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Glam Magazine

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BONS SONS 2017 em 3… 2… 1…

O BONS SONS começa já esta semana. Serão 4 dias de espectáculos com o melhor que a música portuguesa tem para oferecer, no cenário pitoresco da Aldeia de Cem Soldos.

Quem chegar e assentar arraiais no parque de campismo, encontra ali montada também a Festa de Recepção ao Campista com as primeiras sonoridades dançáveis entregues nas mãos de Inês Lamim. Os dias seguintes estão recheados com os nomes de um cartaz com 52 espectáculos por onde escolher.bons sons 2.jpgphoto: Paulo Homem de Melo 



As manhãs de quem consegue levantar-se cedo são preenchidas com um pequeno-almoço na aldeia, sessões de música para crianças, regateios pela feira de artesanato, visitas ao curral dos burros, jogos tradicionais ou um refresco no rio de uma das praias fluviais da zona. Os inícios de tarde trazem também muitas actividades antes dos primeiros concertos, como as oficinas para construir instrumentos musicais, a exibição de curtas-metragens, em parceria com o Curtas em Flagrante, as artes performativas em parceria com a Materiais Diversos ou as actuações ad-hoc no Palco Garagem.

Os concertos começam a aquecer pela tarde dentro, no interior da igreja, com o Palco MPAGDP, onde a programação está a cargo d’A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria. A procissão do cartaz segue para o adro, onde o Palco Tarde ao Sol rasga as primeiras notas que ecoam pelas ruas de Cem Soldos. Seguem-se os concertos do coreto, de outra forma conhecido como Palco Giacometti, onde estalam as sonoridades mais introspectivas de cantautores e calmos virtuosos. Depois do aquecimento, iniciamos o diálogo musical entre os projectos sonoros do enérgico Palco Eira alternados com as melodias incontornáveis que partem da Praça do Rossio, no Palco Lopes-Graça.

Aplaudidos os memoráveis espectáculos dos músicos consagrados e das principais atracções da noite, a festa continua tanto no Palco Aguardela, com as batidas que caracterizam o calor da madrugada, como nas tascas, quintais e tabernas da aldeia que viram tertúlias e locais de boémia.

10 Agosto 2017

22:30   INÊS LAMIM Recepção ao campista

11 Agosto 2017

10:00   MÚSICA PARA CRIANÇAS Armazém
14:00   BAND’OLIM MPAGDP
15:45   SINGULARLUGAR MPAGDP
16:45   WHALES Giacometti
17:45   ANA JEZABEL E ANTÓNIO TORRES Auditório
18:00   MANUEL FÚRIA E OS NÁUFRAGOS Tarde ao Sol
19:15   SURMA Giacometti
20:45   HOLY NOTHING Lopes-Graça
22:00   GLOCKENWISE Eira
23:15   VIRGEM SUTA Lopes-Graça
00:30   CAPITÃO FAUSTO Eira
01:45   THUNDER & CO Aguardela
03:00   GROOVE SALVATION Aguardela

12 Agosto 2017

10:00   MÚSICA PARA CRIANÇAS Armazém
14:00   LUCÍA VIVES + JOÃO RAPOSO MPAGDP
15:45   FILIPE VALENTIM MPAGDP
16:45   FILIPE SAMBADO Giacometti
17:45   LANDER & JONAS Auditório
18:00   LES SAINT ARMAND Tarde ao Sol
19:15   SEÑORITAS Giacometti
20:45   MEDEIROS/LUCAS Lopes-Graça
22:00   MÃO MORTA – 25 anos de mutantes s.21 Eira
23:15   NÉ LADEIRAS Lopes-Graça
00:30   THROES + THE SHINE Eira
01:45   ZÉ NUNO/ SAM U/ BEATDIZORDER Aguardela

