina arte e tecnologia para instigar e animar a conexão humana com as dimensões escondidas e vivas da natureza. Será assim a oportunidade de ver o jardim da Estufa Fria transformado em orquestra com os sons harmónicos que traduzem impulsos bio-elétricos aplicados às folhas das plantas.

 

No dia 15, destaque para os norte-americanos Jen Reimer e Max Stein, dupla que tem explorado a ressonância e a natureza acústica dos espaços urbanos. Combinando trompa ao vivo e processada e gravações de campo com o ambiente sonoro do lugar da performance, vão criar uma experiência imersiva e física de som e espaço. André Gonçalves e a sua "Música Eterna" levam-nos logo depois numa viagem sonora de fazer perder no tempo e na contemplação.

Sábado, o argentino Juan Sorrentino, em residência desde Agosto, apresenta "Motto", concerto resultado do seu workshop. Os 8 artistas/participantes terão mochilas de som, equipadas com microfones, que, amplificando os sons da Estufa Fria, irão transformar os passos, os ramos e o vento nas árvores em instrumentos. A pauta é traduzida num mapa físico, delineando cada movimento dos artistas. O dia termina com a grande estreia da eslovena AGAPEA aka Saša Spačal com o seu "Sonic close-up com grilos ao vivo Acheta Domesticus" num diálogo entre as pessoas, animais e tecnologia.

 

No último dia, os portugueses Sonoscopia apresentam "Fauna", uma re-recriação feita a partir de uma estrutura electroacústica onde as fontes sonoras são distribuídas no espaço físico da Estufa Fria, cujas singularidades e particularidades acústicas e visuais actuam como elementos fulcrais no plano da composição e se transformam em matéria e forma musical.

 

Durante todos os dias do festivais, ainda oportunidade de participar em vários workshops e interagir com as instalações sonoras site-specific de artistas como Adriana Sá & John Klima, Cláudia Martinho, João Ricardo, assim como com o resultado da colaboração de Jen Reimer & Max Stein com Juan Sorrentino.

 

Integrado nas festas da cidade Lisboa na Rua 2017 e co-produzido pelos Produtores Associados e Egeac, o Lisboa Soa é concebido pela investigadora portuguesa Raquel Castro. Teve a primeira edição em 2016, no Jardim da Tapada das Necessidades, reunindo naquele cenário mais de 6000 pessoas, de entre artistas, especialistas e público dos 8 aos 80 anos.

 

E porque continua a ser urgente escutar o mundo para que ele se torne cada vez mais sustentável, a segunda edição do Lisboa Soa está marcada de 14 a 17 de Setembro, na Estufa Fria de Lisboa.

 

"Miradouro da Batucada"… novo single d' O Gajo

"Miradouro da Batucada" é o segundo single do álbum de estreia d'O Gajo, projeto musical de João Morais. "Longe do Chão" foi editado em maio deste ano e este single segue-se ao "Há uma festa aqui ao lado".  É mais um tema que paira sobre Lisboa, que viaja pelos sons tocados ao acaso no Miradouro de Santa Catarina. "Miradouro da Batucada" tem uma sonoridade muito característica da capital portuguesa mas é, no entanto, a Campaniça alentejana que continua a dar vida à composição d'O Gajo.

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Segundo João Morais, “são muitas as tardes que O Gajo passa no Miradouro onde o Adamastor contempla Lisboa. Pelo meio de tantos devotos e curiosos há sempre alguém que marca o ritmo no Batuque ou que arranha as cordas de uma Viola. O miradouro da batucada é a banda sonora de um espaço privilegiado para sentir a pulsação de Lisboa." "Longe do Chão" é um trabalho de sombras vagas de final de tarde que povoam o universo do artista, e nos contam histórias da cidade oculta. É um voo sobre nós próprios embalados por uma Viola Campaniça que nos enche como a maré e nos inunda com sentimentos de naufrágio.

 

Este segundo single será apresentado ao vivo a 8 de setembro no Bar Irreal em Lisboa pelas 21.30h.

III Festival de Guitarra de Amarante… Goran Krivokapic dá concerto hoje… 3 de setembro

Depois de Campbell Diamond e Ettore Scandolera terem abrilhantado a noite de estreia do Festival e de Amir John, renomado guitarrista de flamenco, ter animado o Largo de São Gonçalo, na noite de sábado, é agora a vez do montenegrino Goran Krivokapic ecoar no III Festival Internacional de Guitarra de Amarante. A partir das 22h00 deste domingo, 3 de setembro, no Auditório do Centro Cultural de Amarante.

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A capacidade de estabelecer novas sonoridades com a sua qualidade técnica e a sua interpretação característica de reportório antigo e novo fazem de Goran Krivokapic um dos guitarristas principais da nova cena guitarrística internacional. Goran ganhou o seu primeiro concurso internacional aos 14 anos e continuou a ganhar mais 18 prémios incluindo duas das mais prestigiadas competições de guitarra, a “Guitar Foundation of America” (GFA) em Montreal, Canada, e “Dr. Luis Sigall International Competition of Musical Performance” em Viña del Mar, Chile, ambos em 2004. Ganhou ainda dois prémios Golden Guitar, seguido do prémio de melhor jovem guitarrista do ano, na competição anual “International Guitar Convention in Alessandria”, em 2005, em Itália e em 2006 pelo seu CD de estreia.

 

Além dos concertos e masterclasses que marcarão o festival, o grande alvo das atenções continuará a estar centrada no concurso de guitarra que engloba diversas categorias, para guitarristas a partir dos 8 anos e sem limite de idade. 5 mil euros é o montante do 1º Prémio, a atribuir na categoria F (maiores de 20 anos).

Até 10 de setembro, há concertos, masterclasses, workshops, estágio para alunos e até uma conferência sobre a Viola Amarantina

Centenário de John Lee Hooker celebrado com a caixa “King of the Boogie”

A Craft Recordings, que integra o catálogo da Concord Bicycle Music, anuncia o lançamento de “King Of The Boogie”, uma caixa retrospetiva que homenageia o ícone dos blues John Lee Hooker. Este pack de 5CD será editado a 29 de setembro e apresenta uma visão profunda sobre o catálogo deste artista tão influente, contando não só com os seus maiores êxitos, mas também raridades e vários temas que nunca foram editados até hoje. A coletânea é acompanhada de um livro de 56 páginas que inclui várias fotografias tiradas ao longo do seu percurso, um novo artigo da autoria do escritor e historiador de John Lee Hooker Jas Obrecht, bem como um texto de Mike Kappus, amigo de longa data e agente do artista.

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John Lee Hooker (1917-2001) nasceu há 100 anos, perto de Clarksdale, Mississippi. Ao longo dos anos tem-se dado um debate académico quanto ao ano do nascimento do artista. No entanto, a família Hooker mantém que 1917 é, de facto, a data correta. Zakiya Hooker, filha do músico, diz: “Como sabemos, na altura não existia um grande esforço por precisão naquela parte da comunidade. Mantemos o que nos foi dito pelo meu pai, que foi o que lhe foi dito pela sua mãe.”

 

O produtor Mason Williams, que fez a curadoria desta compilação que narra a história do artista, foi incumbido da tarefa de resumir o vasto catálogo de Hooker em 5CD. “Mesmo com 100 canções, esta edição é apenas uma possível fotografia da carreira incrível e influente de John Lee Hooker, mas que leva [o ouvinte] numa longa viagem que vai desde os seus primeiros dias em Detroit, até à sua passagem por Chicago, onde gravou para a Vee-Jay Records, até às últimas colaborações com Van Morrison, Bonnie Raitt e Santana, entre outros."

King Of The Boogie” será lançada integrando o ano de celebrações do centenário de John Lee Hooker, honrando a sua música e a sua influência, servindo também como acompanhamento da exposição com o mesmo nome que inaugurou no GRAMMY Museum Mississippi.

 

Zakiya Hooker, filha de John Lee, tem trabalhado de perto com todos os parceiros na concretização dos vários eventos deste centenário, e afirma: “Estou muito entusiasmada por ver o meu pai celebrado desta forma, tanto com a exposição como com o anúncio desta coletânea especial de música. Sei que os seus fãs vão ficar muito entusiasmados por poderem ouvir performances raras e por ler as palavras comoventes do seu agente de longa data, Mike Kappus, bem como as do incrível Jas Obrecht. Foi um prazer ver nascer esta caixa e mal posso esperar que ela seja partilhada com o mundo.”

Ana Moura regressa ao 1.º lugar do Top de vendas com "Moura"

Editado em novembro de 2015, "Moura" está há 91 semanas consecutivas no TOP nacional de vendas e voltou esta semana ao 1.º lugar da tabela. O 6.º álbum de Ana Moura alcançou o galardão de Tripla Platina e já havia fechado 2016 como o disco mais vendido do ano, seguindo assim as pisadas do seu antecessor, "Desfado", o qual se encontra atualmente em 5.º lugar do top e há 250 semanas consecutivas entre os mais vendidos, já muito perto de atingir as 7 Platinas.

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Isto numa altura em que a artista tem previsto um regresso aos Coliseus: em Lisboa, a 14 de Outubro, e no Coliseu do Porto, a 28 de Outubro.

A Tour de "Moura" já passou por três continentes com 150 espectáculos. Entre os muitos concertos que tem dado em Portugal, Ana Moura tem também agendados espectáculos em Espanha (3 de setembro, Barcelona); Suiça (22 de setembro Le Chaux-de-Fonds) e França (3 de março, Paris).

Doc's Kingdom 2017 começa este Domingo em Arcos de Valdevez

O Doc's Kingdom 2017 - Seminário Internacional de Cinema Documental, organizado pela Apordoc, com o apoio do ICA - Instituto do Cinema e Audiovisual e co-produzido pelo Município de Arcos de Valdevez, tem início este Domingo, às 21:00, na Casa das Artes de Arcos de Valdevez, prolongando-se até dia 8 de Setembro.