13 Agosto 2017

10:00   MÚSICA PARA CRIANÇAS Armazém
15:00   MOÇOS DA VILA MPAGDP
16:15   JOANA BARRA VAZ Giacometti
17:30   SONOSCOPIA Tarde ao Sol
17:45   CARLOTA LAGIDO Auditório
18:45   CAPTAIN BOY Giacometti
20:00   SAMPLADÉLICOS Tarde ao Sol
21:00   PAULO BRAGANÇA Lopes-Graça
22:15   SAMUEL ÚRIA Eira
23:30   10.000 ANOS DEPOIS ENTRE VÉNUS E MARTE Lopes-Graça
00:45   ORELHA NEGRA Eira
02:00   PUTO ANDERSON, DJ NINOO E K30 (FIRMA DO TXIGA) Aguardela

14 Agosto 2017

10:00   MÚSICA PARA CRIANÇAS Armazém
14:00   CURTAS Auditório
14:00   SANCT’IRENE MPAGDP
15:45   MOÇOILAS MPAGDP
16:00   CURTAS Auditório
16:45   MARCO LUZ Giacometti
18:00   OS CANTADORES DE PARIS – AUTÓPSIA DE UMA MONTAGEM Auditório
18:00   LST – LISBOA STRING TRIO Tarde ao Sol
19:15   VALTER LOBO Giacometti
20:45   FRANKIE CHAVEZ Lopes-Graça
22:00   THE POPPERS Eira
23:15   RODRIGO LEÃO Lopes-Graça
00:45   OCTA PUSH Eira
02:00   RODRIGO AFFREIXO Aguardela

5º Indie Music Fest… As últimas 12 confirmações

Não são cinco. Não são dez! São doze as bandas que apresentamos para fechar o cartaz do Indie Music Fest 2017 que acontece no Bosque do Choupal em Baltar entre os dias 31 de Agosto, 1 e 2 de Setembro.

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Depois de apresentados os nomes de Conjunto Corona, Them Flying Monkeys, Twins Transistors, Heavy Cross of Flowers, Paraguaii, The Miami Flu, Lucky Who, Moon Preachers, Killadelphia, El Señor, Manuel Fúria & Os Náufragos, Marvel Lima, Jonny Abbey, Phantom Trio, Los Luchos, Astrodome, Pãodemonio, Stone Dead, The Laizy Faithful e Toulouse, é a vez de revelar uma dúzia de nomes que vão deixar o Bosque do Choupal ainda mais encantado, ficando a faltar apenas os nomes da área electrónica, a ser anunciados em breve.

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Nomes que já dispensam qualquer tipo de apresentações. Falamos dos The Poppers e Nice Weather for Ducks. De Lisboa os The Poppers assumem com orgulho a herança do Rock n' roll e vem apresentar o seu novo disco de originais, ”Lucifer”, e de Leiria os Nice Weather for Ducks confessam-se viciados em canções (de todos os géneros e feitios) e no som de instrumentos que mandaram vir do ebay. A música deles é uma amálgama de sons e de ritmos e vozes vibrantes!

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George Marvinson é o pseudónimo criado por Tiago Vilhena (musico dos Savanna) para nos mostrar a sua visão do mundo em forma de canções.

Mr.Gallini é o alter ego do também baterista de Stone Dead e o som produzido pode ser descrito como psych harmonioso de quem não quer ceder a crescer e deixar para trás o charme, a inocência e uma criatividade borbulhante. Promete.

Oriundos de Alcobaça e sem rótulo aparente, os FUZZIL trazem consigo uma mistura agressiva de fuzz com vocais melódicos. Influenciados pelas ondas psicadélicas dos 60's/70's e toda a panóplia dos anos 90.

Os Flying Cages são uma banda de Indie rock e apresentam ‘Woolgather’, o segundo álbum de estúdio, fresco e maturo.

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Foque. Assim se intitula o projecto a solo de Luís Leitão. É um projeto que surge da necessidade de ter independência musical e de largar, não as guitarras nem as baterias convencionais, mas o rock em geral, onde havia estado embrenhado grande parte da sua vida.