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A partir de Segunda, dia 4 de Setembro, cada dia é composto por sessões de cinema às 10:00 e às 14:30, na Casa das Artes, seguidas de um debate colectivo às 17:30. Estão também programadas algumas sessões nocturnas, às 21:30. Para incentivar a experiência colectiva e integral do seminário, o programa do Doc’s Kingdom permanece secreto até ao início de cada sessão.

 

O programa relaciona diferentes práticas artísticas e cinematográficas que abordam o conflito enquanto tema intergeracional, incluindo a projecção de clássicos como “Bless Their Little Hearts”, de Billy Woodberry, e “Born in Flames”, de Lizzy Borden, ambos de 1983, ou “O Regresso de Amílcar Cabral” (1976), de Sana na N´Hada, tal como os últimos filmes dos jovens cineastas Louis Henderson, James N. Kienitz Wilkins e do colectivo Inhabitants (Mariana Silva e Pedro Neves Marques), todos inéditos e, alguns, mostrados ainda nas suas versões de trabalho.

 

Este ano programado por Filipa César, Nuno Lisboa e Olivier Marboeuf, tem o tema “Surfacing Trouble/Emergir no Conflito” e conta com a presença dos seguintes realizadores e artistas convidados: Billy Woodberry, Clara López Menéndez, Jamika Ajalon, Graeme Thomson e Silvia Maglioni, Inhabitants (Pedro Neves Marques e Mariana Silva, com Margarida Mendes), James N. Kienitz Wilkins, Louis Henderson, The Otolith Group (Anjalika Sagar e Kodwo Eshun), Sana na N’Hada, Regina Guimarães e Saguenail.

 

Com um programa intensivo de projeções e debates que é o mesmo para todos os participantes, sem sessões paralelas, o Doc's Kingdom é uma experiência integral e cumulativa que abarca as projecções diárias, os debates colectivos e o encontro informal numa atmosfera intimista e acolhedora. O grupo, até 100 participantes, vê filmes e conversa informalmente ao longo de cinco dias, sem distinções hierárquicas entre realizadores, espectadores e organizadores.

 

Com o objectivo de promover a internacionalização de jovens cineastas portugueses em início de carreira, o Doc's Kingdom - com o apoio do Programa Gulbenkian de Língua e Cultura Portuguesas da Fundação Calouste Gulbenkian - oferece seis bolsas para participação integral neste Seminário Internacional de Cinema Documental. Os bolseiros do Doc’s Kingdom 2017 são Filipe Afonso, Francisca Manuel, Igor Dimitri, Inês de Lima Torres, Martina Tzvetan e Ricardo Neves.

 

           

 

V Festival Estátuas Vivas de Tomar… Lendas e Tradições de Portugal

A cidade dos Templários vai ser conquistada por estátuas vivas, de 15 a 17 de setembro. O V Festival Estátuas Vivas de Tomar, iniciativa do Município de Tomar, recebe, ao longo de três dias, mais de 30 artistas, de várias nacionalidades (Portugal, Espanha, Reino Unido, Bélgica e Alemanha), que compõem 26 quadros.

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Lendas e Tradições de Portugal” é o tema desta edição do Festival Estátuas Vivas de Tomar. No sábado, 16, e no domingo, 17 de setembro, os visitantes vão encontrar nas ruas da cidade criações como “A Moura Encantada”, “Lenda das Amendoeiras em Flor”, “Lenda da Sopa de Pedra”, “O Papão” ou “Lenda do Galo de Barcelos”, entre outros. São 14 performances artísticas de imobilidade expressiva inspiradas nas lendas e tradições populares, histórias e religiosas, das origens da nacionalidade ao século XIX, protagonizadas por 25 artistas.

 

O Festival tem início na sexta-feira, 15 de setembro, com “Estátuas Vivas – Arte na Rua”, abertura com tema livre que conta com 12 quadros vivos e a performance de 16 artistas. Estes vão dar vida a personagens como Mozart, Napoleão, Vasco Santana, John Lennon, Isolda e a Gárgula, entre outros, evocando outros tempos e culturas.

 

Com o centro histórico de Tomar como cenário e tendo a História e a cultura popular como fios condutores, este Festival de entrada livre convida o público não só a deixar-se deslumbrar pela magia das imagens criadas, mas também a votar no seu quadro favorito. O V Festival Estátuas Vivas de Tomar tem assim uma vertente competitiva, com base em critérios como imobilidade, expressividade e caracterização.

 

V Festival Estátuas Vivas de Tomar

15 de Setembro 2017 - 22h00 – 24h00

16 de Setembro 2017 - 17h00 – 19h00 e 22h00 – 24h00

17 de Setembro 2017 - 17h00 – 19h00 / Resultado dos concursos: 20h00