Rapaz Ego é aquilo que ficou por dizer por Luís Montenegro. O Luís que toca nos Salto desde que se lembra, tem o projecto de electrónica Lewis M.  e dá uma ajuda na formação com banda da Capicua desde o ano transacto. Rapaz Ego é um desabafo.

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Para um final em festa Moda Americana são uma banda de rock alternativo de Lisboa com uma sonoridade psicadélica moderna e expansiva, de Vila do Conde chegam os Indian Rubber, Eden Lewis II aparece no Bosque em tons de Funk, Soul, Jazz, RnB e Hip Hop e em ritmo explosivo Pás de Problème. Uma mistura que bebe da música cigana, dança ao som de ritmos africanos ou cresce com a eloquência de um jazz cheio de fogo. Criando uma mistura exótica para sentir com o corpo todo, fazendo dos Pás de Problème embaixadores da música do mundo para fazer a festa.

Haja muita festa!

 

Topografias Imaginárias… cinema ao ar livre e visionamentos comentados sob o tema Lisboa, cidade do Sul

O ciclo de visionamento comentado Topografias Imaginárias - organizado pelo Arquivo Municipal de Lisboa - Videoteca e, nesta quarta edição, integrado no Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-Americana de Cultura 2017 e com sessões de cinema ao ar livre - realiza-se nos primeiros dois fins-de-semana de setembro (dias 1, 2, 3, 8, 9 e 10), num percurso de seis paragens em locais menos óbvios da cidade de Lisboa, onde serão exibidos onze filmes, com entrada livre e transporte gratuito.

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Sob o lema Lisboa, cidade do Sul, descobrem-se os modos pelos quais o cinema reinventa Lisboa. Cada sessão é uma experiência de visionamento comentado, um exercício de visão e uma revisão de filmes na relação com a cidade, um trabalho sobre o olhar cinematográfico como agente transformador. Cada sessão de cinema ao ar livre é antecedida por um visionamento comentado.

 

Guiados pelos realizadores dos filmes, nomeadamente José Filipe Costa, Salomé Lamas e Dominga Sottomayor, entre outros, mas também por investigadores, críticos ou historiadores (como Eduardo Victorio Morettin, João Mário Grilo, Tiago Baptista, Olivier Hadouchi, Maria do Carmo Piçarra, Fernando Rosas, Anabela Moutinho, Raquel Henriques da Silva, António Preto, Luísa Veloso, Ana Alcântara, António Roma Torres, Álvaro Domingues, Teresa Castro ou André Cepeda, entre outros), são vistos e revistos excertos dos filmes projetados, percebendo assim que o olhar é um agente transformador. Estas sessões de visionamento comentado são a preparação da viagem onde é possível imaginar e mapear o Sul que será depois explorado nas sessões de cinema ao ar livre.

 

Os filmes que fazem parte do programa são de épocas e latitudes muito diferentes, são uma troca de olhares entre a América do Sul e Lisboa que, em contacto com os espaços de projeção, criam uma outra cidade que só pode existir através do cinema. Estas viagens passam pela exibição de filmes em locais como a Ponte Vasco da Gama, o Museu da Carris, a Quinta do Alto, em Alvalade, o Vale Fundão, em Marvila, o Miradouro de Santo Amaro e o Teatro de Carnide.

 

Fazem parte do programa O Descobrimento do Brasil, de Humberto Mauro, O Caso J., de José Filipe Costa, Milagre na Terra Morena, de Santiago Álvarez, Outro País, de Sérgio Tréfaut, Zéfiro, de José Álvaro de Morais, La Ilusión viaja em tranvía, de Luís Buñuel, Los barcos, de Dominga Sottomayor, Fuera de quadro, de Márcio Laranjeira, Mauro em Caiena, de Leonardo Mouramateus, Où est la jungle?, de Iván Castiñeras Gallego e El Dorado XXI, de Salomé Lamas.

 

Lisboa, cidade do Sul é, assim, uma viagem de exploração, uma redescoberta (também imaginária) da cidade e muito particularmente de Lisboa enquanto lugar do Sul